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Tratar a tragédia com galhardia.

Livre pensar não é pensar qualquer coisa, nem acolher acriticamente qualquer fala, sem, sequer, perspectiva histórica - os antigos já ensinavam isto! Liberdade não é um vale-tudo, há de haver critério, comedimento, temperança.

 

Preciso distinguir, desde o primeiro momento, o joio do trigo, separar opinião de empulhação, de fantasmagoria, de engodo, de delírio, com ou sem intento fraudador, embalados por frenesi, por desmedida criminosa.

 

O odiento antipetismo e vizinhanças (ordem paranoica de anticomunismo, imagine nesses dias!) ilustra justo este desapego pela prática da inteligência, começando por desatenção aos fatos do contexto global e nacional, diacronicamente considerados.

 

Desprezo, portanto, à verdade da base dos julgamentos, passando por irracionalidades[ii], desaguando, inevitavelmente, em mera sanha moralista, insuscetível de inserir-se no status de opinião, logo, despida de direito à respectiva tutela.

 

Assim, quem se vir apegado a tal situação, por bem à higidez pública, favor dirigir-se ao “guichê da sub-cidadania”, onde poderá devolver o título de eleitor, voltar para seu cercadinho e fazer voto de silêncio[iii]; tranquilos! nós democratas indicaremos um bom tutor para a felicidade dos apreciadores de ditaduras, por óbvio, somente para eles.

 

É grosseiramente equivocado atribuir ao PT a crise atual. Decorre, claro, de concausas, destacadamente:

 

(i) a ditadura financista, que se implanta entre nós, especialmente, desde os anos 50[iv];

 

(ii) a histórica hiper-super-megaconcentração da riqueza;

 

(iii) um sistema eleitoral democraticamente fraudulento. Pois, pense-se bem:

 

(iii.i) urna eletrônica com altíssimo potencial de fraude, suprimindo o povo de verificar, contando, por si mesmo, os próprios votos;

 

(iii.ii) somando o, famigerado e gravemente deturpador da vontade popular, coeficiente eleitoral, pelo qual ingressam por força de votos noutro candidato do partido, ou seja candidatos não votados; e

 

(iii.iii) o monopólio partidário à elegibilidade, afascistando, desde a raiz, a seleção à representação política.

 

Enfim, é criada uma massa de manobra parlamentar, do assim chamado, no jargão da imprensa especializada, baixo clero – devedores dos caciques por suas indicações e eleitos sem votos, são os beneficiários do dito coeficiente; e da oligarquia partidária.

 

(iv) tradição cleptocrática e nepótica, que aparelha o Estado esfacelando-o em miríade de feudos despóticos, competindo entre si, todavia, sabendo se unir à manutenção do próprio status quo, o que engessa o Estado a mudanças estruturais (p.ex., de demofóbica para democrática).

 

Isso entre muitas outras distorções, com as quais um governo obediente à lei (não-golpista, não-ditatorial!) deve lidar – trata-se da famosa governabilidade, de realpolitik.

 

Exige habilidade de negociação, no que Lula foi e é mestre (até nisso alguns puritanos e insensatos ou aqueles que se sentiram traídos pelo PT, ao menos inconscientemente) vislumbram corrupção,  p.ex., quanto à frustação da expectativa mudança do modo de fazer política no Brasil.

 

Mas, pensando lúcida e racionalmente, considerado o imperativo da governabilidade medindo os fatos com honestidade intelectual,  resta inegável que, no período Lula e primeiro da Dilma, houve significativa superação de tendências tradicionalmente impatrióticas, colonialistas, subdesenvolvimentistas, de subserviência dos comezinhos aos geopolíticos interesses mundiais do Império Central, cujo cerne é encarnado nas grandes corporações mundiais.

 

Esta reviravolta se deu com a defesa de interesses nacionais da maior relevância em diversos setores, p.ex.:

 

(a) do tecnológico-industrial, com o desenvolvimento de nossa tecnologia de enriquecimento de urânio, do nosso submarino nuclear, desenvolvimento e a implantação da tecnologia para a exploração petrolífera em águas profundas, o cobiçadíssimo pré-sal, etc...;

 

(b) da política exterior, leia-se, soberania e independência, em especial, no episódio das crises Irã/EUA, cuja intervenção propiciou o acordo, que Trump recentemente rompeu; na liderança exercida para a integração latino-americana e com os africanos, a formação dos BRICS, depois seu próprio Banco.

