Ao observar a informação disponível a respeito do processo legislativo objetivando a reforma da previdência no Brasil, noto que muita atenção é dada aos dois extremos do processo: a questão das contribuições e a questão dos benefícios.

Julgo oportuno mencionar a importância de a lei definir as características da entidade encarregada de gerir os recursos financeiros oriundos das contribuições periódicas dos assistidos obedecendo a diretrizes, limites e requisitos ditados pela autoridade competente a exemplo da Secretaria de Previdência Complementar.

A rentabilidade do capital aos cuidados dessa entidade gestora é uma variável tão importante quanto o valor das contribuições dos assistidos na determinação do valor dos benefícios a serem auferidos e na determinação dos parâmetros de idade adequados à realização dos objetivos inerentes à previdência.

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