A curiosidade matou o gato, mesmo assim....

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Não é falta de interêsse, é falta de dinheiro mesmo! hehehehe
Dinheiro não é problema.

É solução. HeHeHeHeHE
Uma pequena história.

Racionalista - Está bem, até aqui parece-me plausível. O que eu não percebo - e essa é uma questão a queria voltar agora - é qual a relação que a "mais velha profissão", de que se falou há pouco, tem com este assunto, já que ela não visa a produção de descendência. Pelo contrário: a atividade das prostitutas não é de forma nenhuma produtiva e, contudo, o dinheiro chove-lhes no regaço, se é permitida a expressão imagética.

Realista - Também a prostituição foi, e penso que ainda é, parte das relações sacrificiais, com base nas quais se assegura o processo reprodutivo da nossa civilização, por mais estranho que possa parecer. Se ela é hoje o reverso de uma vida matrimonial civilizada, esteve-lhe, contudo, ligada no passado, enquanto prostituição sagrada, constituindo de certa forma o pressuposto necessário de uma vida matrimonial produtiva. De fato, temos notícia de que em Babilônia a prostituição fazia parte de um ritual de iniciação, no qual jovens donzelas adiquiriam primeiro que tudo a capacidade de matrimônio, tornando-se assim potenciais mães produtivas. Sobre esse assunto escreve heródoto, no Logos babilônico das suas Histórias:

Heródoto - "Mas o costume mais ignominioso dos babilônicos é o seguinte: toda a mulher nascida no país tem de se unir a um desconhecido pelo menos uma vez na vida. Muitas, porém, que não pretendem misturar-se com as outras mulheres, porque se ufanam da sua riqueza, viajam em carrros cobertos até ao santuário e aí esperam, com grande séquito de criadagem. A maioria, porém, age da seguinte forma : com uma coroa de cordões em volta da cabeça, senta-se nos terrenos sagrados de Afrodite. São muitas mulheres, e umas aproximam-se e outras afastam-se. Formando-se corredores retilíneos por entre as mulheres, que conduzem em todas as direções, sendo estes percorridos por estranhos que aí fazem a sua escolha. Depois de aí se sentar, uma mulher não pode regressar a sua casa antes de um dos forasteiros lher ter lançado dinheiro no regaçõ e se ter unido a ela fora da circunscrição do santuário. Quando lhe atira o dinheiro, ele só tem que dizer: " Invoco a deusa Milita" Milita é o nome que os Assírios dão a Afrodite. O quantitativo em dinheiro pode ser tão alto ou tão baixo quanto ele quiser. De forma alguma ela o rejeitará, pois tal não lhe é permitido, porque este dinheiro é sagrado. Pelo contrário, ela seguirá o que primeiro lhe lançar o dinheiro e a nenhum rejeitará. Mas depois de se ter entregue , ela fica liberta da obrigação sagrada para com a deusa, voltando então para casa".

Racionalista - Sendo assim, este coito é sagrado pela divindade?

Realista - Assim é, de fato. Faz parte de um ritual de iniciação amplamente difundido da Índia até à Europa. Como componente de um rito nupcial, ele significa a despedida de uma sexualidade livre, que afinal nunca existiu, e, simultaneamente, a submissão da sexualidade às leis ECONOMICAS.
Caro Alexandre,

Infelizmente a ciência da economia voltou a estaca zero, em termos de moeda. Faz mais de cem anos que os economistas abandonaram esse estudo e não sei de nenhum que saiba responder a sua pergunta.

Falta humildade para os profissionais da área admitirem que precisam entender o mundo real de quem sabe a evolução filosófica da realidade, para não ficarem estagnados na especulação do futuro.

O dinheiro em si mesmo é usado pelos EUA para estigmatizar o mundo real. É em si mesmo porque é reproduzido a partir do consumo marginal americano. Se o dinheiro fosse dominado pela razão do homem, seria construído em um sistema em si, racional e conhecido, a priori, para ser o lastro da produção.
Aqui no Brasil nos temos o livro d o Mário Gracciotti - Esta moeda salva o mundo - com um sistema alternativo de dinheiro.

