Psicologia de massas do fascismo de Wilhem Reich e Revista Veja: relações prováveis.

Já há um bom tempo, precisamente em 1933, que Wilhem Reich lançou sua obra Psicologia de Massas do Fascismo que versa sobre a ideologia do nazismo na Alemanha e a absorção desta pela população. Procurou as causas, não exatamente no nazismo em si, e muito menos na personalidade de Adolf Hitler, mas principlamente na estrutura familiar da baixa classe média alemã, que possuía códigos ainda tradicionais de vida. Neste sentido o nazismo encontrou já um caldo pré-existente na sociedade, e soube canalizar os anseios, sentimentos e resentimentos de acordo com a ideologia ainda reinante e preponderante na Alemanha.

Nessa ideologia tradicionalista, de cunho ainda paternalista, na qual os processos são em grande parte inconscientes, há uma reatividade ao novo, ou melhor aos processos que envolvem uma maior racionalidade de vida, principalmente em relação à vida sexual, que entre outros fatores estão ligados principalmente à espontaneidade desta. Assim, uma educação extremamente rígida, que tolhe os movimentos mais naturais da vida humana são tolhidos de forma rígida e compulsiva (repetitiva e automática). O ser humano, educado nessas situações se torna frágil, inseguro perante a vida e solicita uma condução de suas vidas a todo o momento.

De lá para cá muita coisa mudou: a família não é mais a mesma, a moral sexual não é tão rígida assim, aliás, é ao contrário, mas uma certa compulsão e reação ao novo permaneceu. Viajando no tempo até os dias atuais, para a cidade de São Paulo em 2008, algumas relações podem ser feitas. Da mesma forma que Reich utilizou o nazismo e seus líderes para desvendar a ideologia que subjazia por trás da autoridade rígida e demagógica, aqui pode-se utilizar a revista Veja como um elemento que aponta, por detrás da aparência da eficiência administrativa e progresso, uma certa patologia social.

Ao conversar com muitos leitores de Veja sobre temas políticos, nota-se uma grande admiração pelos seus colunistas e também uma confiança excessiva neles. Após uma série de artigos fundamentados que Nassif colocou aqui neste blog, percebe-se que há um grande bloqueio quando há proximidade de uma discussão mais racional, com argumentos. A maioria dos que já conheciam o assunto sobre o qual Nassif discorria, dizia que este iria se ferrar por ter feito isso, pois a Veja já tinha movimentado processo contra ele.

Outros fatores que vieram em algumas dessas conversas - para mim falta ainda uma pesquisa mais aprofundada - foi a credibilidade da revista. O fato dela ser "bonita", ter propaganda de produtos caros com referência a alto status social, proporciona o dom da verdade. Aqui creio que há um ponto fundamental na questão: a identificação com o poder, com status, com a vida prometida, com uma "vida limpa".

Ao tentar conversar sobre algumas reportagens que não eram verdadeiras, que partem desde os casos do dinheiro de Cuba ao PT, até aos "grampos" do STF, as respostas vêm em termos de negação total de que essas sejam falsas, uma vez que a revista "noticiou", o que passa a ser então verdadeiro. Temos aí uma "verdade inquestionável", onde a parte racional do argumento começa a ser agredida com palavrões e tudo o mais. O inconsciente vêm à tona com preconceitos e agressividade feroz nos ataques.

A minha questão ainda é de prosseguir neste assunto com uma pesquisa, com mais dados, tempo e recurso, pois o passado colonial e arcaico está mais do entranhado em nossa população de classe média e alta. A Veja é apenas mais uma anomalia que dá voz a esses extratos sociais que repousam em códigos senhoriais do século XIX, e aqui Reich nos ajuda a pensar no medo inconsciente que essa população nutre ao viver em condomínios fechados, isolada, mirando a ascenção social a qualquer preço, maldizendo os marginais e aquilo que possa ser diferente. A cultura do ódio impotente se sobrepõe a qualquer outra relação com a vida, e aí são necessários condutores que possam dar vazão a esta situação.

