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Carta aberta à Presidente Dilma Rousseff, sobre as empresas de Eike Batista

Brasil 247Carta aberta à presidente Dilma Rousseff                       EVERALDO GONÇALVES 11 de Abril de 2013 às 14:09A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, sinaliza que a empresa vai…Continuar

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Eike, o ouro de Midas gorou!

Brasil 247Eike, o ouro de Midas gorou!                       EVERALDO GONÇALVES 13 de Março de 2013 às 21:56Não existe base sólida nos investimentos do Grupo X, cujos projetos e ações se desmancham…Continuar

Iniciado por Everaldo Gonçalves 15 Mar, 2013.

Eike, o ouro de Midas gorou!

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Comentário de Cesar em 21 abril 2010 às 20:20
A informação sobre os custos de operação dos três aviões CERTAMENTE fazem parte das propostas apresentadas e analises feitas, por que não divulgam??????
Comentário de Cesar em 21 abril 2010 às 20:15
Existem algumas pistas que permitem identificar as causas do custo de operação do Rafale ser tão mais alto:

_ O Rafale tem dois motores.
_ Utiliza o motor francês M88, equivalente ao F404 americano, aliais ele é um pouco inferior, ja teve muito menos investimento em pesquisa para ser desenvolvido que o equivalente americano, aliais o M88 teve como parâmetro o F404.
_ A tradição francesa em ter altos custos operacionais, por exemplo os Mirage IIIE que o Brasil utilizou tinham custos de revisão e substituição de peças consideravelmente maior que os do F-5E, que é bimotor.
_ O custo alto de operação dos Mirage 2000 para a FAB, aliais a breve experiencia com esses aviões por si ja deveria ser motivo suficiente para descartar o Rafale.
_ O unico avião que usa o M88 é o Rafale, produção menor, custo de aquisição maior.
_ O M88 é o unico motor francês da categoria dele, o fabricante esta com o desenvolvimento muito lento, menos desenvolvimento, menos soluções e aprimoramentos. Os concorrentes usam o F414, que é o MELHOR da categoria dele no mundo, beneficiado pela grande produção e a experiencia com o F404, que é o antecessor direto dele.

TUDO aponta para custos maiores de operar o Rafale, alem dessa informação não ser segredo, assim como a dos concorrêntes, isso apesar do custo do Gripen NG ser uma estimativa baseada na operação do Gripen C.
Comentário de Carlos Guilherme Somlo em 21 abril 2010 às 17:53
Fernando, caso você esteja tão bem informado (custo da hora de vôo do Rafale está equivocada), mostre aqui neste forum qual é o custo do Gripen (a menor ?), do americano e a do Rafale. Agradeço em nome dos demais.
Comentário de Fernando Carvalho de Almeida em 21 abril 2010 às 16:42
Caro Cesar, sua informação sobre o custo da hora de vôo do caça Rafale está equivocada.
Comentário de Cesar em 21 abril 2010 às 15:13
A fabricante brasileira pode ganhar a preferência dos americanos e receber a encomenda de 100 aviões Super Tucanos. O Pentágono abriu licitação para adquirir 200 aeronaves – 50% imediatamente. Os mais otimistas acreditam até que esse acordo pode dispensar a licitação, em função das boas impressões passadas pelos militares americanos sobre o modelo nacional. Se o negócio for mesmo adiante, a Embraer estará prestes a receber uma encomenda de cerca de US$ 3 bilhões. É para o presidente Frederico Curado não deixar mais de sorrir. Esse valor representará quase 60% da receita líquida da companhia no ano passado, que foi de US$ 5,5 bilhões. O maior mercado da Embraer é, até o momento, a aviação executiva e comercial, que está em baixa com a crise nos países ricos. “O nível de previsibilidade da aviação de defesa é maior, o que dá mais tranquilidade para a empresa”, diz Alan Cardoso, analista da Ágora. Por enquanto, a companhia sonha com o contrato e os investidores ainda aguardam para tomar a decisão. A Embraer pode ser a grande aposta de 2010 caso o pedido americano chegue à mesa de Curado.
Comentário de Cesar em 21 abril 2010 às 15:02
O Brasil acaba de assinar um acordo de cooperação militar com os EUA, se for como os anteriores é esse acordo que permitira as forças armadas brasileiras continuarem, e aumentarem, sua capacidade.
Comentário de Cesar em 21 abril 2010 às 14:46
O Brigadeiro fala da penuria das forças armadas e ainda tem gente defendendo a adoção do Rafale, um avião "de vitrine", que custa cerca de 20 mil dolares por hora voada?????
Comentário de Ricardo em 17 março 2010 às 16:51
Comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Juniti Saito diz que 63% da FAB está imobilizada

Em depoimento sigiloso aos deputados, comandante afirma que
Venezuela passará o país em caças e aviões de combate

Brigadeiro pede emendas para completar o orçamento da Aeronáutica; situação do controle de tráfego aéreo não foi discutida na sessão

Em depoimento sigiloso ontem na Câmara dos Deputados, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, afirmou que as dificuldades financeiras já imobilizam 63% da frota da FAB e alertou que o Brasil cairá para 4º no ranking da América do Sul no quesito caças e aviões de combate, devido à disparada da Venezuela na corrida armamentista.

Segundo as informações passadas aos parlamentares, das 719 aeronaves, apenas 267 estão em operação hoje. Outras 220 estão paradas no parque de manutenção e 232 estão indisponíveis nas bases da FAB por falta de peças ou suprimentos.

Procurada, a FAB não forneceu mais detalhes. Um dos aviões que hoje precisa de manutenção é um dos dois Sucatinha Boeing-737/200, de transporte da Presidência, que teve uma pane e aguarda conserto em Brazzaville (Congo).

Além disso, a falta de primazia na defesa aérea preocupou os deputados. Segundo Saito, o Peru lidera em aviões de caça e ataque -o Brasil está em 3º lugar. Porém, com a compra de jatos (os russos Sukhoi Su-30), a Venezuela deve passar ao primeiro lugar, derrubando o país para a quarta posição. Já há um esquadrão com 14 Sukhois ativo no país, e até o fim de 2008 serão 24.

Além disso, o Brasil está em 6ª posição na América do Sul em mísseis de curto alcance, usados, por exemplo, para abater outras aeronaves em vôo.

Saito disse aos deputados que a modernização dos atuais caças F-5 pode restaurar a posição brasileira, mas o programa de revitalização dos aviões sofre com intermitências orçamentárias.

Além disso, os Sukhoi são alguns dos aviões mais poderosos e modernos do mundo, enquanto os F-5 são obsoletos. Os 12 Mirage-2000 comprados da França, que estão sendo lentamente ativados em Anápolis (GO), também são inferiores.

Comentário de Oswaldo Conti-Bosso em 12 março 2010 às 11:37
Para quem deseja ser um player global e entrar na briga de cachorro grande, como diz a música, "vivendo e aprendendo a jogar". Eles (EUA e Europa) normalmente tem uma "união" mais armoniosa quando é para competir com países de outras regiões. Do site da Economist, em inglês.
Sds,




The Economist: EADS and America

Accusations fly
Did protectionism force EADS to scrap a $35 billion bid to supply the American air force?
Mar 9th 2010 | From The Economist online

THE announcement on Monday March 8th that Northrop Grumman and its European partner EADS were pulling out of a bid for a $35 billion contract to build air-refuelling tankers for the United States Air Force was no surprise. Northrop had said that it would not contest the terms of the latest contract proposal, even though it thought they had been drawn up to favour the rival Boeing bid. The British and German governments, along with the European Commission, expressed concern at what they see as the Pentagon rejecting open competition in order to bolster Boeing. Lord Mandelson, the British business secretary, said it was “very disappointing” that the Ameircan-European bidders felt the procurement process was so biased against them that it was not even worth making a bid.

The outcome is a blow to EADS, which on Tuesday announced a loss for 2009 caused by the need to post a €1.8 billion ($2.5 billion) charge because of cost over-runs on another military project, the A400M military troop carrier, and further charges caused by delays to its A380 super-jumbo passenger aircraft.

The tanker development is but the latest twist in a plot that goes back nearly ten years. In 2002 the defence department wanted to lease tanker aircraft based on Boeing ’s ageing 767 passenger jet, but Senator John McCain led a noisy campaign against what he called corporate welfare for Boeing. The 767 was seen as coming to the end of its commercial life and the leasing deal would have helped to keep a production line open. The Congressional Budget Office agreed with the senator that America’s air force could do better. After a scandal involving conflicts of interest and the hiring of a Pentagon procurement official by Boeing, the original lease deal was dropped by congress in 2004. Two Boeing executives were jailed and its chief executive, Phil Condit, resigned.

In 2006 the Pentagon restarted the process, and in February 2008 the Northrop-EADS bid was named the winner. Its tanker, based on the Airbus A330 jet, offered greater range and load-carrying capability than the Boeing design. Boeing immediately launched a campaign attacking the award; the Government Accountability Office found fault with the Air Force’s procurement process and the contract was cancelled.

When the Pentagon asked for renewed bids last year it was obvious that the new terms favoured Boeing. Whereas the original contract had to be judged on mission capability as well as price, the latest version laid more emphasis on the unit cost of each tanker plane, thus favouring the cheaper and more modest product offered by Boeing. After scrutinising the details, Northrop and EADS came to the conclusion it was no longer worth their while going through the motions of submitting a formal bid. So Boeing is left as the only bidder for a defence contract second only to the enormous Joint Strike Fighter contract won by Lockheed Martin in 2001.

The repercussions of this affair are likely to poison European-American trade relations and expose the administration to accusations of corporate welfare for America’s aerospace national champion. EADS was prepared to invest in an American factory to build the tankers and saw the contract as a foothold in the biggest defence market. The importance of the tanker deal and the A400M was that together they would help make EADS a more balanced aerospace company, less reliant on the performance of its Airbus subsidiary in the very cyclical civil aviation market. Now both these ventures are in trouble, while EADS’s rival, Boeing, is sitting more comfortably on a fat cushion of defence work. So much for Senator McCain’s original complaints about corporate welfare for Boeing.
Comentário de Lenin Araujo em 12 março 2010 às 10:38
A meu ver, post com letras maiúsculas não deveriam ser publicados.
 

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