Caro Leitor,

Por que a perda de poder da grande mídia?
Entre a caótica situação, temos alguns pontos fortes: O fator político, o rabo preso com o poder econômico e os hábitos das novas gerações.

A situação econômica da mídia tradicional esta deixando-a desesperada, o setor perdedor nesse novo mundo digital. Historicamente sempre esteve com o rabo preso com o poder econômico e agora não estão vendo saída, esta ficando cada vez mais difícil competir com a mídia alternativa e independente dos blogs e sites especializados, seja nos custos, seja na qualidade das informações.
Onde as novas gerações estão indo buscar as informações?
Os principais elementos, as novas gerações e os leitores com massa critica pensante, buscam as informações em diversas fontes para poder fazer as comparações de conteúdo e qualidade, procurando saber quem é quem e quem esta escondendo o jogo.

Esta tendência só tende a crescer, criando um vazio maior ainda, temos ja determinada situação que certos blogs e jornalistas estar competindo com grandes jornais em credibilidade e ganhando de lavada, pois estes estão sempre com posições conservadoras e muitas vezes distorcendo a realidade dos fatos.

O mesmo fator se aplica a perda de poder político e de credibilidade da grande mídia junto a setores das camadas sociais. A constante tentativa de criação de factóide pelo poder oligárquico da mídia, aliada com setores da elite política conservadora, que se junta agora com altos escalões dos setores dos poderes constituídos. Esses três fatores em conjuntos, criam uma tensão altamente perigosa e explosiva, demonstra cabalmente que existe uma forte possibilidade da via do golpe institucional como uma clara opção de se chegar ao poder. Há algo de podre no ar do império tupiniquim.

Sds,
Conti-Bosso

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Respostas a este tópico

Caro Jair Alves,

Gostaria de dizer-lhe que respeito a sua opinião sobre as minhas impressões da indústria jornalística da mídia, mas fico com as minhas, que a bem da verdade não são minhas (ver abaixo), a gente sempre aprende algo de novo, mesmo nas discordâncias. Para citar um grande jornal, que não é unanimidade, mas também não é um jornalzinho tupiniquim que publica matéria requentada de um ano atrás, como mero tradutor terceirizado e omitindo a data de publicação, como a Folha de SP. O New York Time e outros jornais pelo mundo estão desesperados, acham que vão deixar de ser impresso em alguns anos e tem gente que não vê revolução nisso? Paciência, nem todos vêem as mesmas coisas ao mesmo tempo.
Aqui tem alguns links de jornalistas daqui e do mundo para você refletir um pouco mais.

Por Gilson Caroni Filho: Mendes, Veja e a degradação institucional (1/9/8)
http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=...

(...) “E isso, não seria descer ainda mais na escala da degradação institucional? Uma sociedade controlada por monopólios de mídia e um Judiciário que substitui os demais poderes não está à beira de um golpe de Estado. Já o vive em plenitude. É preciso estar atento à banda de música que toca a mesma marchinha desde os anos 1950. Com seus acordes a democracia vive à beira do precipício.”

Por Alberto Dines em 26/8/2008
LIVRE-ARBÍTRIO É ISSO. Adeus Quarto Poder, agora você é indústria
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=500JDB001

Blog do azenha: A FOLHA, IMPRESTÁVEL
http://www.viomundo.com.br/opiniao/a-folha-imprestavel/
Meu comentário no blog dele:
Caro Azenha, Tenho um dado a acrescentar sobre seu comentário ao artigo comprado e traduzido pela Folha, fui checar o artigo e descobri que a data de publicação do artigo no Washington Post é de 29 de abril de 2007, ou seja, A Folha esta pagando para traduzir e publicar artigo ou esta sendo paga para publicar artigo requentado de mais de ano?
A “industria jornalística brasileira” são bons como tradutores, é isso, seria uma comédia se não fosse uma tragédia.
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/04/27/AR2...

