Nada melhor do que rebater censura com Banho de liberdade de expressão

Perante tanta insinuação do PIG sobre censura, acho que é uma boa hora pra inserirmos na grade curricular a disciplina "Leitura Critica da Midia".
Tal disciplina serve como um tapa de luva de pelica nas grandes redes  do PIG, essas difamadoras e asseclas da informaçao tendenciosa,marrom, vendilhão; Assim como, é uma grande oportunidade de reflexao dos Midias, dos Jornalistas, pessoas da comunicação e obviamente, os leitores e telespectadores em geral, portanto, todos.

A Disciplina, podera ser ministrada por pessoas da Comunicação Social mesmo, Jornalistas, publicitarios e relações Publicas, e tal disciplina, pode e deve ser inserida, nas grades curriculares de 5a ao 3o Colegial.

Uma maneira gentil, do Governo, contratar varios e varios jornalistas e comunicadores que por fim, poderao perder o emprego devido a propria atuaçao mercadológica, que tende iminentemente, acabar com a midia impressa sobressaltando a Internet

Gostaria de comentarios, e obviamente, da divulgacão apropriada e encaminhamento da ideia.

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Respostas a este tópico

Beleza pura! Leitura é necessária em tudo.
Concordo com os demais comentarios, a leitura por si somente já leva o aluno ou o leitor a se tornar um critico naturalmente.
Com relação às colocações do Rogerio, concordo tambem quanto a distancia existente entre os bancos universitarios e a realidade do dia a dia. Tanto é que um profissional se completa somente apos estagios ou mesmo apos inicio do trabalho na area escolhida, essa distancia citada entre os bancos escolares a vida profissional realmente é imensa e em algumas areas perigosa, para o caso de médicos por exemplo.
Sebastião

Hoje em dia a se formatar um curso de graduação já se pensa na integração das disciplinas através de um trabalho de diplomação que trata da resolução de um caso real. Na escola de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, os alunos fazem um trabalho que serve como uma extensão rural. É dado aos alunos o caso de uma pequena propriedade rural em que o proprietário esteja disposto a implantar melhorias e o aluno (ou grupo de alunos) começam desde o levantamento topográfico até a viabilidade econômica das soluções propostas, este trabalho tem levado ao pequeno agricultor a tecnologia necessária e ao aluno a experiência integradora de tudo o que apreendeu na escola.

Nas escolas de engenharia em geral, não são feitos trabalhos do mesmo tipo por diversos motivos, falta de recursos, falta de tempo (ou vontade) dos professores e o pior falta de tempo dentro do curso para os alunos realizarem este trabalho. O Ministério da Educação força que a diplomação seja feita num dado período de tempo (cinco anos) e como um trabalho deste tipo necessitaria de um semestre pleno não há tempo para os alunos fazerem este tipo de trabalho.

Problemas não faltam, por exemplo, há centenas de pequenos municípios que poderiam usar este tipo de trabalho para projetarem ou implantarem sistemas de abastecimento ou tratamento de água ou coleta e tratamento de esgoto, se houvesse uma parceria entre o Ministério das Cidades e o MEC, poder-se-ia fazer este tipo de trabalho que seria proveitoso a todos. Este é um exemplo, mas em várias áreas poderia ser utilizada esta mão de obra qualificada dando retorno àqueles que pagaram o seu estudo (o povo brasileiro) e eliminando esta lacuna na educação de nossos alunos.

