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O muro de Berlin representava a força vergonhosa e contrária as promessas tão festejadas por muitos intelectuais, muitos homens e mulheres de bem, que creram na promessa de resolução dos problemas do mundo através da implantação das teorias desenvolvidas pelos pensadores socialistas.

Caiu o muro, e como na alegórica caverna de Platão, iluminou-se o lado escuro do socialismo, mas será que todos viram isto, será que o exemplo serviu para garantir que erros desta natureza não se repitam mais, ou os efeitos maléficos que propiciaram sua construção continua invisíveis e tentando resnacer com outros mantras?

O que conseguiu se soltar e ver a realidade tal como era, voltou e tentou mostrar aos outros, não conseguiu seu intento, foi assassinado. Destruido pelas forças desejosas de continuidade e preservação das sombras e vultos como realidade única. Será que os que se livraram do muro de Berlin conseguirão sobreviver e mostrar que existe uma outra realidade fora daquela apontada pela inteligêntzia?

Não vai ser fácil. Com o muro visível de tijolo e argamassa, a força bruta imperava e empedia a luz, hoje o que impede é a sutiludade desinformativa, vence a luz ou mais uma vez a treva?

Falou....

Tags: desinformação, luz, muro, realidade, treva

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Respostas a este tópico

Luzete,

vc entendeu?, então não complica menina, é que games sugere videogame e isto é coisa de capitalista.

Ligue não, viu essa menina, é que as vezes esqueço que o verbo pertence a uma classe de palavras que concorda em gênero, número e grau com o substantivo e com os adjetivos.

Mas você me faz lembrar um discurso do Rui Barbosa no qual ele em certo momento disse: nós é (e veio o famoso huuuuu!) e ele que somos brasileiros.

Falou menina, tenha um bom final de semana.

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e minha observação definitiva: o problema não está na coisas que são produzidas, afinal são homens que a produzem, não? mas no modo como as coisas são apropriadas... o problema pois não é a riqueza, mas a expropriação da riqueza, praticada por meia dúzia de sujeitos que você venera... e pensa que é livre!

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Luzete,

Quem lhe falou que venero capitalistas ou seja lá que seja. Eu, pelo contrário, sou contra o centralismo e seu planejamento onde quem escolhe desde o hospital que vou nascer até o caixão que vou ser enterrado, é o burocrata de plantão, sentado no ar condicionado e se achando o máximo. Isto com certeza não tem nada a ver com o livre mercado , com sua praxe nem sua catalaxia. Tão pouco capitalismo.

Mas estou iniciando outro poste denominado o "mercado e seus detratores" e se tiver tempo vai ficar ainda mais brava comigo. Porque vou demonstrar que a mais valia do Marx é puro silogismo erístico.

Certo menina, boa noite.

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Então a gente fica aqui a pensar... afinal de contas, quem (ou o quê) será o Nunes?
Ele parece supor que está dialogando conosco, mas não respondeu a uma única pergunta neste debate. Que diabo de diálogo é este?

Quando ele redige, dá em total non-sense como este aí em cima.

Quando ele se expressa com clareza, é replicando essas mentiras que são encontradas em profusão nos sites de extrema-direita, que ele me obrigou a acessar para desmontar a falsidade do ''Acuse seus adversários de fazer o que você faz.... A propósito, ele tem a cara de pau de deixar o episódio por isso mesmo, e ir saindo de fininho, insinuando que Maquiavel é maquiavélico.

Daí ele diz que está preparando o malho contra os detratores do mercado, e que vai demonstrar (nada menos) que a mais-valia do Marx é puro silogismo eurístico. Como é de se esperar, é nitroglicerina falsa, mas é engraçadíssimo: o discurso será que Marx está furado porque baseou-se nos economistas clássicos, que reconheceram que se equivocaram no que diz respeito ao valor das mercadorias; portanto, a única verdade ''científica'' é o valor subjetivo das mercadorias, o que está suficientemente lastreado na... chan-chan-chan-chan... FILOSOFIA ESCOLÁSTICA! Está tudo lá nO Cavaleiro do Templo que, junto com o Nunes e o Taliban, morre de saudades da idade média! Aguardem que vale a pena.

