Ou no governo de quem aumentou a carga tributária?

Ou o impostômetro como quantitativo da sonegação!

Costumo, ao ler algum comentário de qualquer natureza, verificar o maior número de informações possíveis. É assim até com assuntos mais triviais. Faço questão de ler também os contraditórios para ter um balizamento equilibrado. É do meu feitio. Por mais que não goste de alguns jornalistas, procuro ver se há algum fundo de verdade no que afirma. Quando vi o estardalhaço em torno da marca do impostômetro atingida neste mês, fui a campo. Há muitas surpresas. Assim que durante anos ouvia ministros se manifestarem sobre a sonegação (só sonegação) dizendo que para cada 1 unidade de moeda recolhida, 1 deixava de ser, numa sangria nunca estancada pelos governos Legais ou Ditatoriais. Sempre havendo um conluio empresarial/político que se sustentavam. Quem ousou quebrar isso, foi deposto ou morreu (excluindo-se Collor). Se as condições perdurassem até hoje, poderíamos afirmar que o Impostômetro é igual ao Sonegômetro.
Mas não, a situação melhorou muito. Mas mesmo assim aquele poderá servir de base para o segundo! Há meios de verificar qual o percentual de sonegação! Tenho alguns números que irei colocar aqui. É um estudo que foi elaborado por entidade alheia ao governo e aí podemos calcular o rombo efetuado por quem mantém o impostômetro.
Não achei estudo sobre a evasão de divisas que deve aumentar ainda mais a relação!
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ESTUDO SOBRE SONEGAÇÃO FISCAL AS EMPRESAS BRASILEIRAS
Gilberto Luiz do Amaral
João Eloi Olenike
Letícia Mary Fernandes do Amaral
Fernando Steinbruch
05 de março de 2009
ESTUDO SOBRE SONEGAÇÃO FISCAL
- Sonegação das empresas brasileiras vem diminuindo, mas ainda corresponde a 25% do seu faturamento;
- Em 2000 o índice de sonegação era de 32% e em 2004 era de 39%;
- Faturamento não declarado é de R$ 1,32 trilhão;
- Tributos sonegados pelas empresas somam R$ 200 bilhões por ano;
- Somados aos tributos sonegados pelas pessoas físicas, sonegação fiscal no Brasil atinge 9% do PIB
- Cruzamento de informações, retenção de tributos e fiscalização mais efetiva são os principais responsáveis pela queda da sonegação;
- Contribuição Previdenciária (INSS) é o tributo mais sonegado, seguida do ICMS e do Imposto de Renda;
- Indícios de sonegação estão presentes em 65% das empresas de pequeno porte, 49% das empresas de médio porte e 27% das grandes empresas;
- Em valores, a sonegação é maior no setor industrial, seguido das empresas do comércio e das prestadoras de serviços;
- Com os novos sistemas de controles fiscais, em 5 anos o Brasil terá o menor índice de sonegação empresarial da América Latina e em 10 anos índice comparado ao dos países desenvolvidos.
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ESTUDO E PESQUISA DE RESPONSABILIDADE:
IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário
Entidade criada em 11/12/92, cujo objetivo é a difusão de sistemas de economia legal
de impostos; divulgação científica do tema; estudo de informações técnicas para a
apuração e comparação da carga tributária individual e dos diversos setores da
economia; e, análise dos dados oficiais sobre os tributos cobrados no Brasil.
www.ibpt.com.br
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Como o PIB de 2008 foi de 3.851.490.000.000 de reais podemos calcular em 1.407.334.446.000 os impostos arrecadados (36,54%) e a Sonegação em 200.000.000.000
Conforme tabela na página 7 do documento acima.
1.407.334.446.000 => 100
200.000.000.000 => x = 14,2 %
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Já sabemos então qual é o valor que o nosso Sonegômetro atingiu:
Quase 150 bilhões de reais
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Ou no governo de quem aumentou a carga tributária?
Agora gostaria de falar sobre o aumento da carga tributária:

Evolução da Carga Tributária no Brasil

 Em 1947 = 13,8% do PIB;

 Em 1965 = 19% do PIB;

 Em 1970 = 26% do PIB;

 Em 1986 = 26,2% do PIB;

 Em 1988 = 26,4% do PIB;

 Em 1990 = 30,5% do PIB;

 Em 1991 = 25,21% do PIB;

 Em 1992 = 25,85% do PIB;

 Em 1993 = 25,72% do PIB;

 Em 1994 = 29,46% do PIB;

 Em 1995 = 37,3% do PIB;

 Em 1996 = 28,97% do PIB;

 Em 1997 = 29,03% do PIB;

 Em 1998 = 29,74% do PIB;

 Em 1999 = 32,15% do PIB;

 Em 2000 = 33,18% do PIB;

 Em 2001 = 34,7% do PIB;

 Em 2002 = 36,45% do PIB;

 Em 2003 = 34,92% do PIB;

 Em 2004 = 35,88% do PIB;

 Em 2005 = 37,37% do PIB;

 Em 2006 = 34,23% do PIB.

 Em 2007 = 35,3% do PIB.

 Em 2008 = 36,54% do PIB.

Em 2009 = 34,85% do PIB.

 Em 2010 = 35,04% do PIB.

Era Ditatorial e Transição.

Começou com 19%, teve as maiores variações dos períodos- o que indica sonegação – e terminou com 28,97%.

Era FHC como presidente.

Começou com 37.3%, teve variação intensa – o que indica sonegação - e terminou com 36,45%.

Era Lula como presidente.

Começou com 34,92% e terminou com 35,04 %, sendo o período mais estável, com pouquíssima variação. Foi o período em que mais cresceu a arrecadação, mas com a mesma evolução do PIB, o que demonstra que o percentual (números relativos) foi mais ou menos constante! >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Carga tributária por países.

Olhando a tabela de carga tributária colocada na Wikipédia, podemos deduzir que estamos na média dos encargos dos países desenvolvidos e do BRIC. Se olharmos para os que estão abaixo do valor veremos que sua situação econômica tem também desempenho abaixo do nosso! >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
CONCLUINDO

Falácia 1 – A carga tributária está subindo!

                 Não é a carga tributária  que está subindo. O valor arrecadado mostrado pelo Impostômetro está subindo  por que o PIB está subindo. Está estável em números percentuais!

 

  Falácia 2 – O Brasil tem a maior carga de impostos do mundo (assertiva que se retira da gritaria do PIG e Empresas).                    

 Não há almoço grátis (alguém já disse isso). E esse almoço tem como prato principal as ajudas (socialização dos prejuízos) de empresas, agricultura e bancos. Pela tabela estamos na média.

Falácia 3 – A culpa é do governo que aí está.

