Portal Luis Nassif


Esta pequena ave que tenta se situar... voa raso, se confunde e, por vezes bate nos postes, ou árvores, ainda que andem escassas, reconhece que este talvez não seja o assunto de pauta + importante no momento, mas atendendo à vã necessidade humana, de simplesmente expressar-se, e, considerando que sou uma ave com aspirações, sei lá por quê, a identificar-me com tais causas humanas... levanto, então, esta lebre, digo, este tema na aba da Lei assinada por OBAMA e do Blog da Srªs Wlakiria: “Violência contra a mulher”

No período de vigor deste Blog, na página “Principal” estava envolta com minhas plumas, digo, com a ampulheta do tempo, e não me foi possível palpitar da maneira como gostaria...

Também fiquei instigada com a única resposta que o Blog da Srª Walkiria gerou, pois embora concordasse com a parte em que se dizia que: outros atentados aos direitos humanos se cometiam, além dos cometidos às mulheres... inquietou-me, todavia, com o que me pareceu ter sido comentado, a seguir: que este seria um problema menor, por julgar que as mulheres teriam mais capacidade em se defenderem, SERÁ???...

Antecipadamente desculpo-me, caso tenha havido alguma equívoca interpretação desta ave metida à gente...

Então, no liame desse tópico sobre a questão da violência contra a mulher, tento agora incluir mais alguns, poucos ingredientes à massa desse debate das causas feminis, já que culinária é uma arte tão alquímica & prazerosa...

A pergunta é:

O machismo mudou? “Ele está sendo transferido para outras coisas. O nível de concorrência, competição e sucesso econômico, o qual está exigindo um perfil masculino, que tem grande agressividade, grande descolamento afetivo de relações próximas para poder se dedicar completamente às necessidades de corporações e empresas. As mulheres estão seguindo atrás, e isso é uma outra forma de machismo. E aí começa a haver dores nas costas, perda de cabelo, gastrite, enfarte, drogas. O perfil do machismo foi redesenhado: antes, estava centrado na casa e no domínio da mulher, na exibição da sexualidade de uma determinada maneira; hoje isso está atenuado pelo progresso do movimento feminista, mas o machismo se deslocou para a performance no trabalho. O que acontece é que de novo eles estão dando as regras para as mulheres seguirem.” (Jurandi Freire Costa)

Adendando: e este é o ponto, que no momento, gostaria de inflar com mais um pouco de fermento; com pesar tenho a impressão que o ranço machista perdura além do supracitado. Permeando inclusive setores considerados de vanguarda, como, por vezes, é possível observar em falas, de forma velada (mas não menos perigosas), proferidas por personagens que se consideram partícipes da elite intelectual da esquerda, e que introduzem em seus discursos, e conseqüentemente em suas ações, mais e mais sementes dessa erva daninha...

Cabe nota, que não faço referência à resposta do post citado inicialmente... Refiro-me à maneira geral e irrestrita, do dia-a-dia...


Também este pensar, gera a meu ver, uma outra pergunta: Quantum de nós mulheres, corroboramos para que este cenário perdure, com nossa submissão aos ditames tirânicos da moda, e outros expedientes cansados de guerra, que de sempre, alimentaram este contexto (¿?)


Como lutar por uma sociedade mais justa, se não repensamos e mudamos as bases da nossa prática diária???


E este tema que pode parecer recorrente e banal, não acredito que seja dispensável, nem que escape ao escopo de nossos problemas atuais.

Ele subjaz, parece ser onipresente, tanto no viés da direita, como no da esquerda de nossa história, atentando contra os direitos humanos das mulheres, e conseqüentemente, contra os direitos à uma vida mais justa em sociedade; entre homens e mulheres.

