Assunto: (PSB) ERUNDINA prefeita + (PT) HADDAD vice (última chance)

 

             Prezados, quem gostar, por favor publique, divulguem. É um apelo.

 

             Pode ser a nossa última chance.... reproduzo aqui, um post que enviei ao portal em 27/3 pp.

 http://blogln.ning.com/forum/topics/psb-erundina-prefeita-pt-haddad...

 (PSB) ERUNDINA prefeita + (PT) HADDAD vice =  um Brasil democrático e popular

“Com confirmação do ex-governador SERRA candidato, o PSB de São Paulo dispõe dessa única e melhor solução para a eleição da Prefeitura de São Paulo em 2012. A deputada LUIZA ERUNDINA com HADDAD vice, é viável, útil e a melhor estratégia para se evitar o pior para São Paulo e para o Brasil, sem falsa modéstia paulistana: retirar do limbo o ex-governador com seus compromissos e ambições nacionais. Com SERRA, a candidatura de HADDAD poderá ser derrotada no 1º turno. “
Publicado por José Roberto Ferreira Militao em 27 março 2012 às 23:09 em Política

Continua: http://blogln.ning.com/forum/topics/psb-erundina-prefeita-pt-haddad...

 

        Nassif e demais,

 

        Decorridos três meses, desde março pp, agora, enfatizo, na última hora, estão tentando impor à Deputada ERUNDINA (PSB) uma condição quase que humilhante, à nossa mais idônea Deputada Federal, que dificilmente aceitará: emprestar seu nome e conceito, na condição de candidata a VICE-PREFEITA para uma candidatura desconhecida sem qualquer teste eleitoral e sem chances de vencer uma difícil disputa municipal de características bem diferentes da disputa nacional, em que um Presidente popular, preparou por três anos, a eleição de uma candidatura nova.

 

        Na eleição para prefeito o eleitor vota no que conhece e precisa conhecer bem para confiar o futuro de seu dia a dia, da escola dos filhos, do transporte público, da calçada e iluminação da rua, do posto de saúde, enfim, do seu bem-estar cotidiano.

 

        Ser candidato a VICE é condição para quem, em início de carreira, não tem voto e prestígio suficiente para ser o titular e vincula o seu nome a uma expressão de maior grandeza. Não pode ser o inverso.

 

        Na conjuntura eleitoral e política de São Paulo, a condição natural, seria num gesto espetacular HADDAD e LULA (PT) junto com EDUARDO CAMPOS, MARCIO FRANÇA e ELISEU GABRIEL (PSB) reconhecerem que a única viabilidade para derrotar a candidatura do ex-governador SERRA será a inversão, em que o PT e PSB prestarão uma qualificada reverência à Deputada LUIZA ERUNDINA, com seu prestígio e honorabilidade para uma disputa com o apoio necessário para uma vitória que interessa ao Brasil.

 

        Seria um gesto extraordinário, com grande impacto na mídia e na opinião pública, de quem não pensa em si mesmo, mas pensa na melhor solução para a cidade com reflexos evidentes para 2014 tanto no plano estadual quanto no plano federal. Uma nova eleição de SERRA em São Paulo, altera profundamente o tabuleiro eleitoral de 2014.

 

Se, entretanto, encaminharem dessa forma ora colocada pelos caciques (ERUNDINA – VICE) e receberem um não da Deputada o baque na campanha de HADDAD será fatal.

 

Por uma série imensa de fatores, depois de 27 de março, decorridos quase três meses a situação ficou bem pior para HADDAD:

 

1) Candidato desde setembro/2011, continua desnutrido nas pesquisas, pois é inteiramente desconhecido na periferia de São Paulo;

 

2) o que a Senadora MARTA disse, com seu respeitável gesto na ausência na festa de lançamento do seu algoz é que não está disposta a queimar seu prestígio popular a favor de um candidato fraco imposto de cima prá baixo;

 

3) Em São Paulo LULA e o PT, além de rejeição igual ou maior que a de SERRA, com um candidato desconhecido não chegará aos 30% de votos petistas;

 

4) A decisão do Supremo Tribunal colocará o ´mensalão´ na pauta eleitoral e o candidato do PT que integrava o governo federal, principal acusado, passará a campanha obrigado a defende-lo abertamente em todos os debates e entrevistas;

 

5) restam somente 100 dias para as eleições e a contagem regressiva não viabiliza fazer com HADDAD o que LULA fez com DILMA em 1.000 dias.

 

6) Em seis meses de campanha, HADDAD não conquistou novos apoios de outros partidos;

 

7) o PT sempre alcança 30% dos votos na Capital, embora todo petista já saiba bem que será o candidato do partido, continua com apenas 5%.

