É pela solidariedade que você se identifica com os americanos que buscam em Wall Street a própria verdade dos EUA?

 

E quanto a nós que sustentamos a reprise das crises financeiras, romperemos com as algemas do sacrifício da produção, pela qual nossa nação do espaço vazio segue o investimento estrangeiro? (1= - 1 exportado, e o valor de face da moeda se multiplica por mais de 7 vezes a sua ação).

 

Vale a pena saber, por que eles não tinham antes o menor interesse de protestar contra a inexistência do fundamento do valor das ações? Eles eram como nós que estamos inadequadamente nos acostumando a existir por intermédio de falsos fatores externos, mas sufocavam as crises com as riquezas de outros povos que pagam o juro aos seus banqueiros internacionais; e assim tinham o valor de si mesmos preenchidos.

 

Quisera ser gente importante para dizer: Esta nação que está sendo dominada e tragada não é vossa estrangeiros! Como? Eu mesmo não tenho força firmada na base política para mudar o centro mundial, ainda que esse espaço nos liberte da escravidão financeira...

 

Mas, ontem li no LN on line o post "A globalização não difere da colonização", de Marc Augé", e sequenciei alguns trechos como prova, para dizer sim, a democracia tem apenas uma forma de racionalidade: o valor, na medida dialética de partes de tempo e o espaço, elevando a produção a citação simultânea de seus pilares na Internet:

 

"Eu diria que a globalização não difere muito da colonização. Vivemos um tipo de colonização anônima ou multinacional. A globalização nos emparelhou.

 

Quando estamos sentados na frente de nossos computadores estamos mergulhados em um universo fictício de instantaneidade e ubiquidade. 

 

Em escala individual, creio que o único meio de escapar à ilusão é ter sua própria relação com o tempo e o espaço.

 

A experiência da bicicleta me permitiu destacar que tudo está relacionado com o tempo e o espaço. Neste sentido, a bicicleta corresponde à necessária dimensão individual.

 

Para que uma revolução ocorra hoje ela deveria se situar em escala planetária. 

 

O papel da democracia deveria consistir em elaborar um compromisso para conciliar a individualidade e a alteridade.

 

Você introduz um conceito hiper moderno em sua definição dos blocos do mundo. É a ideia de que organização da produção desemboca em formas sociais. Creio que esse foi o último grande relato que conhecemos." 

 

Ok. A discussão do mundo supõe, portanto, duas premissas conhecidas - o mundo e a definição dos blocos do mundo, com uma referência comum (o valor), na justaposição da sustentabilidade entre ambos, ou seja: emparelhamento da individualidade e alteridade.

 

Por isso foi necessário elaborar todos os blocos do mundo real, para introduzir um conceito hiper moderno (o valor) em sua definição dos blocos do mundo, como referência instantânea da escala planetária (unidade de totalidade da internet) na organização da produção.

 

O novo relato: A revolução do mundo pelo conceito de valor testifica a verdade globalizada, e ilustra o cunho neutro da moeda como redução da própria relação de tempo e o espaço (nacionais), o que permite o resultado da produção se situar em um software do mundo real - correspondendo a necessária dimensão individual frente ao universo econômico. Segundo intérprete acima:  "A experiência da bicicleta...".

 

Portando, revelar a intuição de alteridade do valor passa pelo reconhecimento que convença a ciência das formas sociais irem para níveis de um centro deste espaço no universo - a fim de se criar a existência da propriedade do mundo, e sua capacidade de refletir o valor. Porém, se acaso estou falando aos discípulos de Wall Street, ainda assim peço que apõem as distinções de extensão (direi ao seu tempo) como princípio uno de razão de referência, múltipla de diferentes opostos; todavia se me nega a evidencia de que á moeda terá as condições do modo seguro de valer, na realidade, saibam que a tal ponto roubam a procedência desse Todo exterior que pode representar os compromissos da democracia.

 

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Respostas a este tópico

Valquíria desculpe a demora pra responder.

