Uma das grandes perdas do país, nos anos de estagnação, foi o êxodo de cientistas brasileiros no mundo. Um dos grandes ativos para a retomada, é a formação de redes de informação com esses cientistas. Há exemplos de empresas que conseguiram montar redes de pesquisas com diversos centros, valendo-se do conhecimento acumulado por cientistas brasileiros nesses centros.

O que já existe de redes desse tipo? Como atrair de volta esses nomes? Como aproveitar a presença dessas pessoas nos principais centros de pesquisa do mundo. Quem são os grandes nomes brasileiros em cargos estratégicos em grandes centros internacionais?

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Respostas a este tópico

Caro Nassif,
minha contribuição pode parecer que segue na contramão da preocupação que motiva o debate, mas creio que o que vou abordar representa uma das múltiplas faces desse problema.
Entendo que uma das questões que podem e precisam ser consideradas refere-se aos alunos que vão para o exterior para realizarem seus doutorados, mestrados, pós-doutorados e são convidados a se inserirem no mercado de trabalho desses países. As regras da Capes são simples e diretas: todos são obrigados a retornar e não podem aceitar os convites, salvo se devolverem todos os recursos recebidos. Esta política é, a princípio, correta. Mas deveria ser possível também pensarmos em alternativas: por que não ter a possibilidade de se admitir o não retorno quando houvesse uma clara e sólida possibilidade de intensificação do intercâmbio e da cooperação? Os critérios e normas de como esse intercâmbio teria que ser cumprido poderia ser tão rígido e amarrado quanto seja possível ser feito. Assim, embora possa parecer, à primeira vista, que mais um cérebro foi "perdido", na verdade se criaria condiçoes objetivas para que outros fossem desenvolvidos.

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