COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO HISTÓRIAS DE RIO DÔCE - JGeraldo

 

Caro primo José Geraldo:

Aproveito a oportunidade para enaltecer seu empenho em resgatar a história de nossos antepassados e de pessoas de personalidade marcante na história de Rio Doce.

Quanto a meu avô Caetano, infelizmente tenho dele uma vaga lembrança. Quando o conheci , ele já estava com alzheimer. Informações mais minuciosas sobre ele, eu as tive ao ler seu precioso relato no livro e na INTERNET ( site de Rio Doce ).

Seu livro é interessante. Caracteriza bem as pessoas e contém " causos " muito engraçados.

Tendo em vista o aspecto educativo, acho que ele poderia abarcar um número maior de leitores, menores de idade, não só na família, mas também em escolas se nele se excluísse o relato das " estrepulias narradas na crônica " Lavrador Anônimo ", em que você fala da figura " carismática" de seu pai.

Já que você é um observador atento, bom contador de "causos" e apreciador de textos literários, envio-lhe, neste ensejo, em anexo, duas mensagens de minha modesta lavra, elaboradas há um bom tempo.

Desejo-lhe sucesso em seu belo trabalho de resgatar a história de pessoas e valores de nossa terra.

José Celso(Diretor de um Colégio em João Monlevade)

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Bom dia, amigo... José Geraldo.

Embora tenha andado meio perdido na história do Vovô Henrique, pude sentir a sua sensibilidade e o seu carinho ao falar de entes que lhe são tão queridos. Aos poucos vou lendo, aos poucos vou sentindo e muito rapidamente vou percebendo um clima de lenda, mesclado de realidade, mas denso e carregado de miséria em torno de figuras que povoam a nossa imaginação. Sabemos que historiador sempre faz a história acontecer com alguma coisa a mais de suas próprias entranhas. Também sou de uma região do Rio Doce, mas do Alto Rio Doce, Zona da Mata Mineira, onde o mosáico de vidas pitorescas faz o assoalho de muitos compartimento de nosso espírito. Revendo algumas destas figuras, de minha terra, que também acredito lendárias, vejo em muitas de suas histórias outros Antônios Agostinhos que ajudam a dar a cor de crueldade às paredes da nossa população. Mas é assim a vida. Entre lendas, que não são realidades, tudo serve como realidade para se escrever a história de nossa gente.

Um abraço, José Geraldo. ................ Jair(Filósofo, eis seminarista, escritor)

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Meu grande mestre José Geraldo,

Li seu livro neste fim de semana (domingo, na verdade).

Um livro, para ser atrativo, na minha modesta opinião de leitor, deve gerar dois tipos de emoção: 1) gerar sempre uma expectativa para a próxima pagina, sem ser cansativo, uma curiosidade para a próxima idéia do autor, com um toque de emoção em cada linha; 2) um ensinamento, um aprendizado, algo novo, uma lição, não pensada ou não detalhada, uma nova visão, seja ele vivida ou histórica, estudada ou pesquisada.

Desta forma, vamos ao seu livro:

Primeiro, as coisas que gostei:

- O prefacio da Luiza Coutinho. Profundo e muito bem escrito. Não conheço, mas deve ser uma escritora talentosa ou pelo menos tem talento para isso.

- A parte histórico inicial sobre a vinda de Caetano Cenachi e de sua família. Muito interessante o momento histórico e a forma que o narrou. Me gerou curiosidade de saber mais, de conhecer a Itália da época do ponto de vista de uma família simples, a expectativa da vinda da família Caetano, porque vieram, como eles sobreviveram. Pena que foi tão pouco. Você poderia ter explorado mais esta parte. Você tem jeito para pesquisador e sabe contar, sem ser chato.

- A parte final do contos. São contos leves, engraçados, para cima, atraentes, geram a curiosidade para o próximo passo. O Paranhos é uma figura rara e quase podemos vê-lo. O conto final também, do Antonio Agostinho, o  “mau”, o fantasma, foi ótimo, o melhor deles. Em alguns pontos, porém, poderia ser reduzido ou menos detalhado...

- A parte central, da história da família, como trabalho de pesquisa.

O que não gostei:

- A parte central,  da história (na verdade “estória”)  da família. Para quem não conhece as pessoas ou não são da família, ficou chato, sem curiosidade para o próximo passo, detalhada demais, “estórias” emotivas demais para quem conhece e lacrimosas para quem não faz parte de família.

