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Está na hora de ampliar a visão da Sustentabilidade, até agora limitada pelo desgastado território do "triple bottom line" (economia, meio ambiente, sociedade). Por esse revelador relatório "State of the World 2010" lançado agora há pouco pelo WorldWatch Institute, já não tem sentido só cuidar dos " Bottom Line" mas nos conscientizarmos do "Limit Line". A única saída: reinventar os nossos estilos de vida e rever os nossos valores ( o que é ser pobre, o que é ser rico, o que é prazer, o que é padecer, o que é necessário (de verdade!), o que é possível e o que não é mais possível

Nesse momento macrotransitório, o que fazer com essa SUSTENTABILIDADE dos prêmios institucionais e de marketing. Como ir além do reducionismo do "triple bottom line"?

Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe mais do que três!!!

Por ser um conceito tão complexo, muito perigoso cairmos em "triplos simplismos" (como esse do "triple bottom line")

Sustentabilidade ou Sobrevivência? Olhem só o Haiti! O terremoto que destruiu vidas dos morros (no caso haitiano, dos ricos) e das margens (dos pobres).

Flagelos sociais e colapsos ambientais estão cada vez de mãos mais atadas ... e esse é apenas o começo! Caetano e Gil (também de mãos atadas) já falavam: "o Haiti é aqui"

Mas ...como onde tem sombra sempre tem luz, tem gente pensando além, plantando sementes no terreno ainda fértil do caos.

Desde um bom tempo, já temos um novo pilar, preconizado por alguns pensadores como "Espiritualidade", mas ainda tão difcil de traduzir no dicionario do "mercadês corporativo" e sempre precisando explicar que não é Religião! Não tem dado certo.

Aqui no Brasil, o nosso querido Evandro Ouriques (NETTCON-UFRJ-NEF) traz a visão da "Mente Sustentável".

A Mente, é a casa do nosso "SER HUMANO", onde residem nossas decisões e de onde conseguimos alcançar o "domínio da vontade" (leiam Evandro).

Na COP-15, a "Cultura" surgiu como um novo pilar. A Cultura, a casa do nosso "ESTAR HUMANO".

A Mente e a Cultura integradas aos velhos modelos é que talvez possam ser o caminho da nossa sobrevivência.

Mediante esse novo relatório do WWI, não temos como negar: se não trocarmos as lentes e ampliarmos o olhar sobre o que é promover e exercitar a Sustentabilidade, não vai ter mais jeito.

Vejam abaixo a síntese do que trata o relatório desse ano.Para lerem o ultimo "State of the World", podem comprar pela Internet no site do WWI. www.worldwatch.org/sow10

Rosa




12/01/2010 - 14:57:39

Fim do consumismo seria a única saída para o planeta


Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil

A edição de 2010 do renomado relatório “State Of The World” afirma que sem uma alteração nos hábitos comportamentais e de consumo de nada adiantarão políticas públicas e avanços tecnológicos no combate ao aquecimento global e a outros desafios contemporâneos

As 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo, cerca de 7% da população, são responsáveis por 50% das emissões de gases do efeito estufa, enquanto os três bilhões de pessoas mais pobres emitem apenas 6%. Com dados como esse, o relatório “State of the World 2010, Transforming Cultures: From Consumerism to Sustainability”, do Worldwatch Institute, publicado nesta terça-feira (12/1), traz como principal mensagem que sem uma mudança cultural que coloque valores sustentáveis acima do consumismo, não há milagre tecnológico ou política pública que resgatem a humanidade de graves problemas climáticos, sociais e ambientais.

O relatório chama de consumismo a orientação cultural que leva as pessoas a acharem contentamento, aceitação e significado para as suas vidas através do que possuem e utilizam.

“Nós vimos alguns esforços encorajadores nos últimos anos no combate a crise climática. Porém fazer políticas ou mudanças tecnológicas enquanto a cultura segue centrada no consumismo e no crescimento não podem ir muito longe. Para que se consiga um avanço duradouro, é preciso que a sociedade mude sua cultura para que a sustentabilidade vire a norma e o consumo em excesso um tabu”, afirmou Erik Assadourian, diretor do projeto State of the World.