Em inglês:
Laura Ingraham: 'The Old Media Blew It':
http://fora.tv/2008/09/01/Laura_Ingraham_The_Old_Media_Blew_It
Todo o programa 1:02:25 (de 28/08/08):
http://fora.tv/2008/09/01/Game_Change_How_New_Media_Are_Affecting_0...

Is Google killing journalism?
http://fora.tv/2008/08/28/Eric_Schmidt_Is_Google_Killing_Journalism
Todo o programa 45 min. (de 05/08/08):
http://fora.tv/2008/08/05/Internet_and_Politics_Eric_Schmidt_and_Ra...

Sds,
Jose Oswaldo Bosso
Caros Blogueiros do blog do Nassif,

Este post é o comentário do cidadão Jair Alves, então na época, encenando o papel que representava muito bem, na minha opinião, membro ideóogo do "sub-grupo elemento petralha", do GRUPO MÍDIA, que não enchergava, sempre na minha opinião, um palmo a frente do nariz, ele e a maioria dos demais do sub-grupo.

Como eu tinha a sensação de que o elemento poderia apagar seus comentários, que descori agora, fiz algumas cópias, e portanto vou reproduzi-las aqui. Este foi o primeiro comenário ao meu post acima:

Permalink Responder até Jair Alves em 3 setembro 2008 at 6:50
Caro Senhor João,

Não nos conhecemos. Essa talvez seja uma oportunidade de nos conhecermos um pouco. Embora seu texto me pareça simpático ele não está legitimado pelos fatos. Se me permite, quero dizer que está todo calcado em impressões e como tal, falso. Pode parecer, mas não é. Não é porque tenha ocorrido um grande desenvolvimento e uma multiplicação nunca sonhada, que o senhor chama de veículos alternativos seja de fato uma ameaça ao poderia da grande imprensa. O senhor fala em grande mídia, mas o que é grande mídia. Mídia por definição é um conjunto de opiniões que se metamorfoseiam produzindo o que no passado remoto chamávamos Opinião Pública. Que produzia essa OP? Os jornais impressos, rádios e mais recentemente as televisões. A mídia foi sempre hegemônica, nunca homogênea. Hoje não é nem hegemônica e muito menos homogênea. Logo não há perigo para os grandes conglomerados de empresas de comunicação. A imprensa sempre foi à manifestação de uma democracia econômica, o que não quer dizer libertária. Só será manifestação de iguais quando a humanidade atingir o seu mais alto grau de justiça social, coisa que não vislumbramos tão cedo. Então porque comemorar, então porque temer um golpe - nos moldes antigos (nem tão antigo assim)? No período mais terrível da Ditadura Militar no Brasil, foi produzido um fenômeno de comunicação que era a imprensa nanica, o oposto de grande imprensa. A diferença daquelas iniciativas das de hoje, é que aquelas tinham um público dirigido. Hoje a pergunta é: podemos identificar quem consome informação postada pelos blogs? Definitivamente não. Um dia talvez, com a necessária profissionalização sim. Quanto ao golpe, para quê golpe se os proprietários dos grandes veículos de comunicação nunca perderam o seu real poder. Mostre-me que a poderosa Veja tenha perdido um número significativo de assinantes? Mostre-me que suas concorrentes idem? Os jornais estiveram em maus lençóis em outros tempos. As dívidas que eles acumulam hoje é o resultado de um Brasil que não deu certo. Hoje vivemos um Brasil que vai dar certo.

jair alves - do Grupo Mídia
Esse é o segundo comentário dele sobre o meu post e após a minha resposta ao seu primeiro comenário, e revelando nas entre linhas, um certo complexo de inferioridade (seria talvez uma certa frusta;ão por não ser?) com algumas das "prima dona do telado", como ele diz:

Responder até Jair Alves em 4 setembro 2008 at 1:50
Senhor José Oswaldo,

É evidente que não vou acessar os links que me sugeriu, prefiro levar a sério o que o senhor mesmo escreve. E minhas razões são até prosaicas. Posso mostrar o porquê. Aqui conversamos de igual para igual, percebe? Tenho certeza que vai levar em consideração o que estou escrevendo, e com igual intensidade digo o mesmo em relação ao seu texto. Isso porque aqui ao menos somos iguais. É diferente no caso de Alberto Dines e Azenha. Ambos escrevem como se fossem prima-donas do teclado, e os pobres e interessados leitores lá dando audiência para os "achismos". No caso de jornalistas e jornais mais respeitáveis a situação verte para outra contradição. Bem colocou e lembrou nossa amiga Cássia quando lembrou o tal alemão que sugeriu subvenção do Estado para os jornais impressos. Ninguém sugeriu, no entanto subvenção para jornal comunitário, recuperação de imprensa local (incluso rádios no interior do Brasil). O que se transforma é a forma de ganhar dinheiro e não de melhorar a comunicação e o seu alcance. Fico feliz por poder polemizar com o senhor ao menos nesses parcos momentos. abraços jair
CASTOR FILHO é Jair ALVES?
Aqui é mais uma intuição, mas não tenho provas factuais, porém pela escrita e o tom de insinuação e acusação ao texto do Nassif, e procurando de forma meio que inocente envolver um outro blogueiro muito lido, Urariano Mota, e que tem luz prórpia na minha modesta opinião, aqui da comunidade do Blog do Nassif. Tinha e agora com mais forte intuição e impressão que se trata do próprio elemento Jair Alves, detalhe, em seus argumentos morais, ele abominava as pessoas que usavam codinomes e apelidos, ver texto e comentários e detalhe, esse Csastor Filho, ele colocou somente esse texto, ou seja, CASTOR FILHO é Jair ALVES?
Leia e tire as suas conclusões:

Decepção com o Nassif (A sucessão de Lula)
Não concordo que a grande mídia esteja perdendo poder para os blogs independentes, já que a grande mídia tem, também, os seus blogs na internet. A grande mídia não é boba.

Acho que a internet ainda é fonte suspeita de informação. Claro que existe muita gente séria, e muitos textos também sérios no mundo digital, mas tem muita bobagem e tem muita gente que aceita de olhos fechados essas bobagens. Isso acontece na mídia impressa e televisiva, também.

Quanto a essa história de golpe, toda oposição quer desmoralizar a situação, seja PT ou PSDB. O PT fez a mesma coisa quando o PSDB era situação. É CPI pra cá e pra lá. Nessa história do grampo e do Daniel Dantas, não tem santo. Ele se envolveu com todo mundo.
Caros colegas debatedores,
Vejam essas transparecia de Peter Schwartz:
Anticipating strategic surprise (final da pag. abaixe o arquivo):
http://www.cabinetoffice.gov.uk/strategy/seminars/strategic_surpris...


transp 27/28/29 e 30, no final da transp. 30, ultima linha:
(A próxima geração aparenta ser mais tribal, continua sendo consumidora de mídia- praticamente ignora a grande mídia)
"The next generation appears to be more "tribal" still in its media consumption- practically ignoring the mass media".

Tem um livro de Peter Schwartz, 1991: The Art of the Long View - Planning for de Future in an Uncertain World
Precisa checar se tem em português.
Sds,
JOB
Caros Debatedores,
Achei esse video do World Economic Forum 2007, sorry, english:
The Impact of Web 2.0 and Emerging Social Network Models - 57 min - Feb 10, 2007
http://video.google.com/videoplay?docid=-2256691346394216322
A World Economic Forum panel discussion between Caterina from Flickr, Bill from Microsoft, Chad from YouTube, Mark from Nike, Viviane from EU Commission, Dennis from Forbes Magazine and Peter from Global Business Network talk about Web 2.0

Sds,
JOB
Jose
Louvo e compartilho de suas esperanças que enfim, a verdade, a moral e a ética vençam.
Concordo que a internet pode e vai ajudar, porém o caminho é muito mais longo e penoso que parece, apesar de já podermos visualizar o destino. Todos que desejam obter informações mais corretas e imparciais pode atualmente se utilizar da internet, fato que dificulta a disseminação de falsas e distorcidas informações, comprovações estes mais dificultosas no passado.