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Respostas a este tópico

Bom texto Paulo Roberto,inclusive a grande maioria que frequenta êsse espaço,já tem essa percepção quanto a Veja,veremos então essa associação com Reich.Aguardamos estudos mais apurados e científicos.Seriam de importância para a psicologia e sociologia.Parabéns,Sérgio.
Pois é, Sérgio. A tentativa não é tanto colocar a Veja como uma grande vilã, ou pensar que caso ela sai de circulação as coisas passam a melhorar. Claro que ela tem responsabilidades na afronta que faz, mas acho que isso ainda é muito pouco, pois a sua base de adesão nas classes médias e média-alta permanece intacta. A briga talvez seja contra essa base, o que não significa que todas as pessoas de classe média compartilhem desse modo de vida, em absoluto, senão não estaríamos discutindo isso aqui no blog do Nassif.

O preconceito de classe é muito forte no Brasil e América-Latina como um todo, e a participação política da população nos destinos do país é vista com maus olhos por essa população reativa. Pedem sempre que alguém intervenha no processo por eles. Creio que aí existe uma grande impotência revestida de eficiência e riqueza. Essa forma reativa de vida se manifesta nos lugares mais simples, como por exemplo nas reuniões de condomínio, na relação com as empregadas domésticas, com os garçons nos bares, etc. Se sentem os "donos" do mundo, bem ao contrário do indivíduo à busca de cidadania e participação política. Por isso que reagem com ódio visceral mediante a qualquer processo de mudança. Bem, não podemos deixar de ver que estamos racionando com hipóteses, mas que não estamos muito longe disso, acho que não estamos...
grande abraço,
Paulo Camargo
Faço coro também, ótimo texto, daqueles que explicam aquilo que vemos ao nosso redor e não enxergamos com clareza.

O governo Lula, a meu ver, primou pela governabilidade se comportando de forma reativa aos ataques dessa classe média e alta tipicamente paulista, porém tem feito uma revolução também de base que vai dar frutos com o tempo.

As diretrizes que tem sido dadas a educação vam acabar diluindo esse ranço colonialista assim como se diluiu a influencia malufista em São Paulo.

O questionário a respeito da faculdade respondido pelos alunos que fizeram ENAD foram direcionados a que papel essas faculdades desempenham na discussão da nossa sociedade.

As provas dos concursos das escolas tecnicas e faculdades federais vem incentivando o censo crítico e a capacidade de entender a realidade atual.

Sou atimista, o tempo do jornalismo de esgoto, se não está chegando ao fim, vai ficar confinado as minorias ultrapassadas. O que não se pode largar de mão é essa preucupação atual com a educação. Imaginem o estrago que um Presidente do PSDB poderia fazer implantando a "Aprovação Automática" no pais inteiro?

Um grande abraço a todos.
Caro Ricardo
Obrigado pelo comentário. Achei importante o tema educação entrar na pauta. Já "lecionei" em algumas arapucas com o nome de UNI e a coisa é realmente gritante. O aluno como consumidor enraivecido que não tem a mínima tolerância com o defeito de fabricação, ou seja, não tolera o pensamento e muito menos crítico. Há alguns alunos que se interessam, mas não conseguem ser maioria e nem a instituição dá apoio. Você trabalha na área educacional?
abraço,
Paulo
Oi, Paulo Roberto
Gosto mais desta sua resposta ao Sérgio que do texto de cima, nao porque nao concorde com o espírito da sua idéia, mas acho que você foi "fiel demais" ao Reich, sem "adaptá-lo" aos tempos atuais. Você leu o texto do Weden que o Nassif postou hoje no Blog? Acho que fala disso que você fala, mas centrando mais no ódio à "cara de povo" da nossa pretensa elite, na sua identificação com a "compostura" européia, a preocupação com o que é "chique", etc (nada de samba e cerveja, jazz e vinho francês, por favor -- mesmo que no fundo nao se goste da música ou do sabor do vinho). Hoje até a repressao sexual assume outra forma (essa pretensa "liberdade" é mais repressiva que a repressao anterior; até a sexualidade virou uma obrigação de desempenho...), importante é parecer, nao ser nem mesmo ter.
Um abraço
Anarquista Lúcida
Cara Anarquista Lúcida
A questão reichiana, da época de 33 na Alemanha, nem de longe pode ser totalmente comparada com a atual. A sociedade é outra e as questões que envolvem a sexualidade também. Se não deixei claro, vamos lá, mesmo porque estou tentando decifrar alguns comportamentos que se inspiram na idéia de Reich de submissão. Tenho críticas ao Reich no que consiste à sua demasiada "unilateralidade" em relação à energia vital. Não acho que seja tanto assim. Mas nesse trabalho que realiza (Psicologia das Massas) ele trabalha focado na ideologia, e não no aspecto clínico, como é comum os reichianos colocarem.

