À primeira "vista" pode parecer um discussão boba.

Mas o fato é que se o homem não convencionasse insistir em que este "Deus" é masculino, possivelmente não haveria tanto preconceito, principalmente religioso, contra as mulheres.

E por que os homens temem tanto as mulheres a ponto de quase sempre tentar torná-las submissas, etc, etc... ?


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Respostas a este tópico

R-alhures para Analu: combinado então, prá você serei Marquesa. Engraçado, pensando aqui.... te entendo perfeitamente, por motivos mesmos e com resultados opostos, acabo sempre te chamando de forma menos formal e aparentemente mais íntima. É que também não reconheço em você o significado do seu nick e nem da foto do seu avatar. Então ficamos assim: Analu pra lá e Marquesa prá cá. Resultados contrários para motivos idênticos. Combinadíssimas e acertadíssimas. 

Ótimo, assim estamos bem entendidas. 

E Ele/a veste Prada, não esqueça!

Ótima! 

@você mesmo, sobre andróginos- Isso é uma referência ao mito de Platao, de que antes havia seres que eram homens e mulheres (que eu saiba, nao vou garantir, tinham corpo inteiro, tanto de homem quanto de mulher); mais tarde teriam sido separados, e daí a lenda da "outra metade": haveria no mundo alguém que te completaria, porque seria a outra metade do mesmo ser de que você se originou. Por isso o mito é perigoso. 

Ah, essa é a origem do mito das metades de fruta!

Mas fico confuso: com essa definição, com corpo inteiro de ambos os gêneros, me passa por hermafrodita.

E muito heteronormativo esse mito, diga-se. Tem que ter frutas para dividir com dois corpos masculinos, dois femininos. Senão a expressão "gosta da fruta" ficaria sem sentido... ;-)

Mas o uso que mais vejo pra palavra andrógino é algo como "um sexo só, às vezes até conhecido, mas com visual misto ou dúbio" : "look andrógino", "modelo andrógino". 

Uma coisa é o mito do andrógino. Outra coisa é o significado da palavra, que, a partir de uma origem, vai tomando mil acepçoes diferentes. Isso acontece com praticamente todas as palavras. 

psé... E tem um livro aqui "MEFISTÓFELES E O ANDRÓGINO : COMPORTAMENTOS RELIGIOSOS E VALORES ESPIRITUAIS NÃO-EUROPEUS", de Mircea Eliade. 230 páginas... 

Vende bem. E agora fiquei curioso.

Se eu tivesse tempo pra ler 1% dos livros...

Não, não digam pra deixar de teclar, vício é vício!

Gabriel Lemos

Há de se embasar e, sobretudo, ir à fonte antes de se criticar.

Cobra, em hebraico, língua original da Bíblia, é do gênero masculino e não feminino. Logo, o grande vilão da história [“o” cobra] foi uma “figura” masculina e não feminina.

A mulher foi criada a partir da costela de Adão. No entanto, o homem vem através da mulher. Nós, homens, somos meros coadjuvantes nessa história do nascimento/criação/vida. O mistério da vida ocorre por meio [e na] da mulher. O texto abaixo foi escrito por uma mulher.

(…) Na antiguidade, mesmo no Antigo Oriente, a mulher não foi relegada ao segundo plano o tempo inteiro. Estudos têm mostrado que, quanto mais antigo é o período da história da humanidade, mais proeminente era o papel da mulher. Isto porque a mulher, pela sua capacidade de abrigar a gestação da vida dentro do seu corpo, sempre fora associada, pelas civilizações primitivas com deusas, porque só os deuses é que criam vida. Esta mentalidade ainda estava bastante presente na pré-história de Israel (ou seja, ao período dos patriarcas e do tribalismo).


Não se tinha, nos princípios da história humana, muita noção da proporção da participação do homem na reprodução humana. As funções cúlticas eram exercidas por sacerdotisas em sua grande maioria. A presença masculina veio sendo efetivada em funções sacerdotais a partir do primeiro milênio antes de Cristo.


O espaço da casa sempre foi o ambiente da mulher da antiguidade, ali quem mandava era ela. Sara, Tamar, Rute, Atalia, Jezabel e as mulheres em Ne 5 (que reclamam diante do governador que os homens estão espoliando seus irmãos) são provas bíblicas de que as mulheres são ativas na vida comunitária, inclusive com participação em importantes decisões políticas.(...)

http://relendoabiblia.blogspot.com.br/2008/01/submisso-e-subverso.html

Olha a discussão não tem o mínimo sentido, pois ela pressupõe que uma entidade divina, onipresente e onividente tenha corpo. Se ele tivesse corpo atravancaria todo o Universo, logo não tem corpo.

Segundo, se Deus não tem corpo e portento não tem forma física para que ele teria Sexo? Não teria sentido sexo para um ser que não se reproduz.

Logo tudo isto é mais do que uma discussão bizantina, é uma bobagem.

Agora o que diz a bíblia ou as bíblias, são livros escritos por civilizações primitivas que projetavam a imagem de deuses pagãos num deus único, logo conservaram a sexualidade em deus como no politeísmo.

Num vem não Rogério. Não é desse Deus aí que estamos falando não. É daquele lá da bíblia, que é que nem que nós. feito á nossa semelhança. Só por que ele não é gaucho, você vem dizer que ele não é macho?

kkkk

Essas nossas discussoes andam parecendo poemas surrealistas... Nao sei se elas sao profícuas nao, mas que sao engraçadas, sem dúvida. 

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