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Comentário de Paulo Kautscher em 1 fevereiro 2009 às 11:10
Cara Anarquista Lúcida.
Se estiver em PDF é só clicar em " carregar arquivo " [ primeiro a direita ]
Comentário de Anarquista Lúcida em 1 fevereiro 2009 às 1:14
Gente, recebi de uma colega que usa bem o emule 5 livros universitários, em inglês, sobre temas de Lingüística Cognitiva. Isso teria qualquer interesse para alguém desta Comunidade?
Se tiver, me ensinem como fazer para colocar, que nao sei.
Comentário de Paulo Kautscher em 8 janeiro 2009 às 0:11
Cartas de Inglaterra.


VI- Israelismo


As duas grandes «sensações» do mez são incontestavelmente a publicação do novo romance de Lord Beaconsfield, Endymion, e a agitação na Allemanha contra os Judeus. Litterariamente, pois, e socialmente o mez pertence aos israelitas. Este extraordinario movimento anti-judaico, esta inacreditavel ressurreição das coleras piedosas do seculo XVI é vigiada com tanto mais interesse em Inglaterra quanto aqui, como na Allemanha, os judeus abundam, influindo na opinião pelos jornaes que possuem (entre outros o Daily Telegraph, um dos mais importantes do reino), dominando o commercio pelas suas casas bancarias e em certos momentos mesmo governando o Estado pelo grande homem da sua raça, o seu propheta maior, o proprio Lord Beaconsfield. Aqui, decerto, [64] estamos longe de vêr desencadear um odio nacional, uma perseguição social contra os judeus; mas ha sufficientes symptomas de que o desenvolvimento firme d'este Estado israelita dentro do Estado christão começa a impacientar o inglez. Não vejo, por exemplo, que o que se está passando na Allemanha, apesar de exhalar um odioso cheiro d'auto-de-fé, provoque uma grande indignação da imprensa liberal de Londres: e já mesmo um jornal da auctoridade do Spectator se vê forçado a attenuar, perante os graves protestos da colonia israelita, artigos em que descrevera os judeus como uma corporação isolada e egoista, á semelhança das communidades catholicas, trabalhando só no mesmo interesse, encerrando-se na força da sua tradição e conservando sympathias e tendencias manifestamente hostis ás do estado que os tolera. Tudo isto é já desagradavel.

Mas que diremos do movimento na Allemanha? Que em 1880, na sabia e tolerante Allemanha, depois de Hegel, de Kant e de Schopenhauer, com os professores Strauss e Hartmann, vivos e trabalhando, se recomece uma campanha contra o judeu, o matador de Jesus, como se o imperador Maximiliano estivesse ainda, do seu acampamento de Padua, decretando a destruição da lei Rabbinica e ainda prégasse em Colonia o furioso Grão-de-Pimenta, geral dos dominicanos—é facto para ficar de bocca aberta [65] todo um longo dia de Verão. Porque emfim, sob fórmas civilizadas e constitucionaes (petições, meetings, artigos de revista, pamphletos, interpellações) é realmente a uma perseguição de judeus que vamos assistir, das boas, das antigas, das Manuelinas, quando se deitavam á mesma fogueira os livros do Rabbino e o proprio Rabbino, exterminando assim economicamente, com o mesmo feixe de lenha, a doutrina e o doutor.

E é curioso e edificante espectaculo vêr o veneravel professor Virchow, erguendo-se no parlamento allemão, a defender os judeus, a sabedoria dos livros hebraicos, as synagogas, asylo do pensamento durante os tempos barbaros—exactamente como o illustre legista Roenchlin os defendia nas perseguições que fecharam o seculo XV!

Mas o mais extraordinario ainda é a attitude do Governo allemão: interpellado, forçado a dar a opinião official, a opinião d'estado sobre este rancôr obsoleto e repentino da Allemanha contra o judeu, o governo declara apenas, com labio escasso e secco, «que não tenciona por ora alterar a legislação relativamente aos israelitas»! Não faltaria com effeito mais que vêr os ministros do imperio, philosophos e professores, decretando, á D. Manuel, a expulsão dos judeus, ou restringindo-lhes a liberdade civil até os isolar em viellas escuras, fechadas por correntes de [66] ferro, como nas judiarias do Ghuetto. Mas uma tal declaração não é menos ameaçadora. O estado dá a entender apenas que a perseguição não ha-de partir da sua iniciativa: não tem, porém, uma palavra para condemnar este estranho movimento anti-semitico, que em muitos pontos é presentemente organisado pelas suas proprias auctoridades.