Bom, enfim,  no geral, gostei, e acho que você tem jeito para escritor. Pode não ter a capacidade literária de um Gabriel Garcia Marques, mas sabe aliar a emoção com o conto fácil (é o que eu estou tentando fazer). Falta apenas centrar as idéias no leitor e não em você, no que o leitor gostaria de ler, de tentar despertar nele a curiosidade, a expectativa para o próximo passo. Mas entendo que o livro tem seu aspecto histórico e familiar e  isso faz com que prejudique a visão para aqueles que não são de Rio Doce ou da familia Cenachi. Por isso, se você escrever um livro, não familiar, creio que pode ficar muito melhor.

Bom, José, parabéns, quero ler o seu próximo livro e vou dar meus comentários sinceros, se você não ligar.

Um abraço José,

Sebastião(Engenheiro da Cemig e escritor)

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"Zezé de Caetaninho" - permita-me a liberdade de chamá-lo assim!

Como filho da “afilhada, comadre e filha" de "Madrinha Carneiro" - Assim minha mãe Celina  - ou Cilina - como queira ,se referia , deixando  sempre transparecer um misto de eterna  gratidão e emoção à Dona Maria Carneiro, sua Vovó!

Não tive a felicidade de conhecê-la, pois, quando nasci Ela já havia falecido. Aliás, sou "irmão de leite de Henriquinho!" Recebi uma visita Dele aqui em casa em 1995, quando tinha 01 ano de casado e minha filha Áurea estava com 01 Mês. Mais exatamente em final de dezembro de 1995, pois Ela nasceu dia 07 de dezembro e ainda não havia completado um mês.

Convivi ainda muita criancinha com Ele e tenho uma vaga lembrança do "Sô Henrique" andando a cavalo para visitar as lavouras de café, cana, etc. acompanhado pelo "Bolerinho”, cachorro de estimação.

Meu Pai, José Acácio, carreiro da fazenda naquela época, também homem de confiança do "Sô Henrique”, e, segundo filhos de Dona Sinhazinha, meu pai tinha muita paciência, pois quando de férias, não davam sossego a Ele, dependurados no carro de boi, com quatro juntas, puxando cana e café para a fazenda, pedindo "garapa, puxa, melado e rapa”, que são as fazes da fabricação de rapadura. Havia ainda, alem do lago dos patos, folcloricamente citados pela Imaculada, o curral, a mangueira perto do muro pela qual descíamos à tulha, os terreiros de café, de arroz, a pedra em forma de Santa ao lado da varanda e muito, muito, muito mais!

Minha Mãe Celina, quando chegava a Rio Doce para a missa, sorridente, comunicativa. Simples e cativante ás vezes na companhia da “Comadre Juraci de Inácio”, tinha a primeira parada obrigatória no portão da casa de "Naná de Caetaninho”. Lembro-me da "reciprocidade" à simpatia Dela, quando vocês levantavam-se, vinham abraçá-la, demonstrando gratidão, alegria e simpatia. Ela, Minha mãe Celina ou Cilina com costumavam chamá-la, dedicava uma atenção especial por você Zezé pelo carinho e atenção e por Hélio (que ate hoje não conheço) por dizer "que era muito bonito e fazia ate propaganda na televisão!”. Tem também uma das meninas, não sei se a Vanilda? a quem minha mãe também muito elogiava

Senhor Sílvio Pereira: Tive a oportunidade de conviver com Ele por alguns anos. Deus e a família concederam-me esta oportunidade. Antes, quando Ele viajava, já dormi por varias vezes como companhia de Dona Joaninha na fazenda. "Passava um medo que doía!”, mas não falava. Aliás era “companhia” Dela, não é mesmo?

Posteriormente, exercendo minhas funções de Técnico de Enfermagem, em Rio Doce, anos depois, aprendi muito com Eles - Sr Sílvio e Dona Joaninha. Com Ele, além de outras qualidades, admirei sua inteligência, persistência e coragem, liderança, etc. Adorava vê-lo quando, apesar da  enfermidade, usando sua  inteligência, capacidade de decorar e  o dom artístico para interpretar, recitar o “Poema dos Cisnes”, com emoção e uma interpretação brilhante, parecia fazê-lo em tom de despedida, relacionando-o àquela faze de sua vida .

Ela (Dona Joaninha), dedicação a família, serenidade, companheirismo dedicação exclusiva  ao Sr Silvio durante o período de enfermidade. Respeito em relação aos colaboradores empregados, ajudantes ou subordinados como queiram.

Quanto ao seu Pai, (Sô Caetaninho) lembro-me Dele já como  proprietário/administrador do Sitio Gambá. Sempre na luta em prol da família, embora saiba que “numa época em que não se conseguia as coisas básicas que regem a política hoje: Dinheiro e projeção”. Foi um dedicado, honesto e batalhador Prefeito de Rio Doce.

