Infelizmente não consegui ver a materia, mas imagino do que se trata, defesa no Brasil ainda não é considerada seriamente, quando se lê a END a impressão que fica é de trabalho de conclusão de curso de MBA, cheio de conversa fiada e muita atenção na ortografia apenas, se bobear foi feito por estagiarios que literalmente formataram um monte de conversas, resumindo encheram linguiça, douraram a pilula e passaram um corretor ortografico.
A diferença entre poder REAL e nominal é saber usar o que se tem, isso faz parte da doutrina de emprego, coisa que não parece ter sido muito pensada e praticada, existe quase como um acordo não escrito e boas intenções de alguns oficiais.
O ministério da defesa até hoje não disse a que veio, deveria ser um ouvinte das questões militares e interlocutor com os ministérios que liberam a grana... mas o que faz na realidade? fica intermediando compra de armamento, sem querer saber muito o que é defesa nacional, ou qual defesa se quer para o pais.
Usa palavras de efeito como se soubesse o que esta falando... e tem gente que adota a ideia sem ter uma minima ideia do que representa na pratica transferencia de tecnologia, capacitação, fabricação, custo, disponibilidade etc.
Sugiro um acompanhamento de um item que acabou de ser incorporado a FAB, o Mi-35 russo... vamos ver como ele se porta operacionalmente???? Vai ser um exemplo tênue do que representa uma escolha equivocada.