“Complexo e ao mesmo tempo compreensível o pensamento do Auge, não? Sua defesa da necessária dimensão individual...” (?), "O Auge cita dois autores que são referencias para mim: Walter Benjamin e Lévi-Strauss, dois grandes pensadores estruturalistas." (?).

O diabo é que o poder econômico consegue interferir na internet e ganhar o mundo real para si; enquanto isso, a ilusão das pessoas é se conectar as redes sociais, sem propostas mais amplas de um padrão global, ao invés de se devotar ao plano de quem pode redefinir o mundo!

Exceto você, aqui ninguém parece ter interesse se agradar dessa missão... 

"E esse movimento dos EUA, "esse ocupemos Wall Street" carrega em si um "valor" com o qual devemos estar atentos e bem preparados. Devolvo-te a pergunta: Vamos conseguir romper as algemas?"

Vc pergunta (Estou contradizendo o que o Auge diz sobre a internet como espaço de ilusão?) focando a estrutura de Barthes, a despeito do meu trecho que diz: "a democracia tem apenas uma forma de racionalidade: o valor,...).  

A primeira causa da irracionalidade em Wall Street é que cada um tem o seu ponto de vista. Inclusive o trecho que vc citou começa dizendo: "A título de excursão fantasiosa, isto...:" 

Peguei no link parte da sinopse do livro de Barthes: "A obra objetiva explorar um imaginário particular - não todas as formas do 'viver junto' (sociedades, falanstérios, famílias, casais), mas principalmente o 'viver junto' de grupos muito restritos, nos quais a coabitação não exclui a liberdade individual"; também trechos conclusivos do texto: "É o que indica nosso pequeno jogo cronológico" - ",,, e eles teriam podido -- último índice do Viver-Junto -- 'conversar". - Porque essas afirmações podem ajudar outras pessoas a engajar neste dialógo, mas essa liberdade mais parece um egoísmo.  

Veja só a forma de conscientização: "...reflexões sobre formas de "viver junto de grupos restritos..." - Ora, a liberdade individual via grupos restritos, em termos de transformação da sociedade, nunca lhes dará aquilo que rejeitam (como é o caso do conceito de valor), porque a alteridade significa o valor que um dá após o outro; pelo que fazemos juntos, por exemplo, a produção. Longe disso não experimentaremos um valor para nós.

A primeira causa da irracionalidade é seguirmos tantas visões. O trecho começa dizendo: "A título de excursão fantasiosa, isto:..."

Logo, A família, os filósofos e gênios da ficção (economistas) e a própriaa dimensão individual, ainda são espaços de ilusão. -  essas estruturas na Internet podem ter simultaneidade de espaço, entretanto, o conceito de concomitância da liberdade não começa com o encontro fixo de um princípio que apoia os tempos objetivos (valor) para refletir nossa verdade, e se é que temos algum valor, ele é a velocidade que os banqueiros multiplica a marcação da moeda fracionária por um espaço de tempo.

Quando me refiro a "...elevando a produção a citação simultânea de seus pilares na Internet"..., entendo que a Internet pode carregar a natureza externa da dimensão individual (simultaneidade e concomitância), com a organização da plataforma da liberdade, para que os economistas possam pesquisar o valor latente na produção, fundando o mundo tecnológico (real), para que cada um possa levar a dimensão individual após si frente os limites desse processo de valor.

A propriedade privada poderia fazer todo esse valor ser criado na Internet, redimindo o Estado de pagar o preço por nossa liberdade, impressa na moeda física, mas a filosofia dos banqueiros é: tudo que é seu, na incubação da internet, é meu! 

 

Abrs

"Sobre a "fantasia" em Barthes, e mediante suas argumentações, posso concluir que minha fantasia idiorrítmica é real (aqui, como lugar/cenário), considerando que no concreto "reside" (na falta de outro termo, corrija-me por favor) o abstrato, o irracional, o não fixo; ou "o calendário não responde bem"; ou verdade doi"

 

Em relação a Barthes sim Valquiria, mas Barthes supõe um poder comum. Por isso, temos de combater a financeirização como fantasia coletiva do Estado - "a fantasia idiorrítimica (aqui, como lugar/cenário)" – ou seja, tomar para si o lugar cenário.