Em 2006, a humanidade consumiu US$ 30,5 trilhões em mercadorias e serviços, 28% a mais do que apenas 10 anos antes. O aumento do consumo resultou em um crescimento dramático da extração de recursos naturais. Os norte-americanos, por exemplo, consomem aproximadamente 88 quilos de recursos por dia. Se todos vivessem dessa maneira, a Terra sustentaria 1,4 bilhões de pessoas, apenas um quinto da atual população mundial.

“O padrão cultural é a raiz para a convergência sem precedentes de diversos problemas ecológicos e sociais; como as mudanças climáticas, epidemias de obesidade, declínio da biodiversidade, perda das terras cultiváveis e desperdícios de produção”, disse Assadourian.

Os 60 autores do relatório apresentam em 26 artigos algumas estratégias que já estão em funcionamento para a reorientação cultural. Algumas abrangem uma visão social do mercado, através da formação de cooperativas de agricultores, por exemplo. Outras avaliam modelos de planejamento familiar e esforços de marketing social. Há ainda a sugestão de que as escolas primárias sejam utilizadas na formação de uma nova cultura, com iniciativas simples como a alteração dos itens da merenda para uma alimentação mais saudável e baseada em produtos locais.

“Com o mundo lutando para se recuperar da mais séria crise econômica desde a grande depressão, nós temos uma oportunidade história para nos afastarmos do consumismo. No fim, o instinto de sobrevivência deve triunfar sobre a compulsão do consumo a qualquer custo”, concluiu Christopher Flavin, presidente do Worlwatch Institute.

(CarbonoBrasil)

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Respostas a este tópico

Rosa,

Sem muita certeza, ainda, mas me parece que o ecologismo está se tornando o mantra para nova ordem mundial.

Governo único, sem nacionalismo, sem fronteiras, sem nações independentes, sem povos soberanos e uma grande unicidade coletiva esperando o ticker mágico do novo organon.

Falou...
Da Folha Ambiente

Consumismo é incompatível com preservação do planeta, diz ONG

A luta contra o aquecimento global passa por uma renúncia ao consumismo para favorecer assim as iniciativas compatíveis com um desenvolvimento sustentável do planeta, segundo um relatório publicado na terça-feira (12) pelo Worldwatch Institute, com sede em Washington.

"Temos visto esforços para combater a crise mundial provocada pela mudança climática nos últimos anos, mas proceder a essas mudanças tecnológicas e políticas e manter uma cultura centrada no consumismo e no crescimento não é algo compatível", afirmou Erik Assadourian, do Worldwatch Institute.

As despesas com o consumo nos países industrializados compreendem cerca de 70% do Produto Interno Bruto.

Segundo o relatório anual da instituição, a população mundial consumiu US$ 30,5 trilhões em bens e serviços em 2006, um aumento de 28% em dez anos.

Esse forte crescimento do consumo implica uma explosão da extração de matérias-primas e do consumo de energia.

Segundo ainda a instituição, os 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo (cerca de 7% da população) são responsáveis por 50% das emissões de COºº2ºº, contra 6% dos três bilhões mais pobres.

France Presse, em Washington
Saudações, Rosa Alegria.

