Tenho lembrado muito que, neste ano, em 17 de março Elis Regina faria 65 anos. Ontem pensava em sugerir à Helô, à Cafu, à Marise, uma parceria para celebrar este aniversário. Hoje fui ao blog do Nassif e vi que a Rose nos lembra que, exatamente no dia de hoje, em 1982, Elis foi embora para sempre. Foi, mas deixou um dos mais belos registros vocais em forma de música, músicas que compõem um repertório tão divino quanto ela.
A ansiedade não me permitu esperar. Espero que a pareceria se faça aqui, todos nós juntos, juntas, celebrando o legado à música deixado por esta mulher que embalou e embala, com uma das vozes mais perfeitas do mundo, o sonho, a luta, o amor, a dor, a alegria, a tristeza.
Elis é música. Elis é cumplicidade com a vida e que a música cumpre com perfeição. Elis não deu conta direito disto e foi embora. Uma ironia. Uma armadilha.
Luzete, pra falar a verdade, sempre fui admiradora da Elis, fui a seus shows gostei muito do trem azul, mas ja enjoei de tanto ouvir falar dela.A coitada da filha Maria Rita, fica que nem fantasma da mãe de palco em palco, pra mostrar não ser nem tentar ser a mesma coisa.
Nossa, Luzete!|Adoooro Ellis pra sempre. Lembro que quando ela virou estrela no céu, eu cá na terra, fiquei sonoramente na pior, chorei adoidado. Só vi um show e Ellis, mas ainda hoje lembro dos detalhes, inclusive da inesquecível interpretação vivida em Atrás da porta. E o que dizer dela cantando Maria Maria? Era bom dançar e cantar essa música bem alto, com toda garra que ela sugere. Valeu! E viva Ellis.
A, esta é a Stela que eu conheço. sempre poeta.
e sempre sabendo das coisas.
mas coloque o vídeo!
deixei uma aulinha sobre o assunto lá na sua página.
teime! teime! teime!
Luzete eu me lembro da Ellis pequeninha quando participava do Clube do Guri em Pôrto Alegre. Todos os sábados eu assistia para ver aquela menininha cantando. Depois vi algumas vezes,ja mocinha no restaurante do Lupi.
Pena que se foi tão cedo
Beijo
Marise:
Já comentamos bastante sobre a então menina Ellis, na velha Porto Alegre. Sua trajetória pelos programas infantis da Rádio Farroupilha ("Clube do Guri", em especial. Se não me engano era produzido e apresentado por Glênio Perez, hoje nome do ex-Largo da Prefeitura). Seu início profissional no Conjunto Norberto Baldauf, onde era arranjador e acordeonista - e meu conterrâneo e colega de Colégio -, Vitor Canella (Vitinho).
Tempos velhos do Mozzer (crooner) que Elis substituiu então numa apresentação do conjunto em Curitiba (PR). Ao chegar nos contratantes, o empresário (que esperava o Mozzer) disse: "O que vocês vieram fazer aqui com essa guriazinha?". Enfim, vimos Elis desde o comecinho, acompanhada de sua mãe (sempre)...
Quanto ao Lupi, também já falamos bastante: o velho e incorrigível boêmio que cantou a sua própria vida, cheia de dor de cornos...
Falar em Elis Regina, para nós, é - portanto - um preito de respeito à nossa pranteada e sempre querida "Pimentinha"...
Um beijo a você e à Luzete.
Agilmar (Floripa/Laguna (SC) - cidades de sonhos e magia)