Tive a honra de ser convidado por Nilson seu irmão para ajudar nos cuidados durante a enfermidade do Sr Caetaninho, porém, já tinha compromisso na época e não pude colaborar. Quando digo “a honra”, é porque penso que, quando participamos de cuidados de enfermagem em domicilio, passamos a "fazer parte temporariamente da família" .Ouvimos tudo, sabemos tudo e damos até mesmo opiniões. temos que ter acima de tudo: Profissionalismo, equilíbrio, honestidade, serenidade  caráter e princípios de formação familiar. aquilo que não se aprende nos bancos das escolas ou nas ruas, mas no seio da família. O que costumamos chamar de "berço"!

Em tempo:

Conversando com meus irmão que me fizeram uma visita por estes dias, Geraldo, Carminha e Margarida. ficaram maravilhados com sua obra. A Carminha chegou a se emocionar. Ela É afilhada de Dona Maria Carneiro e Sô Henrique e foi batizada lá na fazenda! Além da Minha mão que também era afilhada Deles.

Parabéns pelo livro, que nos remeteu ao passado. A maioria das "histórias e causos” eu já havia ouvido de meus pais que viveram lá na fazenda e foi uma oportunidade ímpar para relembrá-los.

Obs. Obrigado pela dedicatória. Agradeço em memória de meus Pais! Sou obrigado a não ser modesto a ponto de concordar com você sobre os comentários sobrem Eles. Realmente eram muito acolhedores. Mesmo na “pobreza material” extrema em que vivíamos, constituíram uma família riquíssima! Alicerçada na Fé, no respeito e na caridade!

Juca Rodrigues era parente próximo de meu avô Zé Rodrigues. VC pegou pesado em!

Abraços.

Continue inspirado. Que este livro seja o primeiro de muitos. Em breve, certamente estará nos brindando, usando com ferramenta sua inteligência, habilidade e conhecimento.

Rio Doce, 20 de fevereiro de 2010.

Antônio Áureo do Carmo. Tel (31) 38835326   cel.: 84266946(Presidente da Sociedade S.V. de Paula, Enfermeiro, Talento para escrever)

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José Geraldo, bom dia!

Primeiramente quero te elogiar pelo livro. 
Achei muito interessante de como você colocou os fatos e explicações referente as pessoas. Deve ter sido difícil reunir todas aquelas informações. Ali eu identifiquei lugares que passei por muitas férias de minha infância, em especial o sítio das Perobas, chamávamos de casa do Niquim. Até hoje quando vou em Rio Doce dou uma passadinha lá, mas infelismente não consegui nem entrar da última vez que fui, (setembro/2008), de tanto mato que tinha. É uma pena de como as coisas e lugares vão se perdendo.

Bem, o motivo principal desse e-mail é que ao ler seu livro, percebi que faltou uma informação que eu esperava ansiosamente em ler ali. Na página 20 onde foi colocado os filhos do Caetano (meu bisavô), foi citado que o Ângelo morreu precocemente foi casado e não deixou filhos (isso também aparece na página 37). É uma pena que tenha morrido precocemente, mas quando isso aconteceu ele já tinha um filho, Geraldo de 2 anos (meu tio - que era conhecido por Ní) e minha vó, estava grávida de cinco meses (Caetano - meu pai).

Essa informação é só para motivo de conhecimento, entendo que deve ter sido difícil reunir tantas identificações da família Cenachi, já que a maioria tinha o nome de Caetano.

Fiquei feliz por ver a foto do casamento do meu avô (na página 138), tenho essa foto original comigo, me lembro que alguém me pediu fotos da família Cenachi, eu scaniei essa e mandei pelo orkut.

Mais uma vez, parabéns pelo trabalho.
Helena Raquel Cenachi

José Geraldo, bom dia!

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Prezado tio escritor , te escrevo para lhe agradecer o livro e a dedicatória . Infelizmente sou um péssimo leitor e não tenho muito hábito de ler , as vezes até me envergonho disso , mas , alguns livros me deixam loucos que não consigo fazer nada antes de devora-lo por inteiro . Com seu livro , foi assim . Praticamente já li ele todo ; nem uma visita a privada me desgrudo dele . Ficou muito bom . Suas pesquisas familiares , fotos não foram em vão . Vc criou uma fonte preciosa de pesquisa familiar e costumes locais . Acredito que vou ler ele umas 50 vezes , principalmente pelas questões históricas que vc sabe que me chamam muita a atenção . Não tenho dúvida de que qualquer Cenachi tem que ter um , é uma identidade familiar .Espero que vc já comece escrever o segundo .ah , não sabia que eu tinha a mania de lavar bicos em privada ...será que ñão era o paulo Henrique ?