Concordo e me ato a sua citação da espiritualidade. Enquanto (re)formadora dos valores reais da alma humana, esta que foi divorciada de um modo de vida mais natural e sábio, induzindo-nos aos desequilíbrios. O quanto o ser humano se distancia de seus reais princípios, forma o tanto do vazio interior experimentado. É a necessidade de preencher a esta lacuna interna, que provocam os excessos e o consumismo. Não por maldade, mas por ignorar a busca efetiva, que se deseja completar-se com o que é "de fora", ao espaço que só cabe aquilo que é "de dentro". A crise presente, não é outra coisa, a meu ver, que causada por hábitos de vida anti-naturais, logo, pouco ou nada sustentáveis.
A citação que nos trouxe de Evandro Ouriques, retrata talvez, dos principais sintomas dos desequilíbrios: sendo a mente a casa do ser humano (e a palavra ecologia tendo a origem de sua raiz > eco = oiko = casa), é ali, na consciência, na mentalidade humana, que se encontram as possíveis soluções, a partir de, primeiramente, organizarmos a casa interna, a mente, a mentalidade, para irmos em busca de posturas e hábitos mais sensatos.
Se me permitir, gostaria de citar um exemplo de busca real de hábitos e soluções sustentáveis, através da BKWSU (Brahma Kumaris World Spiritual University - Universidade Espiritual Mundial Brahma Kumaris) que no Brasil é instituida como OBK (Organização Brahma Kumaris), que coloca, inspira e instrui aos seus alunos, a partir do entendimento mais profundo das leis espirituais (com maior enfoque à lei de ação/reação/interação - karma) de que um mundo melhor, é resultado das ações humanas, pois as almas humanas tem a singularidade de, entre outras coisas, colher no futuro, o resultado de suas intenções e atos do passado. Ratificando a isto, cito algumas decisões que se tornaram realidade, já a partir da sua sede mundial, na Índia:

Energia Solar

A Brahma Kumaris foi pioneira, em âmbito mundial, na instalação e uso de energia solar em grandes comunidades. Eis alguns dos seus empreendimentos:
 Instalação de equipamentos solares para o aquecimento de água para banhos, com capacidade para fornecer cerca de 60.000 litros diários, nos campus de Madhuban e Gyan Sarovar;
 Construção, em 1998, no campus de Shantivan de um sistema solar de cozedura a vapor, capaz de produzir 35.000 refeições diárias. Este sistema, que funciona com sucesso desde então, consiste em 84 concentradores parabólicos que geram, diariamente, 3500 kg de vapor.
 Instalação de um sistema solar de cozedura a vapor, de grande rendimento, com discos de 12,6 m2 de diâmetro, no Hospital Global e Centro de Pesquisa, em Monte Abu (Global Hospital & Research Centre), que fornece vapor para a cozinha, esterilizadores e lavandaria.
 Em cada um dos três campi da Universidade, no ano 2000, foi instalada uma planta solar fotovoltaica de 50 kW, com inversores solares, que fornece energia para computadores, som e luzes de emergência.
 A aldeia milenar de Salgaon, junto a Gyan Sarovar, foi equipada com um sistema de iluminação pública, lanternas e fornos, que funcionam com energia solar. Está planejado dar o mesmo tipo de assistência a outras aldeias vizinhas, em algumas já em andamento.
 Esta experiência tecnológica com a energia solar foi aplicada noutros grandes complexos residenciais da Brahma Kumaris, na Índia. Em Yellapur (Hubli), por exemplo, foi instalado um sistema solar de cozedura a vapor, para 600 pessoas; no Centro de Retiros Om Shanti (Om Shanti Retreat Centre), perto de Nova Deli, foi instalado um outro sistema com capacidade para fornecer refeições a 2000 pessoas.
 Com a ajuda dos fundos do Banco Mundial, foram equipados 60 centros, na Índia, com um sistema de energia solar fotovoltaico de 5 kW, e 300 centros com um sistema de 1 kW.
 Com estes empreendimentos, a Brahma Kumaris promoveu a aplicação de tecnologias de energia renovável e disponibilizou-a ao público a preços acessíveis, fornecendo informação e milhares de lanternas solares, bem como centenas de sistemas de iluminação e fornos, cuja venda é feita através da Loja Solar (Solar Shop), no campus de Shantivan.

http://www.bkwsu.org/portugal/o-que-fazemos/globalinitiatives-pt-pt...
http://www.bkun.org/earth/renew.html

