…) tenha paciência com tudo o que há para resolver em seu coração e procure amar as próprias perguntas como quartos fechados ou livros escritos num idioma muito estrangeiro.
Não busque por enquanto respostas que não lhe podem ser dadas, porque não as poderia viver. Para viver precisamente tudo, viva por enquanto as perguntas. Talvez depois, aos poucos, sem que o perceba, num dia longínquo, consiga viver a resposta.“
Rainer Maria Rilke, in Cartas a um jovem poeta - Trad.: Paulo Rónai


A vida anda muito urgente.Pessoas se deixando,outras se desencontrando em situações falsas,ou mesmo se entrosando em turbilhões de mágoas e restrições.Quem vai dar o grito de medo? Quem vai amparar aquele que tem fome e sede? Por que tanta revolta nesse mundo entediado pela própria armadilha do viver?
Perguntas sem respostas.Devaneios sem soluções.Quanto mais se prolonga na história menos se conhece seu final.A vida embaralhando as cartas com conflitos e manobras absurdas.E o jogo deve ser de quem souber ou mesmo quiser jogar.Sem trapaças, sem mentiras ou truques.Vivendo tudo que tiver que ser até as últimas consequências.

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Respostas a este tópico

Só pra corroborar com suas tão interessantes falas, e com tão bela citação de Rilke

Saudações emplumadas e gorjeastes \O/

este link pode conter um pedaço da resposta href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15488">

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