O ensino e a cultura estão cada vez mais  degradados.
 
Post Scriptum: Desdobramentos recentes desta pesquisa nos links a seguir:

Segue o texto originalmente postado, aqui, no início de 2011:
___________________________________________________
Todos concordam a educação ser da maior importância em uma sociedade; contudo, no Brasil, o sistema de ensino padece:
"Teoria da Dependência cultural"

 

 

Basicamente, pode ser resumida numa frase:

"os intere$$e$ financeiro$ manipulam o processo de educação".
 
Em 1987, desisti do Mestrado em Educação e mergulhei no trabalho e estudo do Direito o qual, após terminar os créditos e provas do Mestrado, em 1989, passei a lecionar.
 
Na UFRGS, nos anos noventa, "criamos" uma nova disciplina, o Direito Desportivo numa abordagem transdisciplinar, voltando a nos deparar com os interesses financeiros controlando a mídia, e, através dela, induzindo falsas crenças, invertendo valores.
 
Há informações em excesso;  contraditórias...
"Robotizados" enormes  contingentes populacionais são usados como componentes de uma rede de produção aumentar a concentração de riquezas:

 

 

Uma espécie de “décifit de atenção coletiva”,
  o qual denominamos de...
      "acultura da superficialidade".
 
Tudo é direcionado para concentrar a riqueza e o poder em uma minoria gananciosa:

 

TGPt, a Transdisciplinar Teoria Geral dos Processos, conjuga esses mais de vinte anos de pesquisas e reflexões sobre processos, sociedade, esportes crenças e valores.

http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/08/tgp-transdisciplinar.html

Toda a atividade humana acontece entre quatro planos de atuação: http://www.padilla.adv.br/crenca/

Como essa acultura afetou o plano do Direito?
 
Com crenças, como:
"É impossível saber tudo e acertar sempre logo a celeridade é mais importante do que a segurança." isso é uma falsa relação de causa e efeito! A justiça para necessita ponderar os antagonismos para produzir paz social.
 
 
O exame cuidadoso aumenta as chances de escolhas corretas.
A solução rápida, ao contrário, faz pior do que errar: transforma a justiça em uma loteria: não vence quem tem razão! A vitória é de quem tem sorte ou influência. Como os poderosos tem recursos para financiar os lobistas rondando os gabinetes, sabe-se de antemão que o consumidor não terá chance alguma! Por isso, as poderosas normas de direito do consumidor não conseguem impedir o abuso dos fornecedores como, por exemplo, na telefonia, onde vendem centenas de vezes mais linhas do que poderiam conectar, o consumidor passa maior parte do tempo sem sinal, as ligações caem, as pessoas não conseguem falar e nenhuma ação é procedente!
Respostas condicionadas e mecanismos de solução superficial produzem fantásticas estatísticas de produtividade sem que, efetivamente, os responsáveis tenham muito trabalho intelectual.
 
Quem se beneficia das crenças falsas e da subversão dos valores?
 
Essa acultura provoca a improcedência de pleitos justos, e a impunidade dos maus, estimulando a audácia delas, e fomentando os comportamentos ilícitos:
É muito mais fácil e rápido achar um único motivo para indeferir, do que examinar o mérito, que exige muito trabalho intelectual:
1. Analisar os fatos e o pedido;
2. Dirimir controvérsias das versões com o cuidadoso exame da prova;
3. Estabelecer o silogismo entre os fatos e o Sistema de Direito e retornar aos fatos para poder mensurar os danos.
 
Cada um desses passos é trabalhoso e a acultura gerou o vício de escolher (ou inventar!?!?!?) um "fundamento" para improcedência?
.:.
 

Nos anos oitenta, o Prof. Dr. Luiz Fernando Coelho elaborou brilhante Tese de Livre Docência:
A "Teoria Crítica do Direito".
Revela o direito como instrumento de dominação.
 
Resumimos, as 500 laudas da tese, na RDC-RT v.49/21-3, em 3 páginas, também em:
 
A distorção, na aplicação do direito, o exercício superficial do poder, compromete as liberdade, democracia e dignidade?
 
Os direitos, como os do CONSUMIDOR, tornam-se meras ilusões.
 