Este padrão cunhado a ferro, fogo & sangue em nossas medulas, atravessa séculos e séculos de desrespeitos aos valores feminis, que vêm gerando no seio da nossa sociedade, desgraças, e mais desgraças... Dentre os incontáveis casos emblemáticos que teceram a trágica história da mulher, podemos relembrar a trajetória de Marie Olympe de Gouges: da ribalta à guilhotina; também casos de feminicídios como os da Cidade de Juarez (México), que vieram à luz pública, através do corajoso filme: A Cidade do Silêncio; até as anorexicas jovens de hoje; passando pelo comércio do sexo; veículos de marketing; xadores; “castração” de clitóris, Yaan Hisi Ali... etc, etc...

Perpetuam-se relações entre seres humanos intolerantes e infelizes...

Será que esse é, mesmo, um tema tão banal???

Enquanto as grandes ações que orientam as diretrizes políticas, as hediondas guerras, as decisões administrativas estiverem exalando à retórica do macho. Enquanto vigore a premissa do emprego da força para conquistar “Poder”, aliás, enquanto vigore a própria visão de Poder, do Ter, que a tudo permeia nossa venal sociedade assentada no falo, é de se supor que seguiremos sangrando...

Faço parte de uma geração que acreditou que faria a revolução, mas tenho de admitir em revisão crítica, que naquela época, dentre todos esses ideais, sequer, se cogitava (do que possa lembrar), em repensar esse modelo fálico.

Revendo o discurso: talvez infra e a superestrutura devessem caminhar em mão-dupla, e uma dando a mão à outra, e não em sobreposição, estrutural, uma à outra...

A vida é curta, o tempo "ruge" por pequenos gestos que caminhem na direção de dias menos insanos, mais alegres e justos...

Ousemos o pequeno gesto de mudar o que está ao alcance de nossas mãos... na direção de uma razão, uma “intelligenza”, COM sensibilidade.

Em tempos em que Havana Libre, comemora seu cinqüentenário, parece pertinente lembrar falas de quem deu seu sangue para isto, ainda que esteja presente em zilhas de publicações e camisetas, parece-me que não foram devidamente introjetadas: “Hay que embrutecer sin perder la ternura”


...“SOU UMA FORMIGUINHA, AS FORMIGUINHAS NÃO FAZEM COISAS TÃO GRANDES QUANTO AS REVOLUÇÕES, AS GUERRAS, LEVAMOS PEDACINHOS DE FOLHAS... MENSAGENS... AJUDAMOS UM POUCO”... (“A Mulher da Cicatriz no Rosto” da antologia MULHERES de Eduardo Galeano)



OOOPPPSSS, acho que a ave se empolgou, e se alongou, quiçá, além da paciência dos seus possíveis leitores...


Mais sobre M. O. Gouges
HTTP://WWW.COMFIA.INFO/NOTICIAS/46391.HTML

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OLYMPIA

São femininos os símbolos da revolução francesa, mulheres de mármore ou bronze, poderosas tetas nuas, gorros frígios, bandeiras ao vento.

Mas a revolução proclamou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, e quando a militante revolucionária Olympia de Gouges propôs a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, a guilhotina cortou sua cabeça.

Ao pé do cadafalso, Olympia perguntou:

– Se as mulheres estamos capacitadas para subir na guilhotina, por que não podemos subir nas tribunas públicas?

Não podiam. Não podiam falar, não podiam votar.

As companheiras de luta de Olympia de Gouges foram trancadas no hospício. E pouco depois de sua execução, foi a vez de Manon Roland. Manon era a esposa do ministro do Interior, mas nem isso pôde salvá-la. Foi condenada por sua antinatural tendência à atividade política. Ela tinha traído sua natureza feminina, feita para cuidar do lar e parir filhos valentes, e havia cometido a mortal insolência de meter o nariz nos masculinos assuntos de estado.

E a guilhotina caiu de novo”.

(Do livro: Espelhos, de Eduardo Galeano)


Marie Olympe de Gouges “Ousou na época afirmar: se a mulher tem direito ao cadafalso pode também subir à tribuna. Foi perseguida, julgada pelo Tribunal Revolucionário e guilhotinada em novembro de 1793. Dela se diz que viveu o exercício trágico do direito de subir ao cadafalso, sem ter subido ao púlpito.” (Desª. Shelma Lombardi de Kato)

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Sobre o filme “ A Cidade do silêncio”

http://tranca-rua.blogspot.com/2007/08/fronteira.html


Sobre Ayaan Hirsi Ali:


http://www.fronteirasdopensamento.com.br/revista-fronteiras/perfil/...



