Portal Luis Nassif


Soledad, lhe respondo aqui do Fórum, pois não desejo participar dos debates do Mídia, pelas mesmíssimas razões, tão bem exemplificadas, por vc....


Mas, a sua magistral defesa da causa feminina, acalanta o post que havia feito sobre o machismo presente, também, no viés da “intelligenza”, ou pretensa a...

Não consigo acompanhar o Blog do Nassif, por causa dos meus horários, mas, também, porque não consigo abrir as páginas...

Hoje, com agenda + leve, até consegui... mas, foi um “parto” (perdoem a licença poética da ave), já que de MULHERES trato...

Então, quando vi o nível baixérrimo ao qual se refere, e tentei pronunciar-me... a página caia...

Agora, vejo seu pronunciamento & rogo-lhe que o traga para o Fórum...

Não que tenha a acrescentar algo, pois já tinha me manifestado a respeito, e na ocasião, e que percebi foi que não foi muito bem compreendido o que dizia...

Acredito que não o tenha feito com a contundência de sua falas...

Penso que agora, como tudo nesta vidinha-quase-boa, quando nos apertam os calos, conseguimos compreender melhor... somos, então, obrigados a olhar para o espelho, pra remover os calos dos pés & da alma...

Em hora boa; suas falas... pois, penso, conforme comentei em referido Fórum anterior, que estes temas são vistos de maneira folclórica, apenas, no dia 8 de março... (que por sinal está chegando)...

Até quando se irá tampar o sol com a peneira??

Entendo que este tema devesse estar em pauta 24h horas por dia em nossas vidas... inclusive dentro da própria lógica da hegemonia do falo, do MACHO... já que se carrega o próprio germe da destruição, em exercício de poder... ALGUÉM, disse algo, assim, por aí, não é não??? Colhemos o que plantamos...mais cedo, ou mais tarde... somos vítimas de nossa própria intolerância...

Então, que este debate se amplie para todas as muiés por vc. citadas por lá...e a todos que não queiram participar dos tópicos do Mídia...

Só pra ilustrar com mais uma matéria, que rapidamente saiu de pauta, e que pareceu abominável aos olhos desta ave...

Sobre o episódio das modelos italianas que posaram sendo “molestadas” por policiais brasileiros...


Do pouco que li a respeito, se deu foco ao fato de terem “maculado” a imagem da polícia brasileira (assunto que dá panos pra muitas mangas, mas não agora...)

Aliás, cabe mais um parêntese: a questão de que, mais uma vez, a Itália se revela polêmica com este ensaio fotográfico... e, isto dá pra mais mangas...

Mas, o que NÃO foi dito; foi o que esta mensagem de “prazer”, por estarem sendo bulinadas, pelos polícias queria transmitir ao público...

Essa é a idéia de prazer que se veicula ... estimulando o assédio... o estupro???

Digam que esta ave metida a gente entendeu errado... pelo amor às divindades da fertilidade, da terra, do feminino... por amor à Pachamama... não quero ser estuprada pra gozar...

Não importa qual seja a verdadeira face do caso: Paula de Oliveira, como vc. bem o disse, importa a MANEIRA como isto vem sendo tratado...

Os sintomas são claros: persiste o ranço machista, tanto no viés da direita, bem como da esquerda...

Quanto a este episódio: do que se pode comentar (apesar das plumas, também, com ascendência espanhola); que é preocupante o xenofobismo reinante em alguns países na Europa.

Quanto à Suíça, pouco esta ave pode palpitar... ela ainda não andou revoando por lá... mas, Espanha, França, Itália... estes, esta ave viu com os zôios que esta terra há comer...

Alguém, bem disse, por este Portal à fora, mas não lembro o autor... (perdoe-me): estaremos às voltas com mais um “Ovo da Serpente”??


Saudações feminis a todos \♥/

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Respostas a este tópico

Reproduzo aqui o que escrevi para o Paulo Kautscher no topico sobre o blog do Josias, e também no E agora José. Ufa, são varios topicos discutindo coisa parecida, então, para encerrar.
Já fiquei cansadinha...


"Lamentável como em um grupo que discute a manipulação da mídia, e em um post destinado a criticá-la pelo desrespeito às mulheres, seu autor consiga fazer tanta manipulação de outro fato.


