Como me parece a questão mais relevante do ponto de vista da Administração da Justiça, talvez o conclamo geral deveria ser o de que houvesse prioridade para o combate à improbidade administrativa. Todavia, o que tenho constatado, infelizmente, é que o Judiciário tenta efetivamente se esquivar de ações dessa natureza com o objetivo de não se contrapor aos interesses dos poderosos. O movimento a meu ver que deveria ser iniciado é de absoluta prioridade no combate à corrupção e improbidade, causas primeiras e últimas da denegação da cidadania para os combalidos brasileiros.
Seguem algumas ações de improbidade ajuizadas no exercício da atividade. Oxalá os termos da legislação se cumpram e o Judiciário passa a exercer com destemor e altivez a missão constitucional de que se incumbiu.