Deixa a colonia judaica em presença da irritação da grossa população germanica—e lava simplesmente as suas mãos ministeriaes na bacia de Poncio Pilatos.

Não affirma sequer que ha-de fazer respeitar as leis que protegem o judeu, cidadão do imperio; tem apenas a vaga tenção, vaga como a nuvem da manhã, de as não alterar por ora!

O resultado d'isto é que n'uma nação em que a sociedade conservadora fórma como um largo batalhão, pensando o que lhe manda a «ordem do dia» e marchando em disciplina, á voz do coronel,—cada bom allemão, cada patriota, vae immediatamente concluir d'esta linguagem ambigua do governo que, se a côrte, o estado-maior, os feld-marechaes, o senhor de Bismarck, todo esse mundo venerado e obedecido não vêem o odio ao judeu com enthusiasmo, não deixam, todavia, de o approvar em seus corações christãos... E o novo movimento vae certamente receber, d'aqui, um impulso inesperado.

[67]Que digo eu? Já recebeu. Apenas se soube a resposta do ministerio, um bando de mancebos, em Leipzig, que se poderiam tomar por frades dominicanos mas que eram apenas philosophos estudantes, andaram expulsando os judeus das cervejarias, arrancando-lhes assim o direito individual mais caro e mais sagrado ao allemão: o direito á cerveja!

Mas d'onde provem este odio ao judeu? A Allemanha não quer, de certo, começar de novo a vingar o sangue precioso de Jesus. Ha já tanto tempo que essas cousas dolorosas se passaram!... A humanidade christã está velha e, portanto, indulgente: em desoito seculos esquece a affronta mais funda. E infelizmente hoje já ninguem, ao lêr os episodios da Paixão, arranca furiosamente da espada, como Clovis, gritando, com a face em pranto:

—Ah, infames! Não estar eu lá com os meus Francos!

Além d'isso, este movimento é organizado pela burguezia, e as classes conservadoras da Allemanha são muito juridicas, para não approvarem, no segredo do seu pensamento, o supplicio de Jesus. Dada uma sociedade antiga e prospera, com a sua religião official, a sua moral official, a sua litteratura official, o seu sacerdocio, o seu regimen de propriedade, a sua aristocracia e o seu commercio—que se ha-de fazer a um inspirado, a um revolucionario, que apparece [68] seguido d'uma plébe tumultuosa, prégando a destruição d'essas instituições consagradas á fundação de uma nova ordem social sobre a ruina d'elas e, segundo a expressão legal, excitando o odio dos cidadãos contra o Governo? Evidentemente puni-lo.

Pede-o a lei, a ordem, a razão de Estado, a salvação publica e os interesses conservadores. É justamente o que a Allemanha, com muita razão, faz aos seus socialistas, a Karl Marx e a Bebel. Ora, estes maus homens não querem fazer na Allemanha contemporanea uma revolução, de certo, mais radical que a que Jesus emprehendeu no mundo semitico. É verdade que o Nazareno era um Deus: para nós, certamente, humanidade privilegiada, que o soubemos amar e comprehender:—mas em Jerusalem, para o doutor do templo, para o escriba da lei, para o mercador do bairro de David, para o proprietario das cearas que ondulavam até Bethlem, para o centurião severo encarregado da ordem—Jesus era apenas um insurrecto.

E se Bismarck estivesse de toga, no pretorio, sobre a cadeira curul de Caiphás, teria assignado a sentença fatal tão serenamente como o dito Caiphás, certo que n'esse momento salvava a sua patria da anarchia. Os conservadores de Jerusalem foram logicos e legaes, como são hoje os de Berlim, de S. Petersburgo ou de Vienna: no mundo antigo, [69]como agora, havia os mesmos interesses santos a guardar. Que diabo! é indispensavel que a sociedade se conserve nas suas largas bases tradicionaes: e outr'ora, como hoje, a salvação da ordem é a justificação dos supplicios.

É possivel que este goso, que nós, conservadores, temos hoje, de triturar os Messias socialistas, encarcerar os Proudhon, mandar para a Siberia os Bakounine, e crivar de multas os Felix Pyat—venha a custar caro a nosso netos. Com o andar dos tempos, todo o grande reformador social se transforma pouco a pouco em Deus: Zoroastro, Confucio, Mahomet, Jesus, são exemplos recentes! As fórmas superiores do pensamento têm uma tendencia fatal a tornar-se na futura lei revelada: e toda a philosophia termina, nos seus velhos dias, por ser religião. Augusto Comte já tem altares em Londres; já se lhe reza. E assim como hoje exigimos capellas aos Santos Padres, aos que foram os auctores divinos, os nobres criadores do catholicismo, talvez um dia, quando o socialismo fôr religião do Estado, se vejam em nichos de templo, com uma lamparina na frente, as imagens dos Santos Padres da revolução: Proudhon de oculos, Bakounine parecendo um urso sob as suas pelles russas, Karl Marx apoiado ao cajado symbolico do pastor d'almas.

Como a civilização caminha para o oeste, isto [70] passar-se-ha ai para o seculo XXVIII, na Nova Zelandia ou na Australia, quando nós, por nosso turno, fôrmos as velhas raças do Oriente, as nossas linguas idiomas mortos, e Pariz e Londres montões de columnas truncadas como hoje Palmyra e Babylonia, que o zelandez e o australiano virão visitar, em balão, com bilhete de ida e volta... Logicamente, então, como são detestados hoje na Allemanha os herdeiros dos que mataram Jesus—só haverá repulsão e odio pelos descendentes de nós outros, que estamos encarcerando Bakounine ou multando Pyat. E como toda a religião tem um periodo de furor e exterminio, esses nossos pobres netos serão perseguidos, passarão ao estado de raça maldita e morrerão nos supplicios... C'est raide!



Mas voltemos á Allemanha.

Ainda que o Pedro Ermita d'esta nova crusada constitucional seja um sacerdote, o Revd. Streker, capellão e prégador da côrte, é evidente que ella não tira a sua força da paixão religiosa. As cinco chagas de Jesus nada têm que vêr com estas petições que por toda a parte se assignam, pedindo ao governo que não permitta aos judeus adquirirem propriedades, que não sejam admittidos aos cargos publicos, e outras extravagancias gothicas! O motivo [71] do furor anti-semitico é simplesmente a crescente prosperidade da colonia judaica, colonia relativamente pequena, apenas composta de 400.000 judeus; mas que pela sua actividade, a sua pertinacia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrencia triumphante á burguezia allemã.

A alta finança e o pequeno commercio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos Estados e aos principes, e é a elle que o pequeno proprietario hypoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é elle o advogado com mais causas e o medico com mais clientella: se na mesma rua ha dois tendeiros, um allemão e outro judeu—o filho da Germania ao fim do anno está fallido, o filho d'Israel tem carruagem! Isto tornou-se mais frizante depois da guerra: e o bom allemão não póde tolerar este espectaculo do judeu engordando, enriquecendo, reluzindo, emquanto elle, carregado de louros, tem de emigrar para a America á busca de pão.

Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, n'este ponto, devo dizer que o allemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio, adunco, caminhando cosido com a parede, e coando por entre as palpebras um olhar turvo e desconfiado—pertence ao passado. O judeu hoje é um [72] gordo. Traz a cabeça alta, tem a pança ostentosa e enche a rua. É necessario vêl-os em Londres, em Berlim, ou em Vienna: nas menores cousas, entrando em um café ou occupando uma cadeira no theatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandalisa. A sua pompa espectaculosa de Salomões parvenús offende o nosso gosto contemporaneo, que é sobrio. Fallam sempre alto, como em paiz vencido, e em um restaurante de Londres ou de Berlim nada ha mais intoleravel que a gralhada semitica. Cobrem-se de joias, todos os arreios das carruagens são de oiro, e amam o luxo grosseiro e vistoso. Tudo isto irrita.

Mas o peior ainda, na Allemanha, é o habil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem a sua influencia—plano tão habil que tem um sabor de conspiração: na Allemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociaes—a Bolsa e Imprensa. Quasi todas as grandes casas bancarias da Allemanha, quasi todos os grandes jornaes, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacavel. De modo que não só expulsa o allemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulencia rutilante, e o traz dependente pelo capital; mas, injuria suprema, pela voz dos seus jornaes, ordena-lhe o que ha-de fazer, o que ha-de pensar, como se ha-de governar e com que se ha-de bater!

