A Necessidade do Voto Direto e Possíveis Consequências


                                                                           Dagmar Vulpi

Exercer a soberania popular na distribuição equilibrada do poder, não pode se caracterizar exclusivamente pelo direito ao voto. Os poderes deveriam ser divididos através do controle dos meios de decisão e execução, inclusive, e principalmente após os pleitos eleitorais.
A cumplicidade deverá ser dividida durante a votação, sua apuração e durante o cumprimento dos mandatos.

O direito democrático do voto deve se estender, dando ao eleitor a possibilidade de corrigir possíveis erros cometidos quando de sua escolha, afinal todos corremos o risco de errar, e o direito a correção do erro deverá ser permitido. Independentemente do motivo do equivoco, seja por uma má avaliação do eleitor, ou mau caratismo do representante escolhido.

Precisamos ter o que é justo e certo, o que pode e deve ser possível a uma sociedade, de acordo com suas leis.

A prerrogativa legal do acesso à saúde, a uma boa educação e segurança é do cidadão, cumprindo as leis que regulam a vida em sociedade. Damos aos nossos representantes poder que deriva desta mesma lei, só que a correspondência mútua não existe quando elegemos pseudo representantes.

A ignorância política muitas vezes nos faz levar a efeito julgamentos incorretos, nos tornando incapazes de substituir o errado pelo certo, desta forma somos responsáveis, ainda que sem opção por eternizar no poder políticos sem boas qualidades, sem excelência, sem reputação e sem crédito.

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