 

De outro lado, a candidatura da Deputada ERUNDINA, com apoio incondicional do PT e da forte lista de candidatos a vereadores na Capital, em poucos dias, desfrutará de uma série de vantagens competitivas:

 

1)      Se a Deputada ERUNDINA for convocada para essa missão, será consagrada pela população de São Paulo;

 

2)      No lançamento da campanha poderá contar com o apoio ostensivo da Senadora MARTA, da Presidenta DILMA, dos diversos governadores do PSB e PT, de CIRO GOMES e do ex-Presidente LULA;

 

3)      Erundina poderá contar com a vinda de CIRO GOMES para uma campanha fantástica num segundo turno com SERRA;

 

4)      Erundina (e o PSB) possuem boas relações políticas com o governador do Estado, e a aliança com o PT, assegura um governo municipal alinhado com o governo do estado e o governo federal;

 

5)      O próprio governador ALCKIMIN não precisará se empenhar muito na eleição de seus desafetos/adversários em potencial da aliança SERRA/KASSAB;

 

6)      PT e PSB numa campanha animada, elegerão grandes bancadas e pela primeira vez a esquerda poderá governar com base sólida na Câmara indispensável para aprovação dos grandes projetos urbanos e sociais que MARTA e ERUNDINA não conseguiram;

 

7)      Será a única candidata mulher com fortes vínculos com os direitos sociais: no município é onde o cidadão desfruta dos bens e direitos sociais.

 

8)      Erundina, possui taxa de rejeição igual a de Serra e igual taxa de conhecimento do eleitorado, próximo de 100%

 

9)      Apresentará seu VICE como um jovem, competente professor, a quem confiará grande parcela da responsabilidade administrativa;

 

10)  Poderá anunciar com credibilidade que HADDAD será o seu sucessor daqui a quatro anos;

 

11)  Poderá afirmar, com toda convicção, que não sonha com outras candidaturas, pois com 78 anos, não terá disposição para tentar exaustivas campanhas para ser candidata a governadora ou Presidente da República.

 

12)  Será a única candidata nordestina com fortes vínculos com as dificuldades dos migrantes;

 

13)   O PSB é um dos poucos partidos que não tem nada a ver com a história do ´mensalão´. Nem com qualquer escândalo de corrupção  tanto a nível municipal, estadual ou federal, e a candidata em si, é uma reconhecida reserva moral da nação.

 

14)   Com base parlamentar forte, ERUNDINA poderá realizar um governo extraordinário, pois, com sua credibilidade, poderá convocar qualquer nome respeitável, como fez com PAULO FREIRE e MARILENA CHAUI para conduzirem as políticas públicas de São Paulo.

 

Eis, senhores dirigentes de nossos partidos, PSB e PT, a oportunidade extraordinária para serem Estadistas que o Brasil tanto espera.

 

Pelo bem de São Paulo, e por interesse nacional:          

ERUNDINA (PSB) PREFEITA – HADDAT (PT) VICE

 

José Roberto F. Militão,

Presidente do PSB – ZONAL LAPA/Capital

Direitos Civis,  Direitos Sociais e Direitos Humanos

- ativista contra o racismo e contra a ´raça´ estatal

 f. (11) 3837-9959 cel. 7456-7412

minha página em  http://luisnassif.com/profile/JoseRobertoFerreiraMilitao

´Numa sociedade com a cultura de ´raça´, a presença do racista, será, pois, natural.´

 FRANTZ FANON, 1956  (foi o primeiro grande ativista contra o racismo)

 

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Respostas a este tópico

Seu poder de síntese é muito bom mesmo, Militão.

Desejo sorte pra vocês, quer sejam petistas, peessebistas, socialistas, verdes ou comunistas. Não deixo de desejar que surja luz para os conservadores também.

Não vou atrapalhar, mas não quero me envolver este ano.

Um abraço. 

Do Observatório de Imprensa

A tuitada de Erundina

 

Por Luciano Martins Costa em 20/06/2012 na edição 699

Comentário para o programa radiofônico do OI, 20/6/2012

 

A decisão da deputada Luiza Erundina, do PSB, de não aceitar a candidatura a vice-prefeito na chapa liderada pelo Partido dos Trabalhadores, em São Paulo, é o principal destaque das edições de quarta-feira (20/6) dos jornais paulistas.

A atitude de Erundina se dá em protesto contra a forma como o ex-presidente Lula da Silva e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, candidato a prefeito, festejaram a adesão do deputado Paulo Maluf, do Partido Popular, à aliança. Segundo a deputada, existe uma incompatibilidade insuperável entre suas convicções políticas e Paulo Maluf, a quem acusa de corrupto e ex-aliado da ditadura militar.

A notícia foi tratada de maneiras diversas pelos dois principais jornais da capital paulista.

