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JUSTIÇA NO BRASIL x

SEGURADORAS x

DEFESA DO CONSUMIDOR

 

O que vale mais no Brasil: o CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, dando prioridade aos contratos firmados entre SEGURADORAS e SEGURADOS, fazendo estes contratos serem honrados pelas SEGURADORAS em defesa do SEGURADO, ou a LEI DA SELVA, retirando todos os direitos do SEGURADO após ele pagar por anos a fio (9 anos, exatamente) algo cujo nome é SEGURO DE VIDA, mas que se TRANSFORMA EM PESADELO, quando, infelizmente, o SEGURADO se APOSENTA POR INVALIDEZ atestada pelos competentes e criteriosos peritos do INSS e tenta receber os seus DIREITOS? DIREITOS estes DESRESPEITADOS de todas as maneiras possíveis e imagináveis...

Qual pessoa em seu juízo perfeito prefere a doença ao trabalho honesto e salutar?

É muito melhor ter condições físicas para exercer o direito ao trabalho e a uma vida digna...

Detalhe...

Apesar de todos os requisitos e critérios exigidos pelo INSS e seus peritos para que a pessoa passe a ser um APOSENTADO POR INVALIDEZ (no caso por um caso de GRAVE CARDIOPATIA), a JUSTIÇA BRASILEIRA e seus juízes NÃO aceitam esta perícia como real.

Mais um detalhe...

No contrato do SEGURO DE VIDA EM GRUPO (corporativo) diz que serão pagos 30/60/90 (trinta, sessenta ou noventa vezes) o salário da pessoa segurada caso ela venha a se APOSENTAR POR INVALIDEZ... mas se negam a cumprir o contrato quanto requeridos. No caso em questão o CONTRATO FIRMADO é para pagar 60 (SESSENTA vezes) o salário da pessoa, caso ela se APOSENTASSE POR INVALIDEZ.

Ainda existem mais detalhes...

A pessoa em questão está sob o pálio da JUSTIÇA GRATUITA, tem direito à PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO DO PROCESSO (conforme Lei 12.008/2009), mas nem a JUSTIÇA GRATUITA nem a PRIORIDADE estão sendo respeitados.

Desde 2009 se aguarda uma NOVA PERÍCIA através dos ÓRGÃOS PÚBLICOS (Universidade e Prefeitura Municipal), mas nenhum deles disponibiliza um perito para o caso... e a PERÍCIA que foi feita em FEVEREIRO DE 2009 no INSS que atesta a CARDIOPATIA GRAVE da pessoa em questão é, simplesmente, ignorado.

Onde está a JUSTIÇA BRASILEIRA, que dá PREFERÊNCIA a marginais, retira de nós todos os nossos direitos e ainda nos transforma em BOBOS DA CORTE, pois nem mesmo atender-nos quando a procuramos para exercer um direito nosso de conversar sobre o caso com o juiz, o conseguimos, e somos barrados por seus assessores na porta?!?

O caso é o seguinte...

No início do ano de 1995 o POSTALIS (da ECT) ofereceu a seus funcionários um SEGURO DE VIDA EM GRUPO através de uma seguradora (não posso citar o nome), dizendo que teríamos vários tipos de cobertura, sendo que uma delas bem frisada por eles, seria o fato de que RECEBERÍAMOS o SEGURO caso nos aposentássemos por invalidez. Isto está nas APÓLICES recebidas em casa.

Na época eu gozava de uma saúde perfeita e só pensei, caso acontecesse algo a mim, minha mãe receberia o seguro e ficaria amparada... Pensei em acidentes que me causassem morte, pois ninguém está livre de sofrer acidentes... Mas a vida escolheu diferente...

Em Agosto de 2003 fiz dois tipos de consulta diferentes...

A PRIMEIRA foi com o MÉDICO DO TRABALHO, enviado pela ECT a UBERLÂNDIA/MG e a SEGUNDA foi com o médico do  plantão no Hospital Santa Catarina (não me lembro o dia, mas foi mais ou menos duas semanas após o médico do trabalho), onde o primeiro me julgou APTA para o trabalho e o segundo me disse, diante de minha mãe, em alto e bom som, ser meu coração mais forte que o dele e eu poderia morrer de qualquer coisa, exceto do coração...

Acontece que em 17/10/2003 eu, mesmo sentindo fortes dores no peito desde as primeiras horas da manhã, ignorei isto e fui trabalhar. Durante o dia todo eu me senti indisposta, sem apetite e com muitas dores no corpo e no peito, mas julgava ser cansaço pelo excesso de trabalho e estresse ao qual eu estava exposta, jamais imaginei fosse meu coração já começando a entrar em colapso... até que à tarde (mais ou menos 18:15h) eu tive que me deitar no chão da Agência onde eu era encarregada de tesouraria...

O interessante nisto tudo é que, mesmo eu nunca tendo procedido desta maneira, meus colegas de trabalho passavam por cima de mim e minha gerente, após me perguntar apenas o que eu estava sentindo, me levou um copo de água, me deixou ali deitada e se sentou em sua mesa, de onde ficou olhando para mim ali, deitado no chão... até que um cliente retardatário, após ser atendido, teve que sair por dentro da Agência, e foi esta a minha real salvação, pois ele se assustou comigo ali caída, chegou perto e me pediu para fazer alguns movimentos básicos, e eu não os consegui fazer. Ele então exigiu ser eu levada a um hospital, pensando estar eu tendo uma crise de pressão alta... mas o caso era outro: eu estava em processo de IAM (Infarto Agudo do Miocárdio).

A partir daí, em 10 minutos, eu já estava no hospital e mais ou menos uma hora depois, já estava sendo submetida a um cateterismo com angioplastia e implante de ‘stent’.

Isto foi no dia 17/10/2003.

Mas a Angioplastia não adiantou...

Em 18/03/2004 eu tive que me submeter a uma CIRURGIA CARDÍACA aberta, pois o convênio se recusou a pagar um ‘stent’ farmacológico.

Antes eu tinha uma saúde de ferro, agora estava completamente debilitada e em profunda depressão... mas nenhum dos laudos médicos e psicológicos e psiquiátricos que tenho servem para a justiça...

Após esta cirurgia eu já passei por mais alguns cateterismos e angioplastias, quase perdi a perna direita devido a uma dissecção na ARTÉRIA FEMORAL, ainda estou com um problema em um ramo cardíaco (70% de bloqueio e em lugar de difícil acesso, onde minha médica está tentando controlar com medicação, para evitar outra intervenção, pois ela diz estar meu corpo muito maltratado pelo excesso de procedimentos de cateterismos – 13 no total – e angioplastias – 05 – elem dos procedimentos cirúrgicos aos quais já tive que me submeter), segundo minha psicóloga estou em depressão profunda e, via de regra, não há um dia em que eu esteja completamente bem física ou emocionalmente, mas nada disso importa para a justiça... O que importa à justiça é que a SEGURADORA, para não pagar o que deve para mim já há 6 anos, diz que não tenho nenhum problema de saúde, e, por isso, eles não têm obrigação de me pagar nada... E nisto eu espero por uma junta médica que me analise CARDIOLOGICAMENTE e PSIQUIATRICAMENTE, mas que os ÓRGÃOS PÚBLICOS se negam a liberar...

Imaginem, então, se eu não tivesse o convênio médico da ECT (empresa em que eu trabalhava e me facultou o direito de continuar com o convênio da empresa enquanto eu viver) para me amparar e dependesse dos órgãos públicos de saúde do nosso governo municipal, estadual ou federal... Creio estivesse já a sete palmos, caso dependesse da saúde pública para sobreviver... Se eu dependesse do SUS para tratar de minha saúde, há muito tempo não estaria mais entre os vivos...

Eu, que deveria ter uma vida tranquila e equilibrada, passo por dificuldades e estresses que não deveria ter...

Será que algum dia o CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR será realmente olhado como um DIREITO DO CIDADÃO ou ficaremos sempre à mercê de empresas tentando levar a melhor em cima de nós, consumidores, que só nos damos conta de suas intenções de NÃO CUMPRIMENTO DE CONTRATO quando se trata de reembolsarem os valores a nós devidos EM CONTRATO por estarmos nas situações ali previstas?

Será que eles teriam pago a meus dependentes, caso eu tivesse falecido?

Acho que não...

Eu gostaria de ver, ainda nesta vida, os meus direitos de cidadã RESPEITADOS!!!

Será que conseguirei este intento?!?

Parece que vai ser complicado, pois existe um processo contra a ‘SEGURADORA’ em questão já há 6 (seis) anos na ‘JUSTIÇA’, ainda em primeira instância e sem previsão de ser julgado ainda nesta fase, pois não é aceito o fato irrevogável de que eu FUI APOSENTADA POR INVALIDEZ pelos PERITOS do INSS devido a uma CARDIOPATIA GRAVE, que faz que eu tenha pouca resistência física para fazer tudo o que uma pessoa normal consegue fazer... e vejam bem que para um perito do INSS conceder uma APOSENTADORIA POR INVALIDEZ hoje em dia é complicadíssimo...

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