Esse Reich, da Psicologia das Massas, parte de trabalhos no campo de luta, ou seja de sua militância política e dos trabalhos com a juventude. É desta perspectiva que me inspirei, pois o ponto central que ele se baseia é na insegurança (na Alemanha da década de 30, por motivo de repressão sexual) e necessidade cega de autoridade da população. Aqui em São Paulo, parti de conversas com pessoas com um bom nível de instrução (nível superior) e comecei a aprofundar um pouco mais a conversa em relação ao que acontecia com a Veja e Nassif. Além disso estas pessoas tem uma vida bem regrada, com alto nível de renda, viagens para a Europa, uns têm até dois ou três cachorros, carros da moda e outras coisas mais. Também fiquei observando sobre o comentário de muitas outras pessoas sobre o preconceito no Brasil e o apêgo à revista Veja.

Como disse, falta ainda muita pesquisa, mas algumas questões são interessantes nessas pessoas, quando propõe a eliminação física dos criminosos, se protegem a todo instante de assaltos, tem um grande medo de perder emprego e renda - vivem praticamente só para isso -, mantem o preconceito geográfico, entre bairros e zonas da cidade, jogam seu futebol nos fins de semana para "ganhar de qualquer jeito", e tomam sua cerveja depois. Nas reuniões de condomínio querem ver resolvidos os problemas de seu apartamento sem levar em consideração os outros moradores; os filhos, de uma maneira geral, procuram limites com a autoridade, e tudo mais. Nisso tudo, o que menos surge é uma atitude de abertura em relação à vida, ou seja, de uma conversa em que não verse tanto os preconceitos e agressão quando são apresentados argumentos plausíveis.

Dei essa volta para voltar então à questão ideológica, que é ponto central, e não a sexualidade reprimida que Reich trabalha. O importante é o que deixa as pessoas em estado de insegurança com formas compulsivas de comportamento. Aqui é a proximidade com o Reich de 1933, e com o momento atual. Isso tudo se insere em um código tradicionalista de não participação política, de aspiração por uma autoridade "eficiente" que possa colocar as coisas nos eixos, que possa também limpar a cidade da sujeira e dos marginais. Enfim, a nossa história demonstra que não rompemos com essa tradição e aqui me inspirei bastante nos trabalhos de Florestan Fernandes quanto ao código de "status" de nossa elite. Em Reich podemos dar luz à irracionalidade mais inconsciente, que não está clara na superfície. Não estamos falando de nazismo atualmente, mas sim de uma reatividade que é constantemente renovada e não cede ao novo, ou seja, na integração social de outras classes sociais.

Obrigado pelo comentário, e assim que puder vou ver os seus posts.