Em tempos de internet, a disseminação nem sempre é tão veloz quanto a desqualificação de falsas informações.

Imaginamos a grande possibilidade do enfraquecimento da imprensa como tal, com o advento da internet, até grandes empresários da área aventam a hipótese.
O porém é que a grande maioria da população ainda não dispõe de tal meio de informação e ainda é facilmente manipulada, muito em razão de sua ignorãncia.

No mundo, em todas sociedades e na imprensa como não poderia deixar de ser, há atualmente um aumento de pessoas desprovidas de ética, moral e respeito, o que fica patente com as atitudes de muitos jornalistas e empresários do ramo de comunicação.

O que não impede e até force muitas reações em contrário e as pessoas de bem aguardam com grande ansiedade o aumento da força de tais reações.

Quem conhece um pouco de história sabe das "movimentações" das sociedades, talvez estejamos presenciando a proximidade de mais uma dessas, a medida que nos encontramos no limite de suportamento da sociedade por estas atitudes tão antí-sociais.

Por fim concordo e venho notando também a aumento das reações de pessoas dignas, visto que torná-se cada vez mais difícil esta convivência com a falta de respeito, ética e imoralidade.
Caros blogonáutas,

Imperdível, mais um, o b a ba para entender o "velho mundo" da TV e o "novo mundo" da web, a garotada não tem nenhuma duvidas, opina ate sobre mercado financeiro. apresentação em inglês (sorry), gravada em Dez/07 e liberada hoje:

Peter Hirshberg: The Web and TV, a sibling rivalry (Web e Tv, os parentes rivais)
About this talk/ Sobre a apresentação
In this absorbing look at emerging media and tech history, Peter Hirshberg shares some crucial lessons from Silicon Valley and explains why the web is so much more than "better TV."
(Esse fascinante olhar sobre a mídia emergente e sobre a história da tecnologia, Peter Hirshberg, compartilha algumas cruciais lições do Silicon Valley e explica porque a web é muito mais do que uma “melhor TV”).

About Peter Hirshberg
A Silicon Valley executive, entrepreneur and marketing specialist, Peter Hirshberg might just be the definitive voice on how new technology affects business and culture.
(Empresário e executivo do Silicon Valley, especialista em marketing, Peter Hirshberg pode ser a voz definitiva para saber como a nova tecnologia afeta os negócios e a cultura).
http://www.ted.com/index.php/talks/peter_hirshberg_on_tv_and_the_we...

Sds,
JO Bosso
Atualizando a notícia:

Do post do Nassif

Da Folha (da tarde): Notícia em crise, por MARCOS NOBRE

Meu comentário lá:

Caro Nassif,

A frase título do artigo de Alberto Dines resume o negócio da notícia, 26-08-08 :
LIVRE-ARBÍTRIO É ISSO: Adeus Quarto Poder, agora você é indústria
Leia também
Ver no link acima do Dines:
A universalização do "informe publicitário" – A.D.
Jornais, o passado e o futuro – A.D

Em 3 de setembro criei um post, tem vários links de artigos de jornalistas daqui e vídeos sobre a crise da mídia global:
A Perda de Poder da Grande Mídia e os Sinais de Golpe (acima)

Aqui no Brasil o título dele poderia ser também: A notícia da mídia que produz crise. O objetivo deles eram claros, o golpe, mas a(s) bolha(s) de ensaio furou.

