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Haverá um dia em que desenvolveremos uma atividade humana que entenda determinados fenômenos provocados “ao acaso” e nos dê pistas, assim como fazia Tirésias nos tempos Antigos, quando lia no cantar dos pássaros ou no ruído das ondas, o que estava por acontecer. Quando do 11 de setembro de 2001, por certo em algum canto do mundo um sinal se fez notar, no entanto sem interpretação a tempo. No Brasil de hoje o ocorrido na quinta que passou, frente a uma loja da rede Riachuelo em Juiz de Fora (juiz de onde afinal?) nos remete a um grande orgulho das forças armadas brasileiras – a Batalha de Riachuelo durante a guerra contra o Paraguai. Eu não sinto nenhum orgulho ufanista de saber que 1.500 combatentes do país irmão morreram em combate, nem mesmo sinto heroísmo nos 279 que tombaram no mesmo dia. Sinto horror por sinal de tudo isso.

A ferro e fogo querem determinar ser o gesto insano de um desequilibrado (como dezenas que ocorrem na atualidade) um marco divisor das disputas que vão muito além de um pleito eleitoral em andamento. É na verdade a luta preconizada por Nelson Cavaquinho (“é a batalha entre o bem e o mal”). Passei toda minha vida adulta dizendo que bem e mal é uma coisa cristã carola, mas agora tenho que admitir – num determinado momento a Humanidade tal como a conhecemos na Atualidade determinou-se o discernimento entre o que é certo e o que é errado – Declaração Universal dos Direitos Humanos, que agora em dezembro próximo completa 70 anos. Não li uma letra sequer na Imprensa Imunda que temos no dia a dia algo a respeito, até porque a ONU está em baixa no Brasil.

Diante da esdrúxula declaração, de um militar graduado, que diz não aceitar (ou teria sido uma interpretação do jornal que publicou tal matéria?) a candidatura Lula me faz dizer com as forças que me restam – “O melhor cenário é o respeito da vontade popular, os militares não mandam no Brasil”. Por outra, quem manda nos militares?

A batalha que teve início frente à loja Riachuelo não pode prosperar. O ex-capitão deve se recuperar e voltar pra casa, de preferência depois do dia 7 e não se fala mais nisso.

Jair Antonio Alves - dramaturgo

 

 

 

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Em qualquer época ou lugar militar segue hierarquia e a maior delas é a maçonaria - a mesma, responsável pela Revolução Francesa, pelo genocídio paraguaio em 1870, https://blogln.ning.com/forum/topics/guerra-do-paraguai-genoc-dios-...  pelo estabelecimento do comunismo na Rússia, e pela sua fervorosa defesa em 1945 para que o mesmo pudesse disseminar-se mundialmente. Militar cumpre cegamente ordens e https://archive.org/stream/FromMajorJordansDiaries-TheTruthAboutThe...  sem jamais questioná-las https://www.elmanifiesto.com/articulos.asp?idarticulo=2974

"If you want to see the future  look in your rear view mirror"

Comunismo não é uma ameaça ao poder econômico, porque foi criado por ele para ser seu instrumento.

Os fatos não se extirpam do mundo só porque se os ignora. (Aldous Huxley – engl. Schriftsteller, escritor inglês – 1894-1963)

“Ich kann nicht mit einer Weltanschauung paktieren, die überall als erste Tat bei ihrer Machtübernahme zunächst nicht die Befreiung des arbeitenden Volkes, sondern die Befreiung des in den Zuchthäusern konzentrierten asozialen Abschaums der Menschen durchführt, um dann diese Tiere loszulassen auf die verängstigte und fassungslos gewordene Mitwelt.” “Não posso transigir com uma concepção de mundo [o BOLCHEVISMO] que, em toda parte onde alcança o poder, trata logo de libertar, NÃO os trabalhadores, mas a escória da humanidade, o elemento anti-social concentrado nas prisões – e soltar estas bestas selvagens no mundo impotente e aterrado que os rodeia…”

“Es ist aber nicht das Ziel des Bolschewismus, die Völker von dem Krankhaften zu befreien, sondern im Gegenteil das Gesunde, ja das Gesündeste auszurotten und das Verkommest an seine Stelle zu setzen.” O objetivo bolchevista não visa libertar o povo da insanidade, porém, ao contrário do que é saudável, sim exterminar o mais saudável e substituí-lo pelo degenerado.”

“Denn das ist der Unterschied zwischen der bolschewistischen und der nationalsozialistischen Revolution: die eine verwandelt blühende Länder in grauenvolle Ruinenfelder, und die andere ein zerstörtes und verelendetes Reich wieder in einen gesunden Staat und in eine blühende Wirtschaft. ” Esta é então a diferença entre a Revolução Bolchevista e a Nacional Socialista: “O Bolchevismo converte campos florescentes em sinistros montões de ruínas; o Nacional-Socialismo transforma um regime de miséria e destruição num Estado sadio, de próspera vida econômica…” . Discurso de Hitler em 14 de setembro de 1936 em Nüremnerg 

https://www.stormfront.org/forum/t907360/https://www.theguardian.com/theguardian/2007/sep/17/greatinterviews1 =

https://katana17.wordpress.com/2016/12/24/book-the-myth-of-german-v...   no final de cada pg. acesso às outras partes.

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