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Há o passado de liberdade e amarradura/

Se o andamento falou de saudades e amarguras/

E os enunciados chegaram á consciência/

Tomou com benevolência e viu/

Nada foi ou é em vão, nem incólume aos desejos/

Tudo é viés, via de regra, movimento transformador/

Transforma(dor)  em amor por si próprio/

Que do impróprio, outro não é/

Senão o inverso do verso que se pode cantar/

Seresta em uníssono ao reinventar/

Vínculos que se formam através dos vincos/

Sinestésico, etéreos, diáfanos ao ser/

Sentenciado Eros, vicissitudes e discernimentos/

Nomeados, situados são manás a encaminhar/

Para o ponto seguinte alcançar/

Na eclíptica e na elíptica decifrar/

Do começo ao contínuo/

Sinalizar.

 

Por: Salete Cardozo Cochinsky

 

Imagem web.

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