Só não rio é do mau hábito que estes ''intelectuais'' do Nunes tem de lotar estádios e fuzilar todo mundo. O que me leva a por em dúvida a suposta bonomia do nosso interlocutor (?). Afinal, diga-me com quem andas... além do fato de que, até hoje, ele ainda não conseguiu desatar este nó da gravata.

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Grande Hermeneuta,

Quando leio e converso com muitos amigos socialistas e são pessoas com alto grau de entendimento, eles me contestam com tanta veemência que as vezes fico com que extaziado. Eles conhecem como poucos a formação do pensamento da civilização ocidental. Nenhum deles gosta do mercado, mas também já deixaram de falar essas bobagens de meios de produção nas mãos do Estado, de planejamento centralizado e já entenderam que essa coisa de luta de classe não resolve nada, pelo contrário incita o ódio e termina no chacinamento de muitos e no máximo leva ao fundamentalismo eslâmico.

Quando lhe perguntei se já tinha lido o príncipe de maquiavel, foi para lhe perguntar onde está escrito neste livro "que os fins justificam os meios", mas não existe um intelectual com bom nível de entendimento que não reconheça que é esta a menságem.

Ao contrário do que você afirma que prefiro os direitistas, tenho o original do "Esquerdismo: doença infantil do comunismo", que por sinal está completo, e portanto muito maior que o que você indicou. E quando lido com acuidade sugere justamente o que digo a toda hora nas minhas assertivas. Vou continuar afirmando, não porque Olavo de Carvalho também o diz, não porque os bispos da CNBB também anuem, e também não porque muitos intelectuais esquerdistas assim o entendeu. Mas simplesmente porque conclui que é esta a mensagem que flui do folheto.

Não estou preparando malho contra os detratores do mercado, você está mais uma vez engando, mas vou demonstrar que a mais valia da maneira como o Marx a expôs não condiz com a realidade e como a maior parte da doutrina marxista se baseia na mera exposição de suas conclusões, que por sua vez é uma cópia com poucos adendos da exposta por Karl Johann Rodbertus (Este um economista sério e probo).

Em tempo Hermeneuta, se prestar atenção raramente trato de pessoas, não perco tempo em discutir se pedro ou joaquim é isso ou aquilo. Vou lhe lembrar o que diz Sócrates: Os sábios falam sobre ideias, os comuns sobre coisas e os medíocres sobre pessoas.

Não me arrogo o direito de ser sábio, mas também odeio discutir pessoas. Posso até pronunciar seu nome mas sempre me limitarei a concordar ou discordar de suas ideias. Também não me escondo atrás da covardia, sempre falo o que penso, só que o que penso não se refere a pessoas.

Só não rio é do mau hábito que estes ''intelectuais'' do Nunes tem de lotar estádios e fuzilar todo mundo. O que me leva a por em dúvida a suposta bonomia do nosso interlocutor (?). Afinal, diga-me com quem andas... além do fato de que, até hoje, ele ainda não conseguiu desatar este nó da gravata.

Hermeneuta, poderia até lhe responder, farei isto no memento certo, momentaneamente deixarei que os ensinamento do Lênin, lhe responda.

E sinceramente, tenha um ótimo final de semana.

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Nunes

Algumas coisas:

1. ''...essa coisa de luta de classe não resolve nada, pelo contrário incita o ódio...'' Como não é a primeira vez que você menciona coisa parecida, não posso deixar passar batido. A afirmação mostra que você desconhece o conceito e supõe que a Marx lhe tenha ocorrido, por ser um cara de índole violenta, convocar os trabalhadores bovinos, que até então achavam que tinham uma vida bem razoável, para dar um pau na burguesia. A afirmação mostra que você toma a palavra luta no seu sentido restrito. No entanto, ''A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das lutas das classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, senhor e servo, mestre de corporação e oficial, numa palavra, opressores e oprimidos, em constante oposição, têm vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora disfarçada, uma guerra que terminou sempre, ou por uma transformação revolucionária da sociedade inteira, ou pela destruição das classes em luta''. Ou seja, a luta de classes é um dado histórico, não é uma criação ou estratégia marxista, e não há ''deixa disso'' possível para contemporizar a situação, enquanto a sociedade for dividida em classes.
Nem imagino o que isto possa ter a ver com o fundamentalismo islâmico.