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Respostas a este tópico

Ô Graúna, e qual seria este pequeno gesto?
São tantos os pequenos e o grandes, gestos, claro, que podem ser feitos contra a violência praticada contra a mulher , não é mesmo? Você sabe disto.

É uma luta que não é simples. Acho que a Cabocla, além da Waléria, também postou algo sobre o tema. Mas me parece que vc teria um foco que, desculpe, não entendi bem.
Mas as imagens que vc compartilhou falam por si. Muito caminho andado e muito por caminhar.
Ó XENTI, GALERA!!!
Desculpem se me enrosquei ao dar tratos à bola, e tentei falar como gente, he, he

O papo é bem simples: claro que os caminhos são muitos; de conquistas... a conquistar...

Mas, quis falar da questão do feminino, focando o fato de que percebo, com pesar, que o ranço machista PERSISTE impregnado na ação & nas falas da própria esquerda, do próprio setor da sociedade que se pensa vanguarda... que, por sua vez, parece que ainda não parou pra pensar no fato, ou melhor diria, não parou para SENTIR o fato......

E, estendo esta mesma pergunta à atitude das mulheres que, não raro, tenho a impressão, que de alguma forma, colaboram com este CENÁRIO…

Então, o pequeno gesto seria, o de fazer uma revisão crítica de nossas atitudes no day by day... simples assim!!!...

E que se tente mudar o rumo das ações diárias... SABEM: EFEITO FORMIGUINHA…

Vejo as mulheres ainda muito vulneráveis, sim, e este é um tema que só é lembrado no dia 08 de março, quando muito...

Por último: cito alguns casos, dentre uma interminável lista de atentados contra os direitos da mulher, que considero mais emblemáticos, e alguns penso que são do conhecimento de poucos, portanto, aproveitei o ensejo para torná-los mais conhecidos...

Desculpem se não consegui ser suficientemente clara... mas, pensar com tantas penas, neste calor é muito difícil para uma ave, rsss

Saudações feminis & agradecidas pela participação \O/...

Ei, Tadeu, tá querendo "liçõezinhas"? Nao acredito... Aposto que você sabe direitinho o que fazer para melhorar... Querer é que é uma outra conversa...
Olha, estou brincando, hem? Nao estou dizendo que já nao é bom o seu relacionamento, nao me arranje mais confusao... (A falta que faz na escrita sinais de pontuação para brincadeira, ironia, etc. Quem é bom naqueles ícones que sorriem, mostram espanto, etc., se safa, mas devia haver sinais de pontuação, seria mais simples).
Um abração
AnaLú
Tadeuuuuu!!!

Sério???? Rsss

E, vivas!! Ana Lú, com seu fino humor, de volta nas paradas!!!

Mas, vamos lá...

Apesar desta ave gostar da alquimia culinária, e gostar de mexidinhos de alpiste com outras iguarias...

Faço tudo como manda o desejo do meu bico, não consigo seguir receitas, menos ainda, elaborá-las, rss...

Este texto não aponta mira pra quem quer que seja, de forma pessoal, muito menos pro’cê que tanto já estimo, nestes poucos dias de convivência, rsss

É tema de interesse meu, de longa data...

Entendo que essa postura “machista velada”, no viés da direita e da esquerda, alimenta as tragédias desta vidinha-quase-boa, algumas das quais por mim lembradas acima...

Preocupa esta ave, que este tema acabe sendo considerado um assunto periférico, minoritário... enquanto isto... tudo segue como d’antes...

Só pra pinçar exemplo rápido: o sinistro episódio de Juarez, ainda segue sem punição e com ocorrências... é caso recentíssimo... então, por tal motivo a pergunta: tão banal este tema????...

