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Eike, o ouro de Midas gorou!

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Iniciado por Everaldo Gonçalves 15 Mar, 2013.

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“Intervenção branca” na Embraer? 1 resposta 

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Comentário de Fernando Augusto Botelho - RJ em 10 dezembro 2010 às 20:01

Embraer quer se fortalecer na área de defesa com nova empresa

SÃO PAULO – Para ampliar sua presença na indústria da defesa e segurança no Brasil, a Embraer anunciou hoje a criação de uma empresa específica para o setor, cuja receita prevista para 2011 deverá superar R$ 1,5 bilhão.

A Embraer Defesa e Segurança se focará no atendimento das demandas brasileiras no setor, além de se direcionar ao mercado exportador. “Temos todas as condições de sermos uma grande âncora da reconstrução da cadeia de defesa no país”, afirmou o presidente-executivo da Embraer, Frederico Curado.

A nova empresa será comandada pelo atual vice-presidente executivo financeiro, Luiz Carlos Aguiar, que acumulará interinamente ambas funções. O atual vice-presidente da Embraer para o Mercado de Defesa, Orlando José Ferreira Neto, que renunciou ao cargo, permanecerá no setor, ocupando uma das vice-presidências da nova estrutura, abaixo de Aguiar. Segundo Curado, a renúncia do executivo foi “mera formalidade”.

O executivo contou ainda que, nos últimos meses a empresa viveu a ampliação do seu objeto social, o que a abriu as portas para uma atuação maior na área de defesa. “Este é um dos itens em que o governo teria, inclusive, poder de veto”, disse Curado, enfatizando que, a definição estatutária dos acionistas está de acordo com a estratégia nacional na área de defesa.

A Embraer quer, deste modo, aproveitar a retomada da importância dessa indústria no país e o fortalecimento do posicionamento brasileiro na geopolítica global. Além disso, a estratégia da companhia se foca no maior equilíbrio dos seus negócios, hoje voltados para os segmentos de aviação comercial e executiva, bastante influenciados pelas flutuações da economia mundial.

Hoje, a área de defesa e segurança da Embraer representa cerca de 10% do faturamento total da companhia, que deverá somar R$ 9 bilhões em 2010. As projeções de Curado apontam para uma receita de R$ 1 bilhão a R$ 1,2 bilhão para o segmento neste ano. Hoje, são clientes da Embraer 30 forças armadas no mundo, entre elas as da Índia, Chile e Colômbia.

(Vanessa Dezem | Valor)

 

http://www.valoronline.com.br/online/embraer-industria-da-defesa/56...

 

 

Comentário de Ricardo em 9 outubro 2010 às 13:27
Brasil já é o maior importador de armas da França
O Brasil é hoje o maior importador de armamentos da França -mesmo antes da definição do governo sobre a compra dos caças franceses Rafale-, segundo relatório divulgado anteontem pelo Ministério da Defesa francês.

Os números mostram pela primeira vez o impacto da aliança diplomática e militar firmada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu colega francês, Nicolas Sarkozy, nos últimos anos.

Os contratos assinados entre os dois países entre 2005 e 2009 já somam 5,5 bilhões (R$ 12,8 bilhões).

Com isso, entre os anos de 2008 e 2009, o Brasil passou do nono para o primeiro lugar do ranking mundial de importadores- batendo parceiros históricos da França, como Arábia Saudita e Índia.
As importações brasileiras de armas da França saltaram de 101 milhões, em 2005, para 3,8 bilhões, em 2009, salto de 3.700%.

O relatório francês revela que a predominância do Brasil se deu graças sobretudo à aquisição de submarinos do tipo Scopèrne.