O sr Paulo diz ter ficado irritado

“Fiquei irritado com os comentários de algumas colegas, que acusavam os que apontavam as contradições dos depoimentos da Paula, do seu pai e da Imprensa. de insensíveis [principalmente os homens ], quase insinuando aos que tinham opinião contrária a pecha de serem defensores de neonazis.”

Digo que não foi nada disso:

1- Não foram algumas colegas, foi a maioria do pequeno, ainda, grupo de mulheres, que se manifestam no blog do Nassif.

2- Lá elas se defendiam das concepções arcaicas e reacionárias de alguns homens, que desqualificavam a moça brasileira na Suíça, chegando até mesmo a afirmar que ela fez um aborto espontâneo, que seria a responsável pela desqualificação dos imigrantes brasileiros – como se os imigrantes do terceiro mundo, há muito, não estivessem já desqualificados no primeiro mundo -- e talvez responsável por futuros ataques neonazis, e se arvoravam em especialistas em exames ginecológicos.

3- Elas referiam-se à proliferação do pensamento neofascista, que nada tem de novo, mas é o velho fascimo redivivo, que no seu ideário de intolerância perfila negros, não-brancos, mulheres e excluídos do mundo em geral. Se for o caso, posso reproduzir aqui as postagens.


4- Ninguém “quase” insinuou que os que tinham opinião contrária seriam defensores de neonazis. Apenas se defendia o direito de as pessoas ali terem opinião contrária a essas concepções preconceituosas , arcaicas e reacionárias contra a mulher.

5- Pelas reações de algumas mulheres, em nome de outras, que já responderam aqui e lá, pode-se sentir que se tratou realmente da eterna incompreensão, calcada em preconceito.

6- A luta das feministas foi responsável pelo fato de as mulheres, hoje, poderem disputar um cargo de presidente de um país. Desde, aliás o dia 8 de março de 1909, quando as operárias têxteis de Chicago lutavam pela reduçãop da jornada de trabalho e por direitos- que hoje é festejado como o Dia Internacional da Mulher-, e muito antes: muito sangue, suor e lagrimas rolaram por causa disso, não é historinha light não, como todos os movimentos libertários da humanidade.

7- Se o autor pretende “ deixar quieto”, pior para ele. Não quer refletir e rever alguns conceitos arcaicos.


7- Por outro lado, a menção que o autor deste post faz aqui ao “jornalista” da Folha, chamando-o de careca é mais um sinal do desvio com que vê as questões. Imputar defeitos físicos a qualquer pessoa para criticar sua conduta ética e profissional é repetir o mesmo erro em que recaiu o autor de Notas vadias de um domingo vagabundo."
Disso o quê? Nao entendi nada.
Bjs
AnaLú
Ok, eu tinha esquecido a minha própria provocação. Ela já estava na outra página, e nao me lembrei.
Bjs
AnaLú
Graúna, amiga querida, que com um humor a mim invejável consegue ir no âmago de nossas feridas. Estou pegando o bonde andando, mas como palpiteira contumaz não poderia deixar de dar meus pitacos em assunto que nos é a todos, igualmente, visceral - a dignididade (conceituada pela Organização Mundial da Saúde como o direito que o sujeito tem de ser reconhecido pelos demais como titular de direitos). Dignidade e respeito constituem o verso e o anverso de uma mesma moeda. Um não existe sem o outro. Aliás, alguém (que, lamentavelmente, não me lembro quem) já disse que "civilização é o estado onde o mais fraco é respeitado". Logo, sem respeito não há civilidade. A Humanidade já teve seu tempo de antropofagia (as Cruzadas que o digam). De lá pra cá, burilamos-nos, mas há ainda um longo caminho a percorrer, e nós, mulheres, temos papel decisivo nessa jornada, e não nos furtamos dele, seja lá o preço que tenhamos que pagar por isso. As mensagens aqui postadas tão aí para confirmar isso, e, sinceramente: me enchem de orgulho.
beijos amiga
Ò XENTI!!! OBAAA!!!

Seguinte: ontem foi uma das raras exceções em que pude descer pro play, digo, pro Blog, fora da madruga...

Então vamos lá, por partes, rsss

Grata a todOs!!!

Não há intenção de restringir este fórum somente à participação feminina, muito pelo contrário... Tento não tratar, tema algum, dentro do paradigma maniqueísta, cartesiano e dicotômico: “bem&mal”; FlaxFlu; machoxfêmea...

