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Há um ano Miriam Leitão prenunciou que Cristina Kirchner não seria reeleita

Há exatamente um ano morreu Nestor Kirchner –  ex-presidente da Argentina e marido de Cristina Kirchner, a presidenta recentemente reeleita.

Daí começaram a disparar artigos da mídia brasileira, analisando com "precisão cirúrgica" os descaminhos, tragédias e desmandos na Argentina – algo parecido com aquelas análises que falavam sobre a ameaça à democracia brasileira com a eventual eleição de Dilma Rousseff e sua total incapacidade política de governar; que ela não tinha luz própria; que Lula seria efetivamente o presidente etc.

Então me deparo com o artigo de Miriam Leitão que fazia menção à vulnerabilidade política da então presidenta Cristina Kirchner, que fora eleita – e governava – à sombra do seu marido e antecessor Nestor Kirchner. A comentarista segue também, óbvio, o clichê jornalístico da oligarquia midiática dizendo que é “cerceamento à liberdade de imprensa” a chamada Ley de Medios feita por Cristina Kirchner para, ao contrário do que berram os funcionários da grande imprensa, democratizar a comunicação no seu país em sintonia com o artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Mas isto é outro assunto que mereceria um artigo com abordagem mais profunda. Pois falávamos dos prognósticos de Miriam Leitão sobre o sombrio futuro político de Cristina Kirchner...

Creio que o último parágrafo resume a análise como um todo:

"Assim, dividida, fragmentada, em delicado momento político, a Argentina perde o ex-presidente que a tirou da última e devastadora crise de 2001/2002. Sem ele, acaba o Kirchnerismo."

Clique AQUI para o artigo completo.

Obs.: crédito a Júlio Carignano (@JC_Carignano), que lembrou de mais essa pérola de Miriam Leitão.

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A Internet tem um problema muito sério, ela tem memória. Ninguém guarda jornais de um ano em casa, muito menos copia programas de TV, mas na Internet.... fica tudo escrito.

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