Caso Palocci: O Que Menos Interessa é a Ética. Golpismo é o Nome!

A imprensa tem que ser criticada não porque investiga, mas porque é seletiva, e nesta seletividade, esconde um interesse maior que ela não revela. A serviço da oposição tem um único objetivo, que atravessou todo o governo Lula e agora atravessa o governo de Dilma: inviabilizar um projeto que, se tem erros, não são estes dos quais é acusado. Mas, suas virtudes. Para esta oposição e para esta imprensa, não está no programa a emancipação do país e muito menos um governo democrático popular que, pela primeira vez na história, busca um certo protagonismo das classes populares.

 

Se houvesse qualquer interesse ético da imprensa ou da oposição para condenar Palocci, a turma que hoje está na oposição, em frangalhos, e a imprensa não teriam sido cúmplices dos crimes, sérios, que delapidaram o patrimônio público e político durante a gestão de FHC. Se for necessário que se investigue Palocci, sim, mas não venham nos dizer que é isto o que interessa. Palocci apenas faz andar a fila que já tentou derrubar Ana de Hollanda e Fernando Haddad e que, agora, além de derrubar Dilma, querem também destruir o grande patrimônio que representou o governo Lula.

 

Se o interesse destes que hoje estão na oposição e da imprensa fosse mesmo a questão ética, menos interessante do que investigar o patrimônio de Palocci, teria sido investigar o que aconteceu durante os anos de silêncio sepulcral da era FHC e sem contar todos os desmandos que aconteceram e acontecem nos governos de São Paulo e de Minas Gerais, baluartes que ainda asseguram à imprensa e à oposição alguma sobrevida e o usufruto de benesses. Não fosse isto, por que se calam sobre o escândalo Alston e Eletropaulo (ver aqui ) e sobre o valerioduto mineiro (ver aqui )

 

À lista paulista e mineira, vamos adicionar alguns dos crimes não investigados durante a era FHC e que provam que não é a ética, nem a probidade, nem a transparência aquilo que move imprensa e oposição no Brasil, mas, tão somente, um profundo nojo do povo, desta gente diferenciada que insiste em ter um lugar ao sol e do projeto que dá conta disto. Tomando emprestado de um site, abaixo indicado, listo abaixo apenas alguns aspectos de alguns "fatos" que evidenciam a operação de silêncio, omissão e cumplicidade entre a direita e a imprensa, esta muitas vezes constrangida a, pelo menos, nomear os fatos, mas sem qualquer empenho com a investigação e cobrança.

 

"Promovido por “merecimento” a subprocurador-geral da República em 1989, Geraldo Brindeiro foi nomeado em 28 de junho de 1995 procurador-geral da República pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, tendo sido reconduzido três vezes ao cargo, terminando o seu quarto mandato em 28 de junho de 2003.


Enquanto procurador-geral da república do governo FHC, Geraldo Brindeiro foi fartamente criticado por sua inação. De 626 inquéritos criminais que recebeu, engavetou 242 e arquivou outros 217. Somente 60 denúncias foram aceitas. As acusações recaiam sobre 194 deputados, 33 senadores, 11 ministros e quatro ao próprio presidente FHC. Por conta disso, Brindeiro recebeu o jocoso apelido de “engavetador-geral da república”.

 

A negociata para a aprovação da emenda constitucional que permitiu a reeleição de FHC foi o primeiro grande escândalo deste governo. Em maio de 97, a Folha de São Paulo apresentou gravação de conversa na qual os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre, confessam ter recebido R$ 200 mil para votar a favor da emenda da reeleição. ...

 

Com a sucessão de escândalos no primeiro escalão federal e na base de apoio de FHC no Congresso, a oposição mobilizou-se para criar a CPI da Corrupção. Foi quando o intelectual Fernando Henrique ressuscitou o velho estilo Sarney/Collor e, mais uma vez, perverteu a máxima franciscana do “é dando que se recebe”. Saiu distribuindo verbas e negociando cargos para senadores e deputados que não assinassem o requerimento da CPI. Segundo a Folha de São Paulo, teriam sido gastos cerca de R$ 1 bilhão e 250 mil reais com a liberação de emendas de parlamentares que ainda se encontravam no item “investimentos” dos orçamentos de 1999 e 2000...

