1939 o Japão se expandia na Ásia contrariando os interesses Norte-Americanos, para acabar com esta influência os USA impõe embargos de matérias prima e principalmente petróleo. A política norte-americana era de estrangulamento da economia japonesa. Em 1941 os USA congela os bens japoneses e inicia um embargo completo de exportações ao Japão, como reação vem Pear Harbor, e aí todo mundo conhece a história.

 

2011 Os USA e seus títeres (ingleses e franceses) depois de invadir o Iraque, Afeganistão, Líbia e manter tropas de ocupação em vários países produtores de Petróleo preparam a derrubada do governo sírio e agressões ao Irã. Objetivo, embargo de petróleo a China. O pretexto das retalhações contra o Japão era a Mandchúria, contra a China será o Tibet.

 

A pergunta, até que ponto a história se repetirá?

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Notícia RTP 

O Presidente dos Estados Unidos afiançou esta quinta-feira, perante o Parlamento australiano, em Camberra, que a máquina de guerra do seu país está na região da Ásia-Pacífico “para ficar”. Recebido com entusiasmo, Barack Obama teve portas abertas para a oficialização de uma base militar norte-americana em Darwin, no norte da Austrália. Para consumo da diplomacia chinesa, Obama ressalvou que vai “procurar mais oportunidades de cooperação com Pequim”. Mas o incómodo na cúpula do colosso asiático foi inevitável.

Estamos vivendo tensão pré guerra, e a Russia e a china vem se colocando de um outro lado das potencias ocidentais, resta saber se de fato os EUA acharão que esta guerra "vale a pena", pois as consequencias são uma incognita. Outro dado que complementa a informação é que a China vem investindo pesado na gereção de energia na africa, petroléiras e gás. Veremos inquietos os próximos passos, o capitalismo, volta as suas origens, de não disfarçar a brutalidade do controle dos recursos.

Otímo texto,

Saudações

 

Dizem que só como farsa... tomara que tenham razao, porque senao... PLUFT! By, by mundo. China tem bomba, nao tem? E mesmo que nao tenha, tem como fazer um estrago danado.

Tem bomba e foguetes intercontinentais. A China é um dos poucos países (USA, Rússia e outros) que domina a tecnologia de voos espaciais tripulados, ou seja, podem subir e descer a onde quiserem. Não sei até que ponto eles aguentam, porém se os USA tiver alguma suspeita que ela pode entrar em guerra eles não entram. Por isto que o anúncio de bombardear o Irã foi feito pelo estado de Israel e não por outros países do ocidente.

 

 

Céus! Tomara que os chineses digam claramente que nao admitirao um bombardeio ao Irã, e que responderao se houver. Talvez isso alerte os EUA para frearem Israel.

Israel não atacou o Irã porque não tem como sustentar a guerra por um longo período. Necessita apoio militar dos EUA, daí como vc sempre lembra, tem que combinar com os Russos e dessa vez tb com os Chineses.

Posso está enganado, mas a impressão que tenho com o agravamento da crise econômica, é que vamos iniciar um processo de guerra fria sem muros, não por ideologia política e sim por razões econômicas e domínio dos recursos naturais. Não é à toa que algumas multinacionais compraram e continuam comprando terras na amazônia.    

Caro Franklin, concordo com vc. Os governos querem a guerra contra o Irã, os militares não. Tanto nos USA quanto em Israel porque sabem que o estrago no ocidente será maior do que esses governos fanáticos e terrorista possam pensar.

Se observarmos bem veremos que todas as crises do sistema capitalista encontram solução na guerra. Agora não será diferente. Só que uma guerra de grandes proporções coloca a vida no planeta e o próprio planeta na iminência do seu fim. Onde estão os ecologistas e suas ongs? Todas na Amazônia. Não é? É por que, como vc coloca muito bem, na Amazônia a abundância de matéria prima é fabulosa. E é exatamente isto que deve nos levar a uma preocupação adicional. Os USA fariam guerra somente em outros continentes e não na América Latina para ocupá-la. Por enquanto são missionários evangélicos comprando terras, muita terra e as ongs com seus discursos fascínoras.

Estejamos preparados eles estão na Colômbia e foram eles pilotando aviões de fabricação israelense e helicópteros Apaches que assassinaram o comandante Cano.

Isso me parece ser um treinamento para ações futuras.

 

Nonato

Pois é amigo, vivemos uma situação política e econômica extremamente perigosa, com a crise na UE se expandindo e refletindo na economia mundial.

Quanto ao Irã a situação é delicada e no momento não vislumbro uma ação isolada de Israel e EUA, sem a concordância dos Chineses e Russos. Receio uma ação articulada com o conselho permanente de segurança da ONU onde apenas cinco países paticipam Estados Unidos, Rússia, Grã-Bretanha, China e França, assim como fizeram para invadir a Líbia. Observe que China e Rússia poderão ser vencidos pelos outros membros.