A questão que propomos é:
 
Podemos despertar desse torpor da cultura da Superficilidade?:
  
O caminho pode ser melhorar nossas informações e a forma como as processamos?
 
Resumo em:


* Para realizar grandes sonhos, é preciso sonhar GRANDE.
 

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Respostas a este tópico

realMENTE...

 

Me parece que o problema não esteja, nem seja provocado, pela educação...

 

Mas, qualquer problema esta relacionado a Vaidade, a Arrogância, a Prepotência, a Segregação, em um País de MISCIGENADOS, que de tão forte, impossívelmente racista, mas que, em essência, segrega por situação Cultural, Religiosa, Funcional, Social, Econômica e Política.

 

Quando então, chamo a atenção para minha avaliação de que o Poder Judiciário Brasileiro, é a mais concreta representação, onde, "ritos", "vestes", "pompas", são reconhecidos com "meritosos" e qualificadores suficientes do, efetivamente, "decidido", mesmo que, em PLENO CRIME.

 

Portanto, a aparente, certeza, da que a Titularização, é prova incontestável, da "própria capacitação", corrobora, em outro referencial, o acima colcoado.

 

Se alguns de Voces, se der ao trabalho, de ler, em profundidade, os meus dois últimos tópicos, poderá entender, sobre, e do que estamos falando.

 

Afinal o Judiciário Brasileiro, no próprio Seculo XXI, ainda é a concreta retratação do IMPÉRIO.

 

Abraços,

Plinio Marcos

verdade, verdade, PADilla,

cultura da superficialidade e idolatria da aparência!

aliás, você fica muito bem de terno!


 
----- Original Message -----
Sent: Thursday, April 07, 2011 4:26 PM
Subject: JUIZITE


http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=22946

Juizite, um desserviço à magistratura

(07.04.11)

 

Por Saul Venâncio de Quadros Filho,
advogado e presidente da OAB da Bahia.


Irritação, nervosismo, rispidez, insegurança, arrogância, autoritarismo e prepotência são sintomas patológicos identificados em parte dos magistrados brasileiros.

As consequências daquele estado irritadiço, arrogante e prepotente, que no "mundo jurídico" passou a ser chamado de "juizite", tem-se revelado através do desrespeito às partes, pressão psicológica sobre as testemunhas, perseguição a servidores, maus tratos a advogados e inobservância às suas prerrogativas, muito deles recusando-se ao simples registro, em ata de audiência, de um protesto por cerceamento de defesa.

Da maneira como conduz o processo, ninguém pode "ousar" discordar, "esquecendo-se" do que aprendeu na academia, que a "liberdade de julgar não está acima da lei, nem da segurança do direito".

Como seria bom se todos compreendessem e reconhecessem, como reconheceu o juiz Rafael Magalhães, mineiro, um dos mais eminentes do Brasil, quando, há mais de 40 anos, proclamou que "o advogado precisa da mais ampla liberdade de expressão para bem desempenhar o seu mandato" e que "o juiz deve ter a humildade necessária para ouvir com paciência as queixas, reclamações e réplicas que a parte oponha a seus despachos e sentenças", arrematando que "seria uma tirania exigir que o vencido se referisse com meiguice e doçura ao ato judiciário e à pessoa do julgador que lhe desconheceu o direito".

Lamentavelmente nem mesmo o tempo tem-se encarregado do amadurecimento do portador da "juizite" para inspirar-lhe confiança, sensatez, paciência e a cordial convivência com os advogados e as partes, dando-lhe a certeza de que é ele mesmo, nos limites fixados pela lei, quem, ao conduzir o processo, substitui a vontade das partes e decide, como se fosse o próprio Estado.

O Poder Judiciário, diferentemente dos dois outros poderes do Estado, na prestação de seus serviços, é aquele que assegura direitos, aplaca dissídios, compõe interesses na diuturna aplicação da lei e de sua adaptação às mutáveis condições sociais, econômicas e políticas. Exatamente por isso, é o poder que reclama de seus membros serenidade e bravura, paciência e desassombro, humildade e altivez, independência e compreensão.

De igual modo o advogado, na luta pelos interesses do seu cliente, deve se portar como um guerreiro sem bravata e não é por isso, senão, que também deve manter a sua independência em qualquer circunstância, não devendo ter receio de desagradar a qualquer autoridade, nem de incorrer em impopularidade, no exercício da profissão.

