Publicação do artigo desta semana da Revista Skeptic (http://www.skeptic.com/) e disitribuida de forma gratuita pela sua 'newsletter'. O artigo em questão foi publicado no Los Angeles Times em 22/07/2008 (http://www.latimes.com/news/opinion/commentary/la-oe-shermer22-2008...)

A tradução, feita por mim, encontra-se no arquivo RTF anexado. Perdoem a ausência de revisão na tradução, mas tinha pressa e é contribuição PRO BONO

Atualizado em 9/08/2008 - Arquivo anexo com primeira revisão
.

Exibições: 415

Anexos

Responder esta

Respostas a este tópico

Pedro Salazar said:
OBJETIVO
Abro aqui uma crítica sobre o artigo, um local para debater o tema e o nosso possível papel (enquanto brasileiros) na questão.



Pedro Salazar said:
.
Análise crítica

Michael Shermer aborda o aspecto político da questão em decorrência dos seus títulos acadêmicos e não se esquiva de deixar clara sua posição ideológica predominantemente pela Democracia Liberal e o Livre Mercado.

Entretanto, na sua esperança constante no TIPO 1, prevê a LIVRE CIRCULAÇÃO da cultura humana - digitalizada e publicada na internet - o que é uma idéia COMUNAL (digo de esquerda).

O otimismo quase, ouso dizer, utópico, deve-se à ausência de considerações a respeito de outras áreas da conjuntura civilizacional.

Já, em outras épocas, uma esperança e otimismo desmedidos foram vistos, para, em sequência, o lado mais negro do H*** SAPIENS SAPIENS irromper.

Exemplos:

1- Após o Iluminismo, com a revolução e, principalmente, o período do terror liderado por Robespierre, trevas desceram sobre a França - felizmente por um período não muito longo em termos históricos.

2- O Século da razão, da ciência e da técnica na Europa (XIX) - isso sem falar no "aperfeiçoamento moral" da Era Vitoriana - desmboca, no século seguinte, em duas grandes guerras ditas mundiais.

Que a política e a economia são as forças determinantes, não há dúvida. Mas outras forças (muito bem manejadas pelos políticos e capitalistas) que libertam o lado mais negro, primitivo e cruel do homem, devem ser levadas em consideração.

Aguardo, por um período, mais críticas e/ou análises.

.
A tradução do Pedro

Rumando para a civilização TIPO 1
22 July 2008
By Michael Shermer
Nossa civilização está se aproximando rapidamente da gota d'água do transbordo. Humanos terão que fazer a transição entre os combustíveis fósseis não renováveis como fonte primária de energia para fontes renováveis que possiblitará a prosperidade no porvir. Fracassar nessa transformação nos condenará às maquinações políticas sem fim e a conflitos econômicos que tem assolado a civilização pelos últimos 500 anos.
Precisamos de novas tecnologias para nos garantirmos, mas sem sistemas políticos e econômicos evoluidos, não poderemos tornar-mo-nos o que devemos. E o que seria isso? Uma civilização TIPO 1. Deixe-me explicar.
Num artigo sobre "busca por civilizações extraterrestres" publicado em 1964, o astrônomo soviético Nikolai Kardashev, sugeriu o uso de telescópios para detectar sinais de energia vindas de outros sistemas planetários onde poderiam haver civilizações de três tipos, em termos de patamares de avanço. A TIPO 1 tem o poder e abilidade de usar toda a energia de seu planeta natal, TIPO 2 pode fazer o mesmo com o seu sol e a TIPO 3 pode galvanizar a energia de uma galáxia inteira.
Em 1973, o astrônomo Carl Sagan, baseado na eficiência energética daquele período, estimou que a terra representava uma civilização TIPO 0,7 numa ecala de 0 a 1 (atualmente, avaliações nos colocam no nível 0,72). Como a escala de Kardashev é logarítmica - onde qualquer aumento de consumo de potência requer um enorme salto na produção energética, temos um longo caminho antes da 1.0. Combustíveis fósseis não nos levarão lá. Fontes renováveis tais como a solar, eólica e geotérmica são um bom começo e associadas à fonte nuclear poderia, eventualmente, nos levar até a de TIPO 1
Ainda assim, as barreiras não são apenas - ou mesmo primordialmente - tecnológicas. Temos um histórico de notáveis soluções científicas eficazes relacionadas com problemas de sobrevivência - posto que haja determinação política e oportunidades econômicas permitindo as soluções prosperarem. Em outras palavras: precisamos de uma política e economia de civilização TIPO 1.
Estamos perto. Se mapearmos o progresso humano, usando a escala Kardashev, torn-se visível até onde chegamos na longa história da nossa espécie desde o TIPO 0 e nos conduz à visão do que a civilização TIPO 1 pode ser.

