A Participação da Imprensa na Construção da Mentira.

 

O título é o tema dos excelentes vídeos a seguir. Eles mostram como tornou-se fundamental a participação da imprensa na logística da guerra, fazendo o papel de sapadores, na preparação do terreno para a ação do complexo industrial militar. Se a verdade é a primeira baixa na guerra, deve se observar ainda que, igual a peru, ela morre na véspera. Só é possível promover a guerra na sociedade moderna mentindo, com mentiras repetidas de forma exaustiva, a verdade tem de ser aniquilada antecipadamente. Sem um convencimento da opinião pública, a guerra não sai e não se mantém. O embutimento do jornalismo é parte do novo contexto da guerra. Jornalismo embutido, jornalismo embustido. Acabei de assistir, ainda estou impactado. Assistam

 

 


Guerra Feita Fácil - Norman Solomon.



 





A Guerra que Você não Vê - John Pilger.

 

 

 

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Verdade, Propaganda e Manipulação dos Media

Nunca como agora foi tão importante haver vozes e fontes de informação independentes e sérias. Mas, sobretudo no que diz respeito aos grandes media convencionais, o que se verifica é a sistemática manipulação e enviesamento da informação. O que não admira estando, como estão, inteiramente ligados ao grande capital transnacional e às estruturas centrais do poder imperialista.

http://www.odiario.info/?p=2067

ene,

você nunca erra em suas sugestões!

e se vc diz que é impactante, então...

devidamente anotada, pois.

 

assisti o primeiro.

e, ene, dos eventos ali mencionados, eu morava lá, em dois deles.

um quando os estados unidos, em 1989, invadiram o panamá para capturar seu presidente, noriega. exultavam os americanos com a invasão de um país e a prisão do seu presidente. nenhum, mas nenhum questionamento, sobre o direito de atacar a soberania de um país e prender seu presidente que, até uns tempos antes, era parceiro.

 

também estava lá quando da hoje denominada primeira guerra do golfo (iraque x kwait) iniciada em 1990. a grande alegria da CNN (que, aliás, se projeta exatamente com esta guerra) e de todo o povo e que, agora, se assistia ao vivo e em tempo real, mais uma incursão americana em defesa da democracia e da paz. exultavam todos!

 

meu estupor diante destes acontecimentos fez mudar meu rumo de estudos. até que deu certo, mas...

e aí é outra história...

 

foi por is

N,

estou assistindo e me impactando,

mas impactada ao vivo e a cores eu, vivi na guerra das Malvinas ( 1982)

uma mentira trás outra...

horrivel..e vivido na pele..

bjs

continuo assistindo.

já que o impacto faz parte desta nossa vida

abçs.

Não sejamos ingênuos, para haver guerra, invasão de fronteiras, destruição de soberanias, a manipulação dos fatos deve acontecer. Senão não há necessidade da guerra.

A História é pródiga nestes exemplos.

O mesmo impacto que sentimos aqui quando tomamos nossa dose diária de informação. A espetacularização, carnavalização de determinados temas. Quando o jornalismo se afasta da verdade e usando a liberdade de imprensa veicula o interesse de um grupo, governo. O 3º poder esta rachado, dividido entre progressistas e reacionários. Direita e esquerda. Cada qual com sua visão da verdade, do seu partido. O mais próximo de nós é o PIG.
acabo de ver este vídeo no NOL.
vejam só que bonitinho. pato donald dá sua contribuição à guerra

n almeida: Excelente material. As guerras sempre começam com a demonização do adversário e imprensa é fundamental para cumprir esse papel. Considero um dos grandes desafios de nosso tempo tornar a população consciente do véu de mentiras em que vive envolvida pelos donos do poder. Aliás, esse trabalho de envolvimento começa na escola com o condicionamento das crianças para admirarem determinados símbolos e valores que depois são usados para difundir idéias distorcidas sobre a a realidade. Para que maior distorsão do que apresentar os Estados Unidos como defensores da liberdade e da justiça ? As crianças que vão ao Disney World voltam com a sensação de que naquela terra encontra-se o Paraíso e muitos continuam pensando assim depois de adultos.

Uma das formas mais perversas de corrupção é  a que é perpetrada pelos órgãos oficiais e outras instituições do Estados Unidos ao pagarem propinas e ao concederem benefícios aos funcionários públicos, aos professores, aos políticos, e aos órgãos de imprensa de nossos pobres paises, para divulgarem informações cuja finalidade é nos manter escravos da visão de mundo que convem aos interesses dessa grande potência.

Caros

Tenho sempre colocado esse tema em praticamente todas as minhas intervenções nesse blog.

Penso e tenho colocado que a partir da decada de 60, a dominação por que sofremos não vem do dominio territorial mas sim do dominio da informação, somos bonbardeados diariamente com temas que nos leva a pensar da maneira que os dominadores querem, e percebam, na maioria das vezes as pessoas que mais adotam as politicas implantadas são aquelas que mais criticam os dominadores.

Assim essa dominação da informação cria herois e vilões com uma velocidade incrivel, temos inumeros exemplos, nacionais e internacionais, posso aqui citar: Dalai Lama, Chico Mendes, Raoni, Ghandi (não tão contemporaneo mas valido) esses como herois e como vilões: Sadam Husein, Bin Laden, Kadafi, e tantos outros.

Alem de herois e vilões somos bombardeados por campanhas de orientações politicas e de comportamentos invariavelmente para favorecer os planos de dominação.

Embora muitos não acreditam nessa politica de dominação atraves da informação, isso é real, e não faz parte de nenhuma teoria da conspiração, ela é a propria conspiração ou dominação.

Fico até feliz em poder escrever essa minha obsessão num topico do Almeida, até que enfim concordamos com algo.

 

abraços

Podemos concluir que a imprensa na sociedade capitalista, jamais vai poder ser politicamente isenta, pois ela sobrevive da ideologia, preceitos e dos interesses de alguns poucos grupos econômicos, e não tem, por se tratar de um sistema capitalista, isenção sobre assuntos que divirjam dos interesses destes grupos, e assim sendo, torna-se intrinsecamente um instrumento de manipulação das populações no mundo moderno, e a maior arma contra qualquer pensamento contrário aos conceitos, regras e interesses estabelecidos pela classe econômica dominante, tornando-se hoje em dia na mais forte e eficaz arma contra os que são contrários aos interesses desta classe, sendo uma arma muito mais eficaz do que qualquer exército.

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