Parabéns pela obra que ficou maravilhosa

Juninho(Engenheiro da Emater, Violonista, contador de “causos”)

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José Geraldo,

Li  seu livro, que foi repassado pelo Tukoff, e achei interessante. Parabéns

Para a próxima edição tenho a ousadia de sugerir o seguinte:

1 – Mudar para um título mais universal como por exemplo: “ DO RIO PÓ PARA O RIO DOCE – A saga da família Cenachi” ou “DA ITALÍA PARA O BRASIL - A saga da família Cenachi”;

2 – Incluir os comentários dos familiares e amigos no texto e citá-los nos agradecimentos;

3- incluir um organograma da família Cenachi para facilitar os leitores fora de sua família.

Outra coisa: e aí quem foi mesmo que deu o beijo na égua?

Abraços,

Adevaldo(Engenheiro, colega da CEMIG)

 

Cenachi,

leia os comentários do Adevaldo. Na 2ª sugestão dele: "...inserir comentários dos parentes e amigos..." é o que você fez, embora os comentários não estão juntos no início do livro, como ele sugeriu, mas sim junto aos capítulos pertinentes. Cenachi, na minha opinião, você colocou os comentários no espaço certo do livro.

Acredito que o Adevaldo fez este comentário sem atentar para o detalhe que eles, os comentários, são somente para o "caso" em questão e não para o livro todo. Favor desenver o assunto com ele. Tenho guardado todos os comentários recebidos e também todas as dedicatórias que faço. Certamente farão parte do próximo livro. Neste caso, você é  quem mais vai ter comentários publicados. Não vai querer me exigir direitos autorais por isso, senão minhas velhinhas do Lar da Vovó vão ficar chupando o dedo.

As sugestões do Adevaldo, sobre o título de um provável 2º livro de sua autoria, são muito bons.

Também gostei. Não cheguei a refletir sobre o assunto, talvez porque não tive a intenção de editar o livro para o público no geral. Isso aconteceu de última hora e, certamente, esta sugestão será aproveitada numa próxima edição. Está muito no início, mas tem uma editora querendo comprar os direitos autorais deste livro e o revisor deles corrigirá muita coisa em função de transformá-lo em um livro, conforme o Adevaldo está entendendo. Só estou vendendo-o para amigos muito próximos. Fiz 500 e já vendí a metade. Todo mundo que venho tendo a oportunidade de oferecer pessoalmente compram.

Procurei colocar no meu livro somente as histórias que, considero,  tazem crescimento humano. Alguns leitores têm achado o livro cômico, irreverente e até mentiroso. Estas não foram a minha intensão. Tudo que está alí é verdade, até admito que possa ser minha verdade somente. Quero dizer que diante de outras pessoas que junto comigo presenciaram o mesmo fato não enxergaram o que enxerguei. Na época em que se passaram os fatos que relato não exista em Rio Doce homosexuais em consequência de restrições de extravasar a sexualidade, também não existia estrupos e práticas bizarras de sexo. Considero que o benefício vem daí. Nossas necessidades sexuais eram satisfeitas assim que se manifestavam. Começavam por vegetais, passava por bípedes, por quadrúpedes de pequeno porte e, a seguir, por quadrúpedes de grande porte. Agora, ninguém admite isso,  a classe é desunida para esse assunto.

Pedro

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Cenachi,
fui à casa do Gabriel, hoje, à noite. Levei seu livro para ele. Enquanto conversávamos, ele lia partes do livro. No capítulo que descreve o seu tio, o Dr. Linhares, Gabriel afirmou que conheceu o seu tio. Gabriel, também ficou hipnotizado pelas partes que leu. Gostou muito da sua escrita, leve e clara. Agradável mesmo! Cenachi, ele sentiu a importância do seu trabalho, em preservar epsódios verdadeiros, que fazem parte da história de muitas pessoas. Dando o livro, "Histórias de Rio Doce", à Gabriel José Bicalho, acertei na minha intuição mais uma vez. Cenachi, Gabriel quer lhe conhecer.Pedro

E aí Tukoff,

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Cenachi,

é com muita alegria que eu e Eliana  recebemos esta notícia sua. Veja bem. Você escreveu um livro com uma intenção. O livro foi bem elaborado e tem agradado a muitas pessoas. É portanto um livro de muito valor, com o conteúdo de preservar histórias e costumes de uma época no interior de Minas Gerais.

Cenachi, o seu livro já não é mais só seu. Ele faz parte da vida e memórias de muita gente, agora e certamente terá mais leitores no futuro.

Participar desta reunião da APL e ser homenageado com o título de Membro Correspondente, é um merecido reconhecimento do seu esforço e dos seus colaboradores.

