Ontem li pela primeira vez as famosas pérolas do ENEM e acabei me perguntando se aquilo era realmente verdade ou fruto de uma mente desocupada e viciada em internet? Já parei de estudar a algum tempo para criar os filhos e não passar essa obrigação para as empregadas domésticas que hoje além de lavar passar e cozinhar precisam educar nossos filhos.mas...voltando ao assunto,estar fora da sala de aula não significa que sou burra descobri isso lendo as tais das pérolas, a pouco tempo prestei o vestibular para história na UFF e saí de lá arrasada pois achei que precisaria voltar para a escola, então descobri que existe um oceano entre os alunos que prestam vestibular e a banca que elabora as provas. Num país onde a discução mais importante e o kit homofóbico precisamos saber se a maioria dos alunos que prestam vestibular tem chances de disputar uma vaga com quem investe 5 mil reais em cursinhos pré vestibulares.Na minha opinião quem escreve " sero mano"(traduzindo:ser humano) não tem a menor chance de distutar com igualdade com os frequentadores de cursinhos pagos.Não troco meu nível cultural por nenhum deles e acho que vestibular virou um subterfúgio para os cursinhos virarem franquias de negócio. ou quem sabe tudo isso e criação de mente perversa que anda aqui pela internet...

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Respostas a este tópico

Obrigada!
Fórum pesado? Você não viu nada. Tenha uma opinião e não faça parte de uma das panelas daqui. Tá ferrado, meu velho.
Qual é, Alexandre. Depois que você abriu a boca falando nisso, foi cooptado... Tá reclamando de quê? (RS, RS, ponto de brincadeira, tá?).
caros amigos primeiramente me desculpem pelo erro de português, não me sinto ofendida qd me corrigem pelo contrário isso só demonstra o qt preciso melhorar. mas minha intenção não foi criticar quem escreve errado e sim contestar a grande dificuldade que enfrenta quem tem um ensino de má qualidade, por isso mesmo a pergunta será que e verdade?Espero que tenha me justificado.

'Já parei de estudar a algum tempo para criar os filhos e não passar essa obrigação para as empregadas domésticas que hoje além de lavar passar e cozinhar precisam educar nossos filhos'

 

E vc já pensou que muitas mulheres queriam o que vc pôde fazer, mas são o arrimo da casa?

O que é "educar" os filhos exatamente para vc?

Porque eu sempre trampei e muito, sou arrimo total da casa e criei meus filhos, e são do bem, sabia?

E, as outras mulheres que querem se realizar profissionalmente? Então mãe profissional não rola?

vc precisa criticar algo - já com argumentação falha- misturando outros assuntos?

 

Seu nível cultural - baixo - pouco me interessa, mas seu nível humano é que é a diferença :péssimo: machista, preconceituosa, um horror..

Ao que me cabe, apenas orgulho de diversos amigos elogiando a participação da minha filha e Da Lama dizendo: aus armès cytoeins, caboclinha neles....

Porque é isso, sangue ruim, se combate com sangue bom, ainda que tenha apenas 16...

Agradeça a seu Deus particular - aquele que manda os drogados para lugares "piores" depois da morte, porque VOCÊ pensa assim, eu agradeço meu deus que me due compaixão e entendimento do humano...

Respondendo ao Marco aqui, por falta de link debaixo do comentário dele.

Marco, essa história da boa escola pública de antigamente é mito. Nao porque nao fosse boa, era. Mas porque só era boa pelas circunstâncias de ser extremamente elitizada. Até os anos 60, só cerca de 50% da populaçao chegava à escola, e desses, cerca da metade repetia várias vezes a primeira série e acabava abandonando a escola.