 

BRICS e seu banco ameaçam a força de importantes instrumentos à hegemonia do Império Central, i.e., seus principais agentes, o Banco Mundial e o FMI, promotores de pobreza e subdesenvolvimento por todo o mundo.

 

E participar como co-lider dessas entidades internacionais a serem combatidas pelos Senhores do Mundo, nossas reservas do pré-sal, por si, já explicariam o golpe parlamentar-judiciário de 2016;

 

(c) da ciência e educação, próximo de triplicar o número de mestres, doutores e pós-doutores, como recomendado pela ONU, dobrou o número de universidades federais, fundou escolas técnicas, etc...;

 

(d) da política social, resgatando dezenas de milhões de brasileiros da faixa abaixo da pobreza, fato mundialmente reconhecido e destacado, com o que, também, colocou no mercado de consumo milhões de excluídos, mediante também, distribuição de riqueza causa amortecedora da crise mundial de 2008, pelo consequente e incremento do mercado interno;

 

(e) da eficiência e da moralidade do Estado, criando a Corregedoria Geral da União (que os golpistas cuidaram de extinguir logo na primeira hora), e aparelhando o Ministério Público e a Polícia Federal, inclusive, viabilizando investigações como a do porte da Lava Jato.

 

Aqui escapa espaço a exaustivo inventário, como, também, não estaria em condições de realizá-lo, sendo, todavia, certo que bastam alguns destaques para garantir um perfil da era PT, de longe, profícuos aos interesses nacionais, diga-se, como outra não se faz lembrar.

 

Considere-se, entretanto, a crise atual atribuível, direta ou indiretamente, à divida pública e sua gestão, cujas legalidade deveria ser objeto de investigação, inclusive, criminal.

 

Mesmo sem romper com o regime neoliberal, é verdade, o PT não se impôs totalmente ao garrote financeiro, não o desarticulou, quanto à divida, como fez o Equador, que logrou mitigar significativamente sua divida.

 

Conseguiu, entretanto, mitigar o ritmo de seu crescimento... pense-se sempre, na governabilidade, isto é, busca de harmonização das forças reais existentes no cenário politico, viabilizando o governar, de modo a explicar a menor performance face ao apetite do público, e reduzir a pecadilho essa aparente demonstração de impotência.

 

Se não pode dar calote, se não pode resolver por decreto, sem a competente auditoria da divida, resta negociar, e isto foi feito.

 

Enxergar isto é muito fácil, bastando conferir, por regra de três, a progressão de divida em seus valores totais, conforme tabelas abaixo.

 

Atente-se que a politica do “mito dos juros farmacônicos”, também, responsável por escancarar nossas fronteiras financeiras, foi implantada por Pedro Malan, leia-se, FHC/PSDB/PMDB, curiosamente, Malan, como Levy, foram premiados pela banca internacional com cargo no Banco Mundial, em Washington.

 

Esta farsa tecnocrática mitigada pelo PT, mesmo com Meirelles no Bacen, como verdadeiro nó górdio, somente pode ser superada tal qual o despertar do sono, diuturno apontado por Heráclito (v. nota iii).

 

Vale esclarecer que “mito dos juros farmacônicos” designa remédio/veneno para combate a inflação, todavia, não passando de fabulismo a atender a voracidade escravocrata da ditadura financista.

 

Assim, no período FHC, de 8 anos, a divida cresceu quase 20 vezes[v], enquanto no período Lula (quase 8 anos, pela primeira tabela[vi] abaixo) menos que triplica.

 

Total da União (Interna e Externa)

Fonte MF - Base R$ bilhões.

Itens

1994

% PIB

2002

% PIB

Ago/10

% PIB

DMIM

32,1

9,19

558,9

37,82

1.524,6

45,62

DMIBC

33,5

9,59

282,1

19,09

659,6

19,74

DET

22,2

6,35

262,9

17,79

93,5

2,80

Total

87,8

25,13

1.103,9

74,70

2.277,7

68,16

DMIM - Dívida Mobiliária Interna em Poder do Mercado;

DMIBC - Dívida Mobiliária Interna em Poder do BACEN;

DET - Dívida Externa Líquida.

 

Ano

2010

2011

2012

2013

tri (R$)[vii]

1,694

1,86

2

2,12

 

 

 

 

 

Ano

2014

2015

2016

2017[viii]

tri (R$)

2,29

3,928

3,112

4,55

 

Note-se que o ataque neoliberal se iniciou em 2015, sob a regência de nosso Eichmann a minuta,  Levy[ix] (assimetria que nos estapeia em Gaza, versão pós-moderna do gueto de Varsóvia, aprimorado pelo Estado Nazi-Sionista Terrorista de Israel!!!).