Campus de Gyan Sarovar
Gyan Sarovar é um projeto de desenvolvimento comunitário que envolveu a construção de um complexo habitacional, de mais de 10 hectares de terreno. Nesta área, situada em Monte Abu, a 4 km de Madhuban, a Brahma Kumaris criou uma atmosfera de retiro, sem alterar a topografia natural nem o meio ambiente. A arquitectura integra elementos rurais e urbanos, num ambiente harmonioso e holístico, por si só ecológico e livre de poluição atmosférica e sonora.
O Complexo de Gyan Sarovar inclui as seguintes instalações:
 Um completo sistema modular de energia solar, com 24 captadores solares parabólicos de 7,5 m2 cada, que fornecem energia em forma de vapor para as cozinhas, permitindo o fornecimento de 2.000 refeições diárias.
 Existem 15.000 árvores de fruto e hortas, que são irrigados por água reciclada captada por 3 lagos artificiais.
 Um complexo residencial que oferece acomodação confortável para 2500 pessoas.
 Um Domo de Meditação que apresenta uma técnica de construção recentemente desenvolvida utilizando tijolos de barro estabilizados, num design inovador de abóbada e arco. Esta sala de profunda tranquilidade utiliza exclusivamente a energia solar e eólica para abastecimento de eletricidade e tem um sistema de ventilação subterrâneo que mantém a temperatura relativamente estável ao longo do ano.
 A cozinha e o refeitório têm capacidade para servir comida vegetariana “Satvica” a 1.200 pessoas ao mesmo tempo.
 Um sistema híbrido de energia solar-eólica-diesel de 10 kW com baterias acumuladoras, que assegura 24 horas de fornecimento de energia para telefones e sistemas audiovisuais da Academia.
 Uma estação de tratamento de águas residuais singular com capacidade para tratar 200.000 litros de água usada (gerada pela cozinha, casas de banho e lavandaria), de forma que cerca de 80% é novamente disponibilizada para uso.

Em 1996, a Academia foi apresentada no Habitat II, a segunda Conferência das Nações Unidas sobre Assentamentos Humanos que teve lugar em Istambul, Turquia. Foi reconhecida como uma das Melhores Iniciativas Práticas para Assentamentos Humanos

http://www.bkwsu.org/portugal/quem-somos/headquarters-pt-pt/gyansar...

Projetos de Energia Renovável
Reconhecendo que as tecnologias de energia renovável, oferecem uma forma sustentável de levar energia e os seus benefícios a pessoas em áreas urbanas e rurais, com um défice de fornecimento, a Universidade Espiritual Mundial Brahma Kumaris (UEMBK), tem utilizado alternativas seguras a geradores a diesel e sistemas de placas de acumuladores de energia elétrica, de baixo custo e sem o recurso aos combustíveis fósseis, há mais de uma década.
A sede da Brahma Kumaris, em Monte Abu, está localizada numa região isolada, árida e empobrecida do oeste do Rajastão, na Índia. O fornecimento de energia elétrica comercial convencional sofre, muitas vezes, interrupções e é relativamente caro. Como compensação, Monte Abu dispõe de longos dias de sol, praticamente durante todo o ano e, devido à sua localização, a 1300 m acima do nível do mar, recebe ainda a influência dos ventos circundantes.
Departamento de Energia Renovável
Em 1992, sob o auspício das organizações da família Brahma Kumaris, a “Comissão para a Renovação Espiritual do Mundo” criou um Departamento de Energia Renovável dentro da sede da Universidade Espiritual Mundial Brahma Kumaris. O programa de pesquisa e desenvolvimento do Departamento compreendem as seguintes tecnologias:
 Sistemas híbridos de energia, alternativos
 Arquitetura passiva de captação solar
 Unidades de energia fotovoltaica
 Estações de águas aquecidas com energia solar
 Sistemas de cozedura a vapor utilizando energia solar
 Tecnologias de reciclagem de água
O objectivo inicial deste Departamento era ir ao encontro das necessidades no que respeita a electricidade e outros tipos de energia, dos muitos residentes e visitantes da Universidade.