TIPO 0,1: Grupos errantes de hominídeos vivendo na África. Ferramentas primitivas de pedra. disputas internas são resolvidas pela hierarquia de domínio e violência contra grupos externos é comum.
TIPO 0,2: Bandos de caçadores-coletores formam grupos de parentesco com uma política predominantemente horizontal e economia igualitária.
TIPO 03: Tribos de indivíduos ligadas pelo parentesco, mas com um estilo de vida mais agrário e sedentário. O início da hierarquia política e uma divisão de trabalho rudimentar.
TIPO 0,4: Conselho de chefias resultante de coalisão de tribos em uma hierarquia política unificada encimada por um líder dominante e com o início de desigualdades econômicas significativas e uma divisão de trabalho, na qual a classe mais baixa produz alimentos e outros produtos a serem consumidos pela classe superior não produtora.
TIPO 0,5: O estado como uma coalisão política com jurisdição sobre um território geográfico bem definido e os habitantes correspondentes. Economia mercantil que visa uma balança comercial favorável em um jogo de ganha-perde contra outros estados.
TIPO 0,6: Impérios estendem o controle sobre povos que não estariam sob suas juridições - nos aspectos étnicos, culturais ou geográficos - com o objetivo de hegemonia econômica sobre impérios rivais.
TIPO 0,7: Democracias que dividem o poder por várias instituições que são, por sua vez, governadas por pessoas eleitas por alguns cidadãos. O início da economia de mercado.
TIPO 0,8: Democracias liberais que dão direito a voto a todo cidadão. Mercados que começam a abraçar o jogo econômico do "não-zero" ou "ganha-ganha" através do livr
Concordo com a visão do autor, inclusive com o seu otimismo na humanidade, quando diz que estamos perto (em escala de gerações) de uma civilização tipo 1, quando seremos capazes de utilizar toda a energia disponível na Terra.

Energia é tudo para a existência humana, e não há dúvida que os meios de obtermos energia atualmente estão esgotados, sendo necessárias novas tecnologias para este fim. Por outro lado, energia é o que não falta em nosso planeta e adjacências, só esperando para ser utilizada por nós.

Neste momento entramos em outro ponto que eu também concordo com o autor, quando ele condiciona este avanço ao avanço das instituições políticas. Realmente, se persistir este modo de fazer política, ficaremos marcando passo até o inevitável colapso.

É preciso mudar! É preciso que deixemos de nos acomodar em nossos sofás enquanto na tv assistimos pais de família desempregados buscando o suicídio, crianças sendo mortas acusadas de serem bandidas, crimes cometidos pelos endinheirados sendo desavergonhadamente abafados, entre outros, e isso vale principalmente para aqueles que detém conhecimento a ponto de ver que somos um só quando se trata de povo. O que afeta um afeta todos.

Nós podemos fazer muito para melhorar a política, e arrisco dizer que uma pessoa sozinha, dispondo de dinheiro e vontade de mudar, pode moralizar, por exemplo, uma cidade. Não precisa nem de coragem.

É assim: para quem não sabe, os casos de corrupção da esfera pública são escadalosamente mal feitos e apoiados em leis capengas criadas especificamente para induzir pretensa legalidade nesses casos. Os políticos contam que não serão desmascarados porque dependem dessa forma de política que é feita hoje em dia, ou seja, contam que ninguém irá fiscalizar nem muito menos denunciar os seus crimes, e é aí que entra esta pessoa. O que ela faria?