 

O “Show do Milhão” no Congresso... O rolo compressor do Palácio do Planalto mostrou o valor de alguns políticos do Congresso… Augusto Nardes, do Rio Grande do Sul, levou 103 mil reais…”. Mas há ainda outros deputados gaúchos que não demonstraram interesse político em investigar o mar de lama do governo federal. Estes, ao contrário dos anteriores, nem chegaram a incluir seus nomes no requerimento da CPI. São eles: Darcísio Perondi e Mendes Ribeiro Filho do PMDB; Edir Oliveira do PTB; Fetter Júnior, Júlio Redecker, Luiz Carlos Heinze e Telmo Kirst do PPB; Roberto Argenta do PHS; Nélson Marchezan e Yeda Crusius do PSDB.

 

Protagonista da derrubada de ACM, o senador Jáder Barbalho... Por onde passou, Jader deixou suspeitas. O auditor do Banco Central Abrahão Patruni Junior concluiu, no início dos anos 90, dois relatórios sobre o Banpará (o Banrisul deles). Em ambos, sustentou que havia fortes evidências de que rendimentos de aplicações financeiras do banco acabavam nas contas bancárias de Jader e seus familiares. Na época, Jader era governador do Pará. Depois, o senador virou Ministro da Reforma Agrária e desta época surgem acusações de que ele foi o beneficiário de uma operação fraudulenta com TDAs (Títulos da Dívida Agrária)... Márcia foi sócia de José Osmar Borges, acusado pelo Ministério Público de ter desviado mais de R$ 100 milhões da Sudam, em uma fazenda no Pará, até 1988...

 

Fernando Bezerra era senador do PMDB. Entre os anos de 1989 e 1998, ele controlava a empresa Metais Seridó S/A que recebeu R$ 3,9 milhões da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene)... Antes de ser ministro, ele ocupava um cargo importante: era líder do Governo FHC no Senado, ou seja, Bezerra foi o antecessor de Arruda.

 

Foi de R$ 196,7 milhões o estrago causado pelo desvio de verbas do TRT de São Paulo. Após ser preso sob a acusação de liderar o esquema, o juiz Nicolau dos Santos Neto afirmou ter procurado o então secretário-geral da presidência da República, Eduardo Jorge. Trataram de assuntos relativos à obra do Fórum Trabalhista de São Paulo. Procurava acesso à pasta do Planejamento. A história do Juiz Nicolau dos Santos Neto o “Lalau”, e a construção do luxuoso fórum paulista que já consumiu R$ 230 milhões de recursos públicos, ultrapassaram os limites da corrupção do Judiciário...

 

Se já era estranho o filho de FHC ser o comissário-geral-adjunto da Expo 2000, mais espantosa é a incompetência do rapaz. Paulo Henrique Cardoso foi apontado pelo Ministério Público como um dos prováveis responsáveis pelo superfaturamento na construção do pavilhão brasileiro na Feira de Hannover. O MP apresentou em sua ação 41 irregularidades relativas ao processo de compra e construção do estande brasileiro de 3 mil metros quadrados para comemorar os 500 anos do Descobrimento. As ações liminares foram contra o ex-ministro do Esporte e Turismo Rafael Greca (PFL-PR), Paulo Henrique Cardoso, a diretora de teatro Bia Lessa, amiga de família Cardoso, Fernanda Maria Bornhausen, Ricardo Dalcanale Bornhausen, filha e sobrinho do presidente nacional do PFL, Jorge Bornhausen. O contrato previa apenas a prestação de serviços de publicidade e seu valor era de R$ 1,5 milhão. A quantia estranhamente pulou para R$ 24 milhões! A Embratur contratou, sem licitação, a empresa brasileira Artplan Prime para a construção do pavilhão. Empresa que coincidentemente tem como sócios membros da família Bornhausen.