Energia Híbrida
Com a ajuda da Agência Alemã para Operações Técnicas (GTZ) e do Instituto de Tecnologias de Energia Solar (ISET) de Kassel, Alemanha, foi instalado na sede da Universidade Espiritual Mundial Brahma Kumaris, em 1992, um pequeno sistema gerador híbrido fotovoltaico/eólico – um dos primeiros desse tipo na Índia – para monitorizar permanentemente a radiação solar e a velocidade do vento.
O Ministério dos Recursos Energéticos Não-Convencionais (MNES), do Governo da Índia, financiou um outro projeto de pesquisa envolvendo a instalação, na primavera de 1996, de dois carregadores de bateria eólicos – 3 kW e 1 kW, respectivamente – como parte do programa de utilização de energia eólica para áreas rurais e isoladas. As pesquisas indicam, até ao momento, que os pequenos geradores eólicos, em combinação com geradores fotovoltaicos ou a diesel, podem desempenhar um papel importante no que respeita a custos e baixa manutenção, nos programas de eletrificação rural.
Em 1996, o segundo campus da Universidade em Monte Abu, Gyan Sarovar - Academia para um Mundo Melhor, abriu as suas portas. Este complexo amigo do ambiente, dentro do conceito de uma aldeia global moderna num ambiente rural e respeitando a topografia do local, foi construído para proporcionar uma atmosfera tranquila e livre de poluição, destinada ao conhecimento espiritual. Uma das suas principais características, é um sistema solar/eólico híbrido de 10 kW para gerar eletricidade, que proporciona 24 horas de fornecimento contínuo, aos sistemas de telefone e audiovisual, sem qualquer custo.

http://www.bkwsu.org/portugal/o-que-fazemos/globalinitiatives-pt-pt...

Hospital Global e Centro de Pesquisa
O Rajastão Ocidental é uma das áreas menos privilegiadas da Índia. Uma grande parte é deserto, a água disponível é pouca e a taxa de iliteracia é elevada. Desde há muito que a maioria da população tem sido privada dos cuidados básicos de saúde. Esta situação começou a mudar em 1990 com a fundação do J. Watumull Memorial Global Hospital & Research Centre, uma iniciativa da Brahma Kumaris. Criado com o propósito de proporcionar cuidados de saúde de elevada qualidade, modernos e holísticos, num calmo ambiente rural, o hospital oferece serviços médicos e medicamentos gratuitos ou subsidiados, a cerca de 100.000 pessoas, das quais cerca de 54.000 são residentes tribais, que habitam 855 aldeias primitivas. O hospital é gerido e funciona com base num grupo de beneméritos, grupo esse criado e apoiado por membros da Brahma Kumaris. Para saber mais, por favor visite o site do Global Hospital and Research Centre http://www.ghrc-abu.com/ (inglês).

O Campus de Shantivan
A principal atração de Shantivan é o seu sólido e imensamente inspirador Diamond Hall (Auditório Diamante) construído para celebrar o Jubileu de Diamante da Universidade. Majestoso em arte, arquitectura e equipamento, tem a excelência de poder acolher 20.000 pessoas sentadas!

O complexo de Shantivan inclui uma sala de conferências principal e mais seis salas pequenas. A sala de conferências tem capacidade para 1.200 lugares sentados, e há a possibilidade de tradução simultânea em 6 línguas. As salas mais pequenas podem acomodar 350 pessoas cada, e estão adequadas para aulas, seminários, workshops, etc. Há também duas salas de meditação e um museu espiritual neste campus. Os edifícios residenciais de Shantivan podem alojar até 15.000 convidados.
A acrescentar a esta gigantesca estrutura, Shantivan conta com o maior dispositivo de parabólicas solares da Índia, que proporciona energia na forma de vapor, para cozinhar e que juntamente com a energia eólica, fornece eletricidade para os computadores, para uma central telefônica e para emergências.
http://www.bkwsu.org/portugal/quem-somos/headquarters-pt-pt/shantiv...
Esta questão acerca da sustentabilidade, creio que esteja atada a questão da utilização de tempo/recursos/energia. Acerca disto, um interessante artigo na revista da livraria Cultura, com o título: "Era da Imoderação."

Bastante interessante e parece um retrato dos excessos atuais, que estão se normalizando e normatizando, formando hábitos e costumes insustentáveis e insalubres ao mundo e ao que nele está contido, através de uma das mais danosas "religiões" humanas, o consumismo ("adoração e devoção" à matéria, como forma de se buscar preenchimento).

http://www2.livrariacultura.com.br/culturanews/rc30/index2.asp?page...
muito obrigada, Ney! bela materia
Rosa

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