Minas são muitas, falemos da Capital. Belo Horizonte tem também mídia impressa concentrada e de pequena circulação, com uma exceção, o popular Super, líder nacional, vendido nos sinais de trânsito por R$0,25:
1) jornais Estado de Minas e Aqui, popular, dos Diários Associados, que também têm uma emissora de tevê, a Alterosa;
2) jornais Super, Pampulha (hebdomadário de distribuição domiciliar gratuita) e O Tempo (versões BH, Contagem e Betim) - todos tabloides publicados pela Editora Sempre, do empresário Vitório Medioli, dono da Sada, transportadora de veículos Fiat, entre outros negócios, ex-deputado federal tucano, influente integrante do PV estadual;
3) jornal Hoje em Dia, da Igreja Universal (que roda na sua gráfica a Folha Universal, maior jornal do país em tiragem);
4) Diário do Comércio, jornal que já teve importância como publicação econômica, mas hoje tem circulação inexpressiva;
5) revista Encontro, quinzenal, de distribuição domiciliar gratuita;
6) revista Viver Brasil, concorrente e dissidente da anterior, com as mesmas características e propriedade do colunista social PCO, ex-Estado de Minas, atualmente no Hoje em Dia.
Interessante observar que as publicações de maior tiragem são o popular Super e as publicações gratuitas de distribuição gratuita (Encontro e Viver com 60 mil exemplares cada uma, e Pampulha com 116 mil exemplares). A circulação dos jornais de banca, inclusive do outrora "grande jornal dos mineiros", é pequena e decrescente.
Entre as emissoras de TV, os canais principais são Globo, Record, Alterosa (retransmissora do SBT), Band, Rede TV e uma emissora pública controlada pelo governo do estado, TV Minas.

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Respostas a este tópico

Vamos começar com alguns pontos que discordamos:
Sobre o ponto nº1:Os Diários Associados tem em Minas seu núcleo dirigente e editorial e viculado a está o Correio Brasiliense, jornal formador de opinião. O jornal de formato tablóide do DA é o Aqui e não Agora. O jornal Estado de Minas apesar de está caindo na circulação, ainda é um importante meio de formação de opinião.
A televisão Alterosa do DA. tem uma programação local de boa qualidade, muito melhor do que exibe vindo do SBT.
Existem canais locais em UHF que tem programação de boa qualidade, inclusive na grade de transmissoras nacionais de cabo.
A TV Minas é uma TV Pública mantida pelo Governo de Minas, e de boa programação local.
Estamos mau como todo o pais, temos bons e maus jornalistas, temos os que buscam interesses pessoais .
Obrigado pela correção, sempre confundo o nome do tabloide do EM. Quanto ao mais, não entrei em consideração sobre qualidade, me ative à influência, que me parece em queda evidente. Minha intenção foi apenas dar a partida na discussão.
A situação em Minas é simples. Todo ano, o governo estadual faz licitação, escolhendo os veículos de comunicação que se encarregarão da publicidade oficial. Desde há muito tempo, todos os participantes ganham, cada um ficando encarregado de uma parte dos órgãos e entidades da administração - secretarias de estado, autarquias, empresas públicas, etc. Isto sem falar das agências de publicidade, todas recebendo sua respectiva fatia da verba orçamentária. Estando todos satisfeitos, o titular do executivo é sempre elogiado, ninguém vê falha alguma, ninguém reclama.
Com relação às revistas Encontro e Viver Brasil, são de envergonhar.
Editorialmente são muito bem feitas, em papel de primeira, com uma qualidade gráfica melhor do que muita revista boa por aí.
Agora, o conteúdo de ambas á abaixo da crítica: só puxação de saco dos grandes anunciantes e dos políticos pró-Aécio.
A vergonha maior é lembrar que o Ziraldo se meteu numa aventura há alguns anos ao tentar fazer uma revista cultural de alto nível a partir das Alterosas e se ferrou. Nem o dinheiro da Ângela Gutierrez conseguiu segurar a falta de anunciantes.
E por quê? Simplesmente porque ela se propunha a mostrar a cultura do Brasil fora do eixo Rio-SP e, mais ainda, não se vendeu a interesses políticos...
Além da Encontro e da Viver Brasil, há ainda uma nova revista em BH: a Fato Relevante. Ela começou a ser editada há dois ou três meses pelo Durval Guimarães, ex-Gazeta Mercantil. Ainda está no segundo número, mas pelo visto tem mais sustancia que as duas que já existem.
Olá Mário. Não conheço a revista do Durval. Como é sua circulação? É vendida em banca? Existia também um jornal-revista-newsletter, Mercado Comum, se não me engano, especializado em economia, também de alcance limitado. Não o vejo há muito tempo, gostaria de saber se continua circulando.
Não sei ao certo os dados de cirulação da Fato Relevante (vou tentar levantar isso depois), mas é vendida em banca sim. No entanto, acredito que a distribuição ainda seja restrita. A Mercado Comum também ainda existe, mas sofre com o alcance limitado como você citou.
E o Novo Jornal?

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