 

Pressuponha, então, que no concreto "reside" o tal termo (valor) como hipótese do desenvolvimento da abstração do abstrato, racional para um ponto fixo na mente; mas se a mente não tem ponto fixo para convergência, a tarefa é do Estado de regulação e socialização da natureza exterior do valor e não dos bancos. Logo, a fantasia é o poder dos bancos fazerem essa financeirização para dar prova exterior do valor, e a exclusão do Estado que paga o preço da moeda para obter essa evidencia irreal do valor supõe o desinteresse de quase todos nós.

O calendário (quando desbloqueado para fazer o começo absoluto da história do mundo real), porém, corresponde a nossa relatividade espaço tempo abstraído da produção, valida para a economia (vou revelar os limites condensáveis no momento certo) - porque na exterioridade podemos experimentar um ponto de apoio fixo, para coisas equivalentes ao valor, como é o caso da moeda - daí a moeda digital se refere a forma do meio circulante neutro para o encontro dos grupos sociais com o valor de distinção de todas as fantasias (da realidade) no programa do mundo exterior, e isto diz que o valor coletivo é uma grandeza científica.

 

Mas aqui são tão poucos solidários ao valor do outro, por isso só vemos a necessidade de solidariedade em Wall Street...

.

Valquíria, comprovar?...

O mundo real seria o próprio valor da moeda digital, o qual poderemos pensar como comprovar o princípio da moeda física na ordem teórica da economia; mas destrói a si mesmo se a produção do PIB não for experiência do desenvolvimento da sua verdade.

A filosofia não é uma ciência - é uma reflexão sobre saberes disponíveis. Falta quem tenha curriculum que queira defender a ideia abaixo como tese valida no plano da ciência.

 

http://blogln.ning.com/profiles/blogs/a-ciencia-ronda-o-capitalismo

Oi amiga Valquiria, vc disse: "O PIB... sua verdade somos nós..."

Um argumento comprovatório de tese é aquele que posso manifestar eficaz para inferência da produção sobre a metodologia de referência do desenvolvimento econômico, em separado da utilização política.

Marx pag. 113 - "Marx definiu o assunto da sua investigação como a produção dos indivíduos socialmente determinada (). Rejeitou o ponto de partida de Smith, Ricardo e Rousseau que começavam com indivíduos isolados fora da sociedade. - é um absurdo tão grande como a ideia de desenvolvimento da linguagem sem os indivíduos viverem em conjunto e falarem uns com os outros (). Marx apontava depois que era importante tentar isolar os fatores gerais comuns a toda produção, a fim de não se esquecerem as diferenças essenciais entre as épocas. Os economistas modernos como J. S. Mill foram culpados desse esquecimento, ao tentarem as mudanças das relações da produção burguesa como leis imutáveis da sociedade. 

Valquíria e amigos que já leram o link http://blogln.ning.com/profiles/blogs/a-ciencia-ronda-o-capitalismo, humildemente peço desculpas por repaginar o post, neste feriado. mudei um pouco a forma lógica do conteúdo exposto anteriormente. Os erros de português continuam. rs

Acho que, por conta da intuição se movendo, se lerem o texto novamente poderão compreender melhor os argumentos.

Valquíria.

Por mais que a “new” a “old” e a não tanto “left” norte-americana adira ao movimento “Occupy Wall Street”  não acredito num potencial revolucionário deste movimento. Os frutos que darão este movimento é outra coisa, principalmente se ele servir para criar uma vanguarda ou pelo menos outra consciência no povo norte-americano. Veja os dados da última pesquisa de popularidade do Obama, cresceu significativamente! Por que disto? Porque o povo norte-americano ainda acredita na personificação do poder na figura do presidente. Aí é enigmático, enquanto aprovam a noção de que 1% dominam 99%, aumentam os crédulos que um presidente poderá reverter à situação.

Acho que anos de guerra fria, e a conveniência consentida da população norte-americana as guerras imperialistas não se varre para debaixo do tapete em dois ou seis meses de “Occupy Wall Street”, para que uma nova consciência política floresça nos USA serão necessários anos ou décadas de crises e derrotas, derrotas individuais e derrotas do país.

