A sangrenta história de "Limites do Crescimento"

Deu no "The Washington Times":

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Zubrin: O Holocausto Chinês do controle populacional

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"Em junho de 1978, Song Jian , um gerente de nível superior responsável pelo desenvolvimento de sistemas de controle para o programa de mísseis guiados chinês, viajou para Helsinque para uma conferência internacional sobre o controle do sistema de teoria e design. Enquanto estava na Finlândia , ele pegou cópias de "The Limits to Growth" e "Blue print for Survival" - ambos publicações do Clube de Roma, uma grande fonte de propaganda malthusiana - e fez conhecimento com vários europeus, pessoas que estavam promovendo o uso de "sistemas análise" informatizados como método de gerar relatórios para prever e projetar o futuro humano.

Fascinado com as possibilidades, o Sr. Song voltou à China e teria republicado as análises do "Clube" em seu próprio nome (sem a devida atribuição), assim criando a sua reputação de pensamento brilhante e original. Em um breve instante o Sr. Song se tornou um "superstar" científico. Aproveitando o momento, ele reuniu um grupo de elite de matemáticos de dentro de seu departamento e, com a ajuda de um computador suficientemente poderoso para fornecer os efeitos especiais necessários, proferiu a sentença: Calculou que, para a China, o tamanho "correto" da população seria de 650 milhões a 700 milhões de pessoas, ou seja, algo como de 280 a 330 milhões menos que a  sua população real de 1978..." (continua no link acima)

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Saudações

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Respostas a este tópico

Mas, com os atuais sete bilhões, um bilhão está sob risco alimentar, um bilhão enfrenta risco de abastecimento de água, a economia está paralisada por uma crise de (des)ordem financeira. Imagina quando se acrescentar mais três bilhões, sem definir o que sustentará tamanho adicional.

Há ainda a estagnação e o declínio das fontes energéticas utilizadas. Quando a data anunciada da estabilização populacional chegar, metade das atuais reservas de combustíveis estarão consumidas, sem uma fonte definida que as substituam; os níveis de extração de energia, e com eles a produção em geral, estarão abaixo dos níveis atuais, que não satisfaz as necessidades minimas de enormes contingente de população. Há muita irresponsabilidade nas suas colocações simplórias.

Caro Almeida
Esse bilhão de famintos que voce cita, tem como patrocinadores exatamente essas nações que voce recusa em aceitar como controladores, veja os casos tipicos da Africa, Afeganistão, o que fizeram com o Iraque.
No caso do Iraque a coisa esta clara como agua de Bonito MS, na decada de 80, o "sanguinario" e tirano Sadam Husen estava fazendo com o Brasil o que os dominadores fazem hoje com os Emirados, vide Dubai e adjacencias, estava trocando serviços de engenharia e produtos brasileiros com o tão necessario petroleo que na epoca eramos totalmente dependente.
O que fizeram os dominadores, invadiram o Iraque e acabou-se a alegria dos brazucas, e a publicidade foi tão feroz que nós brasileiros pelo menos na sua grande maioria ainda torceu para que as forças das Nações Unidas consumassem a invasão e aniquilassem o "tirano" ditador.
Petroleo tem que passar pelas mãos dos dominadores, vide o que estão fazendo com Irã, essa desculpa esfarrapada de dominio nuclear tem um unico motivo, o Irã esta negociando petroleo com a China e India diretamente sem intervenção dos bonitinhos.

Otimo domingo
abraços

Para cá, eles não precisam mandar tropas e invadir tudo, existem fileiras de espertalhões, amparadas em legiões de idiotas como você, que executam todas as tarefas de dominação que eles precisam.

N, seu ícone nao é uma pomba? A pomba nao é símbolo da paz? 

O ambientalismo é hoje uma causa em todos os programas partidários do espectro republicano - dos comunistas aos conservadores.

Diante de alguém que cita o ambientalismo, como uma campanha insidiosa, de uma conspiração de dominadores, nominada de eixo anglo-americano-judaico, que propaga uma ideologia inspirada em notório fascista, eu sinto minha paz ameaçada e reajo. Pombo também é bicho de sangue quente.

Ora, quem segue fascista, ou é um fascista convicto, ou é um idiota que se deixa conduzir por fascistas. Eu usei o adjetivo mais suave.

Olha, N, numa boa. Só acho isso desnecessário, cria um clima ruim. 

Até os seus gorilas o incomodaram, AnaLú.

Deve ser um caso de retorno do reprimido, nem tão reprimido assim.

O cidadão declarou guerra a absolutamente tudo o que lembre ambientalismo, e desconsidera, na cara dura, qualquer questionamento que é feito aos seus ''argumentos'', para retomar, assim que a poeira assenta, a mesma lenga-lenga da conspiração anglo-judaica, a fantasia criada para aliviar a barra do capitalismo, conforme a cartilha do MSI.

Quem insulta quem?

Olhe, opinioes sao opinioes. Posso discordar delas. Mas nao vou chamar quem as tem de idiota... 

E quando é patente que o cidadão está repetindo a mentira mil vezes, conforme a receita de Goebbels, deixando todas as perguntas que lhe são dirigidas sem reposta?

O clima fica bom só porque ele deseja um ''ótimo fim de semana a todos''?

Êta ''cordialidade'' brasileira, viu! É proibido chamar as coisas ou as pessoas pelo nome!

O Nunes, eu  posso chamar de fascista? 

Pessoalmente eu acharia melhor nao discutir com ele... Nunca entendi por que você gasta seu tempo fazendo isso. Se eu acho que alguém nao tem boa fé, mente, nao responde ao que é perguntado, deixo de perder meu tempo com essa pessoa.  

Claro, você tem todo direito de pensar diferente. Só acho que discutir com alguém que se acha fascista, e em nome disso ofender a pessoa, nao contribui muito para o espaço. Porque trocar ofensas nao é discutir. 

Também acho que não é para chamar, assim como não se deve acusar os gorilas de serem "os artistas mais bem pagos pelas potencias dominadoras"; acusação igual é repetidas vezes dirigidas, a quem entra aqui em defesa de causas ambientais, de serem serviçais ou "inocentes úteis" da tal conspiração "anglo-americano-judaico".

Os "gorilas" que conheço a serviço de potências dominadoras são outros, não são propriamente artistas nem os gorilas que você saiu em defesa.

Será que a causa ambiental não tem a legítimidade política que tem, por exemplo, o feminismo? O que você diria do neologismo econazi, soa a alguma construção que a desagrade? Pois além de se ler por aqui os termos ecopata, ecochato, ecofascista, entre outros, vem o recheio acusatório com insinuação de venalidade ou frivolidade, quando se está discutindo de forma honesta e séria, um tema de grande gravidade.

É, reconheço que a econazi (o correspondente ao feminazzi) eu iria ao pescoço... Mas a questao nao é de quem tem razao ou nao, acho que o tom da discussao de vocês sobe a um ponto que intimida outros. Só isso. Nao seria melhor pedir respeito, em vez de revidar? 

Mas tudo bem, só estou dizendo o que sinto. Cada um sabe onde lhe dói o calo.  

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