Ela pode até ficar no anonimato, mas deverá contratar pessoas entre os munícipes da cidade dispostas a correr atrás e acompanhar todos os atos públicos, seja do prefeito ou dos vereadores, e deverá colocar um time de advogados de fora da cidade assessorando-os, tanto na busca de leis inconstitucionais ou contratos irregulares quanto na formulação e acompanhamento de representação junto ao Ministério Público.

Desta forma, com os meios disponíveis para se manter e para levar ao conhecimento de todos moradores da cidade o trabalho desenvolvido, esses munícipes forçariam os seus governantes a agirem apenas dentro da lei, o que vai ser o fim da corrupção.

Será que isso dá certo?
Peesoal,

Acho que falta colar o final da tradução do arquivo dele (Skeptic.rtf)
Salazar, quanto à sua afirmação no item 2 dos "exemplos". Não seria apropriado considerar que esse desdobramento não atende diretamente ao espírito do século XIX, mas a uma contra-reação a ele - a contra-reação da política, do poder da política, em face dos insights filosófico-culturais que explodiram naquele século fabuloso? Refiro-me, por exemplo, ao fato de que a soma dos grandes pensadores daquele século (cito alguns, apenas: Schopenhauer, Feuerbach, Nietzsche, Marx) não "desemboca" no século XX (ela é interrompida, quase abortada, não?). Na prática, é como se o século XX tivesse tentado, de alguma forma, contornar o XIX - e deu no que deu. O meu campo de especialização, por exemplo, a Teologia, é exemplar, nesse caso. Depois de Karl Barth, que reage frontalmente ao Romantismo (incluam-se aí tanto o Vaticano I quanto o movimento The Fundamentals, estadunidense), a Teologia continua a viver como que na Idade Média, com os mesmos valores e desejos, verdades e métodos, como se o XIX nunca tivesse existido.

A questão, então, é: o "mal" do século XX é um desdobramento, uma foz necessária, do "século XIX"? Ou, antes, ele atende à expressão de forças latentes há séculos no Ocidente, que recrudesceram justamente em face de um "risco", representado, nesse caso, justamente, pelo século XIX?

Penso que a instrumentalização de Nietzshce, por exemplo, no século XX, seja para a pseudo-legitimização do Nazismo (o "super-homem"), seja para a defesa de modelos "metafóricos" de verdade, longe de corresponderem ao espírito de Nietzsche (nem ao do XIX), correspondem à cooptações políticas, no sentido que aqui sugiro.

Para encerrar: penso que, para mantermos os termos do artigo - nós, em direção a uma civilização de TIPO 1 -, não podemos nem devemos tomar o conjunto da "Humanidade" como grandeza interessada nisso. Não há uma marcha unificada - sequer há uma grandeza marchando. Mas há que haver um trabalho crítico, político, ético, lento, muito lento, de nadar contra a correnteza, de perseverar contra a "manada", de enfrentar o "poder político", se queremos chegar lá. Nesse caso, a sua crítica é válida - o artigo está deslumbrado. Ele deixa transparecer mesmo aquele espírito político do "poder" no século XIX - seja o teológico-religioso, seja o político-nacionalista (os hinos nacionais não são litúrgicos?). E tanto que esse artigo, a retórica política dele, poderia, sem muita difilcudade, servir de arrimo à campanha "democrática" de Bush no Iraque...

