A história da menina
Ruby Bridges
O racismo existe em todos os continentes. No entanto, o racismo dos Estados Unidos foi, sem dúvida, bastante documentado nos Séc. XIX e XX. Após a Guerra Civil Americana, o etnocentrismo dos brancos na região sul tornou-se catastrófico. Com a libertação dos escravos, através da aprovação da 13a Emenda à Constituição americana, tendo sido ratificada no final de 1865, um conjunto de normas foram criadas visando a discriminação dos negros americanos. Desde então, os EUA tornaram-se um dos países com maiores taxas de racismo no mundo.
O caso da menina Ruby Bridges é bastante posterior, em 1960. Com 6 anos de idade, Ruby tornou-se voluntária, pelos seus pais, para participar de um procedimento de integração em uma escola de “All-Whites”. O acontecimento foi proporcionado pela NAACP - Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor -, tornando Ruby a primeira aluna afro-americana em um escola no sul, chamada “William Frantz Elementary School”, de Nova Orleans.
Sem dúvida, em palavras o acontecimento tem seus méritos. Contudo, o que pensar se observamos a famosa foto ao lado? Antes de Ruby chegar ao colégio pela primeira vez, os pais entraram nas salas e retiraram seus filhos do local. Os professores também se recusaram a dar aula, com exceção de uma, chamada Barbara Henry. A menina de 6 anos teve “aulas particulares” na escola durante aproximadamente 1 ano com essa professora.

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