A qualidade intrínseca do dinheiro depende da sua arquitetura, seus parâmetros internos e seus elementos constitutivos. Coisa de profissional, mas nenhum bicho de sete cabeças para quem entende.

Em 15 de novembro o mundo vai ter uma chance para discutir isto, um novo acordo precisa ser feito.



We are NOT doomed!

A tribute to the Mogambo Guru.


A far more efficient economic system is possible


12 steps to freedom and wealth

If an economic system is more efficient, it does not matter what I think or what anyone else thinks. It will be implemented as soon as the knowledge is there. Competion and market forces will then replace the current system. The only question is: Is this theory correct or is it not? The theory is based on The Natural Economic Order of Silvio Gesell. Related subjects are free economy (Freiwirtschaft) and free money (Freigeld).


Summary

We live in an economic system that is very inefficient. The consequences of these inefficiencies are clearly visible in the form of the credit crisis. Many companies will go bankrupt because of lack of demand, even though they make useful products. Many people will become unemployed, so demand falls back even further. Governments and central banks are intervening, which disturbs the functioning of markets. This enables inefficient companies to remain in business when they benefit from government intervention and the intervention in the financial system by central banks.

Now we are at the point that the authorities have taken over most banks. In the future the state will place banks under strict supervision, so that the state will decide who gets money and who does not. This is the global communist revolution of October 2008.

It is possible to achieve a much greater prosperity, with maximum capital growth without inflation, large debts, economic crises, unproductive government intervention and the unproductive part of the financial sector. Natural selection will ultimately determine the most efficient economic system, despite the political power structures that still exist at this moment. The investigation of alternatives and dissemination of knowledge will accelerate this process, but the ultimate outcome will not change. The most efficient economic system is, I believe, a variant of the economy of the natural order, which was first described by Silvio Gesell.

In this article I will show in 12 short steps how the economy of the natural order will work. Then I will give a real world example of the economy of the natural order, showing that it works as described. Then I will illustrate the strength of the economy of the natural order, using examples from history. On www.naturalmoney.org the theory is described in detail.

The charging of interest is the way to slavery. This is because people may be hoarding money for a rainy day. When more people do this simultaneously, money is removed from circulation, weakening the economy. When this happens, even more people will start hoarding money, because they expect times getting worse. This is the beginning of an economic crisis. Many people will lose their income, and if they do not have money, they must borrow money against interest for unavoidable expenses such as food. As a result, the situation becomes even worse.

Abolition of interest is the way to freedom. Free people are more productive than slaves. Abolition of interest will therefore lead to greater prosperity.


The 12 steps

1. Interest on money should be banned. This is the only prohibition. Return on capital is a good thing, and should not be abolished.

2. Raise a tax on money, for example, one percent per month. This is not a tax on wealth, so shares, real estate and money lent, are not taxed.

3. Do not print more money, so there will be no inflation.

4. Because there is a tax on money, people will soon use the money to:
- to invest;
- to consume;
- to lend without interest.

5. Because on money lent, no interest may be charged:
- money will not be lent to unreliable individuals, businesses and structures.
- less money will lent and more money will be directly invested in equities and real estate.
- money will only be lent to reliable people, people with collateral and well-financed companies can borrow without interest.

6. Therefore there will never be an economic crisis, because money is spent directly and there are no bad loans.

7. Because all money is directly used for investment or consumption, everyone is at work and the economy grows steadily at maximum speed.

8. The financial sector is largely superfluous, and that is a good thing, because this sector produces nothing and destabilises the economy. People working in financial services will get another job quickly, because the economy grows steadily at maximum speed.

9. Governments also need much less to interfere with the economy. The people who did this work, will get another job quickly.

10. As the economy grows constantly at maximum speed, and because no more money is printed, prices will fall. Therefore loans with zero percent interest will have a return that is probably higher than the interest rate you will get at the bank now. The money you lent will be worth more when the loan matures.

11. If one country chooses to apply this system, it will attract capital from other countries since the return of loans with zero percent interest rate is higher than the yield on interest in other countries (bizarre but true!). Therefore, all other countries will need to do this, if one country has changed its money system in this way.