Tenho, particular, interesse sobre história de M. O. Gouges, e outros mártires da causa feminina...

Então, nada de fórmulas, receitas, mas sim de ouvir o peito... sem perder a ternura...

¡Caminantes, no hay camino se hace camino al andar! Verso a verso, golpe a golpe…


Mas, ficam cá, de bate-pronto, alguns poucos ingredientes, para uma possível receita, como sugestão...

Que tal:

Repensar os brinquedos que damos para nossas filhas: panelinhas, utensílios de “amas do lar”, ensinando desde o berço o fadário de “escravas do lar”...

Repensar os adjetivos, tão depreciativos, dispensados às companheiras...

Repensar a idéia de que homem pode, mulher não...

Com a inserção da mulher no mercado de trabalho, ela somou mais funções, mas seus companheiros, as mais das vezes, não dividem as tarefas domésticas com elas...

A sociedade exige da mulher que ela esteja sempre, lépida, fagueira, servil, risonha cheirosa, apesar da massacrante jornada de: trabalho, serviços domésticos, serviços maternos, sociais... que tal, uma ajuda, e menos cobranças???

E, por aí vão os inúmeros caminhos e descaminhos das conquistas femininas... até agora quem tem lucrado é o Capital, e a hegemonia masculina...

Acredita esta ave, que fique difícil pensar em relacionamentos bem sucedidos com essa hierarquia... essa relação mão-única de interesses que esterilizam qualquer possibilidade de convívio ético, com direitos equiparados ...

Como disse, em postagem, outro dia lá no Grupo LPG:

Mulheres que com seu útero & coração na mão, tal qual Pachamamas, e bocas silenciadas tornaram possível a história do homem...



P.S. Acho que esta ave retornará à leitura que já havia tirado da cabeceira de seu ninho... De um certo titio Gramsci, tão pouco lembrado por nós... Ele se preocupava com a utilização dos saberes... a serviço de quem, e do quê estaria a produção intelectual...

Pela estrada à fora, eu vou bem contente... UI!!! Dei de cara o lobo mau, ai, ai, ai...


Oi Linda Ave Emplumada!

Concordo com o legado milenar que você descreve...

Mas, a meu ver, ainda não é a nossa geração que usufruirá dessas necessárias e esperadas conquistas.

Temos postos profissionais equiparados aos dos homens, mas, quase sempre, a diferença percentual entre os salários (embora às vêzes mínima) ainda existe ...

Ainda temos sob nossa responsabilidade o desempenho de quase tudo dentro de casa. Mesmo de forma velada, a administração nos é cobrada. Serve de parâmetro...

Nossas conquistas no campo afetivo, ainda são permeadas pelo machismo...

E o pior de tudo, às vêzes, me vejo com atitudes machistas em relação a mim mesma. Pode?

O hábito secular ... Esse legado de milênios que povoa nossos sonhos ainda hoje.

Acho que só conseguimos o que temos, devido justamente às atitudes do dia a dia que foram mudadas pelas mulheres que realmente , queriam que algo fosse diferente no contexto de vida das mulheres, de uma forma plena. Mudar sempre Ave Emplumada! Primeiramente por nós, pois a tradição é inimiga mortal da evolução, e depois , o adquirido começa a fazer parte... Reação em cadeia...

Ou, ser diferente do convencional como fez Rebecca West, ao dizer a frase abaixo:

"Eu mesma nunca fui capaz de saber exatamente o que o feminismo é: apenas sei que as pessoas me chamam de feminista toda vez que expresso sentimentos que me diferenciam de um capacho de porta, ou de uma prostituta."

Tudo bem que ela disse isso nos 50, mas, será que mudou muito?

Como acredito em evolução espiritual, acho que todas às vêzes que viermos para uma "estudadinha" aqui em baixo, teremos uma visão diferente de sociedade e padrões comportamentais... Até porque, estagnar sim, retroceder jamais.

Beijão, jão
Sol
Graúna, minha passarinha mais sonora! Entendo perfeitamente a Soledad, quando esculpe uma frase "totalizadora" sobre o tema: "Nossas conquistas no campo afetivo são ainda permeadas pelo machismo". E quem mencionou a integração da mulher à massa do trabalho pelo bem do Capitalismo, também acertou em cheio.
Antes de falar em feminismo ou machismo, eu gostaria de ver bem definidos os termos. O machismo eu conheço bem, fui criado nele, ensinado nele (por mãe, professoras, companheiras), e procuro superá-lo pessoalmente e na Sociedade em que convivo. Já o feminismo me confunde um pouco: se for apenas o direito ao trabalho e ao salário fora da maternidade e do "sagrado lar", eu acho um pouco estreito. Se for criar condições para que a mulher possa escolher os papéis que queira ter na vida, sua busca pelo Amor ou pelo sexo, pela maternidade ou não, pela relação homossexual ou hetero, pelo direito a realizar seus sonhos Humanos, da mesma forma que outros humanos de outro sexo, aí começamos a nos entender.
Há teorias, mas neste tema acho que a vivência é fundamental. É claro que não estou falando aqui de clisterotomia, de prostituição forçada, de violência doméstica ou nas ruas, que são temas gerais que ninguém precisa viver para ter uma opinião e lutar contra.
Refiro-me ao relacionamento homem-mulher, pessoa-a-pessoa, que também está contaminado, às vezes e em parte, pelo machismo, exercido por uma ou ambas as partes.
Realmente, há um longo caminho a percorrer (mos). Viveremos em busca das respostas, acertando e errando, como em tudo mais.
Oi, Graúna
Tem uma matéria no Azenha hoje que toca no tema deste tópico. O link é http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/bia-barbosa-igualdade-de-ge... .
Bjs
AnaLú
Ana Lú, lerei com calma o link, muuuuiiitttoooo grata \♥/

SOL & Antonio:


Vocês ressuscitaram essa pérola em síntese, PALMAS!!!

Quando esta ave resolve pensar, assim, mui raramente; ela acredita que não se trate mais de bandeiras feministas, isso teve lá seu momento, quiçá...

Agora é tentar limpar, o ranço, que persiste...

Em prol de um melhor relacionamento entre homens & mulheres, por uma vida melhor para ambos... e, aí é meio que efeito dominó... todos podem ganhar um pouco mais em qualidade de vida, e talvez o Capital ganhe menos, sei lá... Utopia... ando pensando muito nela nestes dias, sei lá por quê...

Que pelo menos, nossos filhos possam viver dias melhores... cada geração uma conquista... e, se viermos pra mais uma “estudadinha”, que encontremos essa dicotomia macho/fêmea, transformada em “unidade de contrários”...

Saudações agradecidas por tão sensível participação...


Helô
Cara Graúna,gostei do "unidade dos contrários" e proponho que a Comunidade debata melhor sobre esta possibilidade embora remota,possa ser o foco dos nosso filhos e netos,e daí quem sabe,termos num futuro próximo as pessoas que pensam diferentemente sobre as relações políticas e sociais e geográficas(aí incluídos os judeus e palestinos)sentarem em volta de uma mesa de negocição,e de lá tirem as soluções para suas diferenças.
é utopia de minha parte,acreditar nesta possibilidade ?
O debate está colocado !
Raí, como sempre, grata por suas falas, tão compreensivas às minhas...

Acho que é por aí a busca, por essa unidade nos direitos à humanidade, e por seu encontro através de opostos, da diferença, da diversidade...

Pois é, uma grande Tábula Redonda, onde as diferenças não representem barreiras para o entendimento, nem limitem o direito natural de existir... com nossos direitos humanos resguardados...

Mãos á obra, como legado pras próximas gerações...

Fiz outro dia esta vinheta, pra responder em outro tópico, mas acho que ela se aplica às suas proposições

Saudações humanitárias \O/

Dando imagem às falas:

Da série “unidade de contrários”

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