Olhando os três períodos de governanças, o único que não subiu absurdamente foi o governo do PT. +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

NÃO ACREDITE EM NADA QUE LER NESTA POSTAGEM. LEIA OUTROS AUTORES, PESQUISE, SE INTERE DA REALIDADE. NÃO SOU ECONOMISTA, SÓ SOU UM CARA QUE PENSA E ENXERGA.

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Respostas a este tópico

Muito oportuna (sem ser oportunista) essa postagem.

Da mesma forma que se fala de combate à corrupção, mas não se combate os corruptores, também se deve falar dos sonegadores, antes de combater os impostos. Os espertinhos querem sempre inverter a ordem da história.

Lembro que o ex-reacionário mor da RBS, aqui de Floripa, o tal de Luis Carlos Prates esbravejava contra a carga tributária do país. Claro que ele falava como boca alugada dos empresários, que é para quem a RBS trabalha. Mas, certo dia, ele inventou de entrevistar um contador de uma companhia, se não me engano da própria FIESC, para bater de dedo na CPMF. E não é que o sujeito defendeu o imposto. Ele disse que era o principal mecanismo contra a sonegação, pois não havia como ser fraudado por inteiro. Quer dizer, o represetnante do capital defendendo um imposto. O apresentador ficou mudo, evidente.

E disse mais, o contador, afirmando que era falsa a sensação de um aumento da arrecadação. O que estava acontecendo era que o governo havia afinado sua fisclaização contra os sonegadores. Óbvio que a entrevista terminou logo em seguida e eu me diverti abeçamente. hehe

Sofro do mesmo mal que o seu: RBS uma praga que começou aqui e que usa os mesmos truques do Murdoch.

Parabéns melo artigo, Joel. Recomento: O dízimo e o impostômetro

 

Prezado Joel, todos os parabéns a esta sua postagem e um texto sobre grande parte a respeito de impostos no Brasil que todos deveriam saber ( principalmente a oposição e os jornalistas do "PIG")

Gostaria apenas de acrescentar algo que cansavelmente observo.

A mídia faz grande estardalhasso em relação ao tal impostômetro, como se só o governo federal cobrasse tributos.

Os empresários que mais reclamam, são os que pagam menos impostos porcentualmente, quando não sonegam.

Como comerciante sei muito bem que nem sempre são os impostos responsáveis pelos altos preços cobrados em produtos e serviços aqui no Brasil. ( Basta comparar preços de similares em outros países e os impostos cobrados). Na verdade é muito mais por falta de "vergonha na cara" e ambição dos empresários.

 

É pessoal com certeza a CPMF foi uma pedra no comportamento corrupto de nossos "representantes" e seus apadrinhados. Quem não se lembra dos flagrantes com dinheiros em cuecas, meias, malas e sabe se lá onde mais escondiam as propinas.

E a nossa mídia "investigativa" nunca mencionava o por quê de tal comportamento.

A desgraçada situação que vive a segurança pública, a saúde e a educação brasileira, independe da CPMF que é apenas mais um  meio de roubar o bolso do brasileiro, se acabar com metade da corrupção por roubo aos cofres públicos, cujos ladrões são amparados pela Justiça como é o caso da absolvição pelo STJ do JOSÉ ROBERTO ARRUDA ex-governador do Distrito Federal e como ele, centenas ou milhares de outros governantes por este Brasil a fora, o nosso país terá tanto dinheiro em cofres que será difícil ao Governo administrar a fortuna.
Corretíssimo...

Acredito que podes gostar de algumas idéias* em

http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

 

Iniciada com a intenção de registro acadêmico,  foca como a juizite e a corrupção estão conectadas ao décifit de atenção coletiva:

A maioria da população vive entorpecida pela poderosa, inocultada e inocultável acultura da superficialidade, a qual o Professor LÊNIO STRECK, no Jornal "O Sul", dia 3.9.2011, denominou de "Estagiariocracia".[1]

A maioria da população vive entorpecida pela confusão do excesso de (des)informações, e uma teia de paradoxos e de falsas crenças.[2]

Confundida pelo excesso de (des)informações, falsas crenças (como a de que felicidade é um direito) e paradoxos.

O pensamento é terceirizado enquanto as sensações momentâneas são exacerbadas, esvaziando a vida de um sentido: http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

 Podemos articular um movimento ACORDAR? Pode te interessar, e seria oportuna a tua participação ativa, pessoa que tem focado como um livre pensador bem intencionado.

O mais interessante e extraordinário na amizade é que propicia a troca de idéias: Porque quanto mais nos libertamos das idéias, doando-as desinteressadamente, maior espaço abre-se, em nossa consciência, para que muito mais idéias novas cresçam e floresçam...


mais do que uma pretensão de busca rumo à politização da nossa sociedade, um chamado para deixarmos de sermos idiotas.




[1] A "Estagiariocracia" integra a cadeia predatória da juizite e corrupção. Quem duvida do poder dos estagiários, veja o ponto ao qual chegamos: Não se dignam a cuidar nem dos textos de uma única e singela linha, anunciando nomear "peito substituto" (ao invés de perito) após o MP comprovar “a liminar postulado(sic) no agravo” – como se vê no processo 001/10523815119 ação civil pública da 4ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central de Porto Alegre colhido em https://www.tjrs.jus.br/site_php/consulta/consulta_despacho.php?ent... 1&comarca=porto_alegre&Numero_Processo=10523815119&num_movimento=210&code=5474

[2] Sobre o sistema de falsas crenças em torno de felicidade ser um direito, assistir ao prof. Mario Sergio Cortella, filósofo, mestre e doutor em Educação da PUC-SP em:
http://video.google.com/videoplay?docid=666414306773119705#

Recebi de um amigo, jurista de escol, o texto da lavra do eminente Ives Gandra da Silva Martins, por pertinente e verdadeiro, incluo.
 

Sou branco, honesto, contribuinte, eleitor, hetero...

Para quê ?

 


Ives Gandra da Silva Martins* 

Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria!

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', porque cumpre a lei.

Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

( *Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo ).
 

  

Para os que desconhecem este é o :Inciso IV do art. 3° da CF a que se refere o Dr. Ives Granda, em sua íntegra:  

"promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação."  

Assim, volta a ser atual, ou melhor nunca deixou de ser atual, a constatação do grande Rui Barbosa: 

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86) 

Acredito que poderás gostar de algumas idéias* em

http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

Iniciada com a intenção de registro acadêmico,  foca como a juizite e a corrupção estão conectadas ao décifit de atenção coletiva:

A maioria da população vive entorpecida pela poderosa, inocultada e inocultável acultura da superficialidade, a qual resultou no que o Professor LÊNIO STRECK denomina "Estagiariocracia".[1]

A "Estagiariocracia" integra a cadeia predatória da juizite e corrupção porque anula a principal característica da jurisdição, de ser realizada por terceiro isento![2]

Os processo só é analisado por um estagiário que, escondido, prepara a decisão, mesmo se desfeto ou amigo de alguma das partes! Quem duvida do poder dos estagiários, veja o ponto ao qual chegamos: Como sabem que os juízes assinam sem ler não cuidam nem de textos de uma linha como a que anuncia nomear "peito substituto", no lugar do perito, após o MP comprovar “a liminar postulado(sic) no agravo”.[3]

A maioria da população vive entorpecida pelo excesso de (des)informações, e uma teia de paradoxos e de falsas crenças.[4]

O pensamento é terceirizado enquanto as sensações momentâneas são exacerbadas, esvaziando a vida de um sentido: http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

 Podemos articular um movimento ACORDAR? Pode te interessar, e seria oportuna a tua participação ativa, pessoa que tem focado como um livre pensador bem intencionado.

O mais interessante e extraordinário na amizade é que propicia a troca de idéias: Porque quanto mais nos libertamos das idéias, doando-as desinteressadamente, maior espaço abre-se, em nossa consciência, para que muito mais idéias novas cresçam e floresçam:

Mais do que uma pretensão em rumo à politização da nossa sociedade, é um chamado para deixarmos de sermos idiotas:



[1] LÊNIO STRECK, "Estagiariocracia", Jornal "O Sul", de Porto Alegre, dia 3.9.2011, e reproduzido em http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=25380/ e http://pt-br.facebook.com/pages/Lenio-Luiz-Streck/115390585209499

[2] Imparcialidade Judicial... Rev. Faculdade Direito UFRGS, v.12, p.209-215, tb. http://www.padilla.adv.br/teses/

[3] Como sabem que os juízes vão assinar sem ler, e que “não vai dar nada” os estagiários não se dignam a cuidar sequer dos textos de uma única e singela linha. Veja este despacho anunciando nomear "peito substituto" (no lugar do perito) após o MP comprovar “a liminar postulado(sic) no agravo” processo 001/10523815119 ação civil pública na 4ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central de Porto Alegre colhido em https://www.tjrs.jus.br/site_php/consulta/consulta_despacho.php?ent... 1&comarca=porto_alegre&Numero_Processo=10523815119&num_movimento=210&code=5474

[4] Sobre o sistema de falsas crenças em torno de felicidade ser um direito, assista ao Professor Mario Sergio CORTELLA, filósofo, mestre e doutor em Educação da PUC-SP em:

 

Inconfidência Mineira e Revolução Farroupilha armaram-se contra o "Quinto dos Infernos", imposto que era de APENAS 20%.

 

Hoje,  a carga tributária chega a ser 4 vezes maior, e o que acontece...?

                                     http://ning.it/qgGKUu

 

Seria cômico, não fosse trágico!

 

Institucionalizou-se o estelionato eleitoral?

A maioria dos políticos fala uma coisa, e faz outra, induzindo eleitorado em erro, a fim de obter uma vantagem ilícita, prejudicando o eleitor e o próprio processo eleitoral e a democrática representação, fenômenos que vem se acentuando pela dominação da acultura da superficialidade.

Um dos capítulos de "TGPs..." discute o Processo Eleitoral e o estelionato político: http://www.padilla.adv.br/etica/eleitoral.pdf

Vale a pena ler:

Judiciário e sociedade » O Projeto de Constituição da República Rio-Grandense : http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fmagrs.net%2F%3Fp%3D792...

 Prof. Padilla UFRGS

 

----- Original Message -----

From: Alvaro Trucolo – Athenacargo

To: rotarycanoasindustrial@yahoogrupos.com.br ; rotary4670@yahoogrupos.com.br

Sent: Thursday, September 22, 2011 3:49 PM

Subject: Veja uma das fábricas de dinheiro do governo

 

 Uma das fábricas de dinheiro do governo

IBPT - INSTITUTO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO


Percentual de Tributos sobre O Preço Final

 

PRODUTO % Tributos/preço final

Mesa de Madeira                                                30,57%

Cadeira de Madeira                                           30,57%

Sofá de Madeira/plástico                                34,50%

Armário de Madeira                                          30,57%

Cama de Madeira                                              30,57%

Motocicleta de até 125 cc                              44,40%

Motocicleta acima de 125 cc                         49,78%

Bicicleta                                                             34,50%

Vassoura                                                             26,25%

Tapete                                                                 34,50%

Passagens aéreas                                              8,65%

Transporte Rod. Interestadual Passageiros 16,65%

Transporte Rod. Interestadual Cargas         21,65%

Transporte Aéreo de Cargas                           8,65%

Transp. Urbano Passag. - Metropolitano      22,98%

MEDICAMENTOS                                               36%

CONTA DE ÁGUA                                              29,83%

CONTA DE LUZ                                                 45,81%

CONTA DE TELEFONE                                    47,87%

Cigarro                                                                81,68%

Gasolina                                                              57,03%


PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS
         

Carne bovina                                                     18,63%

Frango                                                                 17,91%

Peixe                                                                   18,02%

Sal                                                                        29,48%

Trigo                                                                   34,47%

Arroz                                                                   18%

Óleo de soja                                                       37,18%

Farinha                                                               34,47%

Feijão                                                                  18%

Açúcar                                                                 40,4%

Leite                                                                    33,63%

Café                                                                     36,52%

Macarrão                                                             35,20%

Margarina                                                           37,18%

Margarina                                                           37,18%

Molho de tomate                                               36,66%

Ervilha                                                                35,86%

Milho Verde                                                        37,37%

Biscoito                                                              38,5%

Chocolate                                                           32%

Achocolatado                                                     37,84%

Ovos                                                                    21,79%

Frutas                                                                 22,98%

Álcool                                                                  43,28%

Detergente                                                         40,50%

Saponáceo                                                          40,50%

Sabão em barra                                                 40,50%

Sabão em pó                                                      42,27%

Desinfetante                                                      37,84%

Água sanitária                                                   37,84%

Esponja de aço                                                  44,35%


PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE
              

Sabonete                                                             42,00%

Xampu                                                                52,35%

Condicionador                                                   47,01%

Desodorante                                                      47,25%

Aparelho de barbear                                         41,98%

Papel Higiênico                                                 40,50%

Pasta de Dente                                                  42,00%


MATERIAL ESCOLAR
                                     

Caneta                                                                48,69%

Lápis                                                                   36,19%

Borracha                                                             44,39%

Estojo                                                                  41,53%

Pastas plásticas                                                41,17%

Agenda                                                                44,39%

Papel sulfite                                                       38,97%

Livros                                                                  13,18%

Papel                                                                   38,97%

Agenda                                                                44,39%

Mochilas                                                             40,82%

Régua                                                                  45,85%

Pincel                                                                  36,90%

Tinta plástica                                                    37,42%


BEBIDAS
                                                            

Refresco em pó                                                 38,32%

Suco                                                                    37,84%

Água                                                                    45,11%

Cerveja                                                               56%

Cachaça                                                              83,07%

Refrigerante                                                      47%

CD                                                                        47,25%

DVD                                                                     51,59%

Brinquedos                                                         41,98%


LOUÇAS
                                                             

Pratos                                                                 44,76%

Copos                                                                  45,60%

Garrafa térmica                                                43,16%

Talheres                                                              42,70%

Panelas                                                               44,47%


PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO
      

Toalhas - (mesa e banho)                                 36,33%

Lençol                                                                 37,51%

Travesseiro                                                        36,00%

Cobertor                                                             37,42%

Automóvel                                                         43,63%


ELETRODOMÉSTICOS
                                    

Fogão                                                                  39,50%

Microondas                                                        56,99%

Ferro de Passar                                                 44,35%

Telefone Celular                                               41,00%

Liquidificador                                                   43,64%

Ventilador                                                          43,16%

Refrigerador                                                      47,06%

Vídeo-cassete                                                    52,06%

Aparelho de som                                               38,00%

Computador                                                       38,00%

Batedeira                                                            43,64%

Roupas                                                                37,84%

Sapatos                                                               37,37%


MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
                       

Casa popular                                                      49,02%

Telha                                                                   34,47%

Tijolo                                                                   34,23%

Vaso sanitário                                                   44,11%

Tinta                                                                   45,77%

Fertilizantes                                                      27,07%

Móveis (estantes, cama, armários)               37,56%

Mensalidade Escolar                                         37,68% (ISS DE 5%)

                                                                            

Alem disto tudo, ainda pagamos Imposto de Renda de 15% a 27,5% do salário, pagamos o plano de saúde, o colégio dos filhos, ipva, iptu, inss, fgts, etc.

Uma roubalheira, não achas?
Até quando trabalharemos para sustentar essa corja de corruptos?

Acredito que, enquanto o povo não se mobilizar para uma revolução os sociopatolobistas e politicorruptos continuarão com essa escravidão moderna. Para ELES, o povo é escravo, que exploram através desse sistema.

Acorda Brasil!

 

 

 


http://video.google.com/videoplay?docid=666414306773119705#

Prezados Colegas interessados em construir 1 MMM - UM Mundo Muito Melhor iniciando por Porto Alegre:

Alertado pelo e-mail denunciando a extorsão pela excessiva carga de impostos (os dados são preocupantes, e estão ao final) propomos uma reflexão transdisciplinar:

Acredito que podem instigar algumas idéias* em

http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

Iniciada para ser registro acadêmico,   foca como a juizite e a corrupção estão conectadas ao décifit de atenção coletiva provocado pelo excesso de (des)informações, e uma teia de paradoxos e de falsas crenças. O pensamento é terceirizado enquanto as sensações momentâneas são exacerbadas, esvaziando a vida de um sentido. [1]

A maioria da população vive entorpecida pela poderosa, inocultada e inocultável acultura da superficialidade, a qual resultou no que o Professor LÊNIO STRECK denomina "Estagiariocracia". [2]

A "Estagiariocracia" integra a cadeia predatória da juizite e corrupção porque anula a principal característica da jurisdição, de ser realizada com isenção![3]

Os processo só é analisado pelo estagiário que prepara a decisão, mesmo sendo desfeto ou amigo de alguma das partes! Quem duvida do poder dos estagiários, veja o ponto ao qual chegamos: Como sabem que os juízes assinam sem ler, não cuidam nem dos textos de uma linha como a que anuncia nomear "peito substituto", no lugar do perito, após o MP comprovar “a liminar postulado(sic) no agravo”.[4]

 Podemos articular um movimento ACORDAR? Pode te interessar, e seria oportuna a tua participação ativa, pessoa que tem focado como um livre pensador bem intencionado.

O mais interessante e extraordinário na amizade é que propicia a troca de idéias: Porque quanto mais nos libertamos das idéias, doando-as desinteressadamente, maior espaço abre-se, em nossa consciência, para que muito mais idéias novas cresçam e floresçam:

Mais do que uma pretensão em rumo à politização da nossa sociedade, é um chamado para deixarmos de sermos idiotas:

 

Inconfidência Mineira e Revolução Farroupilha armaram-se contra o "Quinto dos Infernos", imposto que era de APENAS 20%.

 

Hoje,  a carga tributária chega a ser 4 vezes maior, e o que acontece...?

                                     http://ning.it/qgGKUu

 

Seria cômico, não fosse trágico!

 

Alô meus amigos. Bah, agora vai, tchê!!!

Estamos até emprestando uns trocados aí pra estes “pobres coitados americanos”, então, já que aqui sobra grana, e está tudo a contento neste vamos...

Criar a moeda mais BAGUAL do Planeta?

 

    Notas devem começar a circular em 20 de setembro.

      ISSO QUE É DINHEIRO FORTE BARBARIDADE !

PORTO ALEGRE, RS - Aprovada por Tarso Genro, entra em vigor no dia 20 de setembro a nova moeda do RS. O já conhecido "pila" terá modelos de notas exclusivos que exaltarão as riquezas do RS. As cédulas não poderão ser falsificadas e serão extremamente resistentes: - O material utilizado na confecção das notas é couro de búfalo e uma mistura de erva mate e sal grosso. Se uma bomba nuclear cair sobre o RS, sobrariam as baratas e as notas de pila...

Além do material ultra-resistente o câmbio será ajustado: “- Agora que o Banrisul ajudou os EUA e eles tão com dinheiro o dólar vale algo como RS$ 0,57 de pila. A nossa moeda é a mais valiosa do RS e do mundo.”

 

 

 

 

 

Tradição Farroupilha resiste à acultura da superficialidade?   Tchê!

Luiz Roberto Nuñes Padilla

Professor da Faculdade de Direito da UFRGS

Pagamos os mais caros impostos do planeta pelos piores desserviços públicos do mundo. Os recursos são consumidos em uma rede de teias de corrupção e desperdício. Essa realidade antiecológica obviamente é inaceitável. (frase premiada na Escola Presidente Getúlio Vargas, em Aracaju, em 2011:  “O horário político é o único momento em que os ladrões ficam em cadeia nacional”) Contudo, vem sendo tolerada pela sociedade brasileira.

Há uma espécie de décifit de atenção coletiva, cujo inconsciente está entorpecido por uma acultura de superficialidade, com acentuada terceirização do pensamento: http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

Aproxima-se 20 de setembro, o feriado Farroupilha, celebrando a saga da Guerra dos Farrapos, ancestrais que rejeitaram a aliança com o vizinho Uruguai. Podemos mudar os rumos da história. http://rodineicandeia.blogspot.com/2011/09/revolucao-farroupilha-se...

O Hino Riograndense registra que - para ser livre, é preciso ter CULTURA, e aspira a que sirvam de modelo as "façanhas", isto é, os fatos que superaram a lenda e tornaram legendária a tradição guerreira. Contudo, pelo contrário, ao invés de modelar-se nos atributos da honra, a brasilidade está entregue.

Para turbinar a globalização, os politicorruptos minam a resistência, saturando de (des)informações ambíguas e contraditórias, invertendo os valores.

Só um tipo resiste, prejudicando o merchandising, e retardando a padronização do consumo. “Um certo Capitão Rodrigo” cativa e conquista. Há CTGs – Centros de Tradição Gaúcha, em todos cantos deste planeta. Em “O tempo e o vento”, Érico Veríssimo identifica as características de Cambará, simples, autêntico, adaptável e corajoso: http://www.padilla.adv.br/alegre/gaucho/erico/

Não conseguindo suplantar essa Cultura, os sociopatolobistas iniciaram um processo de desdenhá-la: Misturar realidade com ficção, mensagens subliminares, repetição de mentiras até serem banais; reforço paralelo; idolatria de falsas lideranças, e profusão de paradoxos! Todos os recursos para entorpecer.

É uma cruzada contra os novos bárbaros, os gaudérios que, em pleno Séc. XXI, bebem chimarrão ao invés dos industrializados; preferem bombachas às grifes; usam um linguajar próprio, resistindo aos comando subliminares. Pior, disseminam o consumo de carne assada, o prato mais simples de preparar e avesso à dieta açucarada que destrói a saúde: http://pt.scribd.com/doc/61508666/

Reparou como, no final do Sec. XX, surgiram piadas sobre gaúchos? Que Deus, na sua infinita bondade, apiede-se dos detratores. O gaúcho é ecológico, e arrebatador. Olha os “lírios do campo”, escuta "musica ao longe", sobreviveu ao "incidente em Antares". Também pudera: Foi forjados pelo Minuano, o vento implacável! Ψ http://www.padilla.adv.br/alegre/gaucho/

Na Semana Farroupilha, podem cair os butiá do bolso: O samurai do pampa brasileiro, como a relva que sobrevive ao rigoroso inverno, acordará do torpor para vencer a danosa acultura da superficialidade? (publicado no Jornal Zona Norte, Porto Alegre, v. 225, set. 2011, p. 9)

 

O filme “Laços”, produção brasileira de baixíssimo custo, R$ 1.500,00, arrematou o prêmio “Project: Direct”, concurso de curta-metragens promovido, anualmente, pelo YouTube, vencendo centenas de concorrentes de todo o mundo.            O roteiro é simples e tocante.
Confira:        http://www.youtube.com/watch?v=gl74J-aAnfg&feature=player_embedded

 

 

 

 

 

 

 

 

Se o "Quinto dos Infernos", imposto de APENAS 20%, causou a Inconfidência Mineira e a Revolução Farroupilha, porque temos hoje uma carga tributária quatro vezes maior?

 

A lógica perversa da CPMF

João-Francisco Rogowski

 

O “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) alcançou, na terça-feira (13/9/2011), R$ 1 trilhão em impostos pagos pelos brasileiros, desde o início deste ano.

Temos uma das mais elevadas cargas tributárias do planeta e os piores serviços públicos do mundo.

Não nos esqueçamos que a elevada carga tributária foi uma das causas da Inconfidência Mineira e da Revolução Farroupilha. Guerra da Independência Americana se deu por causa do imposto do chá.  Ao assumir a presidência da república,  José Sarney elevou a carga tributária para 19% do PIB, e eu não protestei. Fernando Henrique assumiu e elevou também a carga deixando-a em 25% do PIB ao deixar o cargo, e eu não protestei. Lula ao deixar a presidência nos deixou a herança maldita de uma carga tributária nominal de 40% do PIB e uma carga real e efetiva em torno de 50% ou mais, pois, pagamos em duplicidade por saúde, educação e segurança, uma vez ao poder público e outra vez ao setor privado, por planos de saúde, escolas particulares, segurança particular, e, caminhamos a passos largos para a privatização da Justiça através da Justiça Arbitral, mais ágil e eficiente que por força de lei, julga um processo num prazo que não pode exceder a 180 dias. Arrependo-me de não ter protestado antes, mas protesto agora, antes tarde do que nunca.

 

Essa carga tributária que oficialmente está em torno de 40% do PIB, mais ou menos, na prática se traduz em onerações ainda mais pesadas ao contribuinte, pois, como temos educação e saúde de má qualidade, acabamos pagando duas vezes, uma ao setor público e outra ao setor privado para o fornecimento dos serviços que o Estado cobra, mas não presta ou finge que presta.

Uma pesquisa da Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomercio-RJ) sobre o preço dos alimentos no país mostrou que quando o brasileiro enche um carrinho no supermercado poderia levar mais comida para casa não fosse a grande quantidade de impostos que paga. 

A carga tributária sobre os alimentos chega a 27,5% em média, sobre o açúcar 44%. Eu acho um absurdo ter de pagar imposto para comer.

A segurança pública caminha no mesmo sentido, hoje qualquer condomínio de classe média necessita ter um ou mais seguranças particulares para ao menos dar uma pálida sensação de segurança aos moradores.

O mesmo acontece com as rodovias, o IPVA e uma parte da CID deveria ir para a manutenção das estradas, mas não vai, então, introduziram o pedágio.

Reiteradas decisões do Tribunal de Contas da União (TCU) indicam que o governo gasta muito e mal quando o assunto são as rodovias federais. Os problemas apontados pelo TCU são muitos: falta planejamento para as obras, os contratos são freqüentemente superfaturados; falta fiscalização e punição para os desvios; além de não haver prioridades definidas para os investimentos.

Agora o governo acena com o retorno da CPMF. A Presidente Dilma Rousseff não defende publicamente a criação de um novo tributo para financiar a saúde para não quebrar uma de suas promessas de campanha de que não haveria aumento de tributos, mas trabalha nos bastidores juntamente com o ex-presidente Lula para a aprovação do imposto.

A legislação do SUS é boa, a falha está na gestão dos recursos financeiros e de pessoal. Ninguém mais do que eu defende a necessidade de uma revolução em termos de gestão na área da saúde, tanto que sou dirigente de movimento social (S.O.S. Vida) que luta precisamente pela melhoria da saúde pública, contudo, eu sou totalmente contra a recriação da CPMF que para mim é imposto injusto.

Tenho ouvido com angustia e tristeza comentários de pessoas que são a favor da volta do imposto por variados motivos, alguns até com boas intenções, pensando na melhoria dos serviços de saúde pública, no combate a sonegação fiscal, todavia, sem qualquer conhecimento técnico-jurídico, passam a repetir como caturritas heresias jurídicas.

Quanto ao argumento que a CPMF auxilia no combate a sonegação fiscal, chega a ser ingênuo, pois, o imposto só incide em movimentações financeiras no território nacional e não no exterior (paraísos fiscais), e também somente em operações através de bancos e financeiras, nunca sobre as movimentações em dinheiro vivo ou títulos de crédito endossáveis que circulam fora do sistema financeiro, como as letras de câmbio e outros.

Os juristas profundos conhecedores do direito tributário sabem bem que esse tributo é inconstitucional, e só foi tolerado pelo Poder Judiciário por questões políticas, pois, o Judiciário não quis correr o risco de se tornar o bode expiatório pelas mazelas da saúde pública.

Não é minha intenção elaborar um tratado jurídico sobre o tema, não seria tão pretensioso e também, por estar me dirigindo ao público em geral e não a jurisconsultos, além do que, muito já foi escrito sobre isso, há muitos livros, artigos, monografias, Acórdãos dos Tribunais, apontando as ilegalidades da exação (imposto).

Eu direi apenas que trata de um imposto ilegal e injusto por ferir o princípio da isonomia (igualdade todos perante a lei).

Já tive de suportar jornalistas dizendo pelos meios de comunicação que o imposto é justo porque “pega” todos por igual, ricos e pobres. É tanta ignorância que eu arrumei as malas para abandonar o Brasil, mas meu amor é tão grande por esse País, que eu perdoei e fiquei.

Precisamente porque “pega” todos por igual, ricos e pobres, é que o imposto é injusto, tirar pouco de muito (do rico) não faz nem cócegas, mas tirar pouco de pouco é tirar muito.

Na questão da isonomia (igualdade todos perante a lei) basta lembrar a clássica definição da “Águia de Haia”, Ruy Barbosa:

“tratar desigualmente os desiguais, na medida das suas desigualdades”.

Nós não podemos analisar a questão de uma perspectiva individual e sim devemos analisar a questão atuarialmente e estatisticamente, por exemplo: imaginem um batalhão de soldados, um grupo de professores de uma cidade, ou o grupo dos garis, etc. Agora imagine que 0,25 % dos salários desses trabalhadores, tudo somado, vai resultar num carro forte cheio de dinheiro, imagine somando isso todos os meses, imagine isso ao largo de 10, 15, 20, 25, 30 anos, o quanto essas pessoas foram “sangradas”, de quantas coisas foram privadas pela subtração do dinheiro?

É necessário e urgente melhorar a saúde pública, mas antes de elevar a carga tributária deveríamos rediscutir o tamanho do Estado, reduzir alguns gastos federais, como subsídios do Tesouro para bancar certos negócios empresariais de duvidosa prioridade.

Elevar a carga tributária de produtos supérfluos como cigarro e bebidas é uma idéia. Com o aumento da frota nacional de veículos se poderia, talvez, cobrar um pertencual encima do seguro dos veículos a ser canalizado para a saúde sem esquecer que a partir do ano de 2015 começa a entrar os Royalties do Pré-Sal que eu defendo seja direcionado a Saúde Pública, combate a fome e a miséria; Educação, cultura e inclusão digital; Previdência Social; Segurança Pública e desportos; Universalidade do acesso à Justiça, sem pagamento de custas, às pessoas físicas, microempresas e empresas de pequeno porte, com melhorias na prestação jurisdicional .

Por fim, eu acho que os banqueiros brasileiros poderiam dar uma boa contribuição para saúde pública brasileira, pois, a nação e o Estado têm sido muito generosos com eles e está na hora deles retribuírem. Nunca os bancos tiveram tantos lucros como agora e são eles que ditam a política econômica do governo. O setor financeiro conseguiu um ganho de mais de duas vezes o que era arrecadado com a CPMF a cada ano. Além de cobrar as tarifas mais caras junto aos seus clientes, os bancos arrocham cada vez mais a categoria dos bancários com menores salários e maior desemprego com a informatização do setor, os lucros das instituições financeiras são astronômicos e a carga tributária sobre ele é light, então, penso que seja a vez deles dar um pouco a sociedade.

http://www.canaleletronico.net/index.php?view=article&id=102

www.sosvida.rg.com.br

E.mail:  rogowski@sapo.pt

Autor membro do CEN, sociedade literária para difusão da cultura lusófona, com sede em Lisboa.

Leia outros artigos do mesmo autor, clique aqui.

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Como citar este artigo:

ROGOWSKI, João-Francisco. A lógica perversa da CPMF. Revista Digital Canal Eletrônico. Disponível em http://www.canaleletronico.net/index.php?view=article&id=505. Acesso em: __/__/__.

 

 

Institucionalizou-se o estelionato eleitoral?

A maioria dos políticos fala uma coisa, e faz outra, induzindo eleitorado em erro, a fim de obter uma vantagem ilícita, prejudicando o eleitor e o próprio processo eleitoral e a democrática representação, fenômenos que vem se acentuando pela dominação da acultura da superficialidade.

Um dos capítulos de "TGPs..." discute o Processo Eleitoral e o estelionato político: http://www.padilla.adv.br/etica/eleitoral.pdf

Vale a pena ler:

Judiciário e sociedade » O Projeto de Constituição da República Rio-Grandense : http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fmagrs.net%2F%3Fp%3D792...

 Prof. Padilla UFRGS

 

----- Original Message -----

From: Alvaro Trucolo – Athenacargo

To: rotarycanoasindustrial@yahoogrupos.com.br ; rotary4670@yahoogrupos.com.br

Sent: Thursday, September 22, 2011 3:49 PM

Subject: Veja uma das fábricas de dinheiro do governo

 

 Uma das fábricas de dinheiro do governo

IBPT - INSTITUTO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO


Percentual de Tributos sobre O Preço Final

 

PRODUTO % Tributos/preço final

Mesa de Madeira                                                30,57%

Cadeira de Madeira                                           30,57%

Sofá de Madeira/plástico                                34,50%

Armário de Madeira                                          30,57%

Cama de Madeira                                              30,57%

Motocicleta de até 125 cc                              44,40%

Motocicleta acima de 125 cc                         49,78%

Bicicleta                                                             34,50%

Vassoura                                                             26,25%

Tapete                                                                 34,50%

Passagens aéreas                                              08,65%

Transporte Rod. Interestadual Passageiros 16,65%

Transporte Rod. Interestadual Cargas         21,65%

Transporte Aéreo de Cargas                           08,65%

Transp. Urbano Passag. - Metropolitano      22,98%

MEDICAMENTOS                                               36,00%

CONTA DE ÁGUA                                              29,83%

CONTA DE LUZ                                                 45,81%

CONTA DE TELEFONE                                    47,87%

Cigarro                                                                81,68%

Gasolina                                                              57,03%


PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS
         

Carne bovina                                                     18,63%

Frango                                                                 17,91%

Peixe                                                                   18,02%

Sal                                                                        29,48%

Trigo                                                                   34,47%

Arroz                                                                   18,00%

Óleo de soja                                                       37,18%

Farinha                                                               34,47%

Feijão                                                                  18,00%

Açúcar                                                                 44,00%

Leite                                                                    33,63%

Café                                                                     36,52%

Macarrão                                                             35,20%

Margarina                                                           37,18%

Margarina                                                           37,18%

Molho de tomate                                               36,66%

Ervilha                                                                35,86%

Milho Verde                                                        37,37%

Biscoito                                                              38,50%

Chocolate                                                           32,00%

Achocolatado                                                     37,84%

Ovos                                                                    21,79%

Frutas                                                                 22,98%

Álcool                                                                  43,28%

Detergente                                                         40,50%

Saponáceo                                                          40,50%

Sabão em barra                                                 40,50%

Sabão em pó                                                      42,27%

Desinfetante                                                      37,84%

Água sanitária                                                   37,84%

Esponja de aço                                                  44,35%


PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE
              

Sabonete                                                             42,00%

Xampu                                                                52,35%

Condicionador                                                   47,01%

Desodorante                                                      47,25%

Aparelho de barbear                                         41,98%

Papel Higiênico                                                 40,50%

Pasta de Dente                                                  42,00%


MATERIAL ESCOLAR
                                     

Caneta                                                                48,69%

Lápis                                                                   36,19%

Borracha                                                             44,39%

Estojo                                                                  41,53%

Pastas plásticas                                                41,17%

Agenda                                                                44,39%

Papel sulfite                                                       38,97%

Livros                                                                  13,18%

Papel                                                                   38,97%

Agenda                                                                44,39%

Mochilas                                                             40,82%

Régua                                                                  45,85%

Pincel                                                                  36,90%

Tinta plástica                                                    37,42%


BEBIDAS
                                                            

Refresco em pó                                                 38,32%

Suco                                                                    37,84%

Água                                                                    45,11%

Cerveja                                                               56,00%

Cachaça                                                              83,07%

Refrigerante                                                      47,00%

CD                                                                        47,25%

DVD                                                                     51,59%

Brinquedos                                                         41,98%


LOUÇAS
                                                             

Pratos                                                                 44,76%

Copos                                                                  45,60%

Garrafa térmica                                                43,16%

Talheres                                                              42,70%

Panelas                                                               44,47%


PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO
      

Toalhas - (mesa e banho)                                 36,33%

Lençol                                                                 37,51%

Travesseiro                                                        36,00%

Cobertor                                                             37,42%

Automóvel                                                         43,63%


ELETRODOMÉSTICOS
                                    

Fogão                                                                  39,50%

Microondas                                                        56,99%

Ferro de Passar                                                 44,35%

Telefone Celular                                               41,00%

Liquidificador                                                   43,64%

Ventilador                                                          43,16%

Refrigerador                                                      47,06%

Vídeo-cassete                                                    52,06%

Aparelho de som                                               38,00%

Computador                                                       38,00%

Batedeira                                                            43,64%

Roupas                                                                37,84%

Sapatos                                                               37,37%


MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
                       

Casa popular                                                      49,02%

Telha                                                                   34,47%

Tijolo                                                                   34,23%

Vaso sanitário                                                   44,11%

Tinta                                                                   45,77%

Fertilizantes                                                      27,07%

Móveis (estantes, cama, armários)               37,56%

Mensalidade Escolar                                         37,68% (ISS DE 5%)

                                                                            

Alem disto tudo, ainda pagamos Imposto de Renda de 15% a 27,5% do salário, pagamos o plano de saúde, o colégio dos filhos, ipva, iptu, inss, fgts, etc.

Uma roubalheira, não achas?
Até quando trabalharemos para sustentar essa corja de corruptos?

Acredito que, enquanto o povo não se mobilizar para uma revolução os sociopatolobistas e politicorruptos continuarão com essa escravidão moderna. Para ELES, o povo é escravo, que exploram através desse sistema.

Acorda Brasil!

 

 

http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

 



[1] Sobre o sistema de falsas crenças em torno de felicidade ser um direito, assista ao Professor Mario Sergio CORTELLA, filósofo, mestre e doutor em Educação da PUC-SP em:
http://video.google.com/videoplay?docid=666414306773119705#

[2] LÊNIO STRECK, "Estagiariocracia", Jornal "O Sul", de Porto Alegre, dia 3.9.2011, e reproduzido em http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=25380/ e http://pt-br.facebook.com/pages/Lenio-Luiz-Streck/115390585209499

[3] Imparcialidade Judicial... Rev. Faculdade Direito UFRGS, v.12, p.209-215, tb. http://www.padilla.adv.br/teses/

[4] Como sabem que os juízes vão assinar sem ler, e que “não vai dar nada” os estagiários não se dignam a cuidar sequer dos textos de uma única e singela linha. Veja este despacho anunciando nomear "peito substituto" (no lugar do perito) após o MP comprovar “a liminar postulado(sic) no agravo” processo 001/10523815119 ação civil pública na 4ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central de Porto Alegre colhido em https://www.tjrs.jus.br/site_php/consulta/consulta_despacho.php?ent... 1&comarca=porto_alegre&Numero_Processo=10523815119&num_movimento=210&code=5474

Padilha, concordo com você sobre o duplo pagamento de algumas coisas básicas como saúde, educação, segurança(não concordo com o FGTS que não é seu encargo e sim das empresas, aliás o FGTS foi um alívio para elas, pois não precisaram mais pagar a tal de Indenização trabalhista em que o montante chega dar 3 a 4 vezes mais que o FGTS - Fui chefe de pessoal do Grupo Gerdau) mas algumas coisas evoluiram do movimento neoliberal que sucateou estas instituições públicas, para forçar, quem pode, a migrar para o setor privado. Sempre será escolha sua e não imposta. Não entro no mérito se está errado ou não. Não aceito a falácia que a situação da carga tributária é deste governo que aí está.

Quanto a uma de tuas colocações, sobre se insurgir (eu ia colocar subverter a ordem) vou te colocar um post meu em meu blog que diz bem sobre este estado de coisas no Brasil

Marchas contra a corrupção, um 

convite à reflexão PASSEATAS NOS ENCHEM 

DE MOTIVAÇÃO E DÃO A IDEIA DE QUE ESTAMOS 

CONTRIBUINDO ATIVAMENTE PARA MELHORAR ALGO, 

MAS ACREDITO SEREM NECESSÁRIOS REQUISITOS 

BÁSICOS PARA A EFETIVIDADE DE QUALQUER 

MOVIMENTO

22 do 09 de 2011 às 10:39

Marcos Lucena

Nunca simpatizei com o clima de oba-oba que toma conta das

passeatas. Lembro-me da época de escola, quando muitos

foram para as passeatas do "fora - Collor" ou contra

privatizações da Vale e da CSN, para "zoar" ou pra ver

 as meninas das outras escolas. Na fase estudantil é tudo

 relevado. O pior é ver "burro-velhos" fazendo o mesmo

 papel depois de crescidinhos. Outro dia esbarrei com um

 movimento da FUP (Federação Única dos Petroleiros) em

 uma rua do Rio de Janeiro. Ao indagar uma participante

 sobre qual Sindicato ela fazia parte, ela me disse: "olha a

qui na minha camisa, é esse que está escrito". Ou seja, ela

não sabia nem do que se tratava o movimento, muito menos

 sobre Sindicato. Depois outras pessoas me disseram que é

comum eles lotarem ônibus com "sem-terra" ou outras

 pessoas que estão sem ocupação, para fazer número e

bater palmas nesse tipo de movimento, em troca de lanches

 ou almoço. Sem comentários, talvez a tal participante nem

soubesse ler.

É verdade que as passeatas nos enchem de motivação e dão

 a ideia de que estamos contribuindo ativamente para melhorar

 algo. Elas têm o papel de chamar a atenção para determinado

 fato, isso é inegável. Porém, acredito serem necessários dois

requisitos básicos para a efetividade de qualquer movimento.

O primeiro, identificação com o objeto da passeata. Não posso

 participar de uma passeata contra a pena de morte se considero

 que a pena de morte é o melhor caminho, e vice-versa. O

 segundo, devo ter comportamento compatível com o que

estou defendendo na passeata. O primeiro filme Tropa de

Elite ilustrou bem essa situação, onde as próprias pessoas

que compravam drogas, financiando o poderio dos traficantes,

 ao perder um dos colegas por assassinato, vestiram camisas

brancas e fizeram passeatas pela paz. Não adianta eu me

identificar com a paz e contribuir para o poderio de traficantes

de drogas e de armas.

O percentual de respondentes no estudo abaixo, realizado pelo

IBOPE (O Estudo – Cidadania Sustentável: um chamado para

a ação), mostra claramente que ainda estamos longe de ter

comportamento compatível com o que defendemos.

Intenção: Separar lixo para reciclagem é uma obrigação da

sociedade. (92%)

Hábito: Na minha casa separo lixo para a reciclagem. (61%)

Intenção: Pilhas e baterias são extremamente prejudiciais

 ao meio ambiente. (85%)

Hábito: Jogo baterias usadas em lixo comum. (32%)

Intenção: Pirataria é um crime contra a indústria e contra

 a sociedade. (68%)

Hábito: Nunca comprei um produto pirata. (30%)

Intenção: Os fabricantes devem prevenir possíveis

problemas ao meio ambiente. (89%)

Intenção: Vale a pena pagar mais caro por um produto

que não agrida o meio ambiente. (85%)

Hábito: Só compro produto de fabricantes que não agridem

o meio-ambiente, ainda que mais caro. (52%)

Da mesma forma, se perguntarmos quem está indignado

 com a corrupção no Brasil, teremos muito próximo de 

100% de respostas. Mas como seria se perguntássemos 

quem age com lisura em todas as suas ações do dia a dia? 

Desastre total.... a  final, jogamos lixo no chão, compramos

 produtos piratas, cortamos pelo acostamento, 

estacionamos em fila dupla, furamos fila no trânsito 

etc. Qual a diferença entre a pessoa que imprime uma 

apostila do filho na impressora da empresa e um deputado

 que pega uma passagem de avião pro filho na conta da 

câmara? Só uma: OPORTUNIDADE.

"Enfim, faz parte da hipocrisia humana olhar os defeitos 

dos outros e não enxergar os seus próprios. Os nossos 

representantes são o espelho dos eleitores e não gostamos

 da imagem refletida no espelho. Só há corrupção na vida

 pública, porque nós somos corruptos e ensinamos os nossos filhos

 a serem assim. Para completar, muitos afirmam que os corruptos

 só estão no PT e usam as tais passeatas como trampolim político.

Certamente são pessoas que se estivessem no poder, fariam igual

ou mesmo pior do que os atuais políticos fazem." Janv -

retirado da Internet

Não chegaria ao exagero de dizer que a corrupção está no DNA

do brasileiro, como alguns afirmam. Temos é que nos livrar da

 cultura de levar vantagem, começando pelas ações cotidianas.

 Portanto é necessário um grande exercício de reflexão e

conscientização antes de se pensar em passeatas!

>>>>>

Bem melhor não?

Quanto aos estagiários, que deveriam estar sendo ensinados e não assumindo funções, foi um meio de driblar as leis trabalhistas para ter mão de obra mais barata. Assim como as terceirizações, que além disso, se prestam para beneficiar empresas em licitações dos órgãos públicos EM TODOS OS NÍVEIS em negócios escusos e corruptos(vide o caso do nosso Banrisul).

Acho que devemos nos indignar, sem usar falácias e sem frases prontas mas com clareza do meio em que estamos e da história de como aconteceram.

Ainda acho que o melhor caminho é analisar bem os candidatos e deles cobrar um comportamento mais digno da função pública. Esse é um caminho longo e algumas coisas não podem esperar. Veja neste portal uma colocação minha sobre um artigo que fala dos sistemas de saúde dos EEUUAA e outro em que dou meu depoimento pessoal. Verás que o SUS não está tão ruim assim.

 

E.T. - faça uns cálculos do icms aqui no Rio Grande e verás que o percentual é outro, numa bitributação, essa sim, infame!

Não é a carga tributária  que está subindo. O valor arrecadado mostrado pelo Impostômetro está subindo  por que o PIB está subindo. Está estável em números percentuais!"

 

Hehehehehe.......

Alexandre não alcancei o motivo do riso, já que minha assertiva é baseada em dados. Nossa carga tributária decresceu em quase 2 pontos percentuais em relação ao ultimo período do PSDB.

O impostômetro é bancado pelas empresas. Se não há aumento relativo, o que se depreende é que o pib está crescendo, com todos os outros valores que o compõe, lucros, salários, vendas, juros de bancos, etc. Este gap ao ter alcançado o trilhão antes da data do ano passado, poderá servir para  calcularmos em termos de tempo o crescimento que vai ter este ano. Então é motivo para comemorar não para berrarmos contra. 

Podemos achar, acho também com ênfase, que o aproveitamento desses valores não se coadunam com uma administração correta EM TODOS OS NÍVEIS; que muita coisa se perde por corrupção EM TODOS OS NÍVEIS; mas daí a usar falácias para deturpar a verdade que se encontra nos números vai uma grande diferença.

 

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