Parabéns!

Eliana e Pedro

Li a livro do José Geraldo e achei interessante falar sobre sua família. Agradecimento a vocês pelo presente.

Caso ele publique nossa edição faço algumas sugestões para torná-lo universal:

1. Mudar para um título mais universal, por exemple “DO RIO PÓ PARA O RIO DOCE”  ou “DA ITÁLIA PARA O BRASIL” – A saga da família Cenacki ;

2. Inserir os comentários dos parentes e amigos no texto do livro e indicar no início as contribuições;

3. Apresentar um organograma da família do José Geraldo para facilitar ao leitor de fora .

Diga ao José Geraldo que aquela estória do beijo na égua ficou mal contada.

Tukoff siga o exemplo de Jose Geraldo e conte a história de sua família, que acredito se interessante – “DA RÚSSIA PARA MARIANA  - A saga da famíl1a Tukoff”

Abraços,

Adevaldo

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Petrópolis, 15 de setembro de 2009.


Prezado Escritor José Geraldo,

Saúde e paz!

O livro escrito por V. Senhoria tem cheiro de Minas, tem  o aroma de terra batida, de café torrado e moído na hora. O bucolismo das paisagens, a preservação da memória, o culto às raízes, a riqueza do vernáculo, fazem-me lembrar Drumond, Vosso primo ou tio?, Cecília e também  Maria Helena, esta  escreveu "Por onde andou meu coração..." (irmã de Aluizio Azevedo)
Antes de mais nada apresento-me. Sou Tio-padrinho na consideração de Kelle e irmão de Elizete. Convivi por mais de trinta anos com a fidalguia de Gerson Flávio Cenachi, esposo de Elizete. Tive a primazia de conhecer Vossa esposa Efigênia, uma bela e doce Criatura de Deus, com todo respeito. Na obra pude conviver com  o Patriarca Caetano Cenachi, esposa Gertrudes e Familiares. Senti até vontade de conhecer Rio Doce. A tradição e laços familiares transluz por toda obra. A iconografia é rica e histórica, retratando uma época, deixando impregnado em cada nuança um pedaço do coração. Parabéns, quem constrói providencialmente a vida merece sentar-se à mesa dos bons. A Você ou Vossa Excelência o palium  e o soliumdigno daqueles que comprovam que nem o prateado dos cabelos serão capazes de ofuscar o aureolado e o  esplendor da beleza que são capazes de fluir da inteligência humana.

Atenciosamente,

Fernando Costa e Família.

Se não for abusar da boa vontade, acesse o 

  1. E-mail-academiabrasileiradepoesia@ig.com.br ouWWW.rauldeleoni.org e faça uma busca no nome do signatário- Fernando de Souza da Costa e também de Célio Barbosa meu sócio e tão amigo e tão tio e irmão de Kelle e Elizete quanto eu.Às ordens. Já entreguei um de seus livros para a Academia Petropolitna de Letras e para o Instituto Histórico de Petrópolis, mas se desejar ampliar a divulgação, envie mais alguns, que terei prazer em entregar ao Presidente da Academia Brasileira de Letras, enviar para o exterior e etc. Somos irmãos nas letras.

Amigo JCenachi

Bom dia!Petrópolis ostenta o título de ser a primeira  Cidade brasileira a abrigar uma Academia de Letras, para ter uma idéia, dentre os luminares que a circundam um deles  foi a grande mulher Nayr de Teffé Hermes da Fonseca, a popular Ryan, caricaturista e, como sabe a mulher do Presidente Hermes da Fonseca.A Academia Petropolitana de Letras, que tem acústica internacional, nasceu na semana da arte moderna em 1922. Claro que já  existiam  outras Academias Estaduais e a Brasileira de Letras, mas em uma cidade, pelo que se tem notícia, a Academia Petropolitana de Letras foi a primeira e, se não a primeira, pode orgulhar-se de desfrutar do escrínio de uma das mais famosas Instituições Culturais do País. Todo esse intróito é para dizer-lhe que o amigo é meu forte candidato a uma das Cadeiras de Membro Correspondente ou Honorário, para isto, basta enviar-me curriculum um e um ou  uns exemplares da(s) obra ou obras publicada(s) e, na oportunidade vir pessoalmente ou em caso de impossibilidade, receberá via postal o competente Diploma  e demais informes. Pode até não significar tanto, mas para nós, operários das letras e arautos da história, que buscamos preservar as raízes, cultuar os valores, o reconhecimento, por mais simples seja, alimenta nossa alma e nos dão alento a continuarmos. E que tudo seja ad majorem Dei gloriam!
Abraços Fernando Costa.

