Prezados,

Apresento o documento “Nova REPRIMENDA ao Ilustríssimo Enrique Ricardo Lewandowski”, http://pt.scribd.com/doc/237461674/Nova-REPRIMENDA-Ao-Ilustrissimo-... , onde estamos repreendendo o Ilustríssimo Enrique Ricardo Lewandowski, entre outras coisas, pela abjeta, inominável, e inaceitável afirmação de que graças aos 18 mil Juízes o Brasil é uma “ilha de tranquilidade”, quando na realidade, em função do “CAOS JURÍDICO” em que vive a Sociedade Brasileira o Brasil é uma “ilha da FANTASIA”.

Abraços,

Plinio Marcos

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Caros

Não sou do ramo, mas realmente, justificar um pedido de majoração salarial com base na afirmação que vivemos uma "ilha de tranquilidade" graças ao trabalho de 18 mil juízes, é um pouco exagerado, como sempre digo, não entendo, como nossa legislação pode ser tão cheia de meandros, entendimentos variados, não se julga nada, apenas se protela e protela, muitas vezes até a morte do requerente.

Tudo acaba caindo no supremo, só não segue até o supremo aqueles requerentes que não tem recursos para encaminhar a Brasilia suas demandas, pois caso contrario lá vai mais um maço de papel agora mais um numero de processo a ser incluído no site do Supremo. 

Tenho a impressão que o espirito corporativo na área jurídica é muito forte tanto dos juízes como dos advogados, assim uma ação que poderia facilitar acaba não saindo do projeto ou do campo das ideias, sito como exemplo uma noticia que li há algum tempo atras, não sei como esta funcionando hoje, porem pelo que percebo nas ruas a coisa deve funcionar como "dantes no quartel de Abrantes".

Li que a OAB não aceitou que prisioneiros cumprindo penas em regime fechado, participassem de seus julgamento através do recurso da vídeo conferencia, por essa razão continuamos a ver caminhões de penitenciarias escoltados por dois ou três carros da PM a circular num vai e vem com sirenes ligadas a toda hora.

Como disse, não entendo bem, porem me parece meio "burra" esse corporativismo.

ótimo fim de semana 

abraços

Prezado Sebastião,

             Não levaria para o lado da "coisa burra", mas, principalmente, para o lado da "coisa do interesse", uma vez que, a OAB não cumpre, em essência, sua atividade Institucional, ficando, apenas e tão somente, restrita a "defesa de TODOS os Advogados", inclusos aqueles criminosos travestidos de Advogados, a "defesa da reserva do mercado de trabalho", quando PUNE com o MAIOR RIGOR aqueles Bacharéis que não passam no seu Provão, e principalmente, na "defesa irrestrita de todo e qualquer criminoso", uma vez que, sempre utiliza o referencial do criminoso, e nunca o referencial do Cidadão de BEM, como exemplo clássico, trago o uso do bafômetro, que possui dois possíveis referenciais: 1 - Evitar a Arbitrariedade de um Fiscalizador Institucional e 2 - Evitar a criação de prova contra si, quando então, ressalto que esta última situação foi agregada à Constituição da República Federativa do Brasil através da Carta de San José da Costa Rica, que também, determina que o Estado é Responsável pela integridade Física, Moral e Psíquica. Logo, esta Responsabilidade deveria, obrigaria, que o referencial correto seria o de evitar arbitrariedade.

      Vale chamar a sua atenção para o fato de que o Novo Código Civil promulgado em 2002 (se minha memória não me trair) ja era, em essência, praticado pelo Judiciário Brasileiro, uma vez que, NENHUM CÓDIGO LEGAL é MORTO, pelo contrário, na ausência de atualização pelo Legislador Ordinário, cabe ao Judiciário efetuar sua evolução natural, portanto, apenas e tão somente, 2 (dois) Códigos Legais no Brasil NUNCA evoliui, evolui, ou evoluirá, que são o Código Penal, e o Código Eleitoral, por que será ? rsrsrsrs

       Tenhas certeza, de que o conluio mencionado pelo Ilustríssimo Joaquim Barbosa não ocorre entre Juízes e Advogados, uma vez que, Juíz é Advogado, logo, o conluio, concretamente existente, ocorre entre Advogados, uma vez que, o Brasil é um País de Advogados, feito por Advogados, para Advogados.

       Abraços Respeitosos,

       Plinio Marcos

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