2. No Príncipe de Maquiavel não só não está escrito que ''os fins justificam os meios'', como a mensagem é bastante diferente: existe uma ética da política e uma ética da vida privada. Elas são diferentes e, freqüentemente, a primeira é muito mais exigente do que a segunda.

3. Parece que, com muitas voltas, você está admitindo que Lenin não disse o que você dizia que ele tinha dito. Constatei que o Google só aponta os mais fétidos sites da Internet como fonte da frase que você citou. Por que a coincidência?
Se você quiser continuar a declarar que o pensamento de Lenin conduz a esta conclusão, remova as aspas que o Cavaleiro do Templo colocou sacanamente, e assuma a responsabilidade pela interpretação. Neste caso estará eticamente obrigado a argumentar a favor da interpretação, se puder.

4. Nunes, seus textos são quase sempre feitos muito nas coxas. Tenho reclamado disso e, veja vc, este último está mais legível, não é não?

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Hermeneuta,

Vamos detrás pra frente. Minha professora de português na universidade ficava meia fora de centro comigo. Ela não conseguia entender porque não fazia a lição de casa direito. Ela me falava de um tal de tópico frasal e de uma tal de unidade e eu sempre achei isso uma frescura. Repito isto pra ti larga de firula porque sei que você está entendendo muito bem o que lhe digo. As vezes escrevo algo dúbio para averiguar o estado psicológico de meus interlocutores, outras vezes as pessoas precisam ter conhecimento específico. Mas não tenho nenhum interesse no winners intelectual.

Não estou dando nenhuma volta Hermeneuta, estou lhe afirmando que a mensagem de Lenin e justamente a que você sempre recebe quando escrevo. Então quando ele trata do legal e ilegal, de acordos com pequeno-burguês, da dupla moral, quando praticamente chama todos os trabalhadores de ignorantes e de como proceder para vencer o mencheviques, quando escarnece as esquerda pela ações pautadas e fraseologias muitos bonitas mas sem efeito prático...Enfim com a única coisa que ele parecia respeitar, uma espécie de desejo insano pelo poder sem importar com as consequências, nem com a propriedade privada, nem que essa propriedade fosse a própria vida.

Praticamente o que você me diz é o que está no manifesto comunista, esta é a visão de Marx e de seus seguidores, não se pode negar, evidente, que tudo o que ele descreve não existiu, mas daí a dizer que as pessoas estão dispostas a; até pegar em armas para consumar uma revolução, atende apenas a vontade do Marx e a dos que ele convenceu que tinha que ser assim. E como você parece não ver falhas na doutrina marxista, esta é uma delas. Se não porque dá sempre errado? Falhou com Georg Lukács, falhou com Rosa de Luxemburgo, falhou com Lenin, falhou Pol Pot, falhou com Mao Tse Tung, com fidel castro ... Por quê? E, então lhe pergunto: em toda ciência quando a teoria não condiz com a realidade, muda-se a teoria, porque o marxismo quer mudar a realidade?.

Hermeneuta, mesmo não concordando em quase nada do que você diz, vou plagiar não sei quem não sai de onde, você tem todo o direito de dizer e até meu último suspiro vou sustentar isto.

Abraço.

PS - Eu vasculho toda cultura existente na internet e francamente vejo coisas que me agrada e que me desagrada. Vi o blog do cavalheiro do tempo algumas vezes e vou lhe confessar, salvo exagero do blogueiro, existe muita coisa interessante. Quanto o adjetivo que usa contra eles é muito parecido com os que ele usa contra a nós que usamos este blog. Como não me enquadro e fujo do espectro político ideológico, nem um dos dois me afeta.

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Hermê, prezado hermano,

Nada de saias-justas, camaradinha Hermé de France, não se avexe.