Em relação a Amazônia há décadas que vem sendo explorada por empresas estrangeiras, foi assim com o ciclo da borracha, minérios a exemplo do Nióbio, bauxita e outros, sem precisar gastar com bases militares.

De acordo com a  própria lista do Pentágono, são 865 bases militares americanas em diversos países, mas, se incluirmos as novas bases  no Iraque e no Afeganistão, são mais de mil. Essas mil bases constituem 95% de  todas as bases militares que todos os países do mundo mantêm em território de  outro país. Em outras palavras, os Estados Unidos estão para as bases militares  assim como a Heinz está para o ketchup.

 

 

 

Caro Franklin, é grave, muito grave a situação. Mas a esperança da humanidade está na China e Russia. 

 

Webster

 

Colocaste um problema e eu em cima deste colocarei outro. Os USA tem vitalidade econômica e social para manter todo este aparato militar?

 

O orçamento militar norte-americano consome grande parte do orçamento federal norte-americano, os estados que não tem ajuda do governo federal aumentam os impostos e as suas dívidas também aumentam, cada vez mais fica necessário uma pilhagem maior para manter o próprio poderio norte americano, e quanto maior a necessidade de pilhagem mais aumenta a necessidade de orçamento militar.

 

É uma bola de neve.

 

Para mim, não há intervenção direta porque os USA não tem capacidade econômica de expandir estes gastos militares, um bombardeio ao Irã levaria a uma guerra muito cara para os USA.

 

Pergunto, por que eles já não interviram diretamente na Líbia? Os seus aliados mais fortes, os europeus, não entrariam nesta.

Maestri,

Concordo contigo. Os gastos militares dos EUA há anos vem corroendo o orçamento e a economia americana. Não foi à toa que Japoneses e Alemães no pós guerra, desobrigados dessas despesas, investiram enormemente em desenvolvimento de tecnologia.

Quanto ao Irã estão tentando viabilizar uma intervenção via ONU, só que tem um agravante dessa vez, além da discordância de Rússia e China, possívelmente França e Inglaterra que estão sentindo os efeitos da crise da UE, rejeitariam em participar de uma guerra de grande duração, com altos custos políticos e financeiros.

Diferentemente do que aconteceu na invasão da Líbia, onde França e Inglaterra tinham interesses diretos, aprovaram a intervenção no Conselho de segurança da ONU e ainda contavam com os rebeldes Líbios. 

Do Diario de Notícias de Lisboa:Merkel "tem responsabilidades na decadência da Europa"

por Lusa Hoje

Soares referiu-se à chanceler alemã como "uma senhora que vem da Alemanha do Leste e de um país que provocou duas guerras mundiais"

 

Soares   referiu-se à chanceler alemã como "uma senhora que vem da Alemanha do   Leste e de um país que provocou duas guerras mundiais" Fotografia ©  António Henriques / Global Imagens

O ex-presidente da  República, Mário Soares, responsabilizou hoje a  chanceler alemã, Angela  Merkel, pela decadência da Europa e exortou os  europeus a acabarem com  "a ladroagem dos paraísos fiscais".

"A Europa deixou de ter líderes",  disse Mário Soares - ele que foi  também eurodeputado -, sustentando que  Angela Merkel "é uma pessoa que  tem grandes responsabilidades na  decadência da Europa" e na situação  vivida pela Grécia.

"Ela  entendeu que era um pequeno país e que os gregos eram uns  preguiçosos",  explicou Mário Soares, lembrando que a Grécia "foi o  berço da nossa  civilização".

Por essa razão critica o "atrevimento" da chanceler  alemã, "uma  senhora que vem da Alemanha do Leste e de um país que  provocou duas  guerras mundiais".

Convidado pelo Instituto  Politécnico de Leiria (IPL) para falar  sobre o futuro da Europa, o  ex-presidente da República defendeu que "os  europeus vão ser obrigados a  meter as agências de 'rating' na ordem e a  acabarem com a ladroagem dos  paraísos fiscais".

O ex-primeiro-ministro português que  subscreveu a entrada de  Portugal na CEE - agora União Europeia - admite  que hoje ninguém pode  ter certezas sobre o futuro europeu, mas sugeriu  que alguns dos  problemas ficariam resolvidos se o Banco Central Europeu  passasse a  emitir moeda.

"O dinheiro circulava e não havia  problema nenhum", concluiu,  durante a Oração de Sapiência intitulada  "Que futuro para esta nossa  Europa", que marcou a Abertura Solene do Ano  Lectivo do IPL.

 

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