 

... Depois dessas confidências, Antônio Carlos perdeu o apoio irrestrito que possuía e passou a declarar que foi o próprio Fernando Henrique quem comandou o esquema de captação de recursos para o Caixa 2 de sua campanha presidencial, através do ex-secretário particular Eduardo Jorge.

 

O desabamento do palanque, onde discursava o cacique Antônio Carlos Magalhães, no dia 8/03, na cidade baiana de Jequié, foi um prenúncio de sua derrocada. Um mês antes, em conversa com três procuradores federais, o ex-governador biônico da Bahia fez uma declaração bombástica: o sigilo da votação secreta que cassou Luiz Estevão havia sido quebrado...

 

A estabilidade econômica, que FHC apregoava como grande feito de seu governo, virou sonho de uma campanha de verão. O equilíbrio entre os valores do dólar e do real foi sustentado com grande destreza pelos economistas do Planalto até a eleição de 1998. Neste ano, Gustavo Franco, então presidente do Banco Central, e Francisco Lopes, diretor de Política Monetária, sofriam pressões de empresários para que o real fosse desvalorizado. No dia 13 de janeiro de 1999, o governo federal cedeu. O dólar subiu e Franco saiu por discordar da decisão. Francisco Lopes foi nomeado para substituí-lo. Em seu novo posto vendia caro informações privilegiadas sobre juros e câmbio. Desta trupe participavam, além de Chico Lopes, Luiz Augusto Bragança, Sérgio Bragança e Rubens Novaes. Salvatore Cacciola, um dos beneficiados e dono do Banco Marka, desconfiava que os informantes do BC estavam escondendo algo. Para tirar a prova, o banqueiro resolveu grampear os telefones de seus antigos parceiros. Descobriu então que os cúmplices do presidente do Banco Central tinham uma relação especial com o banqueiro André Esteves, do banco Pactual, e repassavam informações sigilosas para mais dois bancos. Estes, recebiam dados mais detalhados do que o Marka. Desde setembro de 1998, Cacciola monitorava as conversas e a partir da instalação do grampo deixou de perder dinheiro. O mercado financeiro, nos meses seguintes, passou a especular uma desvalorização do real. Bragança e Novaes tranqüilizavam seus clientes, afirmando que o câmbio só mudaria em fevereiro de 1999. O abalo financeiro veio antes do previsto. O Marka não foi avisado a tempo e teve enormes prejuízos. Inconformado, Salvatore Cacciola ameaçou o grupo do BC que levaria a público a fita com as ligações telefônicas grampeadas. A chantagem funcionou. Cacciola levou um bilhão dos cofres públicos. Outros 600 milhões foram repassados para o banco FonteCindam. O presidente da instituição, Luiz Antônio Gonçalves, confirmou que, entre os dias 13 e 14 de janeiro, conversou pelo telefone com Francisco Lopes para resolver os problemas da instituição com as mudanças no limite da banda cambial. Somente esses dois bancos saíram ilesos da mão férrea do BC. O mais esquisito é que Fernando Henrique Cardoso e Pedro Malan ficaram sabendo dessas maracutaias apenas pela imprensa. Pelo menos é o que eles dizem..."

 

Se quiserem ver a lista completa(tem muito mais!) e a descrição completa dos crimes assinalados, acessem este link:

http://frasesdadilma.wordpress.com/2010/12/23/890/

 

 

 

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discordo apenas de que vocé é um otario, acredito sim que seja mais um enganado por discursos politico.O que devemnos mostra.é que eles se sentirão otarios, quando não mais poder ciontar com nossos votos. Nos enganam por quatro anos, mas nos vingaremos em um dia , o dia da votação. Temos este direito e esta obrigação.