Edgar Morin poderia ser lembrado. Tudo é possível - chegarmos lá, ou, ao contrário, reduzirmo-nos a nada. Utopia ou Hecatombe. Está nas nossas mãos. E, igualmente, nos escapa delas...
Pedro, tudo isso é idílico (aliás, tem muito em comum com o sonho anarquista...), mas, francamente, você acredita mesmo que estamos indo em direção disso, e que as "democracias" atuais sao realmente democracias? (Por ex., no Brasil, onde acabamos de ver o STF dando 2! habeas corpus em 48 hs para um banqueiro, ao passo que os presos comuns sao amontoados em prisões que nao respeitam nem as condições impostas pela Lei de Proteção aos Animais).
Desculpe, fui ver o artigo e nao vi a sua crítica a ele, com a qual concordo.
É curioso tanto idealismo em uma publicação chamada "skeptic".
O texto me lembrou literatura de ficção-científica, com a coisa de energia do planeta, energia de sua principal estrela, e energia da galáxia inteira.
O cúmulo do texto é afirmar uma democracia liberal como o auge civilizacional que nos leve a sociedade de TIPO 1. Como se a democracia tivesse sido planejada, bem como os mercados. Me parece que na verdade, tanto um quanto o outro foram construções provisórias que as sociedades foram criando ao longo da história, e que prevalecem neste momento, mas não dá para depreender que a sociedade humana evolui linearmente.
Está certo que no momento vivemos realmente num mundo global. As comunicações atuais permitem que os seres humanos se encontrem a partir de qualquer lugar com um mínimo de infra-estrutura.
Como afirma o texto a transição do petróleo para outras fontes de energia talvez seja de fato um momento muito sensível, mas não há como afirmar que democracia liberal representativa seja a chave para que esta transição dê certo. Sabe lá se não teremos novos facismos ou ditaduras antes de uma nova forma de participação popular e democrática que hoje nem imaginemos. Quem sabe?
Uma crítica fala que certos momentos mostraram o lado mais negro do h*** sapiens sapiens. Existe uma essência do h*** sapiens sapiens? Não seria ela fundamental para entender as sociedades que ele cria?
José

Sim. Há um elemento "ficção-científica" no artigo, mas os cérebros por trás desse elemento não são George Lucas (mesmo que com consultoria de Joseph Campbell). Os nomes que lemos são os de Kardashev e Sagan.

Quanto à democracia liberal como o "auge" civilizacional, concordo inteiramente com você. É transitória como o foram outros sistemas que se proclamaram "eternos" e jazem em algum túmulo na área geográfica Indo-Européia. O autor usa o termo "Capitalismo democrático" o que poderia ser clasificado como uma "contradictio in adjecto", mas hoje soa como "o pior com exceção de todos os outros" (outros aqui como reais e existentes no mundo).

Quanto ao lado mais negro do "HOMEM QUE SABE QUE SABE", que o admiremos na sua forma mais luminosa hoje em Pequim: a pacífica guerra olíimpica.

"Evolução linear" e/ou determinismo? Balela! Altos e baixos, mas com um cômputo geral ascendente, parece-me mais crível. Afinal, não temos hoje problemas sérios se o "fogo da tribo" se apagar (vide "Guerra do Fogo" - filme da década de 80)

E, por fim, José, Um mergulho na psiquê do SAPIENS SAPIENS é condição imprescindível para um porvir, no mínimo, mais consciente.
Anarquista Lúcida.

Vide os túmulos de sistemas políticos figurado acima.

Lembro de ter lido num livro de histórias compiladas por Alfred Hitchcock a seguinte frase:

"... um sistema só é realmente democrático se no caso de TODAS as suas instituições serem derrubadas, o povo pegar em armas para recosntruir exatamente aquele sistema. (...) Isso poderia ser achado, talvez, na Suiça(...)"

O conto era de ficção mas essa frase é um achado.

Continuemos com a crítica, sugiro, antes de passarmos à segunda parte do objetivo aqui:

"...o nosso possível papel (enquanto brasileiros) na questão."

Abs

PS: Oswaldo Luis -> Seu post é o mais complexo. Preciso de algumas horas para elaborar uma resposta sem sair do assunto em foco (mas a resposta virá).
Não simpatizo muito com essa visão determinista de que estamos fadados a avançar rumo a civilização tipo 1 depois 2 e etc. Isso soa mais como uma busca a perfeição. Nada nos garante que vamos descobrir novas fontes de energia, que vamos fazer essa tal transição.

