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                    Imagem do filme A lenda do tessouro perdido - imagem do uol

                             I 
                            I
Se anjos fôssemos de nada adiantaria
diante do adiantado estado da tirania
com que lobos devoram os cordeiros.
Vida movida requer fome, força e valentia
Louvável ali, na selva, uma cadeia de serventia,
deplorável no chão de asfalto,
nas edificações que se erguem ao alto.
Pedaços de ilusões! 

                                     II

Não fossem os anjos quando pedem guia,
Submergir do vazio, da penúria quando afetos,
De os repletos subtrair o todo de incompletos,
Dos medos, dos enigmas, dos impérios de agonia,
Vitalizar a chama da confiança para o novo dia,
Salvar em si, semelhanças, abstrair da circunstância.

Sobreviver à impotência adiante do impossível.
Considerar o universo de conteúdos invisíveis!                                         

                                  III         

                                                          
Se o que esperar do amanhã no vão da lucidez não se sabe
O se querer é centelha e encaminha por si só a vertente de vontades
De sorver sumos de liberdade mesmo quando na saudade
Pulsa em desordem no visceral de sonhos instrumentos
Inscrito nos umbrais como boas-vindas aos forasteiros
De instâncias esquecidas pelas vicissitudes da vida.

 Curar feridas!

Por: Salete Cardozo Cochinsky

 

 

 

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Respostas a este tópico

Ô Salete,

que maravilha!

fiquei sensibilizada.

Estou voltando aqui. Beijo Stella Maris

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