Caso Palocci: O Que Menos Interessa é a Ética. Golpismo é o Nome!

A imprensa tem que ser criticada não porque investiga, mas porque é seletiva, e nesta seletividade, esconde um interesse maior que ela não revela. A serviço da oposição tem um único objetivo, que atravessou todo o governo Lula e agora atravessa o governo de Dilma: inviabilizar um projeto que, se tem erros, não são estes dos quais é acusado. Mas, suas virtudes. Para esta oposição e para esta imprensa, não está no programa a emancipação do país e muito menos um governo democrático popular que, pela primeira vez na história, busca um certo protagonismo das classes populares.

 

Se houvesse qualquer interesse ético da imprensa ou da oposição para condenar Palocci, a turma que hoje está na oposição, em frangalhos, e a imprensa não teriam sido cúmplices dos crimes, sérios, que delapidaram o patrimônio público e político durante a gestão de FHC. Se for necessário que se investigue Palocci, sim, mas não venham nos dizer que é isto o que interessa. Palocci apenas faz andar a fila que já tentou derrubar Ana de Hollanda e Fernando Haddad e que, agora, além de derrubar Dilma, querem também destruir o grande patrimônio que representou o governo Lula.

 

Se o interesse destes que hoje estão na oposição e da imprensa fosse mesmo a questão ética, menos interessante do que investigar o patrimônio de Palocci, teria sido investigar o que aconteceu durante os anos de silêncio sepulcral da era FHC e sem contar todos os desmandos que aconteceram e acontecem nos governos de São Paulo e de Minas Gerais, baluartes que ainda asseguram à imprensa e à oposição alguma sobrevida e o usufruto de benesses. Não fosse isto, por que se calam sobre o escândalo Alston e Eletropaulo (ver aqui ) e sobre o valerioduto mineiro (ver aqui )

 

À lista paulista e mineira, vamos adicionar alguns dos crimes não investigados durante a era FHC e que provam que não é a ética, nem a probidade, nem a transparência aquilo que move imprensa e oposição no Brasil, mas, tão somente, um profundo nojo do povo, desta gente diferenciada que insiste em ter um lugar ao sol e do projeto que dá conta disto. Tomando emprestado de um site, abaixo indicado, listo abaixo apenas alguns aspectos de alguns "fatos" que evidenciam a operação de silêncio, omissão e cumplicidade entre a direita e a imprensa, esta muitas vezes constrangida a, pelo menos, nomear os fatos, mas sem qualquer empenho com a investigação e cobrança.

 

"Promovido por “merecimento” a subprocurador-geral da República em 1989, Geraldo Brindeiro foi nomeado em 28 de junho de 1995 procurador-geral da República pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, tendo sido reconduzido três vezes ao cargo, terminando o seu quarto mandato em 28 de junho de 2003.


Enquanto procurador-geral da república do governo FHC, Geraldo Brindeiro foi fartamente criticado por sua inação. De 626 inquéritos criminais que recebeu, engavetou 242 e arquivou outros 217. Somente 60 denúncias foram aceitas. As acusações recaiam sobre 194 deputados, 33 senadores, 11 ministros e quatro ao próprio presidente FHC. Por conta disso, Brindeiro recebeu o jocoso apelido de “engavetador-geral da república”.

 

A negociata para a aprovação da emenda constitucional que permitiu a reeleição de FHC foi o primeiro grande escândalo deste governo. Em maio de 97, a Folha de São Paulo apresentou gravação de conversa na qual os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre, confessam ter recebido R$ 200 mil para votar a favor da emenda da reeleição. ...

 

Com a sucessão de escândalos no primeiro escalão federal e na base de apoio de FHC no Congresso, a oposição mobilizou-se para criar a CPI da Corrupção. Foi quando o intelectual Fernando Henrique ressuscitou o velho estilo Sarney/Collor e, mais uma vez, perverteu a máxima franciscana do “é dando que se recebe”. Saiu distribuindo verbas e negociando cargos para senadores e deputados que não assinassem o requerimento da CPI. Segundo a Folha de São Paulo, teriam sido gastos cerca de R$ 1 bilhão e 250 mil reais com a liberação de emendas de parlamentares que ainda se encontravam no item “investimentos” dos orçamentos de 1999 e 2000...