 

Nesse ano de 2015, houve um sobressalto, subiu coisa de trilhão e meio, sob a égide do golpe, de dezembro de 2014 para abril de 2017, a dívida praticamente dobrou. Endividamento, frise-se, sem a contrapartida, sequer, de produzir um único prego, mas para pagamento de juros não cobrados em nenhuma ou parte do mundo sem guerra deflagrada

 

Lá, isso não é evidência de uma ditadura financista, daquelas que arranham a retina,?!

 

Destarte, sob o importante aspecto da divida pública e sua gestão para compreender a famigerada crise, não se pode atribuir responsabilidade ao PT.

 

A questão, contudo, extrapola o choque neoliberal imposto a partir de 2015, sob os véus da teorética financista, teologia de uma ditadura.

 

Deu-se, sim, um grande avanço ao iniciado com o mensalão, aquele do domínio do fato, hoje temos: ... penso que não, mas em homenagem à colegialidade, direi sim ... (Min. Weber), indicação de força bruta contra manifestação pacífica[x], etc... (Min. Fux)

 

Este prolongado choque neoliberal (comparável aos democráticos bombardeios cirúrgicos, “higienistas” ao Oriente Médio) é um aspecto da guerra assimétrica a que estamos submetidos, cujas armas não são canhões, mísseis ou drones, nem os alvos instalações militares ou civis.

 

Nesta guerra miram nossos meios econômicos e sociais de realização de nossa soberania e independência, para o que inseriram a mais danosa quinta-coluna já concebida, nestas paragens.

 

O atual ataque perfaz-se, fundamentalmente, através:

 

(a) do Poder Judiciário e do Parquet fundadores de um Estado de Exceção tupiniquim[xi], com seu direito penal do inimigo, seus lawfares[xii], destes dias de lavajatismo, que propiciou a deletéria agressão à Petrobrás, ao pré-sal, ao programa nuclear, etc..., valendo-se do poder de constrangimento infundado em lei (prisões para obter delações) e de corrupção (delações premiadoras), em corrupção mesmo[xiii].

 

Lavajatismo, versão neoliberal tupiniquim psdbista, adrede engendrado além fronteiras, no ‘melhor estilo’ da velha santa inquisitorial caça às bruxas, com toda a suavização midiática, leia-se propagandista à moda fascista dos Lippmann, Bernays[xiv], Goebbels, et caterva, para a banalização do mal e a imposição das absurdas e desumanas condições à satisfação de seus apetites reptilianos;

 

(b) de um Poder Legislativo democraticamente deformado como acima indicado, assim, vulnerável, v.g., à manietação em favor dos projetos cleptocratas do grande capital, e à temporização judiciária da persecução criminal; e

 

(c) claro, com o prestimosíssimo apoio de  uma demófoba pretensa elite, pseuda, sim, pois, ideológica e epistemologicamente colonizada, sempre avassalada como mero lugar-tenente dos interesses estranhos aos nossos, com seus asseclas, agregados e sabujos, começando pela grande mídia, por tecnoburocratas e seus capos di capi locais.

 

Uma infame guerra multifacetada encampada pelos EUA, União Europeia, e Israel, com reflexos no mundo todo, em diferentes cenários e com diferentes modi operandi.

 

Seja: no Irã (sanções econômicas...), na Síria (mísseis, ataques químicos de falsa bandeira...), a invenção do ISIS, etc..., sem falar das, já tradicionais, fraticidas, comuns na África.

 

Não se esquecendo da guerra às drogas, vantajosíssima para o sistema financeiro internacional, para o aparato repressor, e para a horda moralista, por excelência, ignorante e transbordante de ódio. Essa guerra, ainda, bom ter em mente, é envolta numa criminalidade comum “justificadora” de um Estado de Polícia, dando tom, juntamente à iniquidade economiocossocial, ao terror do fascismo contemporâneo.

 

Da mesma forma que nos anos 70/80 não se imaginava a reviravolta advinda nos anos 90, mundo a fora, no início dos 2000 não se imaginava tamanha ousadia, tamanha envergadura, tamanha libido de destruição que ora se abate pelo caudal reptiliano.

 

Obviamente, num contexto dessa magnitude, um partido que, mal ou bem, patrocina políticas humanísticas, nacionalistas e patrióticas, com todos os defeitos e limitações de sua humanidade, é candidato hors concours a um vale-tudo para sua aniquilação, principalmente se tiver a estrutura de um PT e contar com um  líder como Lula.  