O Sagan tinha essa fissura de procurar por civilizações extraterrestres, com aqueles radio-telescópios gigantescos. Não deu em nada. Megalomania de americano.
"Salazar, quanto à sua afirmação no item 2 dos "exemplos". Não seria apropriado considerar
que esse desdobramento não atende diretamente ao espírito do século XIX, mas a uma
contra-reação a ele - a contra-reação da política, do poder da política, em face dos
insights filosófico-culturais que explodiram naquele século fabuloso?"

Concordo que o exemplo 2 é temerariamente simplificador. Truque de professor!
Considerando a ampla bibliografia a respeito das duas Grandes Guerras de origem européia, o
assunto/debate torna-se proibitivo neste fórum.

LAMENTO O ENGANO QUANTO À AMÉRICA ESPANHOLA

Unificando as guerras citadas: Quem liderasse por hegemonia bélica (ou outra) A Grande
Europa do século XIX, controlaria os territórios 'ditos' coloniais (e, logo, o mundo).

Resultado prático após a de 1939-1945:

1- Descolonização (pelo menos nos moldes do séc XIX) progressiva em nível mundial mantendo, porém, a realização dos mesmos objetivos (coloniais) por parte das grandes potências de forma mais sutil e descentralizada.
2- Início do período de hegemonia Americano dividindo o mundo em duas grandes 'colônias' ou áreas de influência dos EUA e e da URSS.

_______________________________

Você, Osvaldo Luis escreveu:

"Para encerrar: penso que, para mantermos os termos do artigo - nós, em direção a uma
civilização de TIPO 1 -, não podemos nem devemos tomar o conjunto da "Humanidade" como
grandeza interessada nisso. Não há uma marcha unificada - sequer há uma grandeza marchando."

Discordo em parte.

Há uma força (grandeza) marchando do aminoácido no oceano primitivo e que tem agora a Lua ao alcance dos pés. Com indas e vindas (concedo) e sempre a mercê de um asteróide exterminador.
Mas estamos em marcha. Rumo à civilização Tipo 1? É crivel se, repito com outras palavras,
nós estivermos conscientes de nossas 'sombras' (sombra no conceito de C. G. Jung) tenebrosas.

Antes de continuar me dirigindo a você, gostaria de fazer uma pergunta:

Vc, teólogo, é um católico praticante ou sacerdote?

Abraços fraternais.
Olá, Pedro Salazar

Legal você ter respondido. Essa nossa discussão dá panos pra manga - você há de concordar comigo que essa leitura de tipo "A Escalada do Monte Improvável", de Dawkins - reino do DNA - ou a leitura de Jung do "inconsciente coletivo" constituem propostas de conceber-se abstrativamente uma "coisa" chamada Humanidade. Talvez ela apenas exista assim, de forma abstrata, não intencional, não teleologicamente ativa, de forma que não sei se poderíamos tratá-la como "alguma coisa em marcha". Ela é, apenas, o conjunto das marchas individuais, em interações locais, regionais e globais. Mas, vá lá, aceito a consideração dessa abstração, se prometermos que não a tomaremos pelo "real", mas apenas como elemento teórico-metodológico para acessarmos o conjunto dos homens e mulehres concretos da história.

Quanto a mim, não sou "sacertode", em nenhum sentido. Minha formação é bíblico-exegética, com concentração em Bíblia Hebraica, segundo as rotinas da metodologia histórico-crítica. De tradição, sou protestante. Mas, no campo exegético, não há diferença (mais) entre católicos e protestantes - isso se a exegese for manejada como Ciência Humana (filologia e história), coisa que de fato é.

Não labuto contra a prática teológica confessional, mas penso que é chegada a hora de a teologia dizer a que veio no concerto das Ciências Humanas - ainda mais agora, que o MEC concedeu-lhe cidadania.

Para conhecer-me melhor, www.ouviroevento.pro.br.

Um abraço,

PS. Leu Para Sair do Século XX, de Edgar Morin?

RSS

Publicidade

© 2020   Criado por Luis Nassif.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço