A idéia é relacionar as tentativas que a mídia brasileira fez (e continua fazendo) para criar artificialmente uma crise, no passado recente e ao longo da nossa história, relembrando Carlos Lacerda em Getúlio e Juscelino. O objetivo é o de criar um painel para um melhor entendimento dessa produção.
Podemos partir, de início, da identificação de dois tipos de invenção de crise: As crises artificiais e as crises parcialmente artificiais. As artificiais são aquelas sem nenhum fundamento e saem do fundo da cartola, como a da ficha falsa de Dilma Rousseff e a do grampo sem aúdio do Supremo. As parcialmente artificiais são aquelas em que a mídia pega carona, como a da gripe suína. A Folha de São Paulo projetou uma epidemia de 35 milhões de infectados (com risco de morte), de repente, depois de intenso bombardeio da mídia, a gripe sumiu do noticiário como num passe de mágica.
Pode-se pensar ainda em algumas subdivisões: recorrentes ou cíclicas? (da moralidade da UDN), ou catastróficas? (do sistema financeiro em 2008-2009).
As publicações e artigos produzidos pela grande mídia nacional, articulistas e formadores de opinião poderiam ser anexados para compor um acervo precioso.

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mas crise mesmo companheiro quem inventa é meia dúzia de investidores que mandam no mundo, inventam uma crise nos confins da Africa ou qualquer outro canto e o mundo fica de joelhos

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