A "juizite" tem-se revelado num desserviço à magistratura.

O juiz vocacionado esquece o relógio e o afã em terminar rapidamente as audiências. Ouve as partes e as testemunhas com paciência. Faz prova bem feita, dispondo de elementos para uma decisão segura, com menos riscos de injustiças, além de não cercear os sagrados direitos das partes e dos seus procuradores, ainda que a sua carga seja pesada e tenha centenas de processos a despachar.

Na convivência diária com o juiz, o advogado deve conduzir-se profissionalmente nos limites da elegância, da cordialidade e da ética, mas não pode esperar tão somente pelo tempo, pela cura da "juizite".

É preciso que o advogado combata tal "enfermidade", sem receio de melindrar ou desagradar ao magistrado, desde que sua ação se enquadre nos limites estabelecidos pela lei estatutária, com altivez e serenidade, de modo firme e respeitoso.

A vocação do advogado é combater, é lutar, é opor-se, é apaixonar-se pela paixão alheia, é ter alma de guerreiro, ainda que às vezes não seja nem mesmo compreendido por aqueles que fazem justiça!

Nossa ação deve se desenvolver no campo da utilização dos "remédios jurídicos" postos à nossa disposição: a representação correicional, a denúncia pública do seu comportamento atentatório à própria magistratura, o protesto por cerceamento de defesa, a interposição de recursos, o requerimento de mandados de segurança.

Nossa omissão seria estímulo a um "processo epidêmico" que poderia atingir toda a magistratura brasileira, em razão da "contaminação pelo exemplo".

advsaul@saulquadros.com.br 

---- Original Message -----
Sent: Tuesday, May 24, 2011 11:17 PM
Subject: Re: PORQUE a Justiça está sendo sequestrada pela ganância das Corporações?
Prezado Professor Padilha, boa noite!
 
Porque a Justiça está sendo sequestrada pela ganância das Corporações?
 
Tenho me feito esta pergunta há um bom tempo, em especial pela ocorrência de uma decisão processual recente, a qual deves ter ouvido falar, qual seja, a questão da (i)legalidade do repasse de Pis e Cofins aos consumidores de energia elétrica e telefonia, cujo placar no STJ estava favorável aos consumidores, o que me levou a ajuizar quase uma centena de ações e, de uma hora para outra, por mera decisão política, o cenário mudou.
 
O resumo desta história está registrado no artigo que abaixo transcreverei, o qual também publiquei na época (setembro 2010), mas o que ficou para mim foi justamente o sentimento de que neste país, a lei é interpretada em favor de interesses particulares. Portanto, com base nesta situação e outras tantas, de fato a justiça está sendo sequestrada pela ganância das corporações e o porque disso, acredito que meu artigo traga uma espécie de resposta.
 
Um abraço da colega
 
Marta Fehlauer
 
Justiça cega

(24.09.10)

 


http://br.olhares.com/Hamiltonsantos


Por Marta Fehlauer,

advogada (OAB-RS nº 64.166)
 
Para a surpresa dos operadores do direito e invertendo o placar que estava a favor dos consumidores, o STJ decidiu por maioria dos votos, pela legalidade do repasse de PIS e Cofins nas contas de energia elétrica e telefonia.

Face o volume de ações ajuizadas por consumidores que buscavam ver reconhecida a ilegalidade do repasse destes tributos, o STJ colocou tais processos em pauta de julgamento como recursos repetitivos, o que significa dizer que a decisão tomada passa a ter aplicação nas demais instâncias da Justiça brasileira.

Sob a alegação de "manutenção do equilíbrio econômico financeiro", julgaram nossos ministros, em sua maioria a favor das companhias de energia elétrica e empresas de telefonia, autorizando o repasse dos tributos PIS e Cofins.

Mais uma vez se percebe neste país o desvirtuamento das leis e direitos dos cidadãos, em favor de interesses particulares.

A tese acerca da ilegalidade do repasse é cristalina e não deixa margem a interpretações diversas. O que é preciso se ter presente é que as concessionárias de serviço público estão vinculadas à lei e, assim, não podem alterar tarifas ou embutir tributos ao seu bel - prazer, ao sabor de suas urgentes pretensões de lucro.