Muitos confundem desejo com o real, olhando o movimento não há quem não se emocione, entretanto temos que ter mais razão do que sentimento para analisar o que ocorre, sob pena de a cada movimento que surgir percamos um pouco de nossas esperanças.

Valquíria,

 

O texto sugere: "... "Para onde vamos montados na tecnologia?"

O que podem deliberar! como vimos o Ocupar Wall Street; são pessoas de tantos propósitos que querem influencia qualquer coisa, sem a razão definida (verdade) para realidades mais elevadas. Não obstante essa intenção prática possui sua variabilidade como capacidade demonstrativa.

As razões de Aristóteles - Ambas as partes da alma racional, ou seja, da razão, prossegue Aristóteles, tem como "obra" a verdade: a científica tem como obra a verdade pura e simples, isto é, o simples conhecimento de como são as coisas, enquanto a calculadora tem como obra a "verdade prática", isto é, a verdade de acordo com o desejo reto. A propósito desta última, Aristóteles explica que a ação (práxis) tem como princípio a "escolha" (proháireesis), a qual é o resultado do encontro entre o desejo de chegar a certo fim e o cálculo dos meios necessários para alcançá-lo, ou "deliberação.

Que se exploda WALL STREET. Não tenho nada haver com problemas de fora, temos que cudiar da educação no Brasil, esse é o início. Ficamos preocupados em saber sobre crises mundiais, enquanto hospitais, escolas públicas e a segurança é um lixo. Acredito que a maioria dos filhos das pessoas que falam de WALL STREET estuda em escola particula e possuem um belo plano de saúde.
Cara Valquiria: Esse movimento "contra" WALL STREET, na real é que agora caiu a ficha dos "alienados" que sentiram no próprio bolso e estão enxergando um dos vilões. Em quanto era em outros países a exploração ...tudo bem. Cadê o movimento contra a exploração da Apple na peonada da China, e todo mundo parar de comprar aparelhos da apple. O egoismo humano não tem jeito. O dito 1º mundo vive do trabalho do resto do mundo faz tempo,  só que hoje, este sistema de exploração deixou eles sem emprego, e agora?  Os ricos de USA estão mais ricos, o jeito para eles(peonada do 1º mundo)  é se alinhar com os valores(salários) do resto do mundo, agora é "peão globalizado". O golpe é duro...no bolso deles. Nos continuamos no ritmo de subir como der...como era a ideia antes das ditaduras made in USA.

1113   CAPITAL

         ( À Memória de José de Sousa Saramago )

                              Oldemar Alves de Souza


O quanto você fez, e não queria?

“Não há como fugir do que acertado...”

assume a Vida, e posto no comando,

destrói a liberdade que existia.

 

Espírito, Alma e Mente; quem diria;

da forma mais cruel, acorrentados:

É que nos foram dadas diretrizes

que nada pode ser mesmo mudado.

 

Refiro-me à falácia Capital;

jargão, “que nada pode ser mudado”...

A mais cruel de todas as mentiras.

E aceito, aos poderosos vai mantido.


O Ser Humano é muito criativo.

As buscas nos serão jamais castradas.

Balela que, “o melhor” - Olhe o que existe...

-não pode e nunca será superado.


Nos resta simplesmente não pensar?

Percebe o que nos põe em nossas Mentes?

Mais fácil, ser chamado de maldito.

Melhor? Se nós sabemos, nem ser Bom...

Jamais aceitarei ser isto “o último!”

 


36 aferições

    Oldemar Alves de Souza

 

e pensar que inventaram o dinheiro

para trazer aos homens compreensão

facilitar suas trocas beneficiar o comércio

 

foi feito um padrão

de medida de valor de comparação

e foi bom

 

o tempo passou e expandiu-se o conceito

e se mediu tudo

se viu valor de tudo

e a tudo se comparou

e se pôs etiqueta de preços

nas roupas nas casas nos animais

e finalmente

e infelizmentese pôs preço nos homens

 

eu ganho x por um trabalho

pago y num cinema

e valho z num hospital

 

não levam muito em conta se estou triste

não me devolvem o ingresso se não gosto do filme

nem  é tão importante minha doença

mas está aferido o padrão

missão cumprida

 

o homem e seu monstro gerado

 

coisas da vida

dizem os imbecis

"foi feito um padrão

de medida de valor de comparação

e foi bom

 

o tempo passou e expandiu-se o conceito

e se mediu tudo

se viu valor de tudo

e a tudo se comparou

e se pôs etiqueta de preços

nas roupas nas casas nos animais

e finalmente

e infelizmente se pôs preço nos homens"

 

Lamentavelmente, o conceito de padrão de valor não existe. Ao contrário, a razão desse padrão de valor é um conceito de preço do dinheiro (etiqueta) que os banqueiros puseram em comparação a si, em consequência de fazer girar exteriormente o valor de tudo que é concreto.

 

O câmbio é uma tentativa de apreciar o valor abstrato (sem forma). Como seria provar o que não se encontra em lugar algum preparado para localizar o valor (estado), comunicável no espaço e tempo?

 

A realidade tem uma natureza exterior gratuita (padrão de medida de valor) a ser identidade no tempo, na medida em que  exibe a área de transferência das atividades imanentes a esse espaço exterior, do ponto de vista da refletividade para medir e constituir o valor vazio, que estabelece as mudanças da economia.

 

Portanto, onde estamos em comparação ao dinheiro que nos permite morar em algum lugar, arrumar um emprego e sobreviver? A nossa vida só existe se os banqueiros, o mercado financeiro, receberem as condições para explorar a propriedade da moeda, em comparação a morte filosófica do valor, no sentido de sermos o próprio “preço dos homens” - envolvidos na divida pública - para emissão do dinheiro.

Para quem vacila diante do ocupe Wall Street:

 

Wall Street como inimigo público nº 1


por Glen Ford [*]

99%. Em círculos veteranos de esquerda há conversas acerca da necessidade de "educar" politicamente aqueles teimosamente sem liderança, principalmente brancos jovens, que desde 17 de Setembro fizeram do Parque Zuccotti, distrito financeiro em Manhattan, o centro da esquerda estado-unidense.

Embora haja uma grande porção de tolos estilo hippie na composição de Zuccotti – a espécie de activismo que parece mais aroma do que substância – o núcleo é constituído claramente por pessoas sérias e determinadas a acabar com o domínio do "Um Por Cento". A fórmula 99% versus 1% é bastante poderosa, dirigindo a ira do povo contra a classe que conduz seus negócios opressivos na Wall Street:   os capitalistas financeiros.

A equipe do Occupy Wall Street (OWS) identificou a besta no seu covil – o que é um grande feito nos Estados Unidos, país que é o mais politicamente atrasado e confuso no mundo industrial devido ao racismo endémico desde o seu nascimento – o que sempre prejudicou o crescimento de uma esquerda forte.

Somos os 99% Os que acampam no Zuccotti Park estão anos-luz à frente dos falsos radicais e "progressistas" que, aterrorizados pelo Tea Party e os bufões republicanos candidatos à presidência, em breve retornarão ao aprisco obamista na sua eterna busca do mal menor.

Uma vez que tantas das "velhas cabeças" da esquerda há apenas uns poucos anos atrás colocaram-se ao serviço do candidato presidencial da Wall Street – um talentoso e atraente homem negro que se tornaria de longe o mal mais efectivo ao facilitar o desmantelamento do New Deal – pode ser melhor que mantenham as suas classes de educação política para si próprios.

Ao identificar o capital financeiro como o inimigo comum, os supostamente "apolíticos" ocupantes do parque estão sob certos aspectos mais avançados do que um bocado de sujeitos que se auto-denominam socialistas científicos mas não chegaram a enfrentar plenamente o que isso significa quando o capital financeiro alcança hegemonia política absoluta – uma realidade que é central para determinar como o imperialismo estado-unidense finalmente entrará em colapso.

 

Continua aqui.

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