Zezinha tece às vezes teias barrocas em papos-aranha, não por arroubos de pedantismo expressivo, nem preciosismo vernacular. Algumas associações semiautomáticas de baixo calibre e curto alcance.

Sua aproximação com alguma espécie de recaida medievalista tem razão de ser, como a continuidade do pensamento (e ciência) a partir do medieval (nada de Idade das Trevas, né? Imputação a-histórica derivada da renascença triunfante edificada sobre absolutismos e mercantilismos) e a tomar o medieval não como oponente, mas base fundadora do moderno.

Não se trata, portanto, de ignorar Nunes, porque Nunes é nossa antianunciação; mas recriar o espaço e ocupar o território de Nunes.Desprezar Nunes é equívoco, aconselhar pouca importância ao espaço de Nunes, tentador ao grupismo e à confraria dos “descontentes contentes”, é virar as costas a tudo o que nos confronta nesses tempos de conservadorismo, e em vez de virarmos as costas em pretensa superioridade, aproveitar pra depurar nossas próprias formulações e questionarmos nossos próprios papeis. Nunes é nosso padrão, e saber questionar Nunes é aprender a nos questionarmos, naquilo que temos de piedosos. Não existe maniqueísmo nesse processo. A democracia tem variadas interpretações. A do Nunes é talvez a mais primária; mas a progressista, esclarecida, modernosa e politicamente correta, é tão ou mais devastadora, porque pretensamente sofisticada, porque politicamente esterilizante, assética, bonitinha mas ordinária, feito zezita, quiqui.

Se Nunes puxa Maquiavel, vamos de Maquiavel. No fundo de tudo, a batalha pela alma dos liberais progressistas pacifistas comodamente instalados em suas convicções de “rebeldes modernos”, “revolucionários moderados”.

Assim, continuando:

“(...) se bem considerado for tudo, sempre se encontrará alguma coisa que, parecendo virtude, praticada acarretará ruína, e alguma outra que, com aparência de vício, seguida dará origem à segurança e ao bem-estar.” (Maquiavel)

De modo que quando se trata da ação política os juízos de valor não devem se limitar e se fundar no caráter imediato e aparente da ação, que não deve ser julgada em si como valor autônomo e intrínseco, mas pelos seus efeitos, resultados, consequencias, e os meios empregados e as formas de ação escolhidas e adotadas serão sempre julgados bons desde que o que foi atingido e conquistado tragam consigo a segurança e o bem-estar, a conservação do poder e a manutenção do Estado. Não existe nenhum tribunal da moral supremo e absoluto impondo-se sobre o mundo dos homens: as ações devem ser consideradas, adotadas e julgadas de acordo com a efetividade que podem conquistar, suas possibilidades de obter sucesso:

“(...) Procure, pois um príncipe, vencer e manter o Estado: os meios serão sempre julgados honrosos e por todos honrados, porque o vulgo sempre se deixa levar pelas aparências e pelos resultados, e no mundo não existe senão o vulgo; os poucos não podem existir quando os muitos têm onde se apoiar.” (Maquiavel)

Em Maquiavel, portanto, a distinção que separa a maioria dos homens (considerados viciados e maus; ignorantes e vulgares) da minoria (os virtuosos e bons; inteligentes e perspicazes), e a maior importância, mais central e determinante que dá à primeira categoria de indivíduos, como efetividade mais poderosa, predominante e impositiva, que anula, apaga, torna impotente a realização das qualidades da segunda categoria. Os conceitos de “bem”, “mau”, “bom” ou “ruim”, são mutáveis e relativos à ação política. O juízo do que é um “bem” e um “bom” depende da conformação e adaptação da conduta política prática em cada circunstância, onde esteja inscrita, da sua utilidade e eficiência na perseguição de objetivos políticos fundamentais de conservação do poder e efetivação dos interesses do Estado.