Esta ave, meio que socrática & subjuntiva, já se desculpa, antecipadamente, caso tenha dado esta impressão...

Quando levantei o primeiro Fórum, na aba da lei do Obama e de um post da Walquiria, aqui da comunidade, já havia mencionado que todos nós, homens & mulheres, perdemos com este persistente ranço... E, quem ganha como de sempre, é o Capital... esse, sim, parece ter lucrado, bastante com esta cizânia... que nos dias de hoje, se manifesta de forma velada, mas PRESENTE... pra não ir mais longe, como se pôde constatar no episódio que estartou a abertura deste 2º Fórum...

Peço, caso haja interesse dos partícipes, que se dirijam ao Fórum anterior, onde comentava que a busca seria pela “unidade dos contrários”...

Portanto, LONGE do pensar desta ave, encaminhar este tema, pelo viés da “guerra dos sexos”...

Gostaria também, de agradecer (por ordem de entrada dos tópicos), às prestimosas contribuições de Marise com a Lei Maria da Penha, que já exemplifica, per si, a importância de não deixarmos para somente o dia 8 de março, este assunto que permeia nossas relações durante os 365 dias do ano...


À Soledad, por não ter se zangado com esta afoita & metida ave, em solicitar suas falas aqui no Fórum, sem assuntar previamente, se ela gostaria ou não disto...

E, à Elizabeth, por ter trazido as suas questões, expostas no mídia, pra cá, também, atendendo ao apelo deste tópico...

E, claro... aos demais, queridos: Tadeu & Guará que participaram com suas contribuições e opiniões... e, que já agradeci anteriormente, á nossa querida “pomba correio”: Ana Lú...

Declaro que: não li, nem acompanhei o papo que deu origem às falas supracitadas... Portanto, não houve intenção, também, de apontar mira pra ninguém... A intenção seria ampliar o debate das questões da mulher na sociedade, que por sua vez, envolve a participação dos homens, nas relações sociais, e como estas relações se estabelecem nos dias de hoje...

Para que um PEQUENO gesto, na direção de mudanças de hábitos, com relação aos ranços machistas, possa acontecer, impõe-se a necessidade de que se olhe para o espelho... e, se pergunte, SINCERAMENTE, qual a parcela de contribuição de cada um, nesse cenário persistente... Autocrítica, ajuda, as mais das vezes, né não??

O que mais me pasma é o tradicional abismo da teoria para a prática diária...


São produzidos sérios discursos teóricos, elucubram-se teorias econômicas, políticas sociais, e na hora o “vamô vê”, do day-by-day... é a “dona encrenca”; é o: “ só podia ser mulher”; “tá de TPM” ... e vamos, por aí... De que adianta pensarmos em mudar a sociedade, se não se mudam os hábitos... se quem irá gerenciar essas mudanças irá conduzi-las com esse persistente ranço???

Não dá pra varrer esse fato pra debaixo do tapete...

E, como bem apontam os posts da Marise, tanto os da Lei Maria da Penha, bem como o outro, essas questões estão presentes, resultando, AINDA, em muito sangue & tragédias familiares... se este é um assunto menor... periférico, (¿?), fica cá a pergunta: pra que servem tantos tratados sobre teorias sociais, se não para melhorar a qualidade de vida das PESSOAS que constituem o corpo social???

O segundo post da Marise, ainda aprofunda a segunda pergunta que fazia anteriormente: quão de conivência, com este triste cenário, têm as mulheres?

Entendendo, que este (como todos os demais temas que envolvam questões humanas), não se esgotarão, jamais... A polêmica ambigüidade ontológica do humano não o permitiria, rss... fica aberta à plenária, o ora comentado...

E, viva a diversidade!

Elizabeth: atenderei à sua solicitação e mudarei o título do Fórum, quem sabe aumentem os participantes... e não se espere pra falar do assunto em 8 de março, né???

Tadeeeeuuuuu, aves põem... ovos, SIM!!!! Rssss

Ilva, querida miga, estava escrevendo esta postagem, quando cê entrou com seu, de sempre, necessário pitaco... Nada como o parecer de alguém que entende dos DIREITOS à dignidade, respeito & civilidade... Grata pela pontual explicação, de seu real significado...