12. Now everyone is free. There is no fear in the economy. There will always be work for employees and there will always be customers for viable businesses. Nobody is deeply in debt.

If you do think this will not work, you are wrong. It has been tried and it worked very well.


The miracle of Wörgl

On July 5th 1932, in the middle of the Great Depression, the Austrian town of Wörgl made economic history by introducing a remarkable complimentary currency. Wörgl was in trouble, and was prepared to try anything. Of its population of 4,500, a total of 1,500 people were without a job, and 200 families were penniless. The mayor, Michael Unterguggenberger, had a long list of projects he wanted to accomplish, but there was hardly any money with which to carry them out. These included repaving the roads, streetlights, extending water distribution across the whole town, and planting trees along the streets.

Rather than spending the 40,000 Austrian schillings in the town’s coffers to start these projects off, he deposited them in a local savings bank as a guarantee to back the issue of a type of complimentary currency known as 'stamp scrip'. This requires a monthly stamp to be stuck on all the circulating notes for them to remain valid, and in Wörgl, the stamp amounted 1% of the each note’s value. The money raised was used to run a soup kitchen that fed 220 families.

Because nobody wanted to pay what was effectively a hoarding fee, everyone receiving the notes would spend them as fast as possible. The 40,000 schilling deposit allowed anyone to exchange scrip for 98 per cent of its value in schillings. This offer was rarely taken up though.

Of all the business in town, only the railway station and the post office refused to accept the local money. When people ran out of spending ideas, they would pay their taxes early using scrip, resulting in a huge increase in town revenues. Over the 13-month period the project ran, the council not only carried out all the intended works projects, but also built new houses, a reservoir, a ski jump, and a bridge. The people also used scrip to replant forests, in anticipation of the future cash flow they would receive from the trees.

The key to its success was the fast circulation of scrip within the local economy, 14 times higher than the schilling. This in turn increased trade, creating extra employment. At the time of the project, Wörgl was the only Austrian town to achieve full employment.

Six neighbouring villages copied the system successfully. The French Prime Minister, Eduoard Dalladier, made a special visit to see the 'miracle of Wörgl'. In January 1933, the project was replicated in the neighbouring city of Kirchbuhl, and in June 1933, Unterguggenburger addressed a meeting with representatives from 170 different towns and villages. Two hundred Austrian townships were interested in adopting the idea.

At this point, the central bank panicked, and decided to assert its monopoly rights by banning complimentary currencies. The people unsuccessfully sued the bank, and later lost in the Austrian Supreme Court. It then became a criminal offence to issue 'emergency currency'.

The town went back to 30% unemployment. In 1934, social unrest exploded across Austria. In 1938, when Hitler annexed Austria, he was welcomed by many people as their economic and political saviour.


Natural Money in history

Using the concept of natural money, I will try to explain some historic facts, which puzzled historians for a long time. Some intriguing historic questions are:
1. How could Western Europe become so powerful during the Middle Ages? They were backwards at the beginning, annihilated by Black Death, and still came out on top.
2. How could the Egyptians build pyramids? This required a great wealth and a great organisation.
3. Why did Rome collapse? They had the greatest civilisation and military organisation at the time.

Although the explanation is speculative, and not proven, there is some logic in it.

The rise of Europe
When the Roman Empire collapsed, Europe fell back into a dark period, called the Middle Ages. Money ceased to exist, because gold and silver disappeared out of circulation. Europe was very fragmented and in general there was no central power structure. Some local lords issued scrip currencies. Those currencies were valid for a limited period of time. After that period, the people holding the currency, had to return it to the ruler and a tax was levied. Those new units were also valid for a limited period of time. The actual value of the unit decreased slowly during the period and was the lowest just before the tax was due.

Not much is known about money in the Middle Ages. What is known however, is that the people of the Middle Ages were deeply aware of the temporality of human life. Memento mori was the motto of the people in the Middle Ages. This means: remember the day that you will die. The charging of interest was strictly forbidden and people felt morally obliged not to do this. Therefore, the people of the Middle Ages were inclined to spend their money fast.

