Dados iniciais sobre o
ato contra a Ditabranda da Folha de São Paulo apontam cerca de 500 manifestantes presentes nas duas horas e meia durante as quais a ação ocorreu.
Para uma manifestação organizada pela internet,
absolutamente sem menção alguma na grande imprensa e com um período de produção de uma semana, são números estratosféricos. Este número tem fontes ainda bem simplórias, mas as imagens mostram realmente centenas de manifestantes.
Mas a verdade é que os números não importam. Não haviam 500 pessoas lá. Haviam sim centenas de
formadores de opinião.
Eduardo Guimarães, mentor do manifesto e dono do blog
cidadania.com deixou claro já de partida que não esperava a presença de massas confusas, arroladas só para fazer número sem saber porque estão ali (como fez por exemplo o movimento
Cansei).
O que ele realmente buscava eram pessoas que, de peito aberto, recebessem a informação e decidissem participar do ato.
E lá estavam: centenas de formadores de opinião, deixando claro que não aceitavam a manipulação da grande mídia. Deixando claro que
sabem que o
jornalismo da Folha, da Veja, do Estadão, da Globo, nada mais é do que um espacinho publicitário comprado por grupos de direita que querem, quase literalmente, oprimir o povo.
Lá estavam: centenas pessoas que
levantaram da cadeira para dizer isto.
Essa informação vai pra frente.
Ela se multiplica. Consegue novos adeptos.
Mais manifestações virão. Mais pessoas se juntarão.
Menos pessoas (ainda) darão atenção ao jornalismo da
grande imprensa
Do alto do seu troninho, Otavio Frias Filho, dono da Folha de São Paulo, deve ter assistido a manifestação sentindo um frio na espinha, já ciente do futuro negro que avizinha seu jornalzinho. Os altos cargos do Grupo Abril e Grupo Globo sentem o mesmo.
E aqui embaixo a gente ri, porque a gente sabe que agora sim esses filhos da puta se fuderam.