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Caro amigo,

Saúde e paz.

Finalmente estou a cumprir minha promessa.

Será Membro da Tradicional APL a primeira Academia de letras de uma Cidade Brasileira.( existiam as Estaduais e a Nacional)

Nasceu na Semana da Arte Moderna e antes mesmo que a ABL trouxesse mulheres para seus Quadros a APL abrigou notáveis como por exemplo Nair te Teffé Hermes da fonseca a popular RYAN que notabilizou-se como caricaturista e vanguardista de sua época.

Será uma alegria receber o amigo e Família.

Aguardo resposta.

Atencioso abraço,

Fernando Costa

Olá Primo,

vc arrebentou de vez com esse álbum ..... uffffaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa .....

Obrigado por esse presentão .... de verdade foi bom demais ...

Se vc me conhece bem, sabe que sou muito emotivo e nem precisaria dizer que as lágrimas rolaram de verdade ... mas foi um choro longo e gostoso ... misto de saudade, misto de alívio, misto de retrospectiva ... fiz, automaticamente, uma viagem ao passado e de lá voltei revendo com critério crítico e filosófico tudo por que passei e tudo que realizei ... em termos "de mundo e de sociedade" não fiz muito não, pode-se dizer que não realizei nada ... mas em termos individuais e psíquicos foi uma grande caminhada ... foi uma jornada, ou melhor, ainda está sendo uma jornada, pois ainda não acabou, verdadeiramente libertadora em termos psíquicos ... rever as fotos não só dos locais mas tb dos parentes .... do vovô, da vovó, da Angélica que sempre demonstrou um carinho muito grande por mim, a foto do meu pai, do seu pai, das tias, do Henriquinho que nem conheci, enfim .... foi bom demais, embora dolorido demais devido às lembranças e saudades de um tempo que nunca mais voltará e que não é para voltar mesmo ... foram tempos de plantar, e estamos em tempos de colheita, não é verdade ...?

Devo muitas coisas a vc e a outras pessoas, mas essa dívida pára com vc - envio do álbum - é uma divida especial .... espiritual .... MUITO OBRIGADO ....

Na Psicologia Analítica, do Jung,  existe um conceito chamado de Sincronicidade, que se parece com coincidência, mas não é ... mas não vou teorizar aqui e agora não rssss ... bom houve de certo modo uma Sincronicidade entre nossos inconscientes, pois sem saber que vc mandaria o álbum, estava vasculhando neste últimos dias a região de Rio Doce, inclusive, claro, a região onde nasci e vivi minha infância, através do Google Earth - http://www.google.com.br/ -  ... alem de rever Rio Doce, que me pareceu maior e mais moderna, achei uma foto das RUÍNAS DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO ENGENHO, que ficava, como vc sabe pertinho da minha casa ... a foto - vc pode vê-la aquihttp://www.panoramio.com/photo/13193077 -  foi tirada por José Maurício PS, vc deve saber quem é ....

UUUAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU ..... que viagem ....

E num momento destes impossível não filosofar um pouco não é verdade?

E foi inevitável refletir sobre a "impermanência da vida e das coisas" ... como tudo passa e como tudo passa rápido e muitas vezes sem deixar vestígios, a não ser na nossa alma (inconsciente), arquivo eterno de todas as nossas realizações.

Vendo, por exemplo, o local onde ficava minha casa "na roça" foi difícil, até para mim mesmo que morei lá, acreditar nas construções que existiram naquele lugar, e as pessoas que passaram por lá ... mas pude rever e relembrar muitas coisas, como eu chegando a cavalo "tarde da noite", tipo 23 h, de Rio Doce, depois das deliciosas horas dançantes no Rio Doce Club, feitas aos sons de boleros, rumbas e mambos gravados em LPs (de vinil) ... consegui, sem muito esforço até ouvir os ruídos das gravações .... às vezes ia de Rio Doce até minha casa, noite clara, sem poluição, céu estrelado, o cavalo andando a passos lentos, quase parando, com as mãos em concha no rosto, no nariz, respirando o perfume que estava na mão de alguma menina, por quem eu estaria apaixonado ... muitas vezes uma de suas irmãs, rsssssss pois primos tb se apaixonam, neh?

Onde estão essas meninas? Será que passou pelas mentes de alguma delas essa cena? Claro que não .... como não passou pela minha alguma cena delas pensando em mim ... será que pensaram? Prefiro acreditar que sim ....

Bom vou parar por aqui .... estou indo fundo demais nas minhas lembranças e saudades .... e olha que estou de cara limpa ... rssssss

Obrigado .... obrigado mesmo ....