A partir da quinta série, sexto ano de hoje, era pior que no vestibular de agora. No meu ano, a prova para o Instituto de Educaçao teve mais de 4000 candidatos, para 70 vagas, uma razao candidatos/vagas maior que a dos vestibulares de Medicina de hoje... Resultado, minha turma inteira -- eu disse INTEIRA, todas as 37 alunas da turma -- tinham sido primeiras alunas de classe até entao. E, das 37, só duas nao eram de classe média, uma delas com idade bem maior que a da turma, porque falsificou a idade para entrar.

Com aquelas crianças era possível fazer qualquer coisa, fazíamos análise sintática de Camoes, demonstrávamos teoremas, etc. A escola era ótima. Ótima, e excludente, assim nao vale...

Ana Lú

 

Não era só a escola pública que era excludente, a escola privada também o era. Eu estudei numa escola privada que a cada ano eram como que abduzidos uns dois ou três colegas, inclusive não se notava isto. Alguns que eram apaniguados dos padres ou que a família era muito rica ou muito importante eram conservados (filhos e netos de governadores, por enquanto que estavam no cargo), não sofriam a triagem, mas o resto sim.

Haviam colégios privados na época que aceitavam os alunos das escolas que os expulsavam ou os convidavam a sair. Quando cheguei no terceiro anos científico (como se chamava o segundo grau) só restava menos que 50% da turma original, em resumo, a exclusão era a regra.

 

Quanto a escola pública o que ocorre nos colégios militares hoje em dia é o que ocorria nos colégios públicos do passado, inclusive com exames e cursos preparatórios para o ingresso, aí falam as escolas militares por ter mais disciplina tem melhor qualidade, papo furado, eles tem seleção no ingresso, ou seja só entram alguns.

Ou seja, o teu colégio e tu eram as exceções! A regra era ninguém chegar ao fim do segundo grau.

Olha Marco, este negócio de no meu tempo era melhor é conversa de velho. Eu digo, no passado tudo era pior, a unica coisa que era melhor era eu mesmo, era mais bonito, mais cabeludo, mais tudo.

 

Agora, só uma coisa, vem sempre a Ana Lú dizendo que no segundo grau dela se demonstrava teoremas. ANA LÚ nem no científico que preparava para a engenharia se demonstravam teoremas, se decorava o Lema, olha o Bezerra que verás que não era assim.

Eu nao sei o que você chama de demonstrar teoremas. A gente nao inventava as demonstraçoes, se é isso que você chama de demonstrar. Mas a gente tinha que aprender o raciocínio todo da demonstraçao, todas as etapas. Nao era só saber o princípio que era provado, tínhamos que saber como se provava. Chamávamos isso de demonstrar o teorema, era assim que os professores chamavam. Só geometria euclidiana, claro. E isso se fazia na terceira ginasial, sétima série/oitavo ano de agora. Na quarta era álgebra.

Quanto a esse Bezerra, nao tenho a menor idéia de quem é. Eu estudava num livro do Ari Quintela, acho. Tinha um outro tb muito conhecido, mas acho que nao chamava Bezerra nao.

Pois as normalistas demonstravam teoremas (no GINÁSIO, nao no Normal... no Normal nao se ensinava nada, só Aritmética) e os "científicos" nao...
Isso é que nem comparar escola antiga com de hoje, é comparar laranjas com paralelepípedos... Normal é túmulo do conhecimento. A questao é que no GINÁSIO a gente fazia o que você nao fazia nem no Científico...
Você é hilário. Porque no seu colégio nao deram, entao no meu tb nao... Eu demonstrei teoremas, Rogério! E foi na terceira série do ginásio. Tb tínhamos, além de Geometria em Matemática, Desenho Geométrico, como disciplina separada. Na segunda série, desenho de vários tipos de polígonos. Na terceira série, dávamos desenho projetivo no primeiro diedro, nos planos horizontal, vertical e de nível. Na quarta, perspectiva. Nao me lembro se havia tb na primeira série. E claro que o Ginásio era antes do Científico (ou do Clássico, ou do Normal). Parece que bebe... (rs, rs)

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