Boicote total a Folha de São Paulo pela infâmia ao presidente

Quem deu vóz ao cesar foi a Folha de São Paulo, que reportou a injuria e difamação.Os leitores e brasilerios querem jornais imparciais, sem julgamentos fascistas e torpes.A matéria não encontra se mais nos portais devido a indignação dos brasileiros sejam opositores ao Lula ou não, a vileza foi maior que a democracia que Lula com a sua dignidade democrática deixa rolar nas manchetes escandalosas e aviltantes.mas agora desceu a ribanceira com odor fétido lixo sem reciclagem.Que seja feita uma eleição ano que vem mas com decência, e postura de um País que ja esta nas manchetes internacionais admirado pelo presidente colocar a casa em ordem em um país de dimensão continental!

"Transformar o outro em coisa inferior, para se colocar numa essência superior, é negar simultaneamente a sua liberdade e a própria. Enquanto o olhar de alguém objetiva o outro em coisa essencialmente inferior, o outro, por sua vez, olha e constitui esse alguém num carrasco e ele terá vergonha desse seu olhar. " Náuseas- Sartre

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pra todos conhecerem o Cesar Benjamin
Vi no Viomundo, um comentário engraçado ao artigo de Paulo de Tarso. Era de um tal Elmano Barbosa, (parece o pseudônimo usado por "du Bocage"), dizendo que o tal Cesar Benjamim era frustrado, por não ter sentido na nuca a hirsuta barba do Lula. Achei graça, mas não dei muita relevância. Nunca tinha visto a cara e a expressão do elemento! Agora que vi, estou dando toda razão para o tal de Elmano.
Gente, acho importante a gente nao cair no clima de baixaria em resposta à outra...


Cesar Benjamin e Serra
Mesmo assim, não pretendo assistir a “O Filho do Brasil”, que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.

CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha.
Sinceramente, não tenho a menor curiosidade em ver o filme. O último nacional que vi foi em Delft, na Holanda, o "Linha de Passe", bom por sinal. Éramos sete pessoas na sala., só eu brasileiro. Valeu porque minha namorada gostou, o filme tem um final "em aberto", provoca reflexões. E nele atua o meu antigo amigo de botecos, Aldo Bueno, um ator negro que tem importância no movimento teatral paulista, e que dias depois de retornar da Europa encontrei por mero acaso no velho bar "Estadão".
Quanto ao Cesinha, ele confessa as suas intençoes políticas-eleitorais na sua pretensa "justificativa". Piorou prá ele. Todos sabemos a serviço de quem está o ex-revolucionário. Como dizia Marx, o que politiza o homem é o estômago...
Viomundo – Frei Chico, você leu o artigo publicado hoje na Folha, afirmando que o Lula, quando esteve preso em 1980, teria tentado estuprar um colega de cela?

Frei Chico – É um absurdo. Um nojo. Uma baixaria. A cela do DOPS era coletiva! O Lula nunca ficou sozinho. Ele ficou preso com os demais diretores do Sindicato dos Metalúrgicos dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo – Rubão, Zé Cicote, Manoel Anísio, Djalma Bom. Havia um banheiro só para todos os presos – e não tinha porta! O Tuma [senador Romeu Tuma, na época era diretor do DOPS] está vivo. Pergunte a ele!

Viomundo – Que explicação você dá para tamanha baixaria?

Frei Chico – Eles [a oposição] estão desesperados. Não estão medindo as conseqüências. Perderam a compostura. Perderam a decência humana. Parte da imprensa partiu para a baixaria total. Você viu o que a mídia fez com o Chávez, na Venezuela? Ela foi toda para cima dele. Aqui, vão tentar aquilo ou pior.

Viomundo – Tem a ver com a eleição de 2010?

Frei Chico – Só tem. Parte da elite brasileira não se modernizou e não aceita que o Lula faça o seu substituto. Vai para o vale tudo.
Maria Dirce,

Não misturemos as coisas e nem leve tudo pro lado partidário e politico eleitoral. Porque assim você vai terminar se igualando a eles.

Nós brasileiros não temos muito senso crítico, mas esse tipo de veiculação é realmente infame. Não devemos realmente concordar que um presidente da república do Brasil seja destratado por picuinhas.

Eleições são apenas uma forma inteligente de alternância no poder, quando o poder sobe a cabeça e serve para locupletar sucia, devemos como cidadãos atuar como determinadores do fim deste império do mau.

O presidente é muito brincalhão e pode até ter aventado esta hipótese numa circunstância de relax, mas daí a isto ser verdade não é crível para quem usa a razão.

Falou Maria Dirce, estamos de acordo e devemos bater o martelo no respeito as instituições e seus representantes legitimamente eleitos.
Nassif: Delegado que vigiou Lula nega episódio
do blog do Nassif:

27/11/2009 - 19:19
O delegado Panichi nega o episódio

Conversei agora com o delegado Armando Panichi Filho, um dois dois escalados para vigiar Lula na prisão. O delegado acompanhou Lula ao enterro da mãe.

Diz ele nunca ter ouvido falar de nada semelhante ao episódio reletado por César Benjamin. E sustenta ser impossível. Na cela de Lula tinha duas ou três pessoas juntos. No corredor, as celas eram juntas.