If we assume this worked like in Wörgl, we may assume that Europe was building capital at maximum speed using full employment. Europe had to start at a very low level. Also, the local lords waged many wars that were destroying capital. But wealth steadily increased, faster than on any other part of the planet. When the crusades started, there was so much wealth to spend on a useless war, that Europeans could battle the Muslims for centuries on their own ground, keeping long supply lines, while the conquered land was not profitable. After that, Black Death annihilated about one third of the population, but only one century later, the exploration and exploitation of the rest of the world by Europe had begun.

The building of the pyramids
In the bible there is a story about a pharaoh having a bad dream about seven fat cows being eaten by seven lean cows. This dream was explained to the pharaoh. He was told seven good years would come and after that seven bad years would follow. Joseph advised the Egyptians to store food on a large scale. They built storehouses for food. Farmers bringing in the food, got receipts for corn. Bakers who wanted to make bread, brought in the receipts, which could be exchanged for corn. It did not take long before the receipts where generally accepted as money. Because of the degradation of the corn and mice eating it, the value of the receipts was steadily decreasing. This enticed people to spend the money fast.

The grain receipt system lasted for many centuries. It made sense to store food to provide for hard times. If we assume this this worked like in Wörgl, we can assume that also Egypt was building capital at maximum speed using full employment. At some point, irrigation systems were in place, houses were built, and there was nothing left to do. Because there was no limit on the ego of pharaohs, and they were worshipped like gods, the pharaohs could use this wealth to build pyramids. The people building the pyramids were probably no slaves but economically free men. The Egyptian civilisation lasted for more than 2000 years, far longer than any civilisation ever.

The fall of Rome
Rome lasted only 700 years. The money system was based on gold and silver. In the beginning Rome was able to expand, and therefore capital could grow faster than interest charges. But after 400 years the expansion was over, and slowly growing debt was becoming a drag on the economy. The government was permanently short of funds. The value of money was constantly devaluated. The military was also badly funded, and therefore other people could invade Roman lands. Debt was destroying Rome.
Alexandre,

Já fui advertido pelos economistas de que não precisava me preocupar com a instituição da moeda - predicada aos profissionais da economia; que o problema era o lado público, porque havia muitos projetos no congresso... Só faltava a vontade política.

Isso foi em 1990 e eu acreditei.

Desta vez eu fico com a dica do livro. O título é bom e idéia se parece com a minha. O que eu quero comprovar, ao receber o livro na minha casa, é se o Mário Gracciotti sabe criar o mundo como eu criei, fazê-o girar, com a natureza da moeda, e o produto dele se move pela potência empírica, quando torna real os princípios da economia.

Por falta de apoio esses princípios não foram publicados em nenhum livro. Mas, conforme você disse, em 15 de novembro, os políticos mais importantes do mundo vão estar reunidos para discutir a qualidade intrínseca do dinheiro manipulado. "Coisa de profissional".

Gostaria de questionar as suas palavras de dominação ilusória "para quem entende": Será que os políticos ainda estão levando os profissionais (das crises) a sério? Eu não.
Miguel,

O livro do Graciotti é um em muitos no Brasil com sugestões de novas moedas que ponham cobro às mazelas nacionais.

Quando a gente vê pessoas morando nas sargetas, comendo restos de comida tirados do lixo e o Pais com hordas de desempregados e uma riqueza natural esplêndida, percebemos que existe algo que não está certo. A lógica exigiria a conexão entre os que necessitam trabalhar e o serviço a ser feito, de forma que o problema se extinguiria por si só.

Isto não ocorre, e a crise econômica na qual estamos irá acentuar o lado cruel deste desencontro, o número dos que precisam trabalhar irá aumentar, junto com o número dos que irão sofrer com a miséria.

O dinheiro fiduciário fracional padece de alguns vícios que são maliciosamente explorados pelos que detém o direito de emiti-lo, entre eles o de derivar contratos impossíveis, onde se exige do exeqüido o cumprimento de algo que não é possível e que está além do seu controle.