Só não sei se esta “civilização” (muito embora, já tenha burilado sua fase antropofágica, como o bem o disse), tenha avançado tanto assim, do estado de “barbárie”, pois os tais direitos aos mais fracos ainda é um sonho a ser conquistado, e cabe a nós, independentemente de gênero, “botar pressão”, pra que o transformemos em realidade...

Aliás, o seu pitaco, resgatou-me à lembrança, algo que li (se não me falha a memória, no livro de “papai”; Henfil na China): onde ele dizia, que lá se RESPEITAVA o direito da mulher à menstruação... pasmem, segundo suas falas; sem gozação...

Por fim, gostaria de saber qual a opinião d’ocês sobre esse caso das fotos das modelos... não pelo fato em si, mas pelo quê elas representam, enquanto mensagem subliminar...

Saudações madrugadoiras & agradecidas a todos \♥/

* * * * * *

"SE ELE TIVESSE NASCIDO MULHER"

Dos 16 irmãos de Benjamin Franklin, Jane é a que mais se parece com ele em talento e força de vontade.

Mas, na idade em que Benjamin saiu de casa para abrir seu próprio caminho, Jane se casou e, dez meses depois, deu à luz o primeiro de seus muitos filhos.

Jane jamais conheceu o prazer de se deixar flutuar em um lago, levada à deriva pelo fio de um papagaio, como costuma fazer Benjamin. Jane nunca teve tempo de pensar, nem se permitiu duvidar.

Benjamin continua sendo um amante fervoroso, mas Jane ignora que o sexo possa produzir outra coisa além de filhos.

Benjamin, fundador de uma nação de inventores, é um grande homem de todos os tempos. Jane é uma mulher de seu tempo, igual a quase todas as mulheres de todos os tempos, que cumpriu com seu dever nesta terra e expiou sua parte de culpa na maldição bíblica. Ela fez o possível para não ficar louca e buscou, em vão, um pouco de silêncio.

Seu caso não despertará o interesse dos historiadores.

"AS BORDADEIRAS DE SANTIAGO"

O Chile é um mundo de trapos coloridos sobre um fundo de saco de juta. Com sobras de lã e velhos farrapos bordam as bordadeiras, mulheres dos subúrbios miseráveis de Santiago. Bordam arpilleras que são vendidas nas igrejas. Que exista quem as compre é coisa inacreditável. Elas se assombram:

- Nós bordamos nossos problemas, e nossos problemas são feios.

Primeiro foram as mulheres dos presos. Depois, muitas outras se puseram a bordar. Por dinheiro, que ajuda a remediar; mas não só pelo dinheiro.

Bordando arpilleras as mulheres se juntam, interrompem a solidão e a tristeza e, por umas horas, quebram a rotina de obediência ao marido, ao pai, ao filho macho e ao general Pinochet.

(Fragmentos de contos de Eduardo Galeano)


Adendos:

1) O Vídeo é um conto de Mário Benedetti: "Se Deus Fosse Mulher"

2) Sei lá, por quais cargas d'água, o título sugerido pela Elizabeth, aparece a palavra "afinal" (lá página Principal), repetida por 2 vezes, sendo que eu não digitei as 2 vezes...

Saudações a todos \O/
Eita, que a Marise vortô com tudo. taí uma briga boa. do bem.
ou a gente ensina estes homens de uma vez por todas, ou... ou... ou...
não sei qual será a saída.

agora, eu não entendi tua encrenca com o dito pelo Arkx. acho que os homens estão perdidos, sim. as referências do passado ruiram e no seu lugar está o quê?

mas acredito que as novas gerações estão dando conta do recado, e encontrando formas de convivência muito mais igualitárias, ainda que muito menos duradouras.
Luzete
Eu retirei o post,pois acho que fui muito dura com o Arkx e ele não merece.
Sempre gostei dele e o admiro. Ele é sincero no que fala. E apesar de bater no Lula, entendo seus posts e ele tem todo o direito de expor suas idéias.
Estaria sendo injusta com ele se deixasse o que escrevi. Todos nós temos nossos momentos de dizer algumas bobagens.
Arkx
Não me importa que sejas casca dura e que estejas acostumado. Eu jamais seria mais um a te ofender. É verdade o que dizes. Discutes , colocas tua opinião e nunca ofendes ninguém. Por este motivo é que me dei conta que estaria errada sendo indelicada contigo.
Beijo
Arks,

Acho que êles querem um pouco colo ... rsrsrsrs

Como você bem colocou, votamos há pouco tempo, ou seja, fomos reconhecidas em nossa "capacidade intelectual ". Absurdo né? A nossa sexualidade ainda continua a ser "descoberta", pois ainda nos permeia a cultura machista. Em vigor até hoje, 18 de fevereiro de 2009...rsrsrs

Antes, o importante era o recato social demonstrado, agora a defesa pelo que se faz com a liberdade conseguida. Continuamos de várias maneiras a prestar contas...

