EN LA ARGENTINA HUBO UNA DIVISIÓN QUANDO SURGIO ASTOR PIAZZOLLA.
PICHUCO FUE EL MAYOR BANDONIONISTA ARGENTINO, HASTA CHEGAR ASTOR, QUE SEPARO LAS EPOCAS: EN TANGO TRADICIONAL Y TANGO NUEVO.

QUIEM VCS PIENSAM QUE ERA EL MEJOR? EL MAESTRO O EL ALUMNO?

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Respostas a este tópico

sim, vc não vai dar as dicas prá gente, não?
põe aí, pelo menos, uma mostrinha de cada, porque palpite é com a gente mesmo.
mas eu amo piazzola e não conheço nadica de pichuco!
achei esta preciosidade.

aqui ó

moleza. é só clicar...
EU COLOQUEI PARA VCS VER!!!
BESOS
Aqui, ó?!

Que te aprontaram, senhora das corredeiras?
nadica de nada.
só uns amiguinhos véios (que tem medo de andar em corredeiras) que gostam de perturbar a gente, mas isto a gente tira de letra.
mas vc ouviu, pelo menos?
Muchas veces.
Uma vez na faixa, ao vivo ao ar livre e de muuuuito longe.
Amelita! Fiu fiu!!!

Em 1929, quando Astor tinha 8 anos, seu pai comprou-lhe seu primeiro bandoneon (comprado numa loja de penhor para 19 dólares). Astor estudou bandoneon por um ano com Andrés Dáquila e fez a sua primeira gravação, num acetato não comercial no estúdio de gravação de rádio em Nova York em 30/11/1931.
Em 1933 estudou com o pianista húngaro Bela Wilda, o discípulo de Rachmaninov, e quem Astor diria mais tarde:"com ele eu aprendi amar Bach". Depois encontra-se com Carlos Gardel que se tornam amigos e com quem faz parte no filme "El dia que me quieras", fazendo uma parte breve como vendedor de jornais.
Em 1936, regressou com a família para "Mar de la Plata", Argentina, onde Astor começa a tocar nalgumas orquestras do tango. É aqui que faz sua segunda grande descoberta, após Bach com Bela Wilda, quando escuta o “Sextet de Elvino Vardaro” no rádio. Elvino transformou-se no violinista de Astor. Essa forma diferente de interpretar Tango entusiasmou-o, tornando-se um admirador do músico e da sua forma de abordar o tango, que se ajustava bastante à sua sensibilidsade musical.
O amor de Astor pelo Tango, deu-lhe coragem para voltar a Buenos Aires, em 1938. Tinha somente 17 anos. Tocou em algumas orquestras do tango até 1939. Realizou o sonho de tocar bandoneon numa das maiores orquestras de tango desse tempo: a Orquestra de Aníbal Troilo. "Pichuco" era um dos maiores intérpretes de bandoneon, e Astor considerou-o sempre um de seus mestres.
Astor sentiu necessidade de evoluir musicalmente, e começou os seus estudos musicais com Alberto Ginastera em 1941, e mais tarde em 1943, estuda piano com Raúl Spivak. Em 1942 casa-se a Dedé Wolff e desta união tem duas crianças: Diana em 1943 e Daniel em 1944. Seus trabalhos são considerados demasiado avançados e com difícil adaptação ao baile, pelo que Troilo corrigia frequentemente esses arranjos.
Em 1943, inicia as suas composições de carácter “erudito”, com a “Suite para Cordas e Arpas" e em 1944 deixa a orquestra de Aníbal Troilo para dirigir a Orquestra Típica do cantor Francisco Fiorentino, da qual resultou uma conjugação perfeita de um vocalista extremamente popular e de um músico de talento único.
Desta ligação surgiram 24 temas, gravados, entre eles as suas duas primeiras gravações a solo.
Após esta experiência tão bem sucedida, criou em 1946 a sua primeira orquestra, ajustada aos cânones tradicionais e com características das orquestras típicas, ficando de imediato ao nível dos melhores da época, como de: Francini-Pontier, Oswaldo Pugliese, Horácio Salgan e do próprio Aníbal Troilo.
A sua primeira orchestra, foi dissolvida mais tarde em 1949. Com esta orchestra, com uma formação similar aos outros orchestras da época, começa a desenvolver seus impulsos creativos com seus trabalhos e orchestrações com um índice dinâmico e de grande harmonia.
Em 1946 compõe, "EL Desbande", considerado por Piazzolla como seu primeiro tango formal, e logo depois disso começa a compôr contagens musicais para filmes.
O tango deste jovem e audaz director, começou a criar polémica à volta da sua música e os seus detratores chamavam-lhe “Piazzolla não é Tango”. A relação de Astor com este meio foi sempre complicada, numa mistura de amor e ódio, de admiração e desprezo, numa luta permanente contra a mediocridade e o conservadorismo.
Ainda em 1946 começa a compôr para películas, mas em 1949 sente a necessidade dissolver a orquestra e afastar-se do bandoneon, e quase abandona o tango completamente. Procurou outros caminhos e estudou Bartok e Stravinsky, direcção de orquestra com Herman Scherchen, e ouviu jazz. A sua procura de um estilo tornou-se obsessiva. Nessa altura Astor já tinha 28 anos.
Entre 1950 e 1954 Piazzolla oscilou novamente entre o bandoneon e o piano, compondo diversas obras de tango, começando por definir o seu estilo.
Em 1953 apresentou num concurso a obra "Buenos Aires" – Três Movimentos Sinfónicos” - compostas em 1951 - e ganha o primeiro prémio. Essa obra voltou a ser interpretada, mais tarde, pela Orquestra Sinfónica de "Rádio del Estado" incorporando dois bandoneons. Esta obra provoca um grande escândalo porque consideravam imprópria a incorporação de bandoneons numa orquestra sinfónica.
De macho man já basta por ora. Tô lolo loco loco loco.
Agora: Amelita Baltar, por favor.
JA COLOQUEI aMELITA BALTAR!!!!
No grita com cecito, snif snif...
este china é mesmo da pá virada.
sabe o que isto quer dizer? nem eu! mas que tu és da pá virada, ah, isto és.
Deixa ver... hum... hã... pá... pá...

"Uma pá de pedreiro virada, voltada para o solo, é um instrumento inútil, sem nenhuma serventia. Assim, a construção verbal era utilizada para designar indivíduos vadios, sem ocupação, que não trabalhavam e, da mesma maneira que uma pá virada, não serviam para nada".

Uquê?!?!?!
Pedagoga, pode escolher as armas!

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