Um abração,

Luiz Cenaqui(Engenheiro Gestor, Psico Analista, Estudioso do Espiritismo)

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José Geraldo:

Você tem muito talento como memorialista. Seu livro fez-me lembrar do meu tempo de criança na Paraíba num cenário semelhante.  Foi uma viagem incrível! Pela reação agradável que ele provocou em mim, acho que você não deveria deixar de lançá-lo com uma editora. O livro é muito bom mesmo! Também não deve parar de escrever, pois sua escrita é agradável, tem muito conteúdo e, inclusive, a formatação e o tipo de letra utilizado, que facilita a leitura. Depois que o li me deu até vontade de escrever também. A infância que tivemos não deve se perder. Parabéns mais uma vez, principalmente pelo trabalho que deve ter tido!

João

“Tio” João, assim o chamamos carinhosamente, é pai do André,  amigo do nosso filho Gustavo, levava também este filho e o seu, por todo lugar onde ia e tornou-se um grande amigo da minha família depois que eles se formaram.   Assim como o Gustavo, nós o adotamos como o “Tio” João.  Os elogios foram a mim dirigidos em 24/11/2009, por telefone, e fiquei muito gratificado pelo bem estar,  alegrias e satisfação a ele proporcionados por esta minha obra.

JGeraldo

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José Geraldo:

Gostei muito do seu livro. Lá em casa, no meu tempo de criança, era a mesma coisa. Gostei muito do Tio Silvo, mas ele era muito pão duro; e do tio Linhares, mas me deu uma vontade de bater nele por ele ser tão fechado. Que homem ruim aquele barbudo, seu bisavô! Ele judiava muito da mulher dele.  Dei boas gargalhadas também. Seus casos são muito gozados e me fez voltar ao meu tempo de criança. Os pinicos, os sabugos de milho para limpar a bunda, tudo era assim lá também. Uma maravilha e deu até saudade! Vou passar para muita gente ler e depois vou ler de novo.

Carmem(esposa do Lourival tio da Efigênia)

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Caro Confrade GêGeraldo,

terminei no Domingo passado a leitura de seu "primeiro" livro Histórias de Rio Doce. Gostaria de cumprimentá-lo pelo EXCELENTE resultado que foi este seu "primeiro" trabalho.

Parabéns por nos revelar, de uma maneira tão agradável. este seu lado observador, memorialista, sentimental, sarcártico e principalmente humorístico, entre outros, não tão explíticito para mim nestes anos de convivência.

Como você pode observar, fiz questão de usar, por duas vezes, e entre aspas, a palavra primeiro, pois sei que você apenas começou e que tendo muito mais causos já escritos e outros tantos na forma, nâo conseguirá parar.

Mais uma vez Parabéns!!!

Fico no aguardo de novos contos, portanto,... mão à obra, pois sei que quem teve a oportunidade de ler, como eu, já está aguardando outros contos de Rio Doce e do Clã Cenachi.

Um grande e fraternal abraço do amigo, cunhado e compadre

Jésus(Meu cunhado)

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boa tarde grande zezé

parabéns pelo livro já começei a degustar seu livro

muito bom,não dá para parar de ler

vou aproveitar que tõ de licença e ler todo sem interrupção

parabéns mais uma vez

e obrigado pela dedicatória

fiquei mesmo mto emocionado

vc merece todos os louros da fama

próximo passo é a aml(academia mineira de letras) e a abl(academia brasileira de letras)

inté

abração

ps.espero o segundo,o terceiro,o quarto...

joão luiz pacheco sad( Professor da rede pública)

 

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Caro amigo José Geraldo,

até que enfim estou enviando-lhe alguns comentários do livro que vc me presenteou e creio que você foi muito feliz nesta escolha. Desde já me sinto muito grata pelo presente que me fez conhecer melhor você e sua origem.

Antes de começar quero mostrar em poucas palavras o que foi diferente comigo. Sou de uma família (do lado paterno de oito tios, todos homens) e do lado da minha mãe, duas tias e um tio. Com o lado maternal tive muitas lembranças, passava férias na cidade deles em Visconde do Rio Branco, era muito bom; mas morávamos em Belo Hte e aqui não me lembro de idas em casas de tios do lado paternal e até hoje sinto falta de alguma referência deles como vc teve de seus tios, o que me deixou com uma pontinha de inveja.

Muito linda a sua família e a fazenda. Agora quando viajar e ver estas casinhas no meio da mata vou lembrar da casa de seu avô, do lugar onde você e seu pai cresceram.

Você me fez viajar pelos lugares da fazenda e conhecer pessoas tão bem descritas que se eu os encontrar hoje saberia quem era quem.

