"Flor Tapuya" - Opereta de Pixinguinha no RJ

Detalhes do evento

"Flor Tapuya" - Opereta de Pixinguinha no RJ

Horário: 20 outubro 2011 às 20:00 a 30 outubro 2011 às 20:00
Local: Teatro Carlos Gomes no Rio de Janeiro
Rua: Praça Tiradentes
Cidade: Rio de Janeiro
Telefone: 21 2224 3602
Tipo de evento: musical, brasileiro
Organizado por: Marcê Porena
Última atividade: 17 Out, 2011

Exportar para Outlook ou iCal (.ics)

Descrição do evento

O Musical composto por Pixinguinha é uma opereta regional - que pode ser definida por uma espécie de "Romeu e Julieta" sertanejo - e reúne uma galeria de tipos que vão do casal apaixonado Rosa e Lúcio ao impagável Garamgau, um alerquim trapalhão, passando por coronéis, prostitutas, mascates, jagunços, fofoqueiras e solteironas.

Caixa de Recados

Comentar

RSVP para "Flor Tapuya" - Opereta de Pixinguinha no RJ para adicionar comentários!

Entrar em Portal Luis Nassif

Comentário de Marcê Porena em 17 outubro 2011 às 15:46

Flôr Tapuya é a primeira opereta musicada por Pixinguinha e tem texto de Alberto Deodato e Danton Vampré.

 A comédia se passa no sertão do Sergipe, cenário da rivalidade entre duas famílias poderosas. No nordeste brasileiro, a trama tradicional de Romeu e Julieta se transforma numa divertida história de amor entre Rosa Nitão e João Lucio Menezes. A peça foi um marco na década de vinte, momento áureo do musical nacional, unindo, com retumbante sucesso, a comédia de tipos à música popular brasileira.

"FLor Tapuya", está em cartaz no Teatro Carlos Gomes no  RJ, até dia 30 de outubro, quin, sex e sáb. às 20hs e dom. às 19hs. Direção: Antonio Karnewale. Com Beth Lamas, Marcelo Vianna, Janaína Azevedo, Rodrigo Lima, Marcê Porena e Hugo Germano. Não percam

Flor Tapuya





 

Uma opereta composta por Pixinguinha, aos 23 anos, está em cartaz até outubro no Teatro Carlos Gomes. As partituras de Flor Tapuya, escritas em 1920, ficaram desaparecidas por mais de 60 anos e foram resgatadas por acaso, quando houve uma reforma no Teatro João Caetano, pelo flautista José Maria Braga do grupo de choro Galo Preto.
Flor Tapuya estreou em 16 de junho de 1920 com libreto de Alberto Deodato e Danton Vampré e músicas do português Luís Quesada. De acordo com anúncio públicado na epóca, 94 mil pessoas viram o espetáculo em um mês e meio em cartaz. Mas aí, produtor e diretor brigaram e Quesada largou a produção, levando as partituras. Para manter o empregos dos músicos e atores – e por sugestão do amigo Donga – Pixinguinha criou novas melodias para o texto original e o sucesso voltou. A peça inclusive viajou pelo Brasil e outras capitais, com os Oito Batutas tocando a musica de Pixinguinha ao vivo.
Depois as partituras foram esquecidas, e em 1975, durante a reforma do Teatro João Caetano (antigo São Pedro, onde a opereta esteve em cartaz), um monte de papéis destinados ao lixo foi enviado à Escola de Música Villa-Lobos para ver se alguma coisa podia ser salva. Esses papeis ficaram numa espécie de arquivo morto até 2002, quando Braga, que assumiu a direção da escola, encontrou as partituras – enroladas e presas por um barbante e cobertas de poeira. Sabe-se que Pixinguinha compôs sete operetas, então ainda tem muita coisa a ser descoberta. As partituras estão agora com o Instituto Moreira Sales, que cuida do seu acervo.

 

Comparecer (1)

Publicidade

© 2019   Criado por Luis Nassif.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço