Depois das manobras que atribuíram todas as mazelas nacionais à Presidenta Dilma e também ao partido ao qual é filiada, fazendo despencar a credibilidade de ambos, agora querem nos remeter ao impasse da cegueira geral.

  E assim, muitos insistem ressuscitar a velha figura do “salvador da pátria”.

    Mas, não se pode perder de vista que os tiros podem sair pela culatra atingindo a “gregos e troianos”. Exemplos não faltam, desde os socioambientais que negaram vigência ao então Código Florestal de 65 (Lei 4.771/65) ocasionando desastres ambientais sem precedentes, passando pelo caos urbano, o envenenamento do solo, da água e a poluição do ar.

        

         Inegavelmente, as manobras têm sido nefastas, pois os atores sem sustentabilidade deste turbilhão de interesses individuais ou corporativos, por agir levianamente, causam mais males e confusões ininteligíveis.

         Um caos. Tem gente que sonha com o poder desde a adolescência e ao se apoderar dele provoca mais anestesia.

   Nesta Teia, o fato é que todos fazem a gestão da Lei, embora muitos insistem dizer que a sua execução é de responsabilidade única e exclusiva do Poder Executivo.

    Convenhamos! Os agentes de todos os poderes da República estão submetidos ao ordenamento jurídico pátrio e como tal, não podem se escusar de cumpri-lo.

   Ao cumpri-lo fazem a gestão da lei, já que só podem agir como nela estabelecido.

    Dessa maneira, o exercício dos poderes da república mediante a desobediência aos princípios constitucionais da Publicidade, Legalidade, Moralidade, Impessoalidade, Economicidade e Eficiência não pode passar por acomodações e convalidações como uma situação de fato, e sim, repudiado por sobrepor aos interesses do Povo Brasileiro e à concretização dos direitos e das garantias fundamentais constitucionais.

   Este é também uma tarefa da mídia. 

     

    Um poder que julga sem cumprir a lei, um poder que administra sem cumprir a Lei e um poder que legisla desconsiderando os Princípios da Igualdade, do Combate à Miséria e da Defesa do Direito à Vida, à Educação e à Saúde não tem tradição moral suficiente para direcionar um Povo e se legitimar perante Ele como autoridade.

     Neste contexto, o Governo da Presidenta Dilma Rousseff, que vem realizando investimentos, sobretudo, na educação e na saúde preventivamente, deve ser respeitado pois sua gestão tem arregimentado esforços para ir reduzindo paulatinamente esta cegueira à qual fomos submetidos anos após anos.

       

    E assim, continuarmos a sonhar por um BRASIL DECENTE, sendo por isso que não podemos prescindir dos princípios constitucionais de obediência obrigatória que regem todos os poderes da Nação.

 

   

                                         

              Aqui Onde Eu Moro por Terezinha Souto

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