Qualquer episódio seria percebido ou pelos carcereiros – que davam plantão 24 horas por dia – ou pelos presos das demais celas.

“Nunca ouvi falar disso e não acredito que tenha acontecido e muito menos que houvesse possibilidade de acontecer”, diz o delegado.

Lembra ele que muitos jornalistas frequentavam o DOPS na época. Se tivesse ocorrido qualquer episódio, eles saberiam. Ou mesmo o delegado Romeu Tuma teria comentado com ele.

O delegado considerou o episódio muito estranho e queria entender qual o motivo da denúncia.
Paulo de Tarso
São Paulo, 27 de novembro de 2009.

Aos profissionais da imprensa.

A respeito do artigo publicado na Folha de São Paulo, nesta quinta-feira, dia 27 de novembro, sob o título “Os filhos do Brasil” (pg. A8), de autoria do cientista político César Benjamin, onde sou citado nominalmente como participante de um almoço acontecido durante a campanha de 1994, com a presença do atual Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, e outros interlocutores, gostaria de me manifestar publicamente para que não pairem dúvidas sobre a minha versão do acontecido:

1 - O almoço a que se refere o artigo de fato ocorreu. O publicitário americano mencionado se chamava Erick Ekwall e nos tinha sido recomendado pelo empresário Oded Grajew.

2 - Eu, Paulo de Tarso, então responsável pela campanha publicitária do atual Presidente, não me recordo da presença de César Benjamin nesse almoço - embora ele trabalhasse conosco na campanha.

3 - Confirmo a informalidade do almoço, mas absolutamente não confirmo qualquer menção sobre os temas tratados no artigo.

4 - Não compreendo qual a intenção do articulista em narrar os fatos como narrou (como disse, sequer me lembro de sua presença na mesa).

5 - Não concordo com o conceito do que foi escrito - um ataque particular à figura do Presidente da República que, na minha opinião como cidadão, independente de quem seja, deve receber o respeito da sociedade brasileira como representante maior das instituições democráticas.

Sem mais.
Atenciosamente,
Paulo de Tarso da Cunha Santos

por Luiz Carlos Azenha

Otávio Frias Filho é um cafajeste. A edição da Folha de S. Paulo de hoje, aquela que trouxe como não quer nada uma acusação-bomba ao presidente da República, assinada por outro cafajeste, é uma tentativa mal disfarçada de "malandragem" jornalística.

Não leio a Folha faz tempo, por isso. Não assino o UOL. Não compro nenhum produto do grupo Folha. Fiz isso muito antes que outros blogueiros esperneassem contra o jornal. Se tiver de ler algum jornal, leio o Estadão. O Estadão não disfarça. É um jornal conservador. Defende interesses conservadores. A Folha é um jornal dirigido por um cafajeste. Um cafajeste medroso, que não tem coragem nem de assumir suas posições políticas claramente. Um cafajeste que se apresenta como "neutro", "imparcial" e outras safadezas do gênero.

Por dever de ofício, peguei a edição da Folha de hoje, emprestada de um amigo. O jornal dedicou espaço em três páginas para atacar o filme sobre Lula. Está claro, para quem é do ramo, que a Folha quis enfeitar o pavão em torno do artigo do César Benjamin. Que é um cafajeste, simples assim, por ter feito uma acusação gravíssima contra um presidente da República sem apresentar provas, sei lá com qual objetivo político. Inveja? Dor de cotovelo? Ódio ideológico?

Mas volto ao jornalismo cafajeste da Folha: se o jornal de fato pretendia investigar o assunto, poderia muito bem ter publicado a denúncia como manchete de primeira página. Mas, se fosse assim, ficaria muito claro o jogo político. E a Folha se exporia. O que fez o jornal? Cercou o texto de César Benjamin de outras reportagens sobre o filme "O Filho do Brasil" e, como quem não quer nada, deixou a acusação flutuando no meio do texto.

Dois colegas jornalistas disseram que começaram a ler o texto de Benjamin mas desistiram no meio: era muito chato. Só ficaram sabendo da acusação na internet. Que, presumo, foi justamente o objetivo: agora os textos de "Dilma, terrorista" vão acompanhar os de "Lula, estuprador", nos e-mails que se espalham pelo mundo e ganham destaque especialmente nos chats e nos sites de relacionamento. É a propaganda eleitoral do século 21.

Sei do que estou falando: desde que o Viomundo tocou no assunto, recebi uma onda de comentários sustentando as acusações contra o presidente da República, de "leitores" que nunca estiveram no site. É, presumo, a turma encarregada de espalhar a "acusação" contra Lula, de dar pernas à versão assinada por César Benjamin. Ele é a Miriam Cordeiro, versão 2010. Faz parte dos que pretendem detonar o filme com o objetivo de evitar que Lula, lá adiante, transfira votos para a ministra Dilma Rousseff. Evitar que o "estuprador" eleja a "terrorista". Isso dá uma medida do desespero que essa possibilidade, cada vez mais factível, causa. E é na hora do desespero que os cafajestes se revelam.

PS: Um dos jornalistas com os quais conversei a respeito, leitor da Folha há décadas, me disse: "Vou cancelar a assinatura. Agora deu.".

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