 

O “Show do Milhão” no Congresso... O rolo compressor do Palácio do Planalto mostrou o valor de alguns políticos do Congresso… Augusto Nardes, do Rio Grande do Sul, levou 103 mil reais…”. Mas há ainda outros deputados gaúchos que não demonstraram interesse político em investigar o mar de lama do governo federal. Estes, ao contrário dos anteriores, nem chegaram a incluir seus nomes no requerimento da CPI. São eles: Darcísio Perondi e Mendes Ribeiro Filho do PMDB; Edir Oliveira do PTB; Fetter Júnior, Júlio Redecker, Luiz Carlos Heinze e Telmo Kirst do PPB; Roberto Argenta do PHS; Nélson Marchezan e Yeda Crusius do PSDB.

 

Protagonista da derrubada de ACM, o senador Jáder Barbalho... Por onde passou, Jader deixou suspeitas. O auditor do Banco Central Abrahão Patruni Junior concluiu, no início dos anos 90, dois relatórios sobre o Banpará (o Banrisul deles). Em ambos, sustentou que havia fortes evidências de que rendimentos de aplicações financeiras do banco acabavam nas contas bancárias de Jader e seus familiares. Na época, Jader era governador do Pará. Depois, o senador virou Ministro da Reforma Agrária e desta época surgem acusações de que ele foi o beneficiário de uma operação fraudulenta com TDAs (Títulos da Dívida Agrária)... Márcia foi sócia de José Osmar Borges, acusado pelo Ministério Público de ter desviado mais de R$ 100 milhões da Sudam, em uma fazenda no Pará, até 1988...

 

Fernando Bezerra era senador do PMDB. Entre os anos de 1989 e 1998, ele controlava a empresa Metais Seridó S/A que recebeu R$ 3,9 milhões da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene)... Antes de ser ministro, ele ocupava um cargo importante: era líder do Governo FHC no Senado, ou seja, Bezerra foi o antecessor de Arruda.

 

Foi de R$ 196,7 milhões o estrago causado pelo desvio de verbas do TRT de São Paulo. Após ser preso sob a acusação de liderar o esquema, o juiz Nicolau dos Santos Neto afirmou ter procurado o então secretário-geral da presidência da República, Eduardo Jorge. Trataram de assuntos relativos à obra do Fórum Trabalhista de São Paulo. Procurava acesso à pasta do Planejamento. A história do Juiz Nicolau dos Santos Neto o “Lalau”, e a construção do luxuoso fórum paulista que já consumiu R$ 230 milhões de recursos públicos, ultrapassaram os limites da corrupção do Judiciário...

 

Se já era estranho o filho de FHC ser o comissário-geral-adjunto da Expo 2000, mais espantosa é a incompetência do rapaz. Paulo Henrique Cardoso foi apontado pelo Ministério Público como um dos prováveis responsáveis pelo superfaturamento na construção do pavilhão brasileiro na Feira de Hannover. O MP apresentou em sua ação 41 irregularidades relativas ao processo de compra e construção do estande brasileiro de 3 mil metros quadrados para comemorar os 500 anos do Descobrimento. As ações liminares foram contra o ex-ministro do Esporte e Turismo Rafael Greca (PFL-PR), Paulo Henrique Cardoso, a diretora de teatro Bia Lessa, amiga de família Cardoso, Fernanda Maria Bornhausen, Ricardo Dalcanale Bornhausen, filha e sobrinho do presidente nacional do PFL, Jorge Bornhausen. O contrato previa apenas a prestação de serviços de publicidade e seu valor era de R$ 1,5 milhão. A quantia estranhamente pulou para R$ 24 milhões! A Embratur contratou, sem licitação, a empresa brasileira Artplan Prime para a construção do pavilhão. Empresa que coincidentemente tem como sócios membros da família Bornhausen.

 

... Depois dessas confidências, Antônio Carlos perdeu o apoio irrestrito que possuía e passou a declarar que foi o próprio Fernando Henrique quem comandou o esquema de captação de recursos para o Caixa 2 de sua campanha presidencial, através do ex-secretário particular Eduardo Jorge.

 

O desabamento do palanque, onde discursava o cacique Antônio Carlos Magalhães, no dia 8/03, na cidade baiana de Jequié, foi um prenúncio de sua derrocada. Um mês antes, em conversa com três procuradores federais, o ex-governador biônico da Bahia fez uma declaração bombástica: o sigilo da votação secreta que cassou Luiz Estevão havia sido quebrado...