 

Falando em erros, há densa nuvem que a história dissipará(?!), para explicar as forças, as pressões atuantes sobre a presidente, em fins de 2014 e início de 2015, pelas quais se logrou colocar o laureado com emprego em Washington, livrando-se de residir na província, o bancário/banqueiro mais liberal que os liberais (alcatéia no galinheiro), promovendo um assalto aos cofres, dobrando a taxa dos juros básicos, significando dizer aumento de mais 200 bi de juros, só naquele ano.

 

Também, num extremo de negociação política com vistas à imprescindível governabilidade (!?) acolheu mal afamados pmdbistas em ministérios importantes. Inobstante isso, foi severamente punida no Congresso, com bloqueio de suas iniciativas governamentais, lembre-se, sob a batuta de Cunha na tradicional dobradinha PMDB/PSDB e asseclas, processo de sabotagem, mais que da presidente, do país (!), até sua coroação com seu impedimento – isto precisa ser considerado, tanto na explicação do problema, quanto no desenho de uma das  quintas-colunas do golpe.

 

Nem tiranos governam sozinhos. Mesmo tiranos são condicionados.

 

Voltando à crítica ao PT, com efeito, à vera, somente histeria narcisista, em agudo surto de alterofobia obliteradora de exercício de inteligência, creria em assepsia política, mutatis mutandis, de almejar um mundo sem ratos, baratas ou cupins, ou que democrática e juridicamente anularia todas as forças antagônicas.

 

Preciso foi, portanto, trabalhar com eles (ratos, baratas, cupins, tal qual com escravocratas, corruptos, entreguistas), mantendo-os sob controle, minimizando os danos da contaminação. Importantíssimo: sem sanha persecutório-punitiva, afinal, os brutos também amam. e todos têm lugar ao sol, como são, igualmente, filhos de D’us! Neste sentido é de se entender o “Lulinha paz e amor” e seu  "Há uma maioria de 300 picaretas que defendem apenas seus próprios interesses."[xv]!

 

Frise-se, democrática e juridicamente, a governabilidade impõe solução política, i.e., negociando com o inimigo (os picaretas), gerenciando danos (assistencialismo salvadorista, no caso dos pobres resgatados e da própria economia como um todo).

 

Afinal, esse mundo é feito de contradições é o mundo real, onde, todavia, nem a onça há-de morrer de fome, nem o veado de sede. Fora do que resta a farsa lúdica, enganosa, do claro e do escuro, do oficial e do real, do aparente e do oculto, enfim, da exacerbação dos conflitos.

 

Conflitos exacerbados por seu confinamento em pútridas e torturantes masmorras ocultadas sob a arrogância, a prepotência, o puritanismo de sacristia, e o preconceito, por natureza, excludentes, estigmatizantes, conflitos travados sub-repticiamente, onde o bandido costuma levar a melhor, inclusive cooptando a polícia.

 

Fiat lux et facta est lux, basta despertar!

 

“... É preciso estar atento e forte / não temos tempo de temer a morte...”[xvi].

 

Ultreia, suseia, pois, ainda pode acontecer um país!

 

 

 

 

[i] Há um limite nas coisas (Horácio).

[ii] Lembrando que razão é cálculo, medida, numérica ou verbal, (ratio traduz ao latim lógos que significa palavra), portanto, com critério, paradigma, algo objetivo, não se amoldando a ela os delírios, os passionalíssimos, estes rompantes que extrapolam a reta razão, desconectados de evidência, de uma causa, frise-se, real, i.e., visível, palpável, mesmo, perscrutável na realidade, e não fruto da mera imaginação. Excluídos, destarte, os “ah! só pode ser isso”, para preencher as lacunas dos fatos evidentes.

[iii] É de se relevar a corrosividade da proposta dramatização, a ser tida por um como se, ou seja, por metáfora, haja vista servir ao propósito de despertar os que dormem para os princípios republicanos, democráticos, de Estado de Direito, fundado na liberdade e na justiça, pressupostos a uma eudaimonia (ética do bem viver), suprassumo da civilidade e da evolução.