Sua avó Maria Carneiro um doce de pessoa como você mesmo fala, com seu amor pelo seu avô e pela pessoas da região. Caridosa, generosa, amorosa, com todos vocês.

Fiquei foi com pesar quando ela passou a manteiga na perna de seu irmão Gerson e ele não falou nada, pois a manteiga naquela época era muito difícil de se fazer. E ela men fez caso da manteiga, queria era curar a dor do seu irmão.

Ela era uma pessoa iluminada!

Seu avô Henrique italiano forte, sabido das coisas, bricalhão, contador de casos, caridoso também e trabalhador.

A descrição que vc fez do nariz do seu avô foi perfeita eu vi o seu avô fazendo aquilo na minha frente (mente) cruzis! A muito tempo não lia um bom livro, tão singular.

O Caso do purgante do Joãozinho, coitado do rapaz! E de como eles o protegia dos perigos com os casos de assombrações. Muito boa praça o seu avô!

Você falou do tio Inácio, do tio Linhares e seu tio Sílvio, este era seu mesmo. Ver a sua admiração por ele é só ler e ver como você discorreu sobre ele. A leitura foi rápida. Tanto que no título você mesmo colocou "meu tio Sílvio". E ele foi o maior companheiro e amigo de todos vocês, principalmente de seu avô, né?

Das duas tias gostaria mesmo que eu fosse igual a sua tia Sinhazinha, eu a admirei muito. Eu sempre quiz ser assim e nunca fui, posso até ter passado perto mas me perdi e voltei ao meu ser natural, rsrs!

Do seu tio Inácio não vou falar muito pois você já disse tudo, ele era tudo de bom, quase um anjo.muito bonita a história dele, sua fidelidade com seu avô e do prazer de fazer aquilo que ele escolheu para ele, que era cuidar da fazenda e ficar perto dopai dele.

Concluíndo só posso mais uma vez parabenizá-lo pelo livro e de ter tido uma família tão bonita e que lhe deu referências para a vida, uma riqueza que poucos tem, por isto é que fosse conseguiu ser o que é, um bom amigo e formar esta faília maravilhosa que vc tem com a Efigênia. Parabéns e parabéns amigo.

Abraços da sua amiga Regina que passou a admirá-lo mais ainda.(Minha colega de serviço)

 

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Bom dia Zezé!!

Fiquei lendo o livro ontem até meia noite. Estou gostando muito, você realmente tem que explorar este lado de escritor, pois a forma que você narra os fatos  prende o leitor e torna a leitura prazerosa. Parabéns e espero que você lance outros livros.

Zezé!!

Terminei de ler o livro. Fiquei impressionado com a riqueza de detalhes que você coloca nos casos, principalmente com relação a forma de viver daquela época.  Fiquei emocionado e vou guardar esse livro com muito carinho.

Passei para lu, luiza e Kátia que já começaram a lê-lo. Parabéns mais uma vez.

Antonio(Meu irmão)

Zezé :
Nao sei se vc sabe,mas sou aposentada só na "rede publica do estado ".Na escola "Particular Montessori" ,ainda dou aulas de reforço.Tambem nao tenho empregada e faço todo o serviço da casa. Entao ... nao me sobra muito tempo para o lazer .
Fui lendo o ser livro aos poucos ,gradativamente.Muito interessante !Gostei de lembrar do Rio Doce,das fazendas :do vovô e a da tia Joaninha,dos parentes ,amigos ,da minha infancia e juventude.Apareceram alguns personagens que nao conheci,mas muitos me lenbro dos nomes falados por voces.
Percebi que está aceitando e ate querendo sugestoes ,entao dou-lhe uma.Achei que escreveu muito pouco sobre a querida vovó Carneiro .Gostaria que falasse mais sobre ela,que contasse seus casos ainda desconhecidos por mim.
Obrigada,pelo livro !
Um grande abraço ,
Heloisa

 

 

José Geraldo,
Legal esse site!!
Estou lendo seu livro. Os poetas e os escritores nos ajudam a entender melhor a natureza humana. Parabéns pela sua sensibilidade e profundidade de pecepção!!!
Abraços,
MCarmo

 

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Bom dia Zezé, tudo bem?

 

Passando p agradecer sua gentileza, muito obrigada pelo livro.

 

Fiquei muito feliz em saber que de alguma forma contribui para essa construção literária, espero que esse seja o primeiro de muitos que virão.

 

Pode ter certeza que irei ler e me inteirar melhor das histórias da Família Cenachi, que sempre me acolheu muito bem.

 

Detalhe: meu pai passou na frente e já começou a ler o livro, rsrs....

 

Sucesso!

 

Atenciosamente, Lorena.

 

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