 

Lamennto discordar de voce, mas a verdade é que todos os casos em que petista estão envolvidos, sempre dão um jeito de contornar a situação e continuar enganando o povo, gerando leis e artificios que os tornem impune. O PT acredita que quando eles estão no governo é democracia, quando outros estão é ditadura.É só observar quantos dissidentes sairam deste partido. As ideias e os principios que pregavam em nada se compara ao que é este partiod atual, ideologia e honestidade cairam por terra. Hoje vejo que partidos (todos) são na realidade quadrilhas que se empenham em extorquir os cofres publicos. O PT que era tido como uma esperança do povo, já esta contaminado com a a ganancia de ganhar dinheiro facil, empregar em cargos publicos os seus iguais e contribuir em abalar a democracia. Paulo preto roubou dinheiro do partido e hoje os que estão no poder ou em sintonia com ele estão roubando dinheiro do povo, meu, seu,. Estão roubando não só isto , mas o futuro de nossos filhos, a asude de nossos idosos e a esperança dos pais de familia.

Procure pensar como cidadão e não como simpatizante de partido politico e verá que também estara sendo extorquido e que politico nenhum merece nossa confiança e sim nossa fiscalização.

 

 

Para seu conhecimento, a Folha e a Globo, foram as que mnais contribuiram para a ascenção do Pt ao governo e que agora estão, comno todos estão decepcionados com tantas safadezas deste partido que enganou todo mundo, com pregrações de honestidade e comprometimento e no entanto mostra agora que são farinhas do mesmo saco. E temos que denunciar quem esta roubando atualmente e os roubos anteriores tem que ser investigados e penalizados.

É o lula pegou na veia.

 

Falou...

verdade, valquíria, e vc concorda, né cristovam?

por isto, eu gosto de lula, sabe? e vc também, né nunes?

ele chegou e disse: afinal, quem governa este país, somos nós, com todos os nossos erros, ou é a folha de são paulo e a globo? esta é a questão: se o governo lula, ou o governo dilma, tem que ser julgados, ponha-se na balança também os acertos. é um projeto que está em jogo. lula foi e é apenas um porta voz, aliás, importante, senão o mais importante, deste projeto. 

 

não é socialismo? claro que não! mas que é melhor do que ter serra no governo, ahhhhhhhhhhhh, isto é! tanto é verdade que nem os tucanos querem mais ele. acabou com o partido! este é o grande mérito de serra.

Sem discussões, prezada Luzete.

Mas Palocci ocupa cargo importante, deve prestar satisfações ao povo, ou coloca em dúvida o governo Dilma, que está sendo muito austero.  Fatos como este enfraquecem.

Meu abraço.

Jorge

Luzete,

É verdade que a grande imprensa é longe de ser isenta, e o jornalismo investigativo encomendado é a marca da maioria dos escândalos que estão em pauta. Produzido o fato, seja ele verdadeiro ou falso, o produto já foi vendido, e a venda se dá enquanto ele for quente. Apuração da verdade dá trabalho, e nunca deu ibope, que por sua vez é o maior interesse dos anunciantes que são também agentes importantes na receita da grande imprensa .

 

No caso de Palocci, é até possível que nada haja de ilegal, mesmo que obedecer à lei não implique necessariamente ser ético. Aqui, independentemente do ponto levantado pelo Flávio, se Palocci representa setores mais ortodoxos e/ou menos progressistas, a pergunta que fica é se realmente a presença de Palocci e seus pequenos e grandes pecados não representa um ônus grande demais para o governo Dilma.

 

Há quem diga que Palocci "se sacrificou" no passado após conhecida crise no governo Lula. Não tenho certeza desta interpretação dos fatos. Eu penso que Palocci deve no momento certo, que é na verdade o mais rápido possível, apresentar explicações convincentes à opinião pública. Não importa que o escândalo seja plantado, encomendado.  Palloci hoje não é um empresário. É um homem público. Um empresário que muito enriquece, legalmente, e num regime capitalista não  deve explicações públicas. Este não é o caso de Palocci. Não se pode confundir cumprimento da lei com comportamento adequado à função pública.

 

Concluindo, se dou razão total à Luzete quanto ao comportamento da imprensa, minha crítica é certamente ao comportamento de Palocci. Desculpe Luzete, se desviei do tema da sua intervenção, mas o incômodo com esta situação está grande. Acho que a Dilma merece logo uma posição firme de Palocci, seja ela uma explicação convincente, ou a volta para suas atividades de bem sucedido e milionário empresário.