A emancipação ainda caminha por vias quase sempre tortuosas.

A autonomia feminina veio junto com nossa independência financeira/intelectual, esse foi o fato, a meu ver,o mais importante desse processo todo pois o homem teve que sentir na pele o que sentimos há séculos, ou seja, não somos mais a procriadora/mercadoria que sai da casa do pai para a casa do marido, e que devido a ser o provedor terá "ad eternum" a posse... Não existe mais posse alguma. Existe o querer estar, ficar e se for o caso, continuar.

Hoje saimos de uma relação por estarmos infelizes e não compartilharmos mais os mesmos projetos, focos, ideais até; as pessoas mudam, mudam seus conceitos, valores, posturas, desejos, enfim, quase tudo é passível de mudança. Nada é eterno. E, perdendo-se estes ítens, vem a perda da admiração. Acho isso fatal. Pois como digo sempre, só amamos aquilo que admiramos ...

Já financeiramente/intelectualmente independentes, a auto-afirmação se processa naturalmente dentro desse contexto, fazendo com que nossa voz seja ouvida, e por consegüinte o espaço nos é dado, e com o espaço veio a fragilização/destruição do conceito do homem como um Deus em nossas vidas.

Acredito ser difícil essa mudança (recente demais), o homem não estava habituado a ser contestado, questionado, ameaçado, cobrado e ver seu pódium ser dividido.

Achei super oportuno a sua denominação para a masculinidade opressora, pois de fato, acho um horror o que se "espera" de um homem. Surtaria três vêzes ao dia.

Acho que o massacre psicológico imposto aos sentimentos masculinos é terrível.
Homem não chora, não sente, não falha. Enfim, os sentimentos básicos que regem o ser humano como um todo, quase que praticamente para os homens, são probidos de serem expressados. Sentir no universo masculino significa "tabu".

Esse estereótipo que você coloca da estátua grega é ainda a capa que reveste a masculinidade vigente, dentro de determinados universos femininos e masculinos.

O homem que se sente "gay" por cultivar a vaidade, a sensibilidade, a gentileza, enfim, é a meu ver, o homem que está perdido nesse novo contexto da relação homem-mulher.

Acho que ele não se sente seguro ainda, em compartilhar, dividir, sentir. Até porque, os parâmetros são poucos para ele.

Acho que o homem quer ser agora, admirado por seus ideais , reconhecido como capaz de ser parceiro/amigo e não provedor/dono. Saber que se chegar às lágrimas, terá apoio e não críticas pela "fragilidade" demonstrada. Seu status financeiro/intelectual não é mais a palavra mágica. O vocábulo ampliou-se.

Não sei como me sentiria como homem, tendo que ser padrão de referência para tudo. Acho isso um porre ao cubo Arks!

Acho que os homens querem é sentir tudo (pois não sabem ao certo o que sentem, mas o que é esperado em termos de demonstração), se lambuzarem em seus conflitos íntimos até verem como é facil e extremamente prazeiroso ser "frágil"...
Isso para mim é que é fortaleza emocional.

Um abraço
Soledad
Arks,


Concordo contigo, para deixar de ser machista não precisa deixar de ser macho.
Mas você percebe que para ser macho dentro desta visão, é necessário ser todo malhado, e meio rude?
É isso que os homens acham que devem ser? Não, acho que um cara educado, gentil e de bem com sua apârência é mais atraente que um dos 300 rsrsrs! Na vida real Arks, pois na tela foi o filme mais lindo plasticamente falando que vi. As lutas são verdadeiros balles. Divino e super oportuna sua lembrança. No sentido plástico, claro.
Queremos amor, carinho, parceria e companherismo.

abs
Sol
arkx, comece com a sua opinião, é bom ouvir o que os homens pensam sobre isso, porque o que as mulheres pensam está pra lá de divulgado em todos os lares e todas as midias

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