Sds,
Caros,

Artigo relevante no blog do Nassif, os fatos confirmam as perspectivas e projeções.

Arrisco: A TV não resistirá ao avanço da internet-rede na próxima década.

December 23, 2008, em inglês:
Internet Overtakes Newspapers as News Source

Português: 26 de Dezembro de 2008
Internet toma lugar dos jornais como 2ª fonte de notícias nos EUA, ...


O reino do papel vai se esfarelando. Em estudo conduzido no começo de dezembro, a Pew Research Center for the People & the Press chegou à conclusão que a internet agora é a segunda fonte de informação dos norte-americanos.

Passou, sem qualquer surpresas, os jornais. Em um ano, a fatia dos que recorrem à internet por notícias subiu de 24% para 40%, enquanto os jornais se mantiveram praticamente estáveis em 35%.

A TV continua como fonte líder, com 70% dos entrevistados ligando seus televisores quando estão atrás de notícias.

A liderança folgada da TV também parece ser questão de tempo, já que, entre os mais jovens ouvidos pela pesquisa, a busca por dados na TV ou na internet está empatado - 59% afirmou recorrer a cada um dos meios, contra 28% a jornais.

A escalada de 16 pontos percentuais da web entre 2007 e 2008 (você vê a diferença no gráfico ao lado) é a maior diferença já registrada no período de 12 meses de alguma mídia desde 2001, segundo a Pew.

O motivo? Os jovens, de novo. Em 2007, apenas 34% deles recorriam à internet, número que quase dobrou em um espaço de 12 meses. Um preview do estudo pode ser lido no site da Pew.

Publicado por Guilherme Felitti, às 15h27
Para deixar registrados, principalmente aos falsos brilhantes e outras falsidades, que se acha, e diz com a convicção, com a autoridade e sabedoria de uma "tapirus terrestre", do atrasa, do atraso, do atraso,...., que só olha para o retovisor.
Embora seu texto me pareça simpático ele não está legitimado pelos fatos. Se me permite, quero dizer que está todo calcado em impressões e como tal, falso blablablá, blablablá, blablablá,..

12/02/2009 - 14:37
O avanço irresistível da Internet
Por Odorico Carvalho
Nassif,

É por essas e outras que, na Espanha, a internet já superou a TV como fonte de informação. Veja:

“Internet supera TV na Espanha
Tecnologia - Tecnologia
Escrito por Paula Pereira
Sábado, 13 Dezembro 2008 14:26
A Internet superou a televisão como o meio de comunicação mais consumido na Espanha em 2008, afirma levantamento divulgado nesta sexta-feira pela empresa de pesquisa Mediascope.

O estudo afirma que na Europa 60 por cento da população se conectam à Internet por uma média de 12 horas por semana e que na Espanha o tempo de acesso aumentou em 16 por cento desde 2007. Segundo a pesquisa, o internauta espanhol fica conectado por uma média semanal de 12,1 horas, enquanto o tempo em que passa diante da televisão é de 11,7 horas.

O tempo em que a população espanhola fica na frente de um computador aumento em 20 por cento desde 2004 e a quantidade de internautas que se conecta diariamente à Web, cerca de 56 por cento, cresceu cinco por cento desde o ano passado.

A atividade que os espanhóis mais fazem na Internet é envio de emails, seguida por buscas e redes sociais. Enquanto isso, na Europa, as buscas ocupam o primeiro lugar, seguidas por email e sites de conteúdo gerado pelos próprios internautas.

O levantamento, porém, afirma que existe um consumo simultâneo de mídias, já que cerca de 23 por cento dos internautas vê televisão enquanto está navegando pela Web e cerca de 21 por cento faz isso enquanto ouve rádio. Em relação aos dispositivos, cerca de 32 por cento dos espanhóis utiliza o celular para se comunicar via mensagens curtas (SMS), email ou redes sociais, sem necessariamente recorrer a uma conversa.

Fonte: Reuters”

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