 

 

 

mui prezado sr. miloch,

brigada por sua presença nesta simples casa, segurando a barra diante de tema tão espinhoso.

deus lhe pague!

ah, é agnóstico, ateu?

então, vou ficar devendo, pode ser?

 

Miloch e Luzete

Entendo claramente as vossas posições bastante coerentes. Entendo que num sistema em que a imprensa é leviana, há o direito e a tática da não resposta. Os casos citados da Ana de Hollanda e outros são típicos da situação em que espera-se esfriar a massa recheada de leviandade, que vai em busca de outra notícia mais quente. O problema é que no caso de Palloci, infelizmente, me parece que o direito ao silêncio já teve um custo muito alto ao governo. Não estou dizendo aqui que ele deve renunciar, mas no mínimo ele já perdeu a oportunidade de dar uma resposta mais convincente à imprensa, talvez porque nao teve a habilidade necessária no momento. Não espero de Palocci que seja um santo, e nem misturo ingênuamente o conceito de ética com a lei (isso , nós otários, citando outro colega aqui do fórum,  fazemos com nós mesmos...). Mas espero no mínimo que a presença de Palocci não venha atrapalhar um governo que tem tudo para fazer muita coisa boa pelo país. Outra coisa, espero estar enganado, mas este caso não parece que vai esfriar assim tão fácil.

valeu, paulo, sua presença aqui.

com um cadinho de força que me resta de um dia maluco, acho que não pensamos muito diferente, não, embora eu encontre resistência nesta idéia de que palocci, ou quem quer que seja, peça as contas, sempre que a imprensa apontar um problema moral, sabe, paulo?

 

discordo, claro, desta formas desprovidas de uma moral que prezamos. acredito que o PT e os petistas, em geral, estão se distinguindo pela dignidade na condução da política. mas, receio muito, que embarquemos neste barco da imprensa a cada tentativa de transformar eventos que nós, mais do que ninguém condenamos, em verdadeiros casos de Estado. não o são. e se cedemos aqui, cedemos ali (como se teve que fazer com o kit antihomofobia, com a questão do código florestal) e... 

 

se nossa sociedade é tão preocupada com a moral, se é tão progressista, por que condena o debate sobre a homossexualidade? se é tão progressista, por que não condenou os grandes atos de corrupção praticados no passado? para mim, paulo, é muito difícil, primeiro condenar palocci por ter jogado dentro das regras do jogo sem condenar as regras do jogo (nassif fala sobre isto em seu blog). é disto que se trata, não? as podres regras do jogo só valem prá eles, não?

 

as regras do jogo, estas e, sobretudo, todas aquelas que sustentam a corrupção, em todas as suas formas, estas, sim, deveriam ser definitivamente extirpadas. enquanto elas se mantiverem, nada estará sendo feito que avance em termos de moral. e nisto eles não querem mexer.

 

então é isto, paulo, a gente se concorda e analisa só um cadinho diferente os fatos, não?no fundo estou pouco cansada daquele discurso direitoso que quer porque quer colar no PT a idéia de que é um governo corrupto, quando este, sem dúvida nenhuma, é apenas o governo onde a corrupção foi mais investigada e punida. desde uma tapioca! pode melhorar? tem que melhorar?claro que sim! do governo ao povo!

 

Luzete,

Veja resposta ao Miloch acima. Na verdade espero ardentemente estar muito errado quanto às minhas colocações. Hesitei muito colocar a minha opinião. Simpatizo muito mais com a opinião Luzete-Miloch e gostaria de estar pensando como voces. Quem sabe amanhã, depois de refletir, e ver um indigesto noticiário da rede globo vou ter que dar o braço a torcer e admitir que sua maneira mais holística de enxergar este episódio era correta, e meu raciocínio não passou de uma ingenuidade detalhista e mesquinha de um cenário muito mais abrangente da nossa política tupiniquim.

Faço minhas as palavras do Paulo Sergio.

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