[73]Tudo isto ainda seria supportavel se o judeu se fundisse com a raça indigena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessivel e impenetravel. As muralhas formidaveis do templo de Salomão, que fôram arrasadas, continuam a pôr em torno d'elle um obstaculo de cidadelas. Dentro de Berlim ha uma verdadeira Jerusalem inexpugnavel: ahi se refugiam com o seu Deus, o seu livro, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua lingua, o seu orgulho, a sua seccura, gosando o ouro e desprezando o christão. Invadem a sociedade allemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permittem que o allemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica. Só casam entre si; entre si, ajudam-se regiamente, dando-se uns aos outros milhões—mas não favoreceriam com um troco um allemão esfomeado; e põem um orgulho, um coquetismo insolente em se differençar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até á maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão accentuado é interpretado como hostilidade—e pago com odio.

Tudo isto, no emtanto, é a lucta pela existencia. O judeu é o mais forte, o judeu triumpha. O dever do allemão seria exercer o musculo, aguçar o intellecto, esforçar-se, puxar-se para a frente para ser, por seu turno, o mais forte. Não o faz: em logar d'isso, volta-se miseravelmente, covardemente, [74] para o governo e peticiona, em grandes rolos de papel, que seja expulso o judeu dos direitos civis, porque o judeu é rico, e porque o judeu é forte.



O Governo, esse esfrega as mãos, radiante. Os jornaes inglezes não comprehendem a attitude do sr. de Bismarck, approvando tacitamente o movimento anti-judaico. É facil de perceber; é um rasgo de genio do chanceller. Ou pelo menos uma prova de que lê com proveito a Historia da Allemanha.

Na meia idade, todas as vezes que o excesso dos males publicos, a peste ou a fome, desesperava as populações; todas as vezes que o homem escravisado, esmagado e explorado, mostrava signaes de revolta, a egreja e o principe apressavam-se a dizer-lhe: «Bem vemos, tu soffres! Mas a culpa é tua. É que o judeu matou Nosso Senhor e tu ainda não castigaste sufficientemente o judeu.» A populaça então atirava-se aos judeus: degolava, assava, esquartejava, fazia-se uma grande orgia de supplicios; depois, saciada, a turba reentrava na tréva da sua miseria a esperar a recompensa do Senhor.

Isto nunca falhava. Sempre que a egreja, que a feudalidade, se sentia ameaçada por uma plébe desesperada de canga dolorosa—desviava o golpe de si e dirigia-o contra o judeu.

[75]Quando a besta popular mostrava sêde de sangue—servia-se á canalha sangue israelita.

É justamente o que faz, em proporções civilizadas, o sr. de Bismarck. A Allemanha soffre e murmura: a prolongada crise commercial, as más colheitas, o excesso de impostos, o pesado serviço militar, a decadencia industrial, tudo isto traz a classe media irritada. O povo, que soffre mais, tem ao menos a esperança socialista; mas os conservadores começam a vêr que os seus males vêm dos seus idolos.

Para o calmar e occupar, o que mais serviria ao chanceller seria uma guerra, mas nem sempre se póde inventar uma guerra, e começa a ser grave encontrar em campo a França preparada, mais forte que nunca, com os seus dois milhões de bons soldados, a sua fabulosa riqueza, riqueza inconcebivel, que, como dizia ha dias a Saturday Review, é um phenomeno inquietador e difficil d'explicar.

Portanto, á falta d'uma guerra, o principe de Bismarck distrahe a attenção do allemão esfomeado—apontando-lhe para o judeu enriquecido. Não allude naturalmente á morte de Nosso Senhor Jesus Christo. Mas falla nos milhões do judeu e no poder da Synagoga. E assim se explica a estranha e desastrosa declaração do governo.

[76]

Da outra «sensação», o romance de Lord Beaconsfield, Endymion, não me resta, n'esta carta, espaço para rir. Figuram n'elle, sob nomes transparentes, Beaconsfield, elle proprio, Napoleão III, o principe de Bismarck, o cardeal Manning, os Rothchilds, a imperatriz Eugenia, duquezas, lords, marechaes... emfim um ramalhete de flôres, pelo qual o editor Longman pagou cincoenta e quatro contos de reis fortes.

Jovens de lettras, meus amigos, ponde vossos olhos n'este exemplo de ouro! Sê prudente, mancebo; nunca, ao entrar na carreira litteraria, publiques poema ou novella sem a antecipada precaução de ter sido durante alguns annos—primeiro ministro de Inglaterra!


http://www.gutenberg.org/files/25641/25641-h/25641-h.htm
Comentário de Luiz Eduardo Brandão em 13 novembro 2008 às 22:41
Corrigindo comentário anterior, que saiu truncado: aqui vai uma história da nossa literatura, escrita por um crítico pioneiro, José Veríssimo, amigo e defensor do Machado e também fundador da Academia Brasileira de Letras.

História da L.B. - J. Veríssimo.pdf
Comentário de Luiz Eduardo Brandão em 13 novembro 2008 às 22:35
Um texto que é bom ter à mão, pois não passa dia sem que seja invocado: a nossa Constituição.

Constituiçao.htm
Comentário de Luiz Eduardo Brandão em 13 novembro 2008 às 20:33
Opa, me atrapalhei: quis apenas acrescentar os livros à lista e por engano pus no fórum. Aliás, não daria para fazer uma lista dos títulos disponíveis? Ficaria mais fácil que percorrer os comentários.
Comentário de Luis Nassif em 6 novembro 2008 às 13:18
Bruna Sirtori
Caro Nassif,
O clássico História econômica do Brasil : 1500-1820 de Roberto Simonsen está disponível em pdf na biblioteca digital do Senado e pode ser acessado através do seguinte link: http://www2.senado.gov.br/bdsf/item/id/1111.
1111
Comentário de Edvaldo D. Araujo Filho em 31 outubro 2008 às 13:40
Caros Amigos, procuro o livro do D*** Morris - Nem Princip. Alguém poderia me dar alguma dica de como consigo para download?
Comentário de Luis Nassif em 31 outubro 2008 às 12:20
FINANÇAS E INOVAÇÃO NOS SISTEMAS PRODUTIVOS
Rodrigo Loureiro Medeiros
Professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
José de Castro Ferreira Filho
Professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

Resumo: O presente artigo aborda a relação entre finanças e inovação nos sistemas produtivos a partir de uma perspectiva heterodoxa. A recente Política de Desenvolvimento Produtivo lançada pelo governo brasileiro e o Trade and development report 2008 da UNCTAD oferecem estímulos para o debate acadêmico quanto à nova articulação entre finanças e inovação necessária para dar sustento ao processo de desenvolvimento econômico nacional.
Palavras-chave: finanças; inovação; sistemas produtivos; perspectiva heterodoxa; desenvolvimento econômico.
Artigo OIDLES 2008.pdf
Comentário de Vicente Cariri da Costa Júnior em 6 outubro 2008 às 20:32
Apenas um exemplo da Literatura dos Povos de América.


Literatura maya (EN REEDICIÓN)
Compilación y prólogo: Mercedes de la Garza. Cronología: Miguel León-Portilla. Estudios introductorios y traducciones: Adrián Recinos, Antonio Mediz Bolio, Francisco Monteverde, Alfredo Barrera Vásquez, Dionisio José Chonay.
Materias: Antropología, Etnografía mesoamericana, Etnohistoria, Historia prehispánica, Cultura indígena latinoamericana, Poesía prehispánica e indígena de Latinoamerica
Páginas: LVII + 453
País: México, Guatemala

Esta recopilación de textos mayas constituye una selección de la vasta producción intelectual de las culturas prehispánicas de Guatemala y Yucatán, de lenguas yucateca, chontal, quiché, cakchiquel y pokonchi. Se trata de los libros reescritos o elaborados por los hombres mayas a partir de la tradición oral después de la Conquista, en un intento de afirmar su identidad ante la implacable destrucción de los libros e inscripciones originales que tuvo lugar durante este proceso. En ellos se abordan temas religiosos, históricos, astronómicos, médicos, literarios y legales. Es fundamentalmente en los textos religiosos y en algunos de tema médico o legal donde se pone de manifiesto una gran riqueza de lenguaje, la sensibilidad poética, el poder imaginativo y la profundidad de los mayas. A través del Popol Vuh, el Libro de Chilam Balam, el Memorial de Sololá, el Título de los Señores de Totonicapán y de otros textos recogidos en este vo­lumen, se aprecia el valioso aporte de los mayas a la historia de la literatura universal.


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