Por outro lado, a forma de se instilar confiança na moeda foi sendo aperfeiçoada por milênios e o manejo disto é trabalho de profissionais, uma analogia seria escutar uma canção feita pelo Chico Buarque e uma por uma pessoa qualquer, o domínio da técnica cancioneira normalmente leva a melhores resultados e isto vale para todo tipo de composição, tantos as materiais, as imateriais e as mistas que é o caso do dinheiro circulante e em especial o caso da moeda padrão, o Dollar.

Este acerto é o que necessita ocorrer, para que as distorções e privilégios gerados pelo uso do atual sistema financeiro se vejam atenuadas e a eqüidade e transparência possam ser as aliadas da erradicação da miséria.

Vale lembrar que o Dinheiro é uma ferramenta de poder e os instrumentos de poder , segundo o Tao, não podem a ninguém serem revelados, assim este acordo necessita de segredo para que funcione, mas que tem de ser feito, isto tem.
É a própria razão de existir?
"Vale lembrar que o Dinheiro é uma ferramenta de poder e os instrumentos de poder , segundo o Tao, não podem a ninguém serem revelados, assim este acordo necessita de segredo para que funcione, mas que tem de ser feito, isto tem."

Alexandre, ao que lhe parece esse acordo internacional tem que ser feito como uma seção espirita: em segredo para que funcione. Mas se a ninguém pode ser revelado o segredo dos instrumentos de poder como sairá esse acordo? A partir da gestão de um dinheiro que nasce nos fenômenos dos fluxos internacionais ou pela regulamentação dos especuladores, encobertos pelos Bancos Centrais?

Fora os gurus, bidus e pais de santo, peço licença para responder a pergunta do Ivo A. Auerbach, se o dinheiro "é a própria razão de existir"?

Se considerarmos que não existe a base monetária do brasil, ou para onde partir o poder, para se reconhecer os recursos naturais de cada país (commodities, mão de obra (o seu trabalho), conforme a origem da produção; e formos obrigados a buscar financiamentos em moeda externa, para depois fazermos a defininição da existencia interna, então, infelizmente, eu posso te dizer que você não existe e nem a nossa razão de transcendencia material no tempo e espaço (a moeda).

É necessário que os governantes, nesse encontro saibam diferenciar o que é o principio ativo da moeda (base monetária) do desenvolvimento nacional e o que são relações de "troca": o cambio. Quando o cambio vira dinheiro, aceita se o poder de um país sobre aqueles regulados pelas exportações e importações.

Portanto, o poder de diferenciar o principio ativo da moeda (a base monetária) deve ser universal, e estar em uma visão de mundo e não a partir dos financiamentos, oriundos do dinheiro dos Estados Unidos.

O principio ativo da moeda está disponivel, a fim de que tenhamos o poder de existir como cidadãos do universo, mesmo porque Deus não diria ao Tao que ninguém pode conhecer os seus segredos.
Por isso que eu fiz a pergunta: “dinheiro é a própria razão de existir?” Ele é um instrumento de poder; uma “personificação” ou uma materialização do poder. Poderia ser chamado de uma extensão do corpo de quem o detêm. Na minha concepção, alguma coisa só existe se interfere no ambiente e para fazer isso, é preciso de certo grau de poder.
Ivo, ao meu modo de ver, o dinheiro precisa ser tudo isso que voce disse. Mas, isso tem que acontecer na primeira vez, como razão de referência. Ele não pode estar personalizado em si mesmo senão por um "para sí", essencial, que se constituirá da materialiazação que sai do novo objeto (aquilo que dá existência) e será o valor da moeda para o PIB de cada país.

Caso contrário um país, como o Brasil, nunca reproduzirà o desenvolvimento, com a moeda (em si mesmo) e ficará só na repetição secundaria dos investimentos da moeda dos EUA.

Enquanto isso, a economia do nosso país fica sobre a mediocre tutela da especulação.
Alexandre

Encontram-se disponíveis na internet esses dois textos:

MITCHELL INNES, A. What is Money? Banking Law Journal. n. 30. 1913, pp.377-409.
________________. The Credit Theory of Money. Banking Law Journal. n.31. 1914, pp.151-168.

Procure pelo Google. Creio que você irá apreciar a leitura...


Cordialmente,

Rodrigo

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