Este "equilíbrio econômico financeiro" a que se referem, consiste em uma manobra política para não levar à bancarrota as concessionárias de luz e telefonia; todavia, a cobrança continua sendo ilegal, mas para não ocorrer a quebra destas empresas, mais uma vez quem paga a conta é o consumidor!

Essa conclusão é lógica face à confissão de concessionária de telefonia, a qual argumentou que caso tivesse de devolver os valores dos tributos arrecadados para os clientes, entre os anos de 2006 e 2009, teria de desembolsar R$ 2,1 bilhões.

O montante, segundo esta empresa, seria desproporcional ao seu lucro no mesmo período, que totalizou R$ 1,3 bilhão. Referiu ainda, que além do prejuízo, o fim do repasse dos tributos tornaria a atividade antieconômica.

Ademais, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se manifestou na ação, em favor das concessionárias e alertou para a possibilidade de aumento nas tarifas caso a interpretação do STJ fosse favorável aos consumidores, exigindo a devolução dos valores arrecadados com PIS e Cofins.

Já os consumidores argumentaram que o repasse não poderia ser mantido apenas para assegurar a margem de lucro das concessionárias, pois somente impostos cobrados sobre a operação de venda de bens e mercadorias e prestação de serviço - como o ICMS - poderiam ser repassados ao consumidor.

De acordo com essa tese, o PIS e a Cofins não pode incidir diretamente na fatura, conta a conta, mas integrar proporcionalmente o custo da tarifa.

Os consumidores estavam vencendo a disputa por quatro votos a dois, até que o placar se inverteu.

Também a ministra Eliana Calmon, em sua última participação na 1ª Turma do STJ, entendeu que a sistemática do repasse é permitida pela lei, e votou a favor das concessionárias. No entanto, a ministra ponderou que a vedação do repasse condenaria a empresa ao fracasso.

Por seu turno, o ministro Humberto Martins, que havia votado favoravelmente aos consumidores, decidiu mudar seu voto, o que resultou em um placar de seis votos a três para as concessionárias.

Por analogia, esta decisão se estendeu ao repasse de PIS e Cofins nas tarifas de energia elétrica, pois caso fossem derrotadas, as distribuidoras de energia do país teriam que devolver cerca de R$ 27,5 bilhões aos consumidores.

Portanto, resta claro no caso em apreço o que prevaleceu não foi a lei, mas tão somente o interesse econômico-financeiro na manutenção do lucro das empresas concessionárias de energia elétrica e telefonia.

Nossos julgadores calaram-se quando deveriam falar; encolheram-se quando deveriam erguer-se; e cegaram-se quando precisariam enxergar.

Assim, com muito pesar ante a batalha perdida em nome dos consumidores, deixo as palavras de José Saramago para nossos hermeneutas magistrados: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."

Porque a Justiça está sendo sequestrada pela ganância das Corporações?

Talvez...

Pelo fato concreto de que a OAB seja um entrave à Justiça e ao empreendedorismo...

Afinal, HOJE, em essência, é, apenas e tão somente, um pseudo-sindicato dos advogados...

Apresento o documento “INNOVARE - OAB é um entrave à Justiça e a Inclusão Social”,

http://pt.scribd.com/doc/53759179/INNOVARE-OAB-e-um-entrave-a-Justi...

, onde estamos inscrevendo práticas relacionadas a popularização do acesso à atividade econômica da advocacia, de tal forma, ser possível a crença, de que JUSTIÇA seja acessível a TODOS os Brasileiros, sem distinção de poder econômicos.

Abraços,
Plínio Marcos

Meu caro,

Sou professor desde 1989 em Instituições Federais, desde 1992 na  UFRGS, Faculdade classe A, e que tem índice de 100% de aprovação no exame de ordem, então, creio que posso ser considerado insuspeito e autorizado a o criticar.

E sobre o exame de ordem...


Não achas paradoxal tanta exigência?

O EXAME DE ORDEM reprova 90% dos candidatos num contexto onde muitas decisões são editadas por assessores, as vezes até por estagiários que estão longe de serem bacharéis...