Grande abraço,

Paulo
Oi, Paulo Roberto
Olha, sobre a questao do "escotoma", da cegueira para o que nao se quer ver, e sobre a necessidade de um "pai ideal" que resolve tudo, infelizmente isso nao existe só na Direita. Dê uma lida no tópico "Lula, farsante, fraco ou apenas humano?" (nao é um tópico meu, mas onde dei alguns "pitacos"). Você verá como qualquer tentativa de colocar algumas restrições no endeusamento de Lula provoca reações iradas. E sao reações a críticas construtivas e moderadas.
Um abraço
Anarquista Lúcida
Caro Paulo Roberto
Não sei até que ponto a tua comparação entre a população alemã de 1933 da baixa classe média com a população que vive nos condomínios de luxo em São Paulo pode ser feita.
Não sou psicanalista nem psicólogo e se alguém mais qualificado do que eu (e devem ter muitos) ler o que escrevo, por favor, me corrijam. No seu livro “A função do orgasmo” Wilhelm Reich faz uma hipótese em que uma sociedade em que a libido é liberada funcionaria como uma sociedade não repressiva e criativa. Hebert Marcuse, posteriormente em seu livro Eros e Civilização faz uma dura crítica aos trabalhos de Reich que validariam mais tua conclusão que Reich, Marcuse escreve: “ ...Contudo, a noção de Reich de repressão sexual mantém-se indiferenciada; ele negligencia a dinâmica histórica dos instintos sexuais e sua fusão com os instintos destrutivos. (Reich rejeita a hipótese de Freud do instinto de morte e toda a dimensão de profundidade revelada na ulterior metapsicologia freudiana). Por conseqüência, a liberação sexual per si se converte, para Reich, numa panacéia para as enfermidades individuais e sociais. O problema da sublimação é minimizado, não se efetua qualquer distinção essencial entre sublimação repressiva e não repressiva, e o progresso em liberdade parece constituir uma simples liberação de sexualidade.....”
Em síntese, segundo meu juízo, a nossa sociedade, quase antípoda a sociedade alemã de 1933 em termos de visão de sexualidade, deveria produzir segundo Reich idéias livres e nada fascistas.
Procurar em Reich a origem do mau-caratismo de parte da população que lê Veja é forçar um pouco. Talvez a semelhança que se possa enxergar entre o “Lumpenproletariat” e classe média alemão em geral da década de 30 com a classe média alta brasileira de hoje, é que ambas escutaram (os alemães) e lêem (os brasileiros) o que queriam escutar ou que querem ler. Ou seja, para os alemães de 1930 o discurso fascista de Hitler, que era mais revanchista e racista do que fascista, propriamente dito, agradou seus ouvidos retomando ao povo alemão a auto-estima triunfalista que com a derrota da primeira guerra e o fracasso econômico da “República de Weimar” tinha sido abalada. Da mesma forma o discurso negativo de Veja contra o governo Lula, procura satisfazer a auto-estima perdida pela classe média alta com a sua derrota nas eleições para presidente.
Não podemos comparar a ascensão do Nazismo com qualquer fenômeno que ocorre hoje em dia no Brasil, nem origens, nem momento histórico, qualquer analogia utilizando viés pode resultar em análises incorretas, e pior do que não ter uma análise é ter uma incorreta. Estou escrevendo esta análise, e não quero cair no erro apontado no parágrafo anterior, logo, estou aceitando com urgência correções desta análise, pois, como já disse, estou quilômetros de distância de ser um especialista em psiquiatria.
Caro Rogério

Boa discussão e ótimo texto. Isso é o que nos motiva.

Bom, a discussão de Reich na Psicologia das Massas é em relação à ideologia, e nesse sentido é um trabalho de ação política. Na Função do Orgasmo o autor faz um histórico de seu trabalho e penso que aí cai muito a tensão sobre os conflitos sociais, pois eles ficam praticamente descontextualizados. É um Reich mais solitário, e como diz um colega: você tem que gostar do Reich apesar dele mesmo, pois onde ele entra já vai arrumando confusão. No primeiro trabalho ele discute política de fato com leituras de Marx e Engels( Anti-Dühring) e tem como referência os seus trabalhos sociais, distante portanto da clínica.

