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A artista plástica Analu Prestes vem (como atriz e palestrante) trazendo, na bagagem a peça “NADA” – Um encontro com Tchekhov *                                                                                                                                                                                      

 (**) 

Provavelmente sua presença vai se transformar no ponto alto desta edição, em homenagem ao diretor de a Ópera do Malandro, que neste ano vai completar trinta (30) de sua morte brutal e “precoce” (no Natal e 1987); ela é principal “inspiradora” de sua carreira profissional. A amiga e atriz, Analu Prestes ao lado de Buza Ferraz e Luis Antonio, formou o trio que criou o grupo “Pão e Circo” (no inicio da década de 70), incendiando o Cenário Artístico Brasileiro com a versão de o Casamento do Pequeno Burguês. Mais tarde, com a dispersão do grupo, Analu e Buza seguiram sua carreira destacando-se, entre outros, com o espetáculo Policarpo Quaresma.

 

(**) Tê-la aqui durante a Semana, no dia 20 (às 20h30) horas no Teatro Wallace será, sem sombra de dúvida, um privilégio para poucos. A apresentação do espetáculo NADA será no mesmo local onde Luis Antonio estreou suas primeiras peças (a partir dos seus 16 anos), ainda como um “grupo universitário” TUA. Dentre as peças a própria Casamento..., Exceção e a Regra, ambas de Bertold Brecht.

 

Analu Prestes é conhecida do grande público por suas marcantes participações em séries da tevê brasileira, dessa vez se apresenta na Semana acompanhada da atriz Clarisse Derzié Luz e do ator Renato Krueger para uma adaptação da obra de Anton Tchekhov.

 

Sobre a peça: O espetáculo NADA dirigido por Gilberto Gawronski que, também, assina o projeto é interpretado por dois homens que (por sua vez) interpreta duas mulheres, mas que ao final são apenas de seres humanos. Analu conta que, Nós começamos do nada e, a partir do nada, Gilberto deu o título e a ideia do espetáculo que começa com a peça curta ‘Os malefícios do tabaco’, e mostra a última vez que um ator interpreta esse texto” e Gawronski, complementa: “é uma colagem e usei três de peças de Tchekhov que nós três - Analu, Clarisse e eu participamos”. Para Clarisse, este trabalho já estava pronto em alguma dimensão. “Desde que ele (Gilberto) trouxe a ideia e depois foi acrescentando os textos com tanta agilidade, em poucos dias a gente tinha a peça na mão”. “Há uma confluência de desejos”, completa.

Não “contente” Analu diz ainda (emocionada); o texto é sobre o fazer teatro, a vida e o tempo”.

 

Outra novidade muito especial “fantástica”, diria, é sobre o figurino que tem um “valor afetivo único” para Gilberto.  Diz ele: “Marília Pêra me doou o seu acervo com uma frase muito bonita: ‘Queria que isso não virasse museu, que servisse para vestir outros personagens’. Nada como estar bem acompanhado!”, diz ele.

As ambiguidades precisam respirar e em “Nada” elas dominam a cena.  De acordo com os artistas a peça traz, ainda: Projeções Visuais, idealizadas pelo também artista Renato Krueger. “É um recurso plástico aliado ao contexto da peça e é uma tendência - juntar o cinema e o teatro – que faz parte da realidade atual”, explica Gilberto. E conclui, é inegável a colaboração estética de, Analu, por ela estar também ligada às artes plásticas.  

 

 

Serviço:

 

Espetáculo: NADA

 

Adaptação, direção e concepção: Gilberto Gavronski;

 

Elenco: Analu Prestes e Clarisse Derzié Luz;

 

Projeções visuais: Renato Krueger;

 

Dia: 20 de junho (Terça-feira);

 

Horário: às 19h30;

 

Local: Teatro Wallace Leal Valentin Rodrigues;

 

Endereço: Av. Espanha, 485 - Centro, Araraquara – SP;

 

Capacidade: 80 pessoass;

 

Entrada: Gratuita;

 

Telefone: (016) 3301-5179/ Email: agito@agitoararaquara.com.br

 (**) fotos desta matéria: Christina Amaral e Renato Krueger

(*) Na segunda feira, dia 19, (às 18 horas) na Casa da Cultura, Analu Prestes, vai fazer um bate papo sobre o tema “quem foi Luís Antonio”.

 

 

Não possui estacionamento

 

 

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Importante observação: o texto da matéria acima foi editado e concluído pela jornalista Suely Pinheiro, por muitos anos editora do Jornal Macunaima (impresso e posteriormente on line).

grato

Jaa

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