Pior, em alguns processos, as decisões são "proferidas" sem que ninguém,
nem mesmo o estagiário - leia o trabalho do advogado.

Apesar das centenas de horas que o advogado passou pesquisando,
e preparando a petição,
o estagiário desiste de lê-la na primeira página,
porque é complexo ele, o estagiário, ainda nem estudou aquele assunto,
então, pega um "modelito" e infamemente edita com o nº do processo,
e o nome das partes e...
Era isto?
Isto é justiça ou a encenação jurisdicional?


http://200.18.45.2/web/webtraining1/assistir/index.php?id=1816

Como registrou Gilberto Dimenstein, da Folha, falta de foco gera - entre os portadores do tal "cérebro de pipoca" um novo tipo de analfabetismo: o analfabetismo emocional, ou seja, a dificuldade de ler as emoções no rosto, na postura ou na voz dos indivíduos, o que torna complicado o relacionamento interpessoal.

 

 

Duas conferências ajudam a compreender  esses fenômenos:


"QUE COISA É ESTA DE QUE NÓS SOMOS FEITOS? "
em:
http://200.18.45.2/web/webtraining1/assistir/index.php?id=1816&ca

Sugerimos baixar o volume nos primeiros minutos, quando da apresentação currícular dos diversos conferencistas.
A seguir, inicia o Prof. João Bernardes da Rocha Filho, a 1ª conferência.

 

2.   "FAMÍLIA, ESCOLA E CIDADANIA TEMA: QUAIS OS CAMINHOS"
Prof. MARIO SÉRGIO CORTELLA

Filósofo, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP.
http://video.google.com/videoplay?docid=666414306773119705#


Em 2006, concomitante a continuar lecionando TGP, Prática de Processo Civil, e Direito Desportivo, iniciamos uma formação nas ciências humanas, em cursos e seminários de longa duração e... Intensificamos a abordagem inédita em TGP, TEORIA GERAL DOS PROCESSOS:

Cuja transdisciplinaridade envolve os

Processo de Pensamento e o

Processo de Comunicação.

Cujo resumo acadêmico está em:

http://www.padilla.adv.br/ufrgs/tgp/

http://www.padilla.adv.br/processo/tgp/

Atenciosamente

Prof. Padilla

Há problemas culturais sérios, mas sinto no seu texto algo do gênero "ó como o mundo está perdido". E parece que já nas pirâmides do Egito há uma inscriçao dizendo que a juventude "de hoje" (hoje daquele tempo...) está perdida. Acho que estamos vivendo um momento importante, e lamúrias nao ajudam muito.

As controvérsias e contradições decorrem do modelo judicial.

Juízes assinam mais decisões do que poderiam ler.

Em processos que nunca examinaram!

 

Alegam faltar tempo!

 

Gabinetes orientados a rapidez, pegam modelão, copiam parte da sentença, colocam o nome das partes e, em minutos, um estudante apresenta um acórdão que decidirá o futuro de muitas pessoas!

Qualquer desculpa serve para indeferir:

Papel aceita tudo!

Vício da improcedência aumenta o lucro ilícito:

Apesar das barbaridades que cometam,   as corporações vencem sempre.

Quando não formalmente,  lucram com a demora, em honorários aviltantes, e indenizações pífias.

E a pompa de juízes na sessão de julgamento de processos que jamais estudaram?

Só Deus para saber o que existe nos autos, que jamais abriram!

 

A crença de não haver tempo é falsa:

Há juízes que estudam os processos, e proferem magníficas decisões! 

Esses juízes vocacionados, focados em realizar Justiça, são a prova de que poderíamos ter uma Justiça fabulosa.

O bom juiz, resolve todo e qualquer problema,  independente da Lei.

 

Alguns juízes encontram tempo até para criar caso e incomodar advogados.

Especialmente os que ousam questionar o “Deus-Juiz”.

Condenados como "litigante de má-fé"

Querem por a culpa do aumento na quantidade de processos nos advogados!

Contudo, a maioria das demandas seria evitada se juízes estudassem os casos e realizassem justiça.

A causa da morosidade processual tem soluções simples: Sim, há soluções simples!

http://padilla-luiz.blogspot.com/2010/05/morosidade-processual-causas-e-solucoes.html

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