Inspirada, e até comovida, por dois vídeos de e sobre Clara Nunes, postados pelo Fernando Luiz na minha página e por um post de Adriano Ribeiro, colocado em destaque pelo Nassif, acho que a gente bem que poderia montar um retrato com elementos da história do samba, das suas origens e dos registros mais significativos que ainda se mantém preservados (como o jongo, o samba de roda), além daqueles registros e intérpretes que denunciam a grande beleza deste ritmo que tão bem interpreta a alma nacional.

 

 

 

 



E aqui a prova de que ele é eterno:

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Respostas a este tópico

Camiseta 2011 do Flor do Sereno (bloco do Bip):

 

eita, simone,

que tu sabes tudo deste carnaval.

eu? fico de camarote, como sempre...

ihhh, é mesmo, o filho do ari. estes eu conheci, não foi?

conheci o pai, o filho e... aí mudava...

Sim, senhora. Mathes, do PT Jovem. Sou fã mesmo é do pai. Ari é uma pessoa fora de qualquer tempo. Gostou da nossa (bip) camiseta Lacoste?

bem que eu vi o jacarezinho...

nossa, você disse?! besteira, viu!

 

mas olha só a dica que eu vi lá na casa da chefia. presente procê. prá nós:

E pelas bandas do ceará é o maracatu  e os blocos de rua...

Eo Maracatu cearense continua na luta, mesmo com poucos investimento  e sem muita divulgação, mas todo ano está na av. Domingos Olompio, marcando presença.

stella,

você vai de maracatu cearense, eu vou, então, de frevo, do recife. aqui num vídeo que faz uma bela homenagem à cidade.  vamos nessa?

 

 

 

adriano,

você custa a aparecer, mas quando chega, diz tudo.

batatinha? não conhecia ou, pelo menos, não lembrava dele. um pecado, eu sei.

procurando músicas de sinhô, achei esta beleza. é um outro sinhô, mas lindo igual. e o vídeo traz imagens de Di Cavalcanti. perfeição. ela existe, sim:

 

 

gatinha Rubi,

brigada pelo video...

e torço pra não chover no seu carnaval..

mas.. se chover tem nada não..( de repente um gatinho te empresta um casaco )

seu pelo é tão lindo.

 

Carnaval é a festa do avesso:“sempre deu tudo certo quase dando tudo errado”.

 

O bloco de rua, o antigo "bloco do sujo", é tradição do séc. XIX das ruas cariocas. Espalham-se por toda a cidade. Foram decaindo aos poucos pela força do prestígio das escolas de samba. Não desapareceram por completo, mas eram desfalcados pelos cariocas que preferiam viajar no carnaval.

 

Voltaram às ruas na década de 1990 nos desfiles antes do carnaval, subtraindo-se da pressão dos turistas.  Difícil é fugir da propaganda da mídia que convoca multidões, desfigurando a animação dos carnavalescos mais tranquilos, convocando a intervenção da prefeitura  e seus xixódromos.  

 

Fica impossível acompanhar o "Bola Preta", um dos mais antigos, com mais de 30.000 pessoas entupindo a Rio Branco. Uns fogem não divulgando o horário do desfile como o Cordão do Boitatá e o Suvaco do Cristo. O primeiro é um dos bonitos, chamado bloco dos intelectuais, fazendo o carnaval antigo com fantasias hilárias ou vistosas, com máscaras e bonecos, das marchinhas antigas e música pop, com bateria e orquestra de sopro, abrindo o desfile ao som da irresistível chamada do Zé Pereira.  

 

Desde ontem até amanhã, há desfile oficial de pelo menos 70 blocos, os melhores da cidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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