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Dirigente público - levar o Estado a emprestar recursos financeiros dos contribuintes

Cidadão - emprestar recursos financeiros ao Estado

É falácia alegar que as obras financiadas pelos empréstimos geram arrecadação adicional capaz de cobrir o custo dos empréstimos porque essa arrecadação adicional, realmente, não é suficiente e se concretiza a mais longo prazo que a necessidade de cobrir o custo dos empréstimos.

O Estado deveria ater-se à condição de gestor de recursos obtidos a fundo perdido, impostos. Progressivos, de preferência.

Quando o Estado compete no mercado financeiro pelo capital disponível oferecendo taxas superiores à rentabilidade do capital quando aplicado no processo produtivo, cria distorções como má distribuição de renda e desestímulo ao processo produtivo.

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Respostas a este tópico

Não é à toa que o Estado brasileiro tem-se revelado insaciável arrecadador de impostos: tenta atender aos compromissos assumidos mediante o recurso a um expediente incompatível com sua natureza básica principalmente porque ofereceu taxas injustificavelmente altas para seus empréstimos. Há outras mazelas que também levam a esse comportamento: por exemplo, o custo da burocracia tanto no que diz respeito ao custo da estrutura necessária à atuação dessa burocracia como no que diz respeito a seus privilégios como salários, benefícios e regalias.

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