São idéias, o problema que a implementação deste tipo de trabalho não depende somente dos professores, depende também da vontade política dos nossos governantes.
Caro Rogerio,
Existe uma frase do "Cancioneiro da Inconfidência", de Cecília Meirelles, que me marcou profundamente: "por que as coisas não se dizem sem consequência ou fim algum".
Sua idéia ficou me fazendo cosquinha, até que, em uma conversa com duas pessoas envolvidas em um projeto de auto-avaliação de escolas públicas, onde os próprios envolvidos (alunos, professores, funcionários, diretores e equipe, pais e comunidade) propõe soluções para os problemas encontrados, lembrei da sua proposta, não como disciplina, mas como atividade extra ou para-curricular.
Não sei que bicho vai dar ainda, mas o pessoal ficou super animado. A ver.
Abs
Mario
Mário e Marco

Esta idéia não é só minha, ela é ventilada por mim e meus colegas. Nós vemos bem próximo ao nosso campus vilas e mais vilas sem o mínimo em coleta e tratamento de esgotos. Vemos também que o governo federal tem verbas para a execução de obras e as prefeituras não tem projetos. A Universidade não tem recursos para subsidiar trabalhos deste tipo, que necessitam uma infra-estrutura mínima, estes trabalhos se não forem feitos dentro de um programa mais amplo que não os torne exercícios acadêmicos, não tem sentido. O importante é estabelecer uma espécie de cronograma que passa desde o levantamento das necessidades (trabalho que poderia ser feito por alunos de outras faculdades), projeto, orçamento e acompanhamento.

Com a retirada dos custos dos projetos (custos dos profissionais), com o aporte de novas tecnologias e finalmente com a própria fiscalização da execução isto geraria uma economia de no mínimo 30% (sem nenhum exagero) e levando inovações tecnológicas a quem mais necessita. Seria algo bem diferente do caráter paternalista que foi ensaiado no projeto Rondon, tendo respostas a carências e dando a visão ao aluno que se forma da realidade que o cerca.
O que falta para isso ser possível é só a questao do prazo para a formatura? Mas isso é um absurdo! Se possível, deveriam ser tiradas ou diminuídas algumas matérias para viabilizar isso. Se nao for possível, vocês deveriam escrever coletivamente para a CAPES, colocar o problema em discussao na SBPC e outros fóruns. Inclusive para a idéia passar tb para outras faculdades.

Os alunos nao têm disciplinas eletivas? A participação num projeto desses poderia equivaler a 4 ou 5 eletivas. E nao têm obrigatoriedade de estágio? Isso poderia substituir o estágio. É preciso pensar soluções que viabilizem isso, a idéia é muito boa.
Ana Lú

O caso da carga horária da Engenharia Civil é meio complicado, por se tratar de uma das "profissões imperiais" (não é brincadeira, é o nome) as atribuções são múltiplas, o engenheiro civil pode fazer o mesmo que fazia há trinta anos, e com a evolução tecnológica a multiplicidade de assuntos aumentou. "Secar o currículo" é praticamente impossível.
Entao tem que aumentar o tempo de formação. Um semestre a mais nao mata ninguém. Vocês devem lutar por isso.
Maestri,
Na verdade estava falando da idéia do autor do post original, o Rogerio Araujo, de introduzir a leitura crítica da mídia como disciplina escolar.
A idéia que vc apresentou (quer seja sua ou não, não importa) é uma outra questão. E remete à discussão do que o Brasil (não apenas o mercado de trabalho, mas a sociedade como um todo) quer do resultado do investimento em educação.
Ouvi falar de um grupo, Engenheiros Sem Fronteiras, com propostas semelhantes aos dos Médicos Sem Fronteiras, que se propõe a fazer mais ou menos o q vc levantou: trabalho de infraestrutura em comunidades carentes. Não tenho maiores informações sobre isso.
[]s
Ah eu fico feliz por essa ideia ter sido discutida, afinal de contas, esse era o objetivo, os que levaram adiante para a discussao dessa possibilidade nas escolas, ganhou nota 10, professores comentaram a ideias ate em sala de aula, enfim, meu post nao foi em vao, gostaria que discutissemos mais as possibilidades de trabalhar a ideia original, nao da maneira que eu postei inicialmente, mas da maneira que pudessemos divulgar a possibilidade de tal estudo, grato a todos

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