 

A estabilidade econômica, que FHC apregoava como grande feito de seu governo, virou sonho de uma campanha de verão. O equilíbrio entre os valores do dólar e do real foi sustentado com grande destreza pelos economistas do Planalto até a eleição de 1998. Neste ano, Gustavo Franco, então presidente do Banco Central, e Francisco Lopes, diretor de Política Monetária, sofriam pressões de empresários para que o real fosse desvalorizado. No dia 13 de janeiro de 1999, o governo federal cedeu. O dólar subiu e Franco saiu por discordar da decisão. Francisco Lopes foi nomeado para substituí-lo. Em seu novo posto vendia caro informações privilegiadas sobre juros e câmbio. Desta trupe participavam, além de Chico Lopes, Luiz Augusto Bragança, Sérgio Bragança e Rubens Novaes. Salvatore Cacciola, um dos beneficiados e dono do Banco Marka, desconfiava que os informantes do BC estavam escondendo algo. Para tirar a prova, o banqueiro resolveu grampear os telefones de seus antigos parceiros. Descobriu então que os cúmplices do presidente do Banco Central tinham uma relação especial com o banqueiro André Esteves, do banco Pactual, e repassavam informações sigilosas para mais dois bancos. Estes, recebiam dados mais detalhados do que o Marka. Desde setembro de 1998, Cacciola monitorava as conversas e a partir da instalação do grampo deixou de perder dinheiro. O mercado financeiro, nos meses seguintes, passou a especular uma desvalorização do real. Bragança e Novaes tranqüilizavam seus clientes, afirmando que o câmbio só mudaria em fevereiro de 1999. O abalo financeiro veio antes do previsto. O Marka não foi avisado a tempo e teve enormes prejuízos. Inconformado, Salvatore Cacciola ameaçou o grupo do BC que levaria a público a fita com as ligações telefônicas grampeadas. A chantagem funcionou. Cacciola levou um bilhão dos cofres públicos. Outros 600 milhões foram repassados para o banco FonteCindam. O presidente da instituição, Luiz Antônio Gonçalves, confirmou que, entre os dias 13 e 14 de janeiro, conversou pelo telefone com Francisco Lopes para resolver os problemas da instituição com as mudanças no limite da banda cambial. Somente esses dois bancos saíram ilesos da mão férrea do BC. O mais esquisito é que Fernando Henrique Cardoso e Pedro Malan ficaram sabendo dessas maracutaias apenas pela imprensa. Pelo menos é o que eles dizem..."

 

Se quiserem ver a lista completa(tem muito mais!) e a descrição completa dos crimes assinalados, acessem este link:

http://frasesdadilma.wordpress.com/2010/12/23/890/

 

 

 

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Respostas a este tópico

Luzete, não quero continuar neste assunto.  Esgotou, sabe?  Deixe a Procuradoria-Geral da República, o mais alto órgão investigador do país chegar as suas conclusões.

Só isso, amiga!

Carinho,

Jorge

sim, senhor!

mas...

mas...

se a gente quiser continuar conversando sobre o (não) assunto, você deixa, né?!

tá bão, então!

brigada pela sua compreensão.

sr alexandre magno - em ver apenas o que o interessa....

o sr. fica repetindo essa charge medíocre em TODOS posts, então me repito tb...

Quer tirar o "bando"?

Dica 4 anos a gente conversa e o sr faz campanha pro playboy, por enquanto, ganhamos nós...

E aprende como se ganha eleição...

 

Aécio Neves: o novo BILIONÁRIO 10Share

dinheiro roubado desviado corrupção

Aécio Neves: o novo bilionário
Sem renda oficial suficiente, Aécio compra, por R$ 12.000.000,00(12 milhões), apartamento que pertenceu a seu avô Tancredo
Ex-assessor de Tancredo se assusta ao folhear relatório sobre o crescimento patrimonial do atual governador de Minas Gerais e afirma: “Quem diria, aquele jovem vindo do Rio de Janeiro, após a eleição de seu avô ao governo de Minas em 1982, trazendo em sua mochila bermudas e camisetas. Seu primeiro terno foi comprado pronto na Mesbla, com recursos de seu avô”.

Esta realidade assusta não só aos ex-assessores de Tancredo, mas a todos que conhecem a história de Aécio Neves.