Como ensinou Heráclito de Éfeso (sec. VI, anterior à Era Comum):

- no Frag. 89, “Os homens acordados têm um mundo só que é comum (enquanto cada um dos que dormem, se voltam para seu mundo particular)”, apud, Carneiro Leão, in O Pensamento Originário, 1999, p. 83;

- no Frag. 93, “Acima do discurso arma-se o Discurso, argumento Heráclito, a que só não têm acesso os que dormem entorpecidos em mundos privados”, apud, Schüler, in Origens do Discurso Democrático, 2002, p. 100;

- ou, ainda, por outro ângulo, no Frag. IV, pela numeração de Charles Kahn, “A maioria dos homens não pensa coisas como as encontram, nem reconhece o que experimentam, mas acredita em suas próprias opiniões”, in A Arte e o Pensamento de Heráclito, 2009, p.60.

[iv] https://www.youtube.com/watch?v=Y1naWp_bxKM

[v] Quando se falar de números, por mais quebrados pareçam ser precisos, não passa de maquilagem a dar ares de séria cientificidade, especialmente, sobre essa dívida pública, como a privada (quem entende as contas bancário-financeiras?!), há-de se pensar conceitualmente, por aproximações a denotar a grandeza do disparate do butim (economia é coisa política). Afinal, foram tantas camadas de contas e re-contas, que nem a conta os banqueiros dá conta da conta da dívida, muito provavelmente fraudulenta, donde não permitirem sua auditoria – que poder!!!

Cumpre passar olhos nos seguintes estudos:

https://www.auditoriacidada.org.br/wp-content/uploads/2014/11/Verda... https://fpabramo.org.br/publicacoes/wp-content/uploads/sites/5/2017...

https://jornalggn.com.br/noticia/os-descaminhos-do-dinheiro-e-o-fin...

[vi] http://investidura.com.br/biblioteca-juridica/artigos/economia/1726...

 

[vii] https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,divida-publica-feder...

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2012/01/divida-public...

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/02/divida-publica-sobe-75...

http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/01/divida-publica-sobe-57...

http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/01/divida-publica-sobe-81...

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/01/1734911-divida-publica...

http://www.valor.com.br/financas/4847286/divida-publica-federal-fec...

http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/529913/RAF5_JUN2...

 

[viii] O valor de 2017 é limitado a abril.

[ix] https://www.facebook.com/menorahbrasil/posts/581296031970706:0

[x][x] https://www.conjur.com.br/2018-mai-25/greve-caminhoneiros-resolvida...

[xi] Veja-se as análises deste, nos seguintes artigos:

 http://blogln.ning.com/forum/topics/ah-isso-recende-a-desastre-em-c...

http://blogln.ning.com/forum/topics/seguran-a-nacional-e-cidadania-...

http://blogln.ning.com/forum/topics/mais-de-lava-jato-soberania-e-s...

http://blogln.ning.com/forum/topics/2015-o-ano-que-n-o-acabou

[xii] Direito penal do inimigo é o trato do outro como despido dos direitos fundamentais por ser considerado um inimigo, portanto indigno, uma variação de homo sacer, de tão indigno pode ser impunemente assassinado, porém, jamais levado em sacrifício aos deuses.

Lawfare compreende o uso abusivo do processo judicial para fins político-partidários.

[xiii] Veja-se, o esclarecedor discurso do patriota Senador Roberto Requião: https://youtu.be/tX5tbGnG-eo

[xiv] "A manipulação consciente e inteligente dos hábitos organizados e opiniões das massas é um elemento importante na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este mecanismo oculto da sociedade constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder do nosso país.” (Edward Bernays em Propaganda). Bizarro conceito de democracia: pautado em “manipulação” ... “mecanismo oculto” ... “governo invisível”! O escárnio vem de longe.

[xv] http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0205200904.htm

[xvi] “Atenção ao dobrar uma esquina / Uma alegria, atenção menina / Você vem, quantos anos você tem? / Atenção, precisa ter olhos firmes / Pra este sol, para esta escuridão / Atenção / Tudo é perigoso / Tudo é divino maravilhoso / Atenção para o refrão / É preciso estar atento e forte / Não temos tempo de temer a morte (2x) / Atenção para a estrofe e pro refrão / Pro palavrão, para a palavra de ordem / Atenção para o samba exaltação / Atenção / Tudo é perigoso / Tudo é divino maravilhoso / Atenção para o refrão / É preciso estar atento e forte / Não temos tempo de temer a morte (2x) / Atenção para as janelas no alto / Atenção ao pisar o asfalto, o mangue / Atenção para o sangue sobre o chão / Atenção / Tudo é perigoso / Tudo é divino maravilhoso / Atenção para o refrão / É preciso estar atento e forte” (Divino Maravilhoso, Caetano Veloso - https://www.letras.mus.br/caetano-veloso/44718/)

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