A ideologia é o foco e a economia sexual é trabalhada no sentido de submissão cega, provocada pela insegurança dos indivíduos em dar conta de sua própria espontaneidade ou abertura em relação à vida social, que é então causada pela educação na família tradicionalista. Foi isso que me inspirou, não a transposição de uma realidade à outra, mas a temática da discussão que é um certo tradicionalismo e um ódio – que aparentemente não deveria existir em nossa elite pelas ótimas condições que desfruta.

Concordo com você em relação à crítica de Marcuse. Sem dúvida, a liberação reichiana fica ao nível da descarga automática, praticamente sem uma interpretação ou contextualização social, que Marcuse aponta em Eros e Civilização. Mas uma vez mais insisto no trabalho de Reich em relação ao aspecto ideológico em Psicologia das Massas - trabalho que o próprio Marcuse elogiou, deu plena razão ao autor em pontuar que a ideologia finca raízes profundas no ser humano, mas não comentou muito a respeito.

Vamos por etapas: parte-se do ressentimento, do ódio e da aversão a uma discussão mais próxima ao racional, com argumentos. Este é ponto central. Você mesmo colocou bem o problema: “Talvez a semelhança que se possa enxergar entre o “Lumpenproletariat” e classe média alemão em geral da década de 30 com a classe média alta brasileira de hoje, é que ambas escutaram (os alemães) e lêem (os brasileiros) o que queriam escutar ou que querem ler”. Eu acrescentaria mais, “o que não querem ver”. Há uma cegueira nisso tudo, não?

Não vou aqui me colocar como alguém que está atacando um estrato social por ter uma outra preferência política, no caso Lula. Este faz surgir o ódio embutido que é renovado secularmente. Rogério, não estou adaptando Reich e sua concepção de sexualidade reprimida, mas partindo de uma situação de insegurança e de ódio que não se justifica em argumentos racionais, ou de consciência. Este é o ponto nevrálgico. Se hoje é Lula, amanhã será outro, ou outra. Quanto a veja, penso que é somente um veículo de “renovação” deste modo de vida, e não a causa. De nada adianta a Veja passar a ser “ética” ou mesmo acabar, que a situação não se modificará. Não se trata também de generalizar comportamentos, pois não são todas as pessoas que se comportam dessa forma, bem como isso também está enraizado nos setores da população de estrato social mais baixo. Há um “caldo cultural” de ódio.

Grande abraço,

Paulo
A tua explicação me deixa 90% de acordo (não vamos debater por 10% !).
Para justificar as minhas preocupações por uma interpretação correta posso te dizer que convivo mais intensamente aqui no Rio Grande do Sul com o tipo de comportamento que discutes. Pena é o resto do Brasil não ter acesso a Televisão Gaúcha, se há irracionalismo consciente por parte de um estrato social, deverias escutar determinados programas televisivos gaúchos onde a “burrichia-lligenza” gaúcha discute desde reforma agrária, educação, política em geral, é de chorar, o grau de cegueira e irracionalismo atinge o limite. Atenção, não estou falando de imprensa escrita, pois simplesmente ela aqui não existe. Por conviver com clima acho que estou começando a entender (o clima, não justificando as razões), com mais clareza.
Mais como um depoimento, do que uma continuação direta da discussão, posso relatar que apesar das tensões sociais serem menores no Rio Grande do Sul, do que no Rio e São Paulo ” o ressentimento, o ódio e a aversão a uma discussão mais próxima ao racional, com argumentos” como falaste, é uma constante, o anti-isto ou anti-aquilo é uma constante. O Gaúcho trata a discussão de temas polêmicos como trata o futebol. Centralizados que somos em Internacional e Grêmio, a dicotomia pura e simples é uma constante.
Um abraço.
Bah! Que interessante poder conversar com alguém do Rio Grande do Sul. Temos notícias sobre a imprensa daí, mas as informações são raras. Que isolamento que vivemos, não? Mas vamos quebrar esse gelo. Obrigado por me colocar entre os amigos; nos dias atuais isso é vital.

Abraço,

Paulo

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