Inspirada, e até comovida, por dois vídeos de e sobre Clara Nunes, postados pelo Fernando Luiz na minha página e por um post de Adriano Ribeiro, colocado em destaque pelo Nassif, acho que a gente bem que poderia montar um retrato com elementos da história do samba, das suas origens e dos registros mais significativos que ainda se mantém preservados (como o jongo, o samba de roda), além daqueles registros e intérpretes que denunciam a grande beleza deste ritmo que tão bem interpreta a alma nacional.

 

 

 

 



E aqui a prova de que ele é eterno:

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Vamos de Elza Soares:


O Neguinho e a Senhorita







Não Ponha a Mão (no meu violão)








Lamento de Lavadeira (Monsueto)







Só Vendo Que Beleza(Marambaia)







Mulata Assanhada






Só Danço Samba (participação especial de Beyonce)



A melhor versão para este samba é com a dupla Cássia Eller e Alcione, pena que não sobrou um vídeo da apresentação das duas. A gravação existe num cd da Casa de Samba, produção de Rildo Hora.


Não deixe o samba morrer.


O cachorro entra legal na batida e depois dá uma 'atravessada' no pé da mesa.

Chegou a Mangueira, o Samba Verde e Rosa.


na casa dos outros, cometi uma impropriedade.

agora, corrigindo... 

dizia eu que com a aproximação do carnaval o samba não deixa as crianças sossegarem. dizia também que a gente não pode decepcionar (muito). então, lá vai:

Ah, a dona da casa reapareceu! Então vamos lá, entrando no clima de esquentar tamborim.

Salve a Mocidade!


Uma roda de samba divina.

Elis Regina, Elza Soares, Agostinho dos Santos e Lúcio Alves.



Pagodinho destes valem também... ??

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