Jamais exerceu qualquer atividade empresarial, comercial ou industrial. Desde 1983 exerceu apenas cargo público, ou seja, recebeu salário, primeiro no governo de Minas como assessor de seu avô, depois diretor de loterias na Caixa Econômica Federal e deputado federal por quatro mandatos, até ser governador de Minas.

Em 2006, após seu primeiro mandato de governador, seu patrimônio já gerava desconfiança. Porém, o crescimento após 2006 ultrapassa qualquer explicação. A não ser que o governador tenha ganhado três prêmios acumulados da mega-sena sozinho.

Aécio Neves, então candidato a governador de Minas em 2006, declarou ao TRE/MG um patrimônio total de R$ 831.800,53. Apenas três anos depois de eleito para o segundo mandato, o governador mineiro, apenas em uma aquisição, conseguiu ampliar 50 vezes seu patrimônio imobiliário, adquirindo a participação de todos os herdeiros de seu avô Tancredo no luxuoso apartamento situado em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro. O total pago foi de R$ 12 milhões, à vista.

Há um farto folclore sobre a suposta vocação dos mineiros para serem econômicos e demonstrarem conservadorismo na administração do dinheiro. É bastante provável que a fama seja inteiramente injusta, mas a declaração de bens do governador de Minas bem que dá asas à ideia de que, “uai, tem mineiro guardando dinheiro no colchão, sô”.

O economista Aécio Neves, 49 anos, informou à Justiça Eleitoral em 2006 que possuía em espécie R$ 150 mil. Declarou ainda um apartamento na cobiçadíssima Avenida Epitácio Pessoa, no bairro carioca de Ipanema, que apareceu na declaração de bens de Aécio com o preço de R$ 109,55 mil.

Ele não discrimina o número de dormitórios que tem o imóvel, mas uma rápida pesquisa em classificados de jornal mostra que o dinheiro é pouco até mesmo para comprar um “quarto/sala” por ali.

O fato pode ter a ver com um hábito dos políticos. Eles costumam utilizar nas informações prestadas à Justiça Eleitoral os valores dos imóveis constantes das declarações de Imposto de Renda.

Nessas, o contribuinte é impedido de atualizar o valor do bem à luz dos preços de mercado porque o esfomeado Leão quer aumentar ao máximo a possibilidade de morder ganhos de capital elevados, aumentando artificialmente o lucro obtido pela eventual venda do imóvel. Em tese, à Justiça Eleitoral, o candidato deveria informar o valor real do bem.

Além do apartamento de seu avô, outros imóveis foram adquiridos no litoral, principalmente em Angra dos Reis. Em Angra, o preço dos imóveis ultrapassa o valor pago no apartamento de seu avô.

Até mesmo dois imóveis no exterior seriam de propriedade do governador mineiro. A maioria dos imóveis encontra-se registrado em nome de empresas, desta forma, o nome do governador não aparece.

No contrato social também consta como sócia outra pessoa jurídica, uma empresa de “participação”. Entretanto, a maior parte do patrimônio do governador de Minas está em nome de empresas registradas em paraísos fiscais e em fundos internacionais, como ficou provado na investigação realizada pela Polícia Federal nos fundos administrados pelo Banco Opportunity, de Daniel Dantas.

Nestas investigações, diversas remessas realizadas desde 2003 por doleiros da Construtora Andrade Gutierrez e Camargo Correia foram identificadas como sendo para Aécio. Estes dados já se encontram em poder do Ministério Público e Receita Federal.

Evidente que o governador mineiro encontra-se no grupo de brasileiros que estão “acima da lei”, a exemplo do senador José Sarney. Desta maneira, membros da Receita Federal entendem que dificilmente ele será punido.

Na verdade, após a redemocratização do País, estes “senhores” organizaram o novo cenário de poder no Executivo, Legislativo e Judiciário. As Cortes superiores de Justiça têm quase a totalidade de sua composição por indicação do presidente da República.

“De 1985 até hoje, no STJ e STF já se renovou desta forma uma aliança entre Sarney, Collor, Fernando Henrique, Itamar e Lula representa uma ameaça para independência e estabilidade do sistema judicial”, afirma um ex-ministro do Supremo Tribunal Federal.

Políticos próximos de Lula informam que a recente posição de Aécio e de seu “escudeiro” Itamar Franco contra o Governo Federal é em retaliação às investigações feitas pela Receita Federal.