Estado de S. Paulo se concentra na firmeza de convicções de Luiza Erundina, critica explicitamente o ex-presidente Lula, em editorial, por admitir a aliança com Maluf, e aposta que o Partido dos Trabalhadores var perder votos por conta dessa decisão. Já a Folha de S. Paulo entende que a desistência de Erundina “agrava a crise na campanha petista”, sem no entanto explicar de que crise se trata, uma vez que não havia crise alguma, apenas o processo normal de negociações para a formação de uma chapa. Tanto aFolha está errada que a própria Erundina anunciou que, mesmo não sendo candidata, continuará apoiando Fernando Haddad.

Estômago sensível

Pela forma como são compostas as reportagens sobre política, muitas vezes o leitor tem dificuldades para entender o sentido real dos acontecimentos. Em geral, o destaque exagerado para declarações – que podem ser selecionadas em extensão e significado pelos guardiães do jornalismo – acaba condicionando o entendimento dos fatos.

Pode acontecer, por exemplo, de o aspecto mais importante de uma reportagem sobre política não ter uma relação direta com política. No caso das campanhas eleitorais, por exemplo, a fase de formação das chapas é definida por matemática simples, a chamada conta de padeiro, sobre o tempo que se pode obter na propaganda obrigatória conforme a composição de partidos da aliança.

A desistência de Luiza Erundina se transforma em notícia importante não porque essa conta tenha sido alterada – afinal, o PSB segue aliado da candidatura de Fernando Haddad, ao lado do partido de Maluf, garantindo mais tempo de rádio e televisão para a chapa. O que a torna interessante é o fato de que alguém ainda tenha estômago sensível para essas alianças, que se tornam negócios cada vez mais distantes dos perfis ideológicos que se imaginam nos partidos políticos.

Erundina simplesmente não suportaria ter que dividir o palanque com Paulo Maluf, e isso surpreende a imprensa.

A voz dos eleitores

Interessante notar como o jogo democrático se tornou tão amoral e pragmático que o fato de alguém se negar a engolir como aliado um adversário figadal como é o caso de Erundina com Maluf pode ser tido como causador de crise.

Erundina fez o que era esperado dela. No mais, como se diz nas transmissões de futebol, segue o jogo, e o jogo é esse mesmo ao qual estamos habituados e ao qual a imprensa aderiu há muito tempo – não mais como observadora distanciada, mas como protagonista.

Mas o aspecto que provavelmente escapa do leitor mais distraído é que Erundina pautou sua decisão em dois movimentos. Primeiro, fez o seu protesto formal contra a maneira como Lula e Haddad se dispuseram a festejar Maluf. Procurada pelos caciques do PT e do PSB, chegou a se acalmar e manteve a candidatura. Mas no segundo momento decidiu que não poderia participar dessa aliança, e desistiu da candidatura.

E o que a moveu no segundo momento não foram declarações, artigos ou editoriais de jornais: foram as manifestações de seus eleitores nas redes sociais digitais. Esse é um dos aspectos mais importantes desse episódio.

Claro que a deputada deve ter levado em conta a reação da imprensa tradicional, que certamente iria se dedicar a cobrar dela a coerência política que a obrigaria a rejeitar a aliança com Maluf. Mas não foi a imprensa que a moveu – foram as manifestações espontâneas de cidadãos através da internet.

O episódio marca o momento em que as novas mídias se sobrepõem à mídia tradicional numa disputa eleitoral no Brasil. Trata-se de um aspecto que não vai estar em manchetes do tipo “mensagens no twitter levam Erundina a desistir de candidatura”. Mas que todos sabem que vai marcar a política, como marca a vida social.

Taí algo que faz sentido. E é o mesmo motivo pelo qual essas manobras DESASTRADAS de Lula vao ser um TIRO NO PÉ. Vao prejudicar a candidatura Haddad, em vez de ajudá-la. 

Achei interessante também. Como não sou de usar mídias sociais para cobrar políticos não tinha consciência disso.

Poxa!

Como Erundina descobriu em tão pouco tempo que os twiteiros eram REALMENTE, salve SALVE Chacrinha, seus eleitores?

 

Não sei se participantes em redes sociais são os mais relevantes no todo. Mas acho que políticos que se dispõem a abrir um perfil têm que deixar um assessor para responder.

Eu fiquei decepcionado ao ter feito uma pergunta ao meu deputado federal (que me adicionou no facebook) e ele não se dar ao trabalho de responder. Pra isso não precisa fazer perfil de "amigo", é mais correto fazer o perfil de "página" ou "personalidade" (para as quais só é possível acompanhar e seguir, mas não interagir.)

Como qualquer pessoa, políticos não gostam de críticas. Mas, ao contrário de outras carreiras, devem (deviam) aprender a conviver com elas (artistas também.)

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