À ESPERA DOS CAÇAS

http://www.planobrasil.com/
.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=103057007

Comentário de Ricardo em 14 julho 2010 às 12:39
Esperar alguma demonstração de boa vontade com relação de Transferencia de Tecnologia pelos americanos é a mesma coisa que esperar Armadinejad passar feria em Israel.
Comentário de Ricardo em 14 julho 2010 às 12:39
Gripen NG esse não existe, esse tal ( NG ou E/F ) nem a nação produtora tem o tal Demonstrador ele e da Fabrica com parceria da Inglaterra, ou seja e um tipo de Engodo, os pilotos da FAB, estão chamando ele de AMX-2
Comentário de Ricardo em 14 julho 2010 às 12:37
Parece que ninguém sabe o quanto grande é realmente o Brasil, o Gripen já nasceu gripado e com isso não tem disposição pra correr o Brasil! O Gripen se for escolhido, só voaria pela FAB lá pra 2020 a 2027 e isso seria uma catástrofe total, a FAB estaria com caças de 4ºG. e totalmente defasada porque o Chapolin ( Venezuela ) esta fazendo o trabalho de casa dele já estaria com seus 50 SUKHOI que é bem capaz de o Chile cair de cabeça no F-35. QUEREMOS CAÇAS PRA ONTEM!
Pois bem, o que a SAAB transfere de tecnologia para o país, além de usinagem de materiais, aerodinâmica supersônica, e o que mais, esta certo a SAAB não tem tecnologia de motores e radares, e é justamente isto que almejamos quando corremos atrás de transferência de tecnologia, não estou dizendo que os outros concorrentes transfiram esta tecnologia sensível, mais hora, o que a SAAB oferece não é o suficiente para se dizer TRANSFERÊNICA DE TECNOLOGIA.
Sem mencionar, que um Gripen NG pelo seu tamanho e carga bélica não tem capacidade para um combate com um SU-35, estes mesmos que a Venezuela estaria comprando, eu é que não gostaria de estar sob a proteção deste avião, caso um hipotético confronto com os aviões russos, aquela velha história de “em combates simulados por computador” o Gripen venceu o SU-35 na razão de 7:1, isto é puro papo de vendedor.
Já o F-18 e o Rafale já foram provados em combate real, e posso salientar que o Rafale é superior até ao Typhoon, e ao F-15, sinceramente esta historinha de “ajudar” a projetar um caça, que hora alguns falam que é um caça completamente novo, hora falam que contem 80% de componentes da versão anterior do gripen, projetar o que então? A dimensão da asa, o trem de pouso, pois o resto é importado de outros países e montado
Comentário de Ricardo em 14 julho 2010 às 12:27
Gripen NG ou E/F ou Sea Gripen ou AMX-2

(…) em função de estar em fase inicial de projeto (é apenas um demonstrador de conceito), o custo final do desenvolvimento do Gripen NG é totalmente desconhecido, podendo se tornar um verdadeiro “saco sem fundo”. Alguns países que fecharam negócios semelhantes no passado acabaram por desistir do projeto após centenas de milhões de dólares de investimento, como ocorreu com o Japão e Israel com aeronaves que incorporavam tecnologias dos próprios países e norte-americanas.

Noruega e Dinamarca, nações economicamente sólidas e parceiras históricas da Suécia, não quiseram assumir o risco financeiro do projeto do Gripen NG. Além do risco de custo, existe risco elevado quanto ao prazo de entrega. No caso do Rafale, o custo de produção está estabilizado. Não há risco quanto ao custo e prazo. (…)
Comentário de Cesar em 22 abril 2010 às 13:10
Outros itens importantes na composição do custo de operação de qualquer aeronave militar, o tempo de uso e o numero de operadores.

Um avião como o F-5 por exemplo, que é bimotor e tem inumeros operadores e por conta disso ainda se encontra peças com facilidade.

O Mirage III, que é monomotor e esta sendo progressivamente desativado pelos operadores, ja esta fora de produção a mais de 20 anos e desativado a mais de 10 na França, tem um custo crescente de operação, devido a dificuldade cada vez maior de obtenção de peças de reposição.

O Rafale dificilmente ultrapassará as 300 unidades produzidas, o motor M88 é utilizado somente pelo Rafale, logo é praticamente impossivel que o custo caia de forma sensivel no medio prazo, mas certamente aumentará sensivelmente quando a produção se encerrar, não da para manter uma fabrica produzindo somente peças para um avião que não vende, necessariamente a fabrica ocupará seu espaço com outro modelo.
Comentário de Cesar em 22 abril 2010 às 12:44
Alguns dos fatores mais importantes na composição do custo de operação de um caça:

_ Combustivel, se dois aviões usam motores da mesma classe e um deles é equipado com DOIS motores e o outro com UM motor é uma questão aritimética chegar a conclusão de que o equipado com DOIS motores vai consumir aproximadamente o dobro de combustivel, isso sem levar em consideração que o F414 é um motor mais evoluido e moderno que o M88 e por isso deve consumir sensivelmente menos.
_ Revisão de equipamentos, entre esses notadamente o motor, o F414 é um aperfeiçoamento do F404, que é considerado um dos melhores de sua categoria, isso aliado a larga produção torna a manutenção do F414 substancialmente mais barata que a do M88. Como exemplo histórico basta olhar os custos de revisão e substiuição dos motores Atar 9C que equipavam os Mirage IIIE brasileiros, eram astronomicos! aliais esse foi um dos fatores determinantes na aposentadoria do avião na FAB enquando os F-5E foram escolhidos para serem modernizados e terem sua operação extendida por mais uns 10-15 anos.

Impossivel imaginar o Rafale com um custo de hora voo na faixa dos 12 mil dolares, deve ser, no minimo, 12 mil Euros para a força aérea francesa, que deve ter um custo diferenciado, bem menor do que de possiveis operadores estrangeiros, aliais isso é algo bastante comum, o custo de operação de um avião é sempre menor no pais de origem, salvo casos excepcionais, que envolvam pouca utilização ou alta capacitação do operador.
Comentário de Carlos Guilherme Somlo em 22 abril 2010 às 4:00
Obrigado Fernando. O seu substancioso esclarecimento foi ponderado e bastante útil para todos nós. Eu me louvo por ter provocado a sua intervenção. Agora entendo melhor a complexidade da decisão final da escolha dos nossos caças. Estava torcendo pelo Gripen e agora não mais...No entanto acho que a experiência com a missão francêsa de 1919 não favorece a esperada decisão política em favor do Rafale. Agrace de novo um ex-cavalariano R2 (1958) patriota e ainda interessado.
Comentário de Fernando Carvalho de Almeida em 22 abril 2010 às 0:40
Boa noite Carlos. Sou tão bem informado quanto qualquer um do ramo de defesa. As propostas são sigilosas e seu conteúdo não pode ser divulgado por força da cláusula de confidencialidade.
O custo da hora de vôo é fruto de uma análise extremamente complexa, que não envolve apenas a análise do propulsor. Envolve todo o ciclo de vida do aparelho. Dos caças propostos o quadro pode ser resumido assim:

- O F/A-18E é um produto já desenvolvido, com um bom número de aparelhos em operação. Esta operação é feita majoritariamente por um país (EUA) que o faz de modo intensivo, dado ao grande número de operações reais de que participa. Isto leva ao maior desgaste e à maior produção de sobressalentes. É um caça com custo operacional estabilizado ao redor de US$ 11.000,00 hora.

- O Rafale é um caça em maturação (F3). Seu propulsor, modelo M-88, ainda possui um bom horizonte de desenvolvimento. Sua manutenção é mais cara que a americana sim, mas nada absurdo como se tem colocado. Seu custo (do caça) de manutenção e operação vem caindo de modo consistente (quem desejar verificar por sí basta acessar a documentação referente ao custo operacional das forças armadas francesas, publicadas pelo poder legislativo daquele país), o que já era esperado devido ao aumento de aeronaves em operação. O custo operacional na AdL'A é ao redor de US$ 12.000,00 (tenha em mente que este custo é afetado pela valorização do euro frente ao dolar).

- O JAS-39 Gripen NG é uma incógnita. Não é possivel afirmar qual seria seu custo operacional. É um caça que não possui nem uma única unidade produzida. A comparação com o modelo C/D não é viável pois o caça terá uma comunabilidade de cerca de 40-50% com este. Caso apenas o Brasil opere o caça o custo operacional deverá ir para as alturas, tendo em vista a baixíssima produção. O fato de ser monoreator reduz seu custo em relação aos dois outros concorrentes, mas até um limite. A manutenção dos propulsores pode representar 40% do custo de operação de uma aeronave, mas o resto pesa muito e não pode ser desprezado. A Holanda fez uma análise do NG e chegou a um valor de cerca de US$ 10.000,00 por hora. A SAAB usa na propaganda para o Brasil um valor de US$ 8.000,00.

Espero ter contribuido.
 

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