Também, em outra vertente argumentativa, o desejo de conquista e de exercício do poder é força natural que atua no coração e na mente dos homens; as suas ações, os seus empreendimentos, os seus esforços para essa conquista serão sempre admitidos e louvados, desde que produzam condições e recursos indispensáveis à possibilidade efetiva de uma vitória, e deverão ser sempre censurados quando não produzirem tais condições e recursos, e apesar disso promoverem empreendimentos para a conquista do poder. O que importa nesse caso é considerar a existência ou não de condições e recursos que possibilitem a ação vitoriosa.

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Hermano Zé

Como sempre brilhante. Parabéns e obrigado.

Algo mais importante do que o orgulho pessoal me levava a não dar por encerrada esta conversa com o Nunes. Não sabendo o que era, cheguei a achar que era pura neura, e fiquei irritado com isso.

Taí, Nunes, vamos no método chinês: se tens perguntas, respostas terás. Esta conversa sobre Maquiavel está apenas começando.

abraços

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Hermeneuta,

Sobre Nicolau, o que tinha de lhe perguntar já o fiz.

Só uma complementação. Pessoalmente entendo que ele tinha um profundo conhecimento do funcionamento do governo de sua época e, que, seu juizo sobre os indivíduos, tem muito mais substância do que os emitidos, hodiernamente, por muitos sociólogos de carteirinha e muitos políticos oportunistas. Talvez, se tivesse vivido na época, concordasse com ele em algumas coisas. Hoje a inspiração teórica é santo antonio Gramsci.

Mas essa discussão me serviu para ver quão disperso, mas fixo em muitos, as teorias e as técnicas mais cretinas do método tipo kgb/cia. Como muitos ficam, como que plantados numa visão despida de solidez e martelam nas mesmas teclas que Marx, Lenin e outros de sua época já enxergavam e descrevia com muito mais clareza.

As realidades mudam a cada instante, e os que raciocinam sempre sobre em como chegar ao poder, pode até chegarem, mas não saberão como usá-lo e vão a cada período aumentando a despesas para os filhos e netos pagarem a conta. E sempre criando a barreira de desenformação, hoje com tanta intensidade, que muitos intelectuais ficam como barata em piscina. Criando Joãos Batistas e Aladins da lâmpada neon.

Falou Hermeneuta, mas você também não respondeu sobre a essência de minha pergunta inicial.
Meu caro Zé,

Retirado o fato da comparação com o João Batista...Concordo que os tribunais da superioridade, são apenas ilusões quiméricas. As sociedades vão criando suas convenções e põe em prática suas conveniências. Claro que com formatos e metodologías diferenciadas, umas se aproximaram da essência e se balizam pela liberdade, sugerindo a livre iniciativa e suas perspectivas de futuro ignorado, lutaram contra a ignorância sem se arrogar ser a verdade suprema, compreende o relativismo circunstancial, entende que limites devem ser impostos e que o Estado não poder ser relegado ou trocado pela supremacia de um partido.
Por outro lado, existe os que se distanciaram deste panorama e entenderam que a razão pode superar quaisquer obstáculos, que o estado pode ser moldado ao sabor de seus desejos e vontades, como um prelúdio ao estágio superior, que é só fazer alguns ajustamento, nas diferentes profissões e alinhar os status, conformando os indivíduos a uma espécie de ferramenta útil ao modelo, como se um "crtl+C e crtl+V" se harmonizem e funcione como uma máquina a disposição do partido. Esta visão vesga que não considera o indivíduo como sujeito, apenas como grosas de ferramenta a disposição de uma liderança considerada perfeita, com o dom e sapiência supremos, dona do passado, presente e projetantes do futuro, jactando-se o "santo grau da humanidade". Entendo esse modelo como uma bazófia esquizofrênica que sempre terá como resultado o chacinamento da sociedade.

Ideologias? nem a da música de cazuza, não preciso de uma pra viver. Creio que as ideias, estas sim movem o mundo, mas a orientação político filosófica precisa ser, não apenas reciclada, buscar outras maneiras de ver o mundo. Todavia, isto dever ser feito considerando a unidade única, real, substantiva e materialmente consistente: o indivíduo.

Meu caro Zé, via de regra é suplantar maquiavel, Marx, Lênin...

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