Senador do PSOL espera a presença da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para indagar a respeito da pressão feita por Dilma Rousseff em relação à investigação de Aécio.
Outra questão que está sendo apurada é a participação do governador junto com o deputado Nárcio Rodrigues (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa mineira, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), no mineroduto de 525 km de extensão para transportar o minério de ferro do sistema Minas-Rio, saindo de Conceição de Mato Dentro (MG) e chegando ao Porto de Açu, no Rio de Janeiro.

Obra que inclusive está para ser suspensa pelo Ministério Público Federal por irregularidades.

A participação do governador mineiro no setor elétrico seria também através de uma empresa. No inquérito, assusta a omissão da Codemig em relação aos pedidos da empresa de Daniel Dantas para pesquisa e exploração de jazidas minerais que pertencem à empresa mineira.

As investigações comprovam ainda que a diferença entre o valor declarado como da venda de nióbio de Araxá e o realmente recebido no exterior é escandaloso e estaria sendo administrado por um fundo pertencente ao Unibanco no exterior, que, por sua vez, vem aportando recursos no fundo que coincidentemente Aécio tem cotas.

Embora publicamente demonstre pouca amizade, Aécio é amigo desde a infância do proprietário do Unibanco, pois no mesmo prédio (apartamento adquirido por Aécio recentemente) sempre morou Walther Moreira Salles e seu avô Tancredo Neves.

Um dos procuradores da República encarregados das apurações foi procurado e nada quis afirmar, apenas advertiu ao Novojornal: “Relatar a totalidade do patrimônio de Aécio Neves antes da apresentação da denúncia seria trazer descrédito para o caso”.

O procurador tem razão, o crescimento patrimonial de Aécio realmente assustará, principalmente aos mineiros. Embora o enriquecimento de governadores de Minas Gerais após o término do período militar tornou-se natural.

Basta ver o patrimônio de Hélio Garcia e Newton Cardoso. Pouco visível fica o patrimônio de Itamar e Azeredo, que sempre utilizaram “intermediários” para tratar desses assuntos.
Fonte:http://www.novojornal.com/politica/noticia/aecio-neves-o-novo-bilionario-17-08-2009.html
Esse cara aí é um troll a serviço do Aécio. Só participa para tentar desmoralizar o governo Federal. Mas nao gosta nada de olhar para o rabo do patraozinho dele...
O GOVERNO BRASILEIRO DESDE DÉCADAS PASSADAS SE TRANSFORMOU EM ANTRO DE ROBALHEIRA ONDE SE INSTALOU E MANTÉM CULTIVADAS A CORRUPÇÃO E O CRIME ORGANIZADO CAMUFLADOS PELA INICIATIVA DE SE COMBATE-LOS EM OUTRAS IMAGENS QUE NÃO A DE SEUS AUTORES. QUANDO O BRASILEIRO TIVER A SORTE DE COLOCAR NA PRESIDENCIA DA REPÚBLICA UM HOMEM DE FATO QUE FAÇA VALER A NOSSA CONSTITUIÇÃO AO PÉ DA LETRA, AÍ O BRASIL PASSARÁ A SER O PAÍS MAIS RICO E PRÓSPERO DO PLANETA, POR ENQUANTO SOMOS MUITO RICO, PORÉM DE GOVERNO  CONSTITUIDO EM QUASE SUA UNANIMIDADE DE BANDIDOS, LADRÕES, CORRUPTOS, SEM CARÁTER, DESONESTOS E ANTIPATRIOTAS COMO ESSE TAL DE AÉCIO NEVES EM MINAS GERAIS TERRA DO MELHOR PRESIDENTE  QUE JÁ DEU O BRASIL EM TODOS OS TEMPOS E QUE NOS DEIXA CERTOS DE QUE NUNCA MAIS O BRASIL TERÁ UM JK EM SEU GOVERNO

"QUANDO O BRASILEIRO TIVER A SORTE DE COLOCAR NA PRESIDENCIA DA REPÚBLICA UM HOMEM DE FATO QUE FAÇA VALER A NOSSA CONSTITUIÇÃO AO PÉ DA LETRA"

 

Ops Áriston, ou uma mulher, né não?

Abços

Vou colocar o que pus no tópico do Flávio..

SENHOR MINISTRO,


Sua geração leu meu livro "Formação Econômica do Brasil" procurando entender nosso país, pensando em mudá-lo para melhor. Não creio que meus leitores buscassem lições para enriquecer. Seria perda de tempo. Havia neles uma mistura de fé na nossa gente e até de solidariedade pela fantasia desfeita de um economista que foi do Ministério do Planejamento, em 1962, ao desterro voluntário, dois anos depois.


Escrevo-lhe para pedir que tire das costas do governo a carga de problemas que são seus, derivados daquilo que chamei, referindo-me ao Roberto Campos, de "temperamento concupiscente".


A cobiça por bens materiais é coisa natural. Quando ela se mistura com biografias públicas, é comum que surjam conflitos políticos. Vivi 84 anos, fui ministro de dois governos e embaixador na Comunidade Europeia, publiquei cerca de 50 livros, um deles com 34 edições. Nunca me faltou o necessário.


Acusaram-me de muita coisa, jamais de ter comprado um par de meias sem que pudesse tornar pública a origem dos recursos. Morri num apartamento de Copacabana, com padrão suficiente para meus hábitos, bastante inferior ao que o senhor comprou por R$ 6,6 milhões. (Jantei outro dia com os ex-ministros Roberto Campos, Eugênio Gudin e Octavio Gouvêa de Bulhões. O Campos, com sua corrosiva maledicência, disse que as moradias dos comensais, somadas, não cobrem o preço da sua.)


Os discípulos dos meus colegas de jantar seguiram outro caminho. Depois que retornei ao Brasil, vi como fizeram rápidas fortunas, mas vi também como deixaram de fazê-las. O serviço público nada rendeu à minha querida Maria da Conceição Tavares ou ao Carlos Lessa.


Talvez sejamos uma espécie em extinção. Gente que gosta de relembrar e seguir a lição que ouvi do Raúl Prebisch, o grande economista argentino. Depois de presidir o Banco Central do seu país, viu que ficara "sem meio de vida". Convidado para a direção de grandes bancos, recusou: "Como podia colocar os meus conhecimentos a serviço de um se estava ao corrente dos segredos de todos?"


O senhor privatizou sua influência e justificou a própria concupiscência invertendo o dilema de Prebisch. Foi uma escolha pessoal, e Don Raúl admite que está no seu direito fazê-la. Não estatize os reflexos de sua opção patrimonial, transferindo o ônus para um governo eleito por 55 milhões de pessoas.
Do seu patrício,


Celso Furtado

Do Elio Gaspari



http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/6/5/d...



A explicação não vem Flávio, porque não pode ser falada.Ou, como disse um colega de plantão me tirando uma onda por eu ser petista: "ah, é que ele só trabalha com convênio médico bom..."

Esse caso me dá engulhos, sinceramente.

Não precisamos aqui discorrer - isso trouxe a maioria de nós para cá - sobre a parcialidade da imprensa, e blá blá blá.

Nem muito menos mentirmos a nós mesmos que "temos que esperar o julgamento", porque constantemente emitimos opiniões aos nossos adversários políticos por evidências.

Eu não aguento também essa história de porque fizeram ou fazem, pode...

É demais prá mim, afinal, a idéia era JUSTAMENTE ser diferente.

E é, mas não pode deixar um "aventureiro lançar mão" e ficar- se a impressão de que são todos iguais.

Certo tá Hermê, que nos livrem desse.














Jornalismo macunaíma (ai, que preguiça) do Estadão leu a Veja, obrou, foi dormir e chegou um dia atrasado nas bancas

 

Assim que a edição desta semana da revista Veja chegou às mãos dos jornalistas na redação do Estadão deve ter sido uma festa. - "Já temos pronta a edição de domingo!".

Apoiando-se na matéria da Veja que informava que Palocci aluga apartamento de um laranja em São Paulo, foram obrar. Partiram para aquilo em que o jornalismo macunaíma (ai, que preguiça) é especialista: produzir espuma e bolhas de sabão, sem uma substância sequer lá dentro.

Usam declarações em off (que por não existirem não podem ser desmentidas) de genéricos, do tipo "alguns petistas", "membros do governo", "deputados ouvidos", "fontes palacianas", tudo aquilo que não quer dizer nada, e às vezes até é dito mesmo, mas como vazamento...

A seguir, eles partem para os especialistas de plantão, prontos a repetir o que sempre dizem, com resultado zero há anos (graças ao Lima - e para o bem do país, diga-se de passagem).

Por fim, convocam algum líder da oposição caída, um daqueles que estão sempre à mão.

Tudo junto, o jornalismo macunaíma do Estadão foi dormir, porque a edição de domingo estava pronta. Um pulinho na página online do jornal, mostra o erro que cometeram: as matérias sobre Palocci se baseiam na furadíssima reportagem da Veja, que foi desmentida ainda ontem em plena manhã de sábado.

Fica ainda mais deprimente a reportagem com o líder do DEM (ainda existe?) no Senado, Demóstenes Torres, aquele do grampo sem áudio com Gilmar Mendes, especialista em Veja e figurinha carimbada do PIG.

A oposição aposta que o desgaste do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, ajudará no recolhimento de assinaturas na Câmara e no Senado para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). As suspeitas envolvendo o imóvel em que Palocci mora tornam a investigação indispensável, dizem os adversários do governo.

O líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), está convicto de que, agora, será possível obter as 27 assinaturas necessárias para abrir a comissão. "É inevitável a CPI. Todos aqueles que estavam aguardando um parecer da Procuradoria-Geral da República para decidir o que fazer agora não vão ter como não assinar o pedido de CPI", disse. (...) "Faltam oito assinaturas para a CPI ser aberta, mas, com essa denúncia, vamos conseguir um número superior às 27 assinaturas necessárias", observou o líder do DEM. [Fonte]


Coitados. Ainda não entenderam que a Revista Veja já sai da gráfica com prazo de validade das matérias v....

Agora estão chorando o Palocci derramado. Em vão. E o editor preguiçoso nem vai ser demitido pelo barrigaço-aço-aço, porque isso dá um trabaaaaalho (ai, que preguiça).

 

Extraído do Blog do Mello http://blogdomello.blogspot.com/2011/06/jornalismo-macunaima-aique-...

Entendo perfeitamente seu desconforto, caboclita, como entendo a dificuldade de o partido segurar Pallocci dentro das disputas internas e disputas contra aliados. Era presumível que alguma parte da casa iria ruir, tendo em vista a amplitude das alianças e entendimentos tratados antes da eleição, e posse, Lula, e tendo em vista antes de tudo a participação consciente numa disputa de poder em que predominam a aptidão em seduzir setores-chave do grande capital, nacional e internacional, o que significa a imposição de empreendedores-gerenciais como Meirelles e Pallocci em posições sensíveis de negociação administrativa dos movimentos financeiros. Por último, but not least, a captação de somas astronômicas destinadas à organização de comitês e despesas de campanha política. Isso tudo não é novidade pra ninguém, principalmente jornalistas raposas como Gaspari ou Clovis Rossi.

Pallocci fez o que lhe foi pedido. Criou canais de diálogo, abriu fluxos de irrigação monetária pra tocar a campanha e avalizou a incógnita Dilma junto aos setores de elite industrial e financeira, mesmo que Lula, com o seu prestígio, a tenha avalizado junto ao “povão”. Mas o governo dentro de uma realidade capitalista mundializada não depende só do apoio do povão. Supostamente, nesse processo de realizar na prática o sucesso da candidatura Dilma tenha havido composições heterodoxas e “criativas” de arrecadação, além de sinais contundentes de proveito próprio na confusa interação entre público e privado. Nesse sentido, o partido não tem nada a ver e ao mesmo tempo tem tudo a perder, mediante desgaste político e perda de referência na condução da articulação política, que é a Casa Civil. Nesse sentido, a bomba foi detonada no meio da sala e todos correm pra tirar uma lasca do botim político. O que não se pode permitir, e nisso tanto Dilma como Pallocci estão se empenhando ao máximo, é deixar abalar as bases programáticas sobre as quais se assentam o programa partidário, a partir de Lula e prosseguindo com Dilma.

Por isso insisto na convicção de que a resolução do “abacaxi” deva ser via institucional, administrativa, imputando-se responsabilidade individual e, se for o caso, penalização individual, de acordo com as esferas legais vigentes e prescritas pelo sistema democrático que vivemos. De nada ajuda demonizar a classe política e as instâncias de representação democrática em cima de atos individuais, mesmo que mídia e vozes de oposição tenham até o dever de transformar uma crise ética pessoal em crise institucional. Aí, cada um está fazendo sua parte legítima, o que deles se espera. Ao partido, PT, cabe negociar o desgaste e restringir o estrago dentro do limite mínimo a não ameaçar um projeto de governar. Pallocci, Dilma e até Lula são substituíveis. O que deve permanecer preservado é o projeto, mesmo que flertando com processos neoliberais e de condescendência com concentração de renda, lucros exorbitantes do mercado especulativo e exportação de reservas naturais. Assim mesmo, é mais aberto e democrático que as alternativas possíveis pelo lado da oposição (uma vez que as esquerdas ainda não reúnem condições práticas, nem de unidade ideológica, a assumir o poder institucional).

Então, não se trata de fazer a defesa cega de um quadro, nem de nos iludirmos com o clichê que mídias e direita tanto gostam de manipular, que é “farinha do mesmo saco” e que da obrigação de sermos “diferentes de tudo que está aí”. Os requisitos à disputa de poder e à manutenção da governabilidade valem pra todos, portanto, nenhum poder em exercício pode permitir-se ao exercício jesuítico da pureza ética e moral (nem os jesuítas acreditavam nisso). O que pode é preservar as linhas-mestras (se é que ainda existem) e o projeto político mais ou menos popular, aberto, democrático. Pra isso, sincermente, caboclita, vale tudo.

Pallocci vai cair. Seu destino é morrer em silêncio e submergir. Fez a parte que lhe cabia. Se lucrou por fora ou não, cabem às instâncias jurídicas e fiscal decidirem. Mas não vai cair como sinalização de falência de um projeto acima dele, acima de qualquer personalidade individual. Essa foi a novidade que PT e esquerdas trouxeram ao debate político do país.

As mídias? Há poucos dias noticiou-se que foi vetado um projeto de construção de um condomínio com 50 casas de alto padrão numa praia do litoral Norte de São Paulo, numa área pertencente ao vice-governador Guilherme Afif. Preço de cada casa: 4 milhões de reais. Algo mais menos num total de 200 milhões de reais (dez vezes os 20 milhões de Pallocci). Um só empreendimento. O assunto foi comentado e morreu. Não se fala mais disso. Por quê? Porque é empresário (apesar de político de longa data, apesar de ter sido deputado, senador, candidato a governador e presidente da república), e ninguém se dá ao trabalho de questionar como um empresário (como também Pallocci é) multiplica (fabulosamente) seu patrimônio. Aí é da natureza, né? Letra da Lei.

Pallocci vai cair. Seu destino é morrer em silêncio e submergir. Fez a parte que lhe cabia.

 

É isso Da lama, não misturei com o projeto de País, não sou inocente, vai cair quieto- que é homem de partido, mas está causando desgaste denecessário.

E, desculpa a pouca fé no humano...

duvideo-dó que não tenha levado um PFzinho básico...

Bj

pois é, da lama...

um dia ouvi, sim eu ouvi e vi darci ribeiro dizer que jango caíra não por causa dos seus defeitos, mas por causa das suas virtudes. então, se palocci, como você diz, foi o avalista de dilma junto aos setores mais truculentos da sociedade, este mesmo que representa o capital (sobre o qual não precisamos dizer mais nada) não faria sentido sua queda, não é mesmo? veja só o paradoxo! o comportamento, condenável para o projeto (e é disto que se trata e é isto que me interessa como cidadã) não o seria para aqueles que palocci representaria. então, porque cai?

 

por que palocci deixou de servir ao capital? por que insistem em derrubá-lo? juntam-se duas forças (as do PT e as da direita) e o resultado é este: todos entoando o mesmo hino, porém com objetivos diferentes. tomara que o projeto saia mais vivo desta tramóia toda, se o preço for mesmo este. mas eu não tenho dúvidas, se cair palocci, a direita não vai sossegar. eles sempre tem bala na agulha... e vamos perdendo os anéis... tomara que não percamos os dedos... e se a direita prevalecer, em toda a sua falsidade, arrogância e ganância, para aquilo que preservamos de radicalidade ficará mais fácil lutar. sei disso. mas eu quero mesmo é que se radicalize o projeto no âmbito mesmo do capitalismo. que se esgarce as suas possibilidades e, assim, aprender a lutar para a qualidade para todos. e não apenas quantidade... sei que é mais